Foto: Vanessa Alencar/CM Be14ba43 fad4 439f 9c04 38528f98a0ef Vereador Lobão

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Lobão (PR), o vereador campeão de votos por Maceió, foi um dos mais assediados durante a posse ocorrida no domingo, 1º, no Hotel Ritz Lagoa da Anta. Antes mesmo de entrar no auditório, parou várias vezes para conversar e tirar fotos com convidados e até com pessoas que trabalhavam na solenidade, e só faltou distribuir autógrafos. Simpático, prometeu que seu mandato será desse jeito: bem perto do povo.

Promessa

Em um discurso mais voltado para a família, Rui Palmeira (PSDB) não esqueceu a parte técnica. Fez um breve resumo de sua primeira administração, lembrando que, o fato de ela ter sido prejudicada pela crise político-econômica, não abateu sua “perseverança”. O prefeito reeleito falou em “união” e prometeu que o segundo mandato será melhor que o primeiro.

Na primeira fila

O vice-prefeito Marcelo Palmeira (PP) reafirmou o compromisso de ser um vice “participativo” e saudou a todos em nome do ministro do Transporte, Maurício Quintella (PR). Ele e o deputado federal Ronaldo Lessa (PDT) acompanharam a solenidade da primeira fila. O ex-governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) chegou quase no fim – vindo de outro compromisso político- e o senador Benedito de Lira (PP) não participou da solenidade, também devido à agenda.

Sem blindagem

Eleito para presidir mais uma vez a Câmara de Maceió, o vereador Kelmann Vieira (PSDB) citou uma frase dita pelo jurista e ex-ministro da Justiça, Paulo Brossard, em 1978: “Democracia é relativa, mas corrupção é absoluta”. Vieira quis ilustrar a atualidade da fala para alertar que a classe política tem que mudar, já que o País e o povo estão mudando.

“Não há como ficarmos blindados à desconfiança da população”, afirmou, lembrando que a crise “localizada” na esfera federal não é sinônimo de blindagem para governos e parlamentos estaduais e municipais.

Verdade! Que o digam às críticas que ele os demais vereadores receberam após aumentarem os próprios salários – de R$ 15 mil para quase R$ 19 mil.