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Rio Largo, Maceió e Satuba irão dar início a estudos e levantamentos da situação das divisas político-administrativas dos três municípios para que sejam definidos os limites entre cada um deles. O assunto foi pauta de reunião na manhã de hoje (12), na prefeitura de Rio Largo, entre o prefeito Gilberto Gonçalves, o prefeito em exercício de Maceió, Marcelo Palmeira, o prefeito de Satuba, Paulo Acioly e o diretor-presidente do Instituto de Terras e Reforma agrária de Alagoas (Iteral), Jaime Messias Silva. A reunião também contou com as presenças da vice-prefeita por Rio Largo, Cristina Gonçalves e do técnico de Agrimensura do Iteral, José Milton Lopes de Melo. 

Para alcançar o objetivo, será criada uma equipe intermunicipal com três representantes de cada umas das prefeituras envolvidas e, sob a coordenação do Iteral, irão visitar os pontos Inter divisos, levando em consideração a história do povo, o sentimento das pessoas que residem nas áreas limítrofes e as políticas públicas adotadas e que efetivamente estão sendo executadas nas regiões.

“Meu sentimento é o mesmo do povo e hoje foi dado um pontapé para que a gente acabe com o sofrimento dos moradores de locais como os conjuntos Brasil Novo, Guriatã e Margarida Procópio. Que, a partir de hoje, tenhamos o senso da responsabilidade de um gestor público que honra a confiança de seu povo. Essa revisão demográfica vai possibilitar que cada um defina suas responsabilidades e as pessoas não mais sofram por estarem entre dois ou mais municípios. Após o resultado, espero que cada um possa fazer uma gestão voltada para aqueles que mais precisam, com mais saúde, educação e segurança. Tenho certeza que com a interveniência do Iteral, apoio do governo do Estado e o envolvimento das prefeituras vamos trabalhar para acabar com o sofrimento de milhares de famílias”, afirmou o prefeito Gilberto Gonçalves.
 
O estudo representa uma possível revisão geográfica a revisão das aplicações dos recursos e ações efetivas da administração pública, possibilitando que cada um dos municípios possa cumprir com a legislação no que concerne à infraestrutura, saúde e educação, tendo em vista que a manutenção das divisas da forma que está causa um desconforto não só político, mas uma confusão administrativa que inviabiliza a gestão dos recursos públicos.