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A juíza paranaense Fernanda Orsomarzo, do Tribunal de Justiça e Membra da Associação Juízes para a Democracia lê o texto do blog raizesdeafrica, no site CadaMinuto, das Alagoas dos Palmares e comenta: Nossa, Arísia! Que texto! Vou divulgar entre os juiz@s. É bom essa dose cavalar de realidade.                       

A juíza é mineira e atua no Paraná. É  bem jovem e tem uma visão ampla sobre humanidades e democracia. A juíza é branca, nascida em um mundo de confortos e, é uma  contestadora  da teoria da meritocracia: “Nascer branca no seio de uma sociedade racista e de tradição escravocrata é, inequivocamente, um privilégio a ser considerado.”

E lá do Paraná ao lê  o texto a juíza Fernanda afirma: Esses seus questionamentos são muito importantes.Pra gente que não tem essa noção da realidade.

O blog agradece a juíza pelos  os comentários elogiosos do texto a seguir:

Muitos filhos de juiz, político, policial fumam maconha, e por que a polícia só prende gente pobre e preta, como meu filho? -Pergunta a mãe.

 Arísia Barros 

http://cadaminuto.com.br/blog/raizes-da-africa

 

PS: A juíza paranaense Fernanda Orsomarzo é uma das palestrantes e lança o livro: Prisioneiros e Juízes- Relatos de Cárcere na Conversa sobre Territórios, Desterritorialização e a Reterritorialização, sob a ótica da Prisão, idealizada pelo Instituto Raízes de Áfricas, com a parceria da Secretaria de Estado da Ressocialização e Inserção Social,na 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, dia 30 de setembro.

A Conversa faz parte da 8ª edição do VIII Ciclo Nacional de Conversas Negras- Agosto Negro ou o que a História Oficial Ainda Não Conta: Agosto Negro ou o que a História Oficial Ainda Não Conta: