“Lava jato e a marca da infâmia”

Tenho uma baita admiração pelo jornalista Luis Nassif desde quando ele basicamente atuava como jornalsita econômico. Esse respeito aumentou agora com ele transitando pelo jornalsimo de análise política. Mesmo quando discordo dos seus argumentos considero respeitável e de grande qualidade as ideias que defende e sos eus questionamentos.

Por isso, enquanto reorganizo algumas questões particulares de grande importância emocional, uso um texto dele publicado nesta segunda-feira (14) no jornal GGN.

Considero que devemos pensar, repensar e lutarmos por tolerância, respeito pela diversidade, pelos direitos humanos e sociais, enfim. Leia abaixo e tire as suas próprias conclusões

Lava jato e a marca da infâmia, por Luis Nassif

Venezuela é aqui!, não se tenha dúvida.

No STF (Supremo Tribunal Federal), um Ministro acusa o Procurador Geral da República (PGR). Na PGR, o pedido ao Supremo para que o Ministro se considere suspeito de analisar as contas do réu presidente da República, com quem ele se encontra à noite para planejar jogadas jurídicas. Em São Paulo, o procurador de Curitiba pavimenta sua futura carreira de advogado especializado em complience, desancando sua chefe, a Procuradora Geral, pelo fato de ter aceitado o convite do presidente para uma reunião noturna no Palácio do Jaburu.

Na baixada, a Policia Militar, responsável por centenas de assassinatos em maio de 2006, invade reuniões de conselhos de direitos humanos no campus da Universidade Federal para bradar contra o termo direitos humanos.

No salão de festas do lupanar, o Ministro maneirista vale-se da visibilidade proporcionada pelo Supremo e pela radicalização da mídia para se lançar como palestrante de obviedades e de senso comum. Mais ao sul, o presidente de Tribunal enaltece a sentença absurda do juiz, mesmo admitindo não ter analisado o mérito. Enquanto o procurador vingador enche seu cofre com palestras em que fatura o que a corporação lhe proporcionou. E nada ocorrerá com eles porque os conselhos de fiscalização restam inertes, emasculados ou cúmplices do grande bacanal.

Enquanto isto, nas redes sociais, a música do maior lírico brasileiro é espancada por feministas exaltadas, porque ousou retratar o homem brasileiro convencional. E tribos selvagens lançam ataques recíprocos contra seus líderes, seus atletas e cantores. E ganham visibilidade os que conseguem exercitar melhor o ódio.

E me lembrei de Caetano Velloso sendo vaiado no Festival Internacional da Canção por uma turba sanguinária e supostamente libertária, os jovens que enfrentavam a PM nas ruas e proibiam músicas “alienadas” nos palcos, que eram proibidas de se manifestar nas universidades, e reagiam exercitando a proibição contra os não alinhados.

A cada dia perpetra-se um estupro contra a Constituição, contra a civilização, contra os direitos sociais e individuais e até contra aspectos mais prosaicos de manifestação, o pudor público. Perdeu-se não apenas o respeito às leis como o próprio pudor e, com ele, o respeito mínimo pelo país.

Até onde irá essa selvageria? Quando começou essa ópera dantesca? Foram anos e anos de exercício diuturno do ódio por parte de uma imprensa tipicamente venezuelana.

Mas, por mais que passem os anos, jamais se apagarão da minha memória duas cenas catárticas: os aviões trombando com as torres gêmeas de Nova York, em 2001, e a divulgação de conversas privadas de uma presidente e um ex-presidente da República pela Rede Globo e, depois, as conversas familiares dele e sua esposa.  Levei um tempo para acreditar no que estava vendo e ouvindo. Por mais que o país houvesse se rebaixado, por mais abjeta que tivesse se convertido a mídia brasileira, por mais parcial que fosse, nada explicava aquela infâmia, produzida por um juiz infame, em uma rede de televisão infame, ante o silêncio amedrontado do Supremo e do país.

Foi ali, no episódio mais indigno da moderna história brasileira, que a selvageria abriu as correntes nos dentes, escancarou as portas das jaulas e invadiu definitivamente o país.

Depois daquilo, tudo se tornou natural, conduções coercitivas, torturas morais até obter confissões sem provas, oportunismo de procuradores, juiz e Ministros do Supremo enveredando pelo mercado das celebridades e das palestras pagas, a aceitação tácita de todos os abusos.

É uma mancha que perdurará por anos e anos, porque o Brasil é um país selvagem, dotado de convicções frágeis, de homens públicos débeis, de instituições que não são respeitadas por seus próprios integrantes.

Mas, em um ponto qualquer do futuro, a democracia estará de volta e, com ela, os direitos fundamentais. E, com ela, uma justiça de transição que supere o medo.

Nesse dia, não haverá como fugir do acerto de contas, com a punição mais severa ao ato mais infame produzido por esse casamento espúrio de mídia e justiça.

 

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Governo não tem dinheiro para pagar deputados que comprou

O presidente Michel Temer já teria sido alertado pela equipe econômica que vai faltar dinheiro para cumprir as promessas feitas aos deputados que o livraram da denúncia de corrupção passiva apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República). 

Com o aumento do rombo fiscal, queda na arrecadação no mês de julho e a provável suspensão do reajuste dos servidores públicos ficam cada vez menores a margem para que Temer consiga liberar os bilhões de reais prometidos aos parlamentares.

Com isso desagradou o grupo que o apoia na Câmara, formado majoritariamente pela turma do BBB – que é a bancada do Boi, da Bíblia e da Bala. Essa turma está ameaçando o presidente. Primeiro com a reforma da previdência e a agenda econômica, depois dizendo que pode não barrar uma eventual segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer.

A bancada BBB também exige que o governo redistribua os cargos na administração federal, que estão nas mãos dos chamados “infiéis”, para os que votaram majoritariamente para barrar a primeira denúncia por corrupção passiva contra Temer.

Ou seja, a política atual parece uma atividade voltada para o ridículo criminoso. Explico: Atualmente a política não mais é feita para beneficiar a sociedade. Não quero dizer, por outro lado, que antes era melhor, porém, não era da forma como é hoje.

É que todas as ações e objetivos políticos em prática visam apenas o benefício do indivíduo ou do seu grupo político, sem que haja uma visão de sociedade, de nação, de futuro.

Talvez seja por isso que o cidadão encontra-se tão distante da política. Provavelmente percebeu que a política não é feita para beneficiar a maioria.

Daí concluiu que nesse ofício só há espaço para bandidos que amealham poder a partir de uma organização criminosa. Sendo assim, a tendência é que a convulsão social, a crise de representatividade, de descrença nos partidos e nas lideranças aprofunde ainda mais esse distanciamento.

O resultado final disso é incerto e desconhecido, mas não será bom, como já não é, só que será ainda pior.

Isso é revelado pelas pesquisas eleitorais – divulgados em textos anteriores neste espaço - onde serão vitoriosos os candidatos “nenhum, não sabe, não opinaram”. Ou seja, o ridículo criminoso é uma perigosa tendência, o que pode ser mais bem percebido nas ações, declarações e visão de política e sociedade quando a turma BBB age ou abre a boca para explor as suas posições.

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Lessa, Heloísa, eleição e o imponderável e imprevisível

Um ex-político amigo e aliado de Ronaldo Lessa o encontra e pergunta se ele será candidato ao Senado. Embora a resposta tenha sido negativa, os olhos do parlamentar brilharam intensamente, o que motivou o inquiridor a fazer outra pergunta: Então é mesmo pra federal? Calma, vamos aguardar, responde Lessa.

O mesmo ex-político encontra Heloísa Helena e sonda sobre 2018. HH não sabe o cargo nem se será mesmo candidata. Ela aguarda e também tem conversado bastante sobre política.

O que há em comum entre os dois? Movimentação, conversas e paciência enquanto esperam as nuvens da política mudarem e trazerem o imprevisível e o imponderável com os quais tanto conviveram. É o que mostra a trajetória de ambos, pelo menos em alguns aspectos.

Em meados dos anos 90 foi exatamente isso que os uniu e mudou a história dos dois. Lessa era vereador, cujo mandato havia conquistado por apenas dois votos de diferença contra Terezinha Ramires. Heloísa era uma menina da Ufal, do movimento estudantil, desconhecida do mundo político e recém filiada ao PT.

Ronaldo tentou de todas as formas ser o vice de Teotonio Vilela na disputa pela prefeitura de Maceió, mas foi rejeitado. Disposto e decidido – dizem também que estava com raiva por ter sido preterido - tentou convencer vereadores e um monte de gente a forma uma chapa para disputar o pleito. Ninguém aceitou. Até nomes representativos da esquerda e do PT se negaram a compor a chapa. Daí empurraram Heloísa, depois de muita conversa.

Porque ninguém acreditava na vitória. A derrota era certa e Vilela era favoritíssimo. Eis que surge o imprevisível e imponderável: o favorito sequer chega ao segundo turno, pois errou no discurso, fraquejou nos debates e na propaganda eleitoral, além de ter demonstrado ter vergonha de ser usineiro.

 O candidato do governador Geraldo Bulhões e do presidente Fernando Collor, José Bernardes, é derrotado no segundo turno. A sua candidatura foi contaminada pelas denúncias de irregularidades praticadas por PC Farias no governo Collor, que é apeado do poder.

Pois bem, depois de prefeito  RL vira governador e é reeleito e HH, depois de vice, vira deputada estadual e senadora. O resto dessa história nós sabemos, pelo menos até agora.

Alagoas, caro leitor, tem vários casos  em que o imprevisível e imponderável surgem para mudar tudo. Exemplos:

1 – No final dos anos oitenta Guilherme Palmeira e Renan Calheiros disputavam a prefeitura de Maceió. Tudo caminhava para a vitória do segundo, inclusive com amigos da esquerda comemorando e discutindo cargos na Praça Centenário. Contam que, poucos dias antes da eleição, cerca de 10 imensos "caminhões de favores" desembarcaram rapidamente na periferia. Guilherme acabou vencedor.

2 – O jovem governador de Alagoas e já destaque na imprensa nacional, Fernando Collor de Mello, tentou, tentou, tentou demais ser o vice de Mário Covas na eleição presidencial de 1989. Foi rejeitado pelo candidato do PSDB. No final, Covas foi o quarto mais votado e Collor se elegeu presidente.

Com apenas esses dois exemplos dá pra prever, segundo relatos, que o que Heloísa e Lessa desejam, de fato, ainda depende do surgimento de certas circunstâncias que lhes possibilite disputar uma eleição majoritária.

Sem estrutura mínima, convergência de interesses de outros grupos políticos ou até de possíveis candidatos, digamos, “independentes”, para apoiá-los, além de uma definição sobre as regras da eleição, é quase impossível não só enfrentar outras candidaturas, mas também o fechamento de alianças.

Enquanto os ventos não sopram de forma forte e transformadora para trazer clareza e, em seguida, certa calmaria, Heloísa e Ronaldo seguem conversando com correntes políticas, avaliando pacientemente o quadro e torcendo pelo imprevisível e imponderável.

EM TEMPO:

1 - E por falar no imprevisível e no imponderável, nos próximos dias vai sair uma pesquisa feita no Sertão pelo Instituto Falpe.

2 –Ângela Garrote, Célia Rocha, Paulo Dantas, Dudu Ronalsa, Pedro Aciolli e Lobão são nomes na casa de apostas para conseguir o mandato de deputado estadual. Eles aparecem bem nas pesquisas.

3 – Porém, há um detalhe: Como já mostrei em pesquisas aqui divulgadas, é altíssimo o número de eleitores que não sabem, não opinam e, na verdade, não querem votar. Assim sendo, quem consegue pontuar leva alguma vantagem. E, dependendo do ponto de vista, isso pode ser visto como o imprevisível e imponderável da política, não é mesmo?

 

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Distritão: Vem aí mais uma reforma política

Tudo indica que para 2018 teremos uma reforma política, que também trará alterações para 2022. Na ideia já discutida por deputados e senadores sobre reforma política ficou acertada que em 2018 teremos o regime “distritão” como modelo eleitoral de transição para o distrital misto.

E o que isso significa? “Distritão é um sistema majoritário em que são eleitos os deputados mais votados em cada Estado, enquanto no sistema distrital misto metade dos cargos seria preenchida a partir de uma lista fechada enquanto a outra metade seria definida pelo sistema de votação majoritária em distritos”.

Entendeu, não é, que basicamente nada muda na disputa proporcional? Ora, o que eles vão aprovar, caso consigam, no final de tudo é o misto, óbvio. Porque os caciques eleitorais, com a lista fechada, que é escolhida por quem comanda o partido, definem os nomes que fazem parte dessa lista.

Logicamente que vão colocar os seus nomes nos primeiros lugares. Ou, como tem o comando do partido, vão negociar ou vender a primeira vaga, a segunda, a terceira, a quarta..., para quem der algum, digamos, um agrado. Imagina como isso irá funcionar bem, render lucros, cargos e dividendos para especialistas e estrategistas com o perfil de um Eduardo Cunha, Michel Temer, por exemplo, entre outros.

E é bom não duvidarmos do que mais é capaz a organização criminosa que controla a política brasileira. A jogada, a carta na manga final será implantar o sistema parlamentarista para evitar simplesmente uma eleição presidencial que possa ter como eleito Lula ou Bolsonaro.

O PSDB trabalha por essa ideia, o DEM tem dúvida e Michel Temer disse que topa e não tem nada contra. Dessa forma, essa turma evita perder o controle do Legislativo e do Executivo, o que é fundamental para não serem presos.

Vale lembrar que em 1993 houve um plebiscito. Os brasileiros foram votar para escolher entre o presidencialismo, o parlamentarismo e a monarquia. Como diz o jornalista Elio Gaspari, “Parece piada, e é, mas se o negócio é trocar de regime para manter Lula (ou seu poste) longe do poder, a melhor opção seria repetir a consulta, com o PSDB defendendo a monarquia. Afinal, mesmo sendo uma "metamorfose ambulante" (nas suas palavras), Lula é capaz de tudo, mas nunca dirá que "seu" Aristides e dona Lindu pertenciam ao ramo de Caruaru da casa de Orléans e Bragança”.

 

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O assédio político e os caminhos de Tereza Collor

Tereza Collor sempre teve um pé na política, mas nela nunca desembarcou definitivamente, apesar de vários ensaios. Porém, depois de circular pelo interior de Alagoas divulgando o seu livro, o que causou alvoroço entre os chefes políticos locais – ela foi assediada para entrar na política.

Ou seja,Tereza despertou e foi despertada pelo que estava adormecido: política e o contado direto com o povo. Esse fato correu Alagoas e chegou até as principais lideranças. Simples assim.

Depois disso praticamente todos os partidos abriram as portas e se ofereceram para ela assinar a ficha de filiação. Tem sigla de centro, de esquerda, direita, conservador, nanico, de aluguel, enfim, a lista é imensa.

Ela estuda, analisa e sabe que precisa decidir logo, mas ainda tem dúvidas sobre qual partido deve optar. Em todas as situações existem pontos positivos e negativos que precisam ser muito bem pensados, ainda mais nesse ofício cuja regra é o jogo duro e bruto.

Conversas

Filiada ao PSDB, sabe que o ex-governador Teotonio Vilela é candidato natural do partido ao Senado Federal. Por isso Tereza não decidiu se fica ou se sai porque ainda não tem conhecimento se poderá também colocar o seu nome na disputa por uma das duas vagas, ou se poderá concorrer apenas como deputada federal?

Tereza Collor tem circulado em Brasília. Esteve muito próxima do PPS. Conversou com lideranças do partido, casos de Régis Cavalcanti - agora secretário do governo Renan Filho - e Roberto Freire.

Foi procurada pelo senador Álvaro Dias, agora no Podemos. Ele será candidato a presidente e quer filiar a alagoana para disputar o cargo que quiser e ser a ‘puxadora’ de votos da sigla no estado.

Conversas ocorreram sobre filiação, ainda, com o PSB de JHC, assim como com o partido Rede de Heloísa Helena e o PDT de Ronaldo Lessa. Todas essas portas e janelas abertas esperam e querem Tereza Collor em suas fileiras.

O filho dela com o empresário Pedro Collor – falecido em 1994 - será candidato a deputado estadual. Fernando Affonso Lyra Collor de Mello, que foi vice-prefeito de Atalaia até 2016, também tem sido assediado por legendas nanicas em Alagoas. Mas ele, que circulou com sua mãe pelo interior, vai definir o seu caminho junto com Tereza.

Resumindo: Todos querem o simpático discurso e o cativante sorriso de Tereza Collor conquistando o eleitor alagoano. E aguardam ansiosamente a resposta.

Será que os “Lyra Collor de Mello” vão topar?

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

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Pesquisa em Maceió revela imensas surpresas

Pesquisa realizada pelo Instituto Falpe, apenas em Maceió, entrevistou 3.500 pessoas entre 31 de julho e 5 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. Apesar de estar limitada apenas ao universo do maior colégio eleitoral de Alagoas, apresenta algumas surpresas nas disputas majoritárias – senado e governo.

Por outro lado, assim como nas pesquisas anteriores, está mantido o alto índice de entrevistados que optam por não revelar sua tendência por este ou aquele candidato. Aliás, essa rejeição do eleitor é sempre bem maior do que a do melhor colocado, ou até maior do que a soma de todos, em alguns casos.

É fato que a credibilidade da classe política e dos partidos perante a opinião é quase nenhuma. O pior é que o cidadão não terá muitas opções. Os nomes serão mesmo os daqueles que têm sido citados para os cargos em disputa.

E que ninguém fique surpreso em caso de, como forma de protesto, o eleitor optar por votar em um palhaço qualquer, um cantor qualquer, um artista qualquer, uma figura da mídia, alguém que negue a política, enfim, porque há espaço para qualquer tipo de candidato.

É que há uma revolta e decepção quase generalizada por parte do eleitor. Com isso, é crescente o risco de termos, em 2018, uma eleição com o maior índice de votos brancos, nulos e até de eleitores que simplesmente não vão comparecer para votar porque acham que os partidos e os políticos não os representam. Esse é o sentimento majoritário, pelo menos neste instante.

Veja abaixo os números da pesquisa:

Presidente:

Com a apresentação de nomes para o entrevistado escolher, Lula aparece com 26%; Marina teve 12%; Jair Bolsonaro, 8%; Geraldo Alckmin, 2,75%; João Doria, 1,5%; Zé Maria, 0,5%; nenhum, 32,5%; 16,75% não opinaram.

Quando é perguntado em quem o eleitor não votaria para presidente, os números foram: Lula, 6,5%; Marina Silva, 2%; Geraldo Alckmin e Bolsonaro empataram, 1,25%; Zé Maria, 0,5%; João Doria, 0,25%; nenhum, 32,5%; nada contra, 27% e 28,75% não opinaram

Avaliação de gestão:

3,75% dos entrevistados aprovam o governo do presidente Michel Temer, enquanto impressionantes 85,25% desaprovam. 11% preferiram não opinar.

50% dos entrevistados aprovam a administração do prefeito Rui Palmeira. 31% desaprovam e 19% não opinaram.

39% dos entrevistados aprovaram o governo Renan Filho; 34% desaprovam e 27% não opinaram.

Também foi perguntado como é avaliada a administração do governador Renan Filho. Ótimo, 6%; bom, 21,5%; regular, 28,5%; ruim, 6%; péssimo , 20,5%; não opinaram, 17,5%.

Governador

Com a apresentação dos nomes, o resultado foi o seguinte: 23% disseram que votariam em JHC; Rui Palmeira, 18%; Renan Filho, 15,5%; Mario Agra, 2%; nenhum, 25,5% e 16% não opinaram.

Na disputa entre Renan Filho e Rui Palmeira, o prefeito aparece com 31%, Renan Filho 20%, 38% não votariam em nenhum dos dois e 11% não opinaram.

Entre JHC e Renan Filho: o deputado federal tem 28,5%, contra 22,75% do governador. Nenhum, 33%; 15,75% não opinaram.

Quando os nomes foram apresentados e perguntado em quem não votaria para governador, o resultado foi o seguinte: Renan Filho, 6%; Rui Palmeira a e Mário Agra, 3,75%; JHC, 2,5%; nenhum, 25,5%; nada contra, 27% e 31,5% não opinaram.

Senador:

Quando os nomes foram apresentados, 26, 25% apontaram Heloísa Helena; Benedito de Lira e Teotonio Vilela, 16%; Renan Calheiros, 10,5%; João Caldas, 6,75%; Marx Beltrão, 5,5%; nenhum 12,5%; não opinaram, 40%.

Foi perguntado em quem não votaria para senador. Neste quesito, o líder é o senador Renan Calheiros, com 30%; Benedito de Lira, 18%; Teotonio Vilela e Marx Beltrão empatam com 10%; Heloísa Helena, 4%; João Caldas, 0,5%; nenhum, 12,5%; nada contra, 8%; 7% não opinaram.

Deputado Federal:

Também foram apresentados os nomes e perguntado em quem o eleitor votaria para deputado federal. O líder é Ronaldo Lessa com 15,5%; JHC, 10%; Cícero Almeida, 6,75%; Maurício Quintella, 4,5%; Arnon (filho de Fernando Collor), 4,25%; Doutor Wanderley, 4%; Carimbão Pai, 3%; Paulão do PT, 2,25%; Sérgio Toledo, 2%; Pedro Vilela, 1,75%; Arthur Lira, 1,5%; Siderlane Mendonça, 1,25%; Marx Beltrão, 0,75%; Rodrigo (prefeito de São José da Laje), 0,5%; Fabiana Lira, 0,25%; Nivaldo Albuquerque, 0%; nenhum, 28,5%; não opinaram, 13, 25%.

Deputado Estadual:

Lobão; 12,5%; Davi Davino, 10,5%; Galba Novaes, 8,25%; Dudu Ronalsa, 6,75%; Marcos Barbosa, 4,5%; Chico Holanda, 2,5%; Eduardo Canuto, 2,25%; Bruno Toledo, Davi Maia e Carlos Alberto Canuto aparecem com 1%; Pedro Acioli, 0,75%; Samyr Malta e Ângela Garrote, 0,5%; Léo Loureiro, Paulo Dantas, e Jairzinho Lira, 0,25%; nenhum, 33%; não opinaram, 14,25%.  

 

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Pesquisa: Lula cresce e ganha em todos os cenários; Aécio é pó

O Instituto Vox Populi realizou – e a assessoria da contratante, a CUT, divulgou hoje (4) - pesquisa realizada entre os dias 29 e 31 de julho. 1999 pessoas com mais de 16 anos foram ouvidas em 118 municípios, em áreas urbanas e rurais de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior. A margem de erro é de 2,2 %, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Leia abaixo os dados e análises:

Essa nova rodada mostra que o ex-presidente Lula lidera as intenções de voto para presidência da República no segundo turno nos quatro cenários pesquisados: contra Jair Bolsonaro (PEN-RJ) ou João Doria (PSDB-SP), Lula alcança 53% das intenções de voto; se os candidatos forem Geraldo Alckmin (PSDB-SP) ou Marina Silva (Rede-AC), Lula bate ambos com 52% dos votos.

Nesses cenários imaginados pela pesquisa, Bolsonaro teria 17% dos votos. Já Alckmin, Doria e Marina alcançariam, no máximo, 15% do total de votos, cada um.Aumenta intenção de voto espontânea em Lula

A intenção de voto espontânea em Lula também aumentou depois que o juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente por crime de corrupção passiva no caso do tríplex do Guarujá. Em junho, antes da sentença, 40% dos entrevistados disseram que votariam no ex-presidente. No fim de julho, o percentual aumentou para 42%.

Análise de Marcos Coimbra, da Vox:

Para Marcos Coimbra, diretor do Instituto Vox Populi, vários dados pesquisa podem explicar porque Moro não acabou com as intenções de voto positivas no ex-presidente.

“Um deles, muito importante, é que, para 42% dos entrevistados, Moro não provou a culpa de Lula no caso do tríplex do Guarujá. Para 32%, Moro provou e, outros, 27% não souberam ou não quiseram responder”.

Outros candidatos:

No cenário em que os entrevistados não recebem cartela com nomes e citam espontaneamente em quem pretendem votar para presidente da República em 2018, o segundo colocado é Bolsonaro, com 8% das intenções de voto.

Marina vem em terceiro, com 2%; e, embolados com apenas 1% dos votos aparecem Moro (sem partido), Ciro Gomes (PDT-CE), Joaquim Barbosa (sem partido), Doria, Fernando Henrique e Alckmin.

Aécio Neves (PSDB-MG) zerou novamente, como havia zerado em junho, após as denúncias de corrupção feitas pela PGR – Procuradoria Geral da República.

Intenção de voto estimulada:

No cenário em que a intenção de voto foi estimulada com Alckmin, o tucano atinge 6% das intenções de voto e Lula, 47%. Bolsonaro tem 13%, Marina, 7%, e Ciro, 3%.

Na estimulada com Doria, Lula tem 48% das intenções de voto, Bolsonaro manteve os 13%, Marina subiu para 8% e o prefeito de São Paulo empatou com Ciro Gomes, com 4%.

 “O pessimismo dos brasileiros com o momento econômico e político atual e o descrédito no governo Temer, aliados as lembranças de um passado recente de que a vida era melhor nos governos do PT, ajudam a explicar porque as intenções de voto no presidente Lula são as que mais crescem em todos os cenários da pesquisa”, analisa Coimbra.

Segundo ele, outros dados da pesquisa CUT-Vox, ajudam a entender essa  tese. Um deles é o aumento de 49% para 55%, entre junho e julho deste ano, do percentual de entrevistados que apontam Lula como o melhor presidente que o Brasil já teve - o outro nome lembrado é o de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), com 15%.

Além disso, 58% dos brasileiros consideram Lula um bom administrador, 65% dizem que ele é trabalhador e 61% afirmam que a vida melhorou nos 12 anos de governos do PT. Dados da pesquisa também mostram que, com Temer, o brasileiro acha vida piorou para 61% dos entrevistados – em junho o percentual era de 52%.

Aumentou também o pessimismo e a descrença quanto a capacidade de Temer de controlar a inflação – em junho, 62% achavam que a inflação ia aumentar. Em julho, esse percentual pulou para 75%. Cresceu também o percentual dos que acham que vai aumentar o desemprego no Brasil - de 68% em junho para 72% em julho.

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Almeida, Pedro, Marx, Quintella, Arthur e o silêncio das panelas

Esperei, torci, sonhei, desejei, mas o silêncio foi total na Jatíuca, Ponta Verde, Pajuçara, em toda Maceió. Ninguém gritou, nem bateu panela, ninguém buzinou. Não houve manifestação alguma contra o resultado da votação da Câmara que anistiou Michel Temer da denúncia de corrupção passiva.

Frustrado com a passividade, a gente busca uma fuga. Por motivos diferentes, da mesma forma que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), desejava, também torci pela votação terminar antes do jogo do Botafogo.

Deu certo. Porém, no final, tristeza de novo. Perdemos para o Palmeiras. Ah, @#%¨&*, oh, frustração! Lembrei-me dos organizadores dos protestos contra a corrupção, contra o PT, Dilma Lula e o escambau, em Maceió. Onde estarão? Quem financiou toda aquela estrutura, mas que agora fechou o cofre?

Bom, é o silêncio surdo e mouco das panelas e também dos chefes dos cofres!

Mas, chega o dia seguinte e é hora de deixar de lado o gosto amargo da derrota do fogão e dessa votação.

É Vida que Segue!

Pensando bem, nada foi surpresa. O meu time só pensa na libertadores e os nossos políticos....

40% dos 263 deputados federais que votaram para livrar Temer de um eventual julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) respondem a inquéritos ou são réus em ações penais em andamento na Corte.

Alguns dos parlamentares de Alagoas engordam esse percentual. Arthur Lira (PP), Cícero Almeida PDB), Marx Beltrão (PMDB), Maurício Quintella (PR) e Pedro Vilela (PSDB) foram os alagoanos que ajudaram, salvaram Michel Temer.

Como serão os dias seguintes? Iguais ao de ontem e hoje, provavelmente.

É só lembrar o que se passa no grupo criminoso instalado na Presidência, o que acontece na Câmara, no Senado e nos partidos para percebermos o quanto há uma afinação entre o crime organizado que põe em risco a sociedade brasileira.

O risco maior não é o tráfico de entorpecentes, de armas, nem crimes de mando. Mas sim organizações criminosas que controlam o Legislativo e influenciam o Judiciário.

De qualquer forma, a vida de Temer não será de paz. O MPF investiga outras denúncias. Uma é sobre obstrução de justiça, na outra deverá ser apontado como chefe de organização criminosa da qual fazem parte os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, entre outros políticos do PMDB.

Fora Temer; Vamos Vencer, fogoooo!

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Lessa, Toledo, Carimbão e o que as pesquisas mostram

É verdade que ainda estamos distantes das eleições de 2018. Também é óbvio que as pesquisas atuais não são definitivas quanto ao que testemunharemos em 2018. Porém, mais do que tudo elas revelam tendências, mostram caminhos, perspectivas e possibilidades.

Então, recebo uma dica de Chico das Pesquisas, o dono do Instituto Falpe. Ele está surpreso com o resultado das pesquisas favoráveis a Ronaldo Lessa e a Sérgio Toledo na disputa para deputado federal. Aliás, crava Chico, os dois serão eleitos.

Veremos. Porque eleição é eleição, assim como “carro sem roda não anda, bêbado deitado não cai, ponta de corno não fura e cachaça pura não vai!”, diz a sabedoria popular declamada por um frequentador de um bar em Mata Grande, no Sertão alagoano.

Mas, falando sério, a base para essa certeza antecipada tem lógica e história quando observamos que se há um tipo de cargo eletivo disputado que dificilmente ocorre surpresa é o de deputado federal. Pois bem, quando observamos os dados coletados de junho até agora pelo Instituto por região ou grupo de municípios, Ronaldo Lessa (PDT) e Sérgio Toledo (PSC) lideram ou estão entre aqueles com maior pontuação.

Também é perceptível que Arthur Lira (PP), Givaldo Carimbão e Pedro Vilela (PSDB) atambém parecem bem colocados em todas essas situações.

Vejamos alguns exemplos publicados nos últimos dias em postagens anteriores neste espaço para deputado federal e tire as suas conclusões:

Grande Agreste

Ronaldo Lessa, 8,75%; Arthur Lira, 7,25%; Carimbão Pai, 6,75%; Severino Pessoa, 5,5%; Fabiana Lira esposa de Jairzinho Lira, 4%; Nivaldo Albuquerque e Cícero Almeida, 3,5%; Gilvan Barros Pai, 3,25%; Pedro Vilela e Rosinha da Adefal, 2,5%; Marx Beltrão, 2,25%; JHC, 1,75%; Sérgio Toledo, Maurício Quintella e Paulão do PT empatam com 1,25%; Doutor Wanderley, 1%; Rodrigo, prefeito de São José da Laje, 0,25%; nenhum, 25,5%; não opinaram, 18%.

Vale do Paraíba

Na pergunta “Desses nomes citados em quem você votaria para deputado federal”, Sérgio Toledo lidera com 15,25%; Ronaldo Lessa tem 11,75%; Carimbão Pai, 8%; Maurício Quintella, 5,25%; JHC, 5%; Paulão do PT, 2,5%; Arthur Lira, 2%; Augusto Farias, 1,75%; Marx Beltrão, 1,25%; Rodrigo “prefeito de São José da Laje”, 0,5%; Nivaldo Albuquerque, 0,25%. Nenhum, 23,5%; não opinaram, 17,5%.

Zona da Mata

Na pesquisa estimulada Ronaldo Lessa parece com 12%; Rodrigo (prefeito de São José da Laje) obteve 11%; JHC, 9%; Maurício Quintella, 4,5%; com 3,5% empatam Arthur Lira, Marx Beltrão e Pedro Vilela; Augusto Farias, 3,25%; Sérgio Toledo, 3%; Paulão do PT, 2,25%; Nivaldo Albuquerque e Carimbão Pai ficaram 1%. Nenhum, 24,5% e 18 não opinaram.

EM TEMPO –

1 - Está sendo concluída uma pesquisa na Grande Maceió. Tudo indica que irá apresentar surpresas. Aguardemos.

2 – Já tem gente endinheirada fazendo apostas sobre quem serão os deputados federais eleitos. O interessado também pode apostar em quem não será eleito.

 

 

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Cacimbinhas: Renan Filho e Vilela lideram; Rui tem a menor rejeição

O Instituto Falpe Pesquisas ouviu 1.100 pessoas em Cacimbinhas, no Sertão de Alagoas, entre os dias 17 e 21 de julho. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos. Foi avaliada a gestão do prefeito Hugo Wanderley (PMDB), bem como a do presidente Michel Temer (PMDB) e a do governador Renan Filho (PMDB).

Além disso, também foram levantados dados na disputa para o governo e para o Senado. Vale ressaltar, mais uma vez, a ótima pontuação de Heloísa Helena na disputa por uma das duas vagas ao Senado, assim como o fato de JHC aparecer com a maior rejeição, caso dispute o governo de Alagoas.

Outro dado interessante é que o ex-governador Teotonio Vilela lidera a intenção de votos para o Senado, além de ter, junto com João Caldas, a menor rejeição. Rui Palmeira, dentro da margem de erro, também apresenta a menor rejeição na disputa para o governo.

Assim como nas pesquisas anteriores, é elevado o número de entrevistados que não opinam, que diz não votar em nenhum dos candidatos ou ‘nada contra’. Tal indecisão é natural diante do fato de que as eleições serão apenas no próximo ano e, é claro, o clima ainda não é de disputa e campanha eleitoral.

No entanto, os números que vêm sendo divulgados mostram uma tendência de momento com reflexos para 2018. Inclusive com os grupos definindo se serão ou não candidatos e para qual cargo, além das negociações sobre alianças.

Leia baixo a pesquisa:

Como você avalia a administração do prefeito Hugo Wanderley?

Ótimo, 38%; bom 39,5%; regular, 14,%; ruim, 2,5%; péssimo, 2%; não opinaram, 4%.

Você aprova ou desaprova a administração do atual prefeito Hugo Wanderley?

Aprova, 83,75%; 8%, desaprova e 8,25% não opinaram.

Você aprova ou desaprova a atual administração do presidente Michel Temer?

Aprova, 13%; desaprova, 78%; não opinaram, 9%.

Desses nomes citados, em quem você votaria para senador?

Teotonio Vilela lidera com 29%; Renan Calheiros tem 25%, seguido por Heloísa Helena, 21,5%; Benedito de Lira, 16%; Marx Beltrão, 6% e João Caldas, 2,5%. Nenhum, 21% e não opinaram, 33,5%.

Desses nomes citados, em quem você não votaria para senador?

Com 3,5%, Renan Calheiros lidera; Benedito de lira, 3%; Heloísa Helena, 2%; Marx Beltrão, 1%; Teotonio Vilela e João Caldas, 0%. Nenhum, 21%; nada contra, 35% e 34,5% não opinaram.

Desses nomes citados em quem você votaria para governador?

Renan Filho, 43%; Rui Palmeira, 12%; JHC, 5,5%; nenhum, 23%; não opinaram, 16,5%.

Se a disputa for entre Renan Filho e Rui Palmeira, o governador aparece com 44% e o prefeito de Maceió tem 11,5%. Nenhum, 24,5% e 20% não opinaram. Quando Renan é colocado contra JHC ele também lidera: 44,5% contra 8%. Nenhum, 28% e 18,5% não opinaram.

Ainda no quesito em que os nomes são apresentados, é perguntado ao entrevistado em quem ele não votaria para governador. JHC tem 4,5%; Renan Filho, 4%; Rui Palmeira, 3,5%; nenhum, 23%; nada contra, 36,5%; 28,5% não opinaram.

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