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O Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) traz uma oportunidade única para jovens da rede pública estadual: cursos profissionalizantes associados ao ensino médio, os quais trazem novas perspectivas de atuação profissional para os alunos de 14 escolas de Ensino Integral.

Entre as unidades que ofertam os cursos profissionalizantes, está a Escola Estadual Marcos Antônio Cavalcante Silva, localizada no Benedito Bentes, em Maceió. De acordo com o coordenador pedagógico e responsável pela Educação Profissional, Jeorge Venancio Lima, 405 estudantes participam de cursos como Marketing, Recursos Humanos e Manutenção e Suporte em Informática.

 “Os cursos profissionalizantes só vieram para acrescentar, pois nossos estudantes concluem o ensino médio já com uma opção de emprego, a qual eles podem exercer  ou utilizar para ajudar a pagar uma faculdade”, Jeorge.

Transformação -  Os estudantes, grandes beneficiados pela iniciativa do Governo, abraçam a oportunidade de melhorar o aprendizado. É o caso de Edgar Lucas Soares Brito, aluno da 1ª série do ensino médio e do curso de Marketing. Ele diz que o curso está apresentando-lhe um mundo novo.

“O Ensino Integral e a Educação Profissional são novidades para mim. Estou conhecendo um pouco mais sobre Marketing e já estou pensando em exercer a profissão”, relata o estudante.

Visthefânia Jennyfer Lopes dos Santos, que estuda a 3ª série do ensino médio, relata que, há dois anos, o curso de Informática mudou a sua perspectiva sobre o mercado de trabalho.

“O curso é muito bom e despertou o meu interesse em cursar Design. Acredito que posso integrar os conhecimentos obtidos aqui com o ensino superior”, afirma a adolescente.

Projetos – Alguns estudantes já estão colocando em prática o conteúdo adquirido nos cursos. Apaixonado por computação, Gabriel Ivo Lins é aluno do curso de Informática e, junto com mais três amigos, trabalha na criação de um Role-playing Game(RPG), um jogo onde os participantes interpretam personagens em um cenário e época fictícias.

 “Estamos juntando o nosso interesse com o aprendizado que nos foi passado. Passamos dois anos pensando na ideia, e agora temos um conteúdo para concretizá-la”, conta. Ele diz que, para desenvolver o projeto, teve todo o apoio da escola. “A escola nos cedeu um computador para fazermos as nossas pesquisas. A minha família também apoia muito a iniciativa”, complementa.