Divulgação F566eef6 1636 43d1 bc29 f08fdb157176 Matrix (1999)

A trilogia Matrix, das irmãs Wachowski, foi o marco do sci-fi, da ação e dos efeitos visuais no começo do terceiro milênio. O filme foi o divisor de águas para o melhoramento do desempenho visual e para a nova geração de nerds no mundo.

Sendo uma franquia rica e cheia de possibilidades, a Warner decidiu que era hora de abrir esse leque, assim como a Disney faz com os filmes de Star Wars. Muita gente ficou assustada com a possibilidade de um reboot ou remake da franquia, mas a informação já foi exterminada após o roteirista contratado Zak Penn afirmar que se trata de um spin-off.

“Tudo que posso dizer no momento é que ninguém poderia ou deveria fazer reboot de Matrix. Quem conhece Animatrix e os quadrinhos entende o que digo. Não posso comentar mais, apenas esclarecer que as palavras 'reboot' e 'remake' são do artigo [publicado no THR]. Vamos parar de reagir a notícias incorretas”, esclareceu o roteirista através do Twitter.

 

 

Já tivemos a história do “Escolhido”, o Neo (Keanu Reeves). Então que personagem mais icônico que Neo merece um filme solo? Claro que é o Morpheus, que foi interpretado pelo genial Laurence Fishburne. A ideia, segundo o site Hollywood Reporter, é que se mostre a história de Morpheus até quando ele se tornou o “mestre Yoda” de Neo. O ator cotado para o papel é Michael B. Jordan (Creed), o que seria uma excelente escolha por parte da Warner.

O que isso tudo representa para os fãs de Matrix é o reinício de uma das jornadas mais épicas do cinema, porém é algo altamente arriscado de se fazer, sendo necessário uma escolha de elenco a altura da franquia, um roteiro bem escrito e um diretor que entenda o universo. Se James Cameron não estivesse tão ocupado com Avatar, seria uma das melhores escolhas. Outros diretores como Denis Villeneuve, David Leich ou até mesmo J. J. Abrams trariam segurança para os fãs. Até o momento as irmãs Wachowski não estão envolvidas no projeto.

De qualquer forma, os spin-offs de Matrix tem tudo para dar certo. Há muita coisa para explicar, muita coisa para aprofundar. Desde já, a ideia e o timing são perfeitos para isso, basta aproveitar.

 

VEM QUE VEM, MATRIX!

 

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