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Essa é uma daquelas notícias que você custa a acreditar que é verdadeira, mas é! A empresária alemã Sandra Seilz desenvolveu um short como forma de proteger mulheres de estupros. O produto já está em fabricação e vendido pela empresa alemã TECOS GmbH, da cidade de Oberhausen e tem ganhado muitos elogios de páginas feministas. O chamado Safe Shorts conta com tecido a prova de cortes e rasgos, um cadeado – sim, como nos cintos de castidade da idade média – e um alarme de 130 decibéis que pode ser acionado pela vítima.

O que quase ninguém ousa dizer é, primeiramente, ao que se deve a explosão de estupros na Alemanha e em outros países da Europa: a onda de refugiados. A verdade é essa e ponto final! Gente que encara o estupro de mulheres que não se cobrem dos pés à cabeça, como um direito divino. Dito isto, vamos ao segundo ponto: o que impedirá o estuprador de, frustrado em seu fracasso, espancar, mutilar e matar sua vítima? Nada! O que fará o tal cinto de castidade politicamente correto evitar que a vítima tenha que escolher entre abrir o cadeado ou ser degolada? Novamente, nada!

A única coisa que pode realmente parar um estuprador é a força física superior ou, na falta dessa, uma arma! Coisa que vem acontecendo corriqueiramente nos EUA e que já demostrei no artigo “Texas ultrapassa um milhão de portes de armas; 270 mil são de mulheres” do qual cito um trecho abaixo:

“Tal conclusão é reforçada por um dado incontestável levantado pelo estudo “Law Enforcement Assistance Administration, Rape Victimization in 26 American Cities”, do Departamento de Justiça norte-americano, onde se demostra que apenas 3% dos estupros se concretizam quando a mulher está armada e reage”.

Eu continuarei preferindo minha esposa ou minha filha livres e armadas do que usando um short anti-estupro ou uma burca... Sei lá, sou meio antiquado mesmo.