02/09/2010 09:15
O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas encerra seu projeto em Santana do Ipanema
Goretti Brandão
O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas encerrou, ontem, em Santana do Ipanema, o Projeto Fórum Gestão Pública Responsável, um projeto para desmistificar o papel do TCE/AL, fazendo seminários regionais em sete cidades do Estado: Maragogi, União dos Palmares, Penedo, Arapiraca, Palmeira dos ìndios e Santana do Ipanema. O salão nobre da Câmara dos Vereadores sediou o evento que contou com expressiva participação de prefeitos, vereadores, contadores, funcionários públicos e da sociedade civil. Um dos objetivos do projeto é fazer com que o cidadão seja informado sobre seus direitos diante da gestão pública da sua cidade para que seja ele mesmo fiscal do dinheiro público. Para os gestores, o conhecimento sobre o que determina a constituição, as normas e o entendimento das reais atribuições do TCE/AL através das orientações do órgão.
O Projeto se fez acompanhar de artistas de variadas artes. Cordelista, pianista, maestro, o coral Cantos e Contas da própria instituição, e atores do grupo teatral alagoano, Cia Guerreiros do Teatro, que apresentaram nas ruas das cidades por onde passou o Fórum, um esquete - pequena cena de revista teatral quase sempre de caráter cômico -, intitulado: O Alagoano e A Sabedoria. A mensagem, através da encenação dos atores, trouxe ao público de forma arejada e com uma didática bastante acessível, a compreensão de como funciona o TCE/AL e de como é possível ao cidadão participar ativamente da fiscalização das gestões municipais.
A Cia Guerreiros do Teatro, traz características bem peculiares, que lembram o teatro grego no tempo da comédia, quando esse gênero se voltava para o cotidiano, à observação dos costumes, trazidos ao público como objeto de sátira e crítica. Uma maneira de instruir e trazer às pessoas a noção do que se passa com elas, a relação entre os fatos, e como eles podem ser assimilados para a conscientização da sociedade. O mais difícil, seja talvez, o cuidado para não ultrapassar os limites desse objetivo, no que concerne fazer com que a dramatização não resvale na espetacularização daquilo que de fato é dramático e que precisa ser tratado como tal.
O ponto de equilíbrio está em instruir, evidenciar, educar através da crítica cômica, sem banalizar os sofrimentos, as experiências e os dramas humanos, sob pena de sufocar a reflexão e propor no lugar dela, uma idéia de conformismo social. Aquele onde o sujeito se vê dentro da cena, como protagonista, mas não consegue ler a mensagem de que precisa interferir na realidade. Apenas confirmando o 'jeitinho brasileiro' de ir levando a vida, com um humor do tipo, rir por rir dos problemas e, pronto. Sem precisar da indignação, nem de por em prática, seu senso de justiça, seu conhecimento dos deveres e dos direitos como cidadão no exercício da sua cidadania.
Os atores da Cia Guerreiros do Teatro, formado por quatro componentes (Marilane Miranda, Marcos de Jesus, Issael Carlos e Igor Vasconcelos), se preocupam, antes de fecharem contrato, em saber a quem e a que causas estarão investindo o seu talento. Segundo eles, só aceitam trabalhar em propostas que se identifiquem com as propostas do grupo. Excelentes atores, eles escrevem juntos os textos do espetáculo, apresentando um desempenho excepcional, que nos coloca em cena, mesmo quando estamos no meio da multidão. Todos nos vemos representados através deles.
Com estréia marcada para os dias 8 e 9 de outubro, no Teatro do Sesi, às 20:00h, na Pajuçara, o grupo teatral traz aos palcos um novo espetáculo, que se intitula: A Missão de Graça, inspirado na tragédia das chuvas que acometeram as Alagoas recentemente. Então: Todos ao Teatro!!!!
27/08/2010 16:13
Nova edição da Revista Filmologia
Goretti Brandão
Dia 21 de junho o site Filmologia (www.filmologia.com.br) estreou na internet, sua primeira edição: # 00. Trata-se do primeiro site alagoano e talvez o primeiro, nordestino, dedicado ao cinema. Agora em sua segunda edição: # 01, traz como foco: O cinema do cineasta japonês Hiroshi Teshigahara. A revista apresenta textos sob forma de artigos e outros expedientes opinativos acerca da obra de Teshigahara, onde é feita a análise de filmes a partir de diversos vieses, todos, sobre a ótica do estudo que se volta para a influência do cinema na sociedade, no pensamento, na moral, o que traduz o significado da palavra filmologia.
Um cinema de identidades é o título do editorial dos jornalistas Ranieri Brandão e Ricardo Lessa Filho (http://www.filmologia.com.br/?p+797).
Pensando o cinema: Uma imagem, duas, três imagens, tomadas, cortes, planos; eis a cena cinematográfica. Dentro das salas de cinema, um momento vai se preparando, aos poucos, dentro da gente. Um ritual que começa quando as luzes se apagam e se potencializa quando a tela se ilumina. É como sair do mundo real e entrar em outro não menos real, onde os filmes nos contarão histórias. As nossas próprias histórias de sucessos e fracassos, perdas e ganhos, que surgem ali, camufladas pelo glamour que só o cinema sabe fazer existir com tamanha maestria. A vida imita a arte ou a arte imita a vida?
As imagens que surgem fixam os nossos olhos e nos prende. Chegam a nos hipnotizar, dependendo da cena. A câmera por trás da imagem subjetivamente nos guia, nos convida filme adentro. Levam-nos pelos olhos e nos tomam, muitas vezes, do lugar de expectadores e nos mergulham, sem que saibamos como, dentro das cenas. Vemos com olhos de raios-X, sabemos sobre coisas que estão acontecendo ou que virão a acontecer dentro das cenas que se desenrolam, como privilegiados advinhos, com direito a previsões sobre a vida dos personagens. Sofremos a agonia dos amores perdidos, a alegria dos encontros, o frêmito dos beijos ardentes.
Ali as nossas dores e alegrias se configuram, e a gente pode chorá-las ou rir delas sem medo, protegidos pela meia-luz da sala de projeção. Somos parte da audiência anônima, que se faz silenciosa no instante do suspense, assistindo, a revelação de nossos dramas pessoais, sem que tenhamos o compromisso de encenarmos, nós mesmos, nossas próprias versões da vida. Aquelas onde mergulhamos nas dores físicas e da alma, aquelas das ilusões partidas, as da festividade ruidosa, outras de dúvidas que nos assaltam. É um leque interminável de emoções e sentimentos. Todos de alguma forma, por uma ou inúmeras razões, sendo passíveis de se reconhecerem nas tramas e dramas do filme.
Vamos ao cinema pra ver a nós mesmos no outro, naquele personagem que diz, às vezes, aquilo que negamos dizer, mas que temos vontade. Ou que faz aquilo que desejamos fazer, mas não temos coragem. O filme é uma possibilidade que se tem de trazer o inconsciente à consciência, porque é capaz de desdobrar a nossa vida, de expor seus conteúdos mais escondidos, sob a forma e através da magia da luz sobre a tela. Chorar e rir e se emocionar de feitos que sejam, ou que possam ser feitos por nós. Vamos ao cinema, para dar vazão aos sonhos e aos desejos. Ou compensar unilateralidades pessoais. Buscamos a identificação nos arquétipos do Herói, do Velho, da Grande Mãe e de tantos outros. Esses padrões de comportamento que sempre se nos apresentam em cena, e que parecem dizer sempre alguma coisa sobre os nossos comportamentos.
Alguns de nós vamos ao cinema, ver a si mesmos e mais além. Vamos nos ver dentro das engrenagens do mundo. Os filmes são páginas de um livro onde as imagens se oferecem para que sejamos lidos. Em sua segunda edição, a Revista Filmologia confirma a sua dedicação e seriedade sobre a leitura das imagens cinematográficas e é uma excelente indicação para os amantes do cinema.
19/08/2010 22:04
Uma conversa com o artista popular Jurandir Bozo

Goretti Brandão
A origem do Coco Alagoano, para uns surgiu da mestiçagem entre indígenas e negros, para outros, sua origem vem de Angola, mas, José Aloísio Vilela*, situa o embrião do Coco entre os negros dos Palmares. A cadência do ritmo teria se dado quando os negros rachavam o coco para a retirada da amêndoa. O folguedo está associado às festividades juninas, mas pode acontecer em quaisquer festividades importantes. O Coco de Roda é uma das mais primitivas manifestações do Coco. Com coreografia simples, é formada uma roda de dançadores, onde as palmas, os cantos entoados e o sapateado de um ou dois pares de dançadores, que se colocam no centro da roda, escolhem, através da umbigada, outros pares para os substituírem. O Coco tradicional é assim.
Bom lembrá-lo quando se aproxima o Dia do Folclore e quando grupos comprometidos com os folguedos populares: A Liga de Coco de Roda, Liga dos Bois, Baque Alagoano e artistas do Clube do Coco preparam, em parceria com a Secretaria Municipal de Ação Cultural, órgão realizador do evento, o Viva Cultura Especial, que acontecerá dia 22 de agosto, na Praça Multieventos, na Pajuçara. E o que é melhor: a entrada é gratuita. O cachê dos artistas será revertido para a gravação do primeiro CD coletânea do Clube do Coco. Após o dia 15 de setembro, as gravações dessa coletânea serão iniciadas. O CD que ainda precisará de recurso para prensagem, deverá sair no inicio do ano que vem.
O Clube do Coco surgiu a partir de uma ideia do artista Jurandir Amadeu Bozo, alagoano, com suas raízes fincadas em Pão de Açúcar. Segundo Bozo: “O Clube do Coco é uma ideia que pretende reunir os cantadores da nova geração para a promoção e difusão do Coco de Roda. São artista que já cantam coco de alguma forma em seus trabalhos, sejam eles coletivos ou individuais”.
A sua ideia teve a adesão imediata de Zé do Boi, presidente da Liga dos Cocos de Roda de Maceió, e do artista e também educador popular, Rogério Dias. Daí para a frente, outros artistas se identificaram com o projeto, que num crescendo vem ganhando simpatizantes e associados.
Bozo é um artista articulado, com reflexões sérias sobre o folclore – palavra que revela ter medo -, sobre os que ele chama de “intelectuais do folclore”, que se arvoram em “burocratas” culturais e que pregam um purismo utópico fazendo frente às novas manifestações dos folguedos. Sobre aquilo a que eles denominam de “estilizações”, e por isso repudiam, fica em evidência a inviabilização do diálogo entre o que representaria o tradicional e o novo. Entendido como fruto da modernidade, as derivações que presenciamos, são reflexos das novas definições de cultura na contemporaneidade. São novos os signos e eles remetem aos folguedos da cultura popular, vários estranhamentos.
São bastante pertinentes os questionamentos de Bozo.
Eu saliento a forte presença da Indústria Cultural - uma realidade que não podemos esquecer -, quando no dizer do próprio artista popular, ao se referir ao Clube do Coco: “o que se pretende com isso?- ao menos proporcionar a eles oportunidades de ter contato com outros cantadores que buscam na pesquisa uma saída pra se manter uma identidade de raiz e assim tornar possível e viável uma cena forte no Estado. – se eles querem essa preservação? – não tenho encontrado resistência quando falamos em tentar manter as tradições do Coco de Roda alagoano de forma mais original, mas não podemos esquecer que tem que ser um espetáculo e não mais uma apresentação. Sendo assim agradaremos a todos, turistas, puristas e “coquistas”, pois hoje o Guerreiro está cada vez mais escasso pela distância entre a realidade cronológica do Guerreiro, com a realidade atual dos jovens e crianças. E prossegue: “Temos que pensar que temos que envolver esses jovens e essas crianças num mundo de fantasia, alegria e divertimento, e assim todos vão brincar a nossa cultura popular e se identificar a ela, e não porque é importante e porque mostra isso ou aquilo... tem que ir porque é massa, porque é divertido e faz bem a alma. Acabem com isso de transformar a cultura popular em matéria de universidade, chega de estudiosos e intelectuais falarem tanto. Está na hora de ouvir quem realmente faz a coisa estar viva”. Finaliza Bozo.
Essa conversa com o artista dá mostras de um painel de dupla face da realidade. Uma, é a vivenciada por aqueles que tentam manter o espaço aberto para as manifestações populares. A outra, é o comportamento dos intelectuais. Vivência por parte dos artistas. Teorização por parte dos intelectuais, que no mínimo possibilita seminários e seminários, onde questionamentos como por exemplo: a preservação da cultura popular, o que ela significa, de fato, como salvá-la, sejam discutidos, muito mais como forma de carícia e ostentação egóica.
Vivemos em uma sociedade em que cultura de massa é um dos novos conceitos. Uma cultura que naufraga a cultura popular e que não funciona como receptáculo das genuínas manifestações do espírito do povo. São conceitos que surgem para dar o arcabouço, como bem percebe Jurandir, para a transformação da apresentação, da brincadeira, em puro espetáculo. Em lucro para alguém, sem dúvida. Em outras palavras: a cultura popular é apropriada pela cultura de massa, diga-se: Indústria Cultural, sendo convertida em produto de consumo.
Mas é para os artistas que essa missão é ofertada. Como é possível a eles fazerem frente e resistirem aos interesses dessa Indústria que sem piedade, retira a aura da arte e a transforma em subcultura? O Clube do Coco, com certeza, poderá, dentro de algum tempo, dizer dessa experiência. Uma brilhante ideia, a de Bozo. Que os deuses da arte o abençoem!
* Jornalista, folclorista, conferencista. Publicou diverso livros na área de folclore. Alagoano, natural de Viçosa.
13/08/2010 10:23
O folguedo popular não deve ser apreciado como peça de museu
Goretti Brandão
O Engenho de Folguedos é ressuscitado, como bem noticiou o jornalista Roberto Amorim. Todas as quartas, o projeto criado pelo saudoso folclorista Ranilson França, falecido em agosto de 2006, trará à Praça dos Martírios, às 20h, a apresentação de artistas populares, que segundo Antônio Pedro, universitário, 23 anos, “é o que temos de melhor e o que melhor nos representa”. Essas informações foram colhidas enquanto lia em um outro jornal online, a matéria de cultura de Amorim.
A citação do estudante revela uma questão que sempre é diluída, passa despercebida, ficando à margem das discussões, quando o assunto é cultura popular. Isso me lembra o excelente livro do pernambucano Antônio Paulo Rezende: (Des) Encantos Modernos, onde ele traz para o cenário cultural, aquilo que é polêmico desde a década de 1920. Mais precisamente entre os intelectuais paulistas e nordestinos, como resultado das divergências surgidas após a Semana da Arte Moderna (1922).
As discussões, desde então, entre outras, permanecem no terreno do novo e do tradicional. De cultura popular e popularidade. Na leitura que se faz a respeito. Conceitos que surgiram a partir do movimento modernista. Sempre que se fala em folguedos, sou levada a atentar para o fato de refletir sobre até que ponto esse ressuscitar – importantíssimo, do ponto de vista de termos referências da nossa cultura popular, genuína manifestação da criatividade do povo – ocupa o seu devido espaço, como representação da arte popular, propriamente participada.
Até que ponto essas apresentações figuram como algo velho que precisa estar sendo visitado, mas sem a necessária incorporação desses costumes, à brincadeira, à diversão das pessoas? Diante do modernismo, tão em voga, não seriam essas apresentações parte das relíquias ou figuram como peças de um museu? Estaríamos vivendo as contradições presentes na modernidade?. O que é tradicional parece ser lido pelas novas gerações, parece até ser difundido para elas, como algo velho, que precisa ser preservado. Unicamente.
Em outras palavras, diante dos folguedos, da atuação dos artistas populares, pode-se ler: “Olha pessoal, isso aqui é Alagoas. É a alma alagoana!” Esse jeito de ser alagoano pode ser visto todas as quartas-feiras, às 20h na Praça dos Martírios. No mais, a cultura popular está resumida e reduzida a essas apresentações. Quem aprecia, vai lá e assiste, mas, não participa. O alagoano mais voltado para o folclore da sua terra, num gesto que revela uma preocupação intelectual, vai assistir o artista popular dançar.
É algo que sai daquilo que seria naturalidade, diversão, com a qual um povo manifesta a graça, a força e a pujança, através da arte como criação coletiva, para se tornar algo exótico. Coisa pra se ver. Haverá algum projeto do governo em parceria com as escolas, para que essas manifestações estejam nas pautas das diversões escolares? Tomara que sim. O alagoano precisa brincar. Precisa vestir, desde criança, a roupa azul ou encarnada do Pastoril. Precisa dançar a Chegança e o Reisado. Precisa conhecer o Guerreiro, ser Mateus, ou a estrela Dalva ou o rei, a rainha.
Precisa, também, começar a fazer a sincronia, a nova linguagem entre o novo e o tradicional, sempre que for imperativo, como resultado da própria dialética da vida. Os folguedos não podem ser vistos como peças de museu para agradar aos amantes da tradição, mas precisam estar de posse da alegria popular e como manifestação dessa alegria da gente de Alagoas, deve refletir o gosto pela brincadeira. Para isso, todas as praças, todas as noites, deveriam ser os locais dos folguedos.
As pessoas deveriam entrar na dança e não apenas assistirem os artistas dançarem. As novas gerações precisam tomar posse dessa alegria. A praça e a festa popular pertence a todos.
12/08/2010 20:45
Uma oportunidade para os artistas alagoanos e os para os que aqui residem
Goretti Brandão
Uma boa notícia para os artistas plásticos que estejam interessados: A Fundação Pierre Chalita e a ALANE, Academia de letras e artes do nordeste, informam as novas datas do concurso de Artes Plásticas Aurélio Buraque de Holanda, que foram modificadas por motivos de força maior.
Os interessados podem concorrer nas modalidades: pintura, desenho, gravura ou instalações. Para participarem do concurso, os artistas devem residir em Alagoas. As inscrições se darão com o preenchimento de ficha numerada, a partir dos dias 20 e 21 de setembro de 2010 das 8.30 h. às 12 h. e das 14 h. às 17.30 h. no Museu de Arte da Fundação Pierre Chalita, situado na Praça Manoel Duarte nº 77, Jaraguá, Maceió. O recebimento dos trabalhos ficará a cargo da Sra. Rosineide da Silva, em 30 de setembro, às 17:30h, nas dependências do próprio Museu.
Para os melhores trabalhos, 1º, 2º e 3º lugar, que serão escolhidos por uma comissão julgadora, serão oferecidos prêmios, respectivamente, nos valores de três mil reais, patrocinados pela Braskem, mil reais, patrocínio da Fundação Pierre Chalita e quinhentos reais, patrocínio da Academia de Letras e artes do Nordeste – AL. Um prêmio-participação, no valor de quatrocentos reais, será sorteado entre os inscritos, patrocinado pelo vereador Sílvio Camelo (PV).
A mostra permanecerá aberta à visitação pública no horário comercial até o dia 28 de outubro de 2010.
Para maiores informações, sobre o regulamento o link: http://concursoaurelioartesplasticas.vilabol.uol.com.br poderá ser consultado pelos artistas interessados.
11/08/2010 15:06
Programação para o mês de agosto
Goretti Brandão
Novamente volta à cena o Papel no Varal. Com a proposta de poesia de todo canto e pra todo mundo, traz para esse mês de agosto, uma programação dupla:
Nos dias: 22 de agosto, domingo, Praça multieventos, praia de Pajuçara. Participação no Clube do Coco. (em breve a programação completa do evento, com horários e demais atrações) e 25 de agosto, quarta-feira, das 18h às 19h30, UFAL, Tenda da Cultura Estudantil, Campus AC Simões.
No segundo evento, Marcelo Marques, da banda Gato Zarolho, fará uma apresentação musical, com violão e voz.
O Papel no Varal, sob a direção de Ricardo Cabús, tem desempenhado um importante papel no cenário cultural alagoano, sempre com bastante originalidade, divulgando poesias, promovendo encontros entre os amantes da literatura, e estimulando a presença de um público novo que vai se identificando com a proposta.
Afinal a poesia, além de ser veículo e potente ferramenta da expressão cultural da sociedade, é um excelente bálsamo para a alma.
Vale a pena conferir!