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Quando o pai pede que o filho dê um beijo no namorado para ele tirar uma foto.

Também ocorre quando o neto pergunta para a avó: “O que a senhora faria se eu trouxesse meu namorado aqui na sua casa?” E a avó responde: “Café.”

Ou quando alguém pergunta a uma criança: “O que você acha de um homem se casar com outro homem ou de uma mulher se casar com outra mulher?” e a menininha pergunta: “Vai ter bolo?”

A cura ocorre, quando a culpa desaparece, quando a pessoa deixa de se sentir errada, quando consegue ser feliz sem medo, sem pensar em doença, ou pecado.

A cura vem quando se tira o peso das costas, quando não se percebe como o estranho no ninho, quando a pessoa se sente amada.

Desse processo de cura precisamos todos nós. 

E o que é mais legal é que quando eu deixo o outro ser do jeito que que ele quer ser, o mundo fica mais fácil para eu ser do jeito que eu quero ser.

Este debate todo nasceu da decisão de um juiz do Distrito Federal, mas o tsunami que ele causou nas redes sociais é muito válido, pois, como disse o Rafael Corrêa, mostra quanta gente faz parte de um círculo de amor, de pessoas do bem!

Aliás, psicólogos são as pessoas indicadas para ajudar a resolver questões mal resolvidas, uma delas é “Por que a felicidade dos outros incomoda tanto?” ou “Por que ver pessoas bem resolvidas tira tanto o sossego?”

Aí sim, tem muita gente precisando de ajuda.                       

Fonte:  Grupo de wathzap sem autor