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O título acima seria uma manchete honesta sobre o ataque de um terrorista muçulmano em Minnesota, EUA, que deixou 8 feridos, incluindo um garoto de 15 anos, mas a grande imprensa não passou nem perto disso, claro!

No último sábado, dia 17, um homem vestindo um uniforme de uma empresa de segurança particular, sacou uma faca e atacou sistematicamente 9 pessoas em um centro comercial, para uma de suas vítimas ele chegou a perguntar se a mesma era muçulmana. O ataque só cessou quando Jason Falconer, sacou sua pistola e matou o terrorista, impedindo, sem a menor dúvida, que pessoas morressem. Em todos os noticiários no Brasil e no exterior o herói foi qualificado como “um policial de folga”... O que a imprensa fez questão de NÃO dizer é que:

1)    Ele foi – passado, friso aqui - chefe de polícia e hoje atua apenas como oficial part-time ministrando cursos de tiro para a instituição policial de lá, portanto, ele não era um “policial de folga”;

2)     É instrutor credenciado pela NRA - National Rifle Association, a maior e mais poderosa entidade pró-armas do mundo;

3)    Falconer é um ativista de destaque pelo direito do cidadão de portar e possuir armas para sua defesa;

4)    Ele é dono de uma empresa de treinamento de tiro que prepara e incentiva cidadãos comuns para usar e portar armas de fogo;

5)    É um atirador esportivo na modalidade chamada IPSC.

Como vocês podem ver, velhacamente, varreram para baixo do tapete o currículo “politicamente incorreto” do homem que matou o facínora e salvou sabe-se lá quantas vidas. Não interessa aos desarmamentista mais essa prova cabal de que um cidadão treinado, consciente e disposto não é uma ameaça à sociedade e sim um agente de pacificação e proteção em uma realidade inconteste de que os agentes de segurança nunca estarão em todos os locais, em todos os momentos.