O “botão de pânico” e a nova Associação democrática que pode surgir

Caro leitor, se você ainda não está sabendo, o Conselho Estadual de Segurança adorou a ideia da Associação de Bares e Restaurantes de instalar um “botão de pânico” nos bares e restaurantes da orla de Maceió para combater os assaltos na região. Essa ideia vai ser encaminhada para a Secretaria de Defesa Social tomar providências.

A partir disso, quero propor a você neste exato momento que iniciemos a discussão para estendermos e multiplicarmos o “botão de pânico”. A ideia é que seja contra tudo e a favor de tudo democraticamente. A sua resposta de adesão é só apresentar o comentário e os seus dados. Em seguida encaminharemos o pedido ao Conselho Estadual de Segurança para que também tome providências.

E como seria o nosso “botão de pânico”? Primeiramente apertaríamos o botão em um dispositivo instalado em nossas casas contra governantes que mentem através da propaganda institucional – desculpe, leitor, é que não me sai da cabeça aquela propaganda das velinhas falando da paz e do nosso mundo tucano perfeito, lembra?

Pois bem, todo político Pinóquio, dedão apertando firme o “botão de pânico e; Shazam; o Pinóquio político é afastado do Poder caso 50% mais um das pessoas que votaram na última eleição gastem a digital.

Nessa Associação que proponho a criação e cujo nome sugiro – Associação Liberal a Favor do Botão de Pânico Para Todos – também poderemos carregar um botão para, caso sejamos assaltados, enganados, agredidos, desconsiderados, enfim, casos soframos qualquer coisa, é só jogar o dedão no botão e PIIMMM, o botão aciona a polícia que chega imediatamente. E se o assunto não for com a polícia, esta aciona o Procon; e se não for questão do consumidor, seremos atendidos por um Defensor Público. Tudo com rapidez e presteza.

Quanta eficiência, não é mesmo?

Essa nossa Associação vai defender junto ao Conselho de Segurança que o maravilhoso “botão de pânico” seja instalado nos bares e restaurantes, ônibus e escolas, prostíbulos e praças, escolas e igrejas localizados no Jacintinho, Benedito Bentes, enfim, primeiramente nos bairros mais carentes da grande Maceió e não apenas na área nobre. Nada contra a classe média, pelo amor de Deus! Mas, é lá na periferia onde tá o mata mata.

Acho que o governador Vilela vai concordar com essa ideia inicial e até estendê-la para outras ações. Porque com o fantástico “botão de pânico” não vai haver necessidade de contratar novos policiais. Basta os atuais ficarem esperando o aviso do dedão no botão e tudo vai ficar beleza.

Servirá para os médicos serem avisados sobre um procedimento ou um paciente que aguarda. Depois vamos usar o “botão de pânico” para combater a chatice do politicamente correto e até dos filhos mentirosos - caso daquela garota de Arapiraca que inventou o sequestro para passar o final de semana em Maragogi. Pois é, filho mentiroso merece ser deletado pelo dedão no botão.

Agora, falando sério... Governador contrate policiais pelo amor de DEUS!

Se não, ó, é dedão no botão, viu! E, aproveitando, apague as velinhas da paz, tá, porque político Pinóquio, ó, é dedão no botão, tá.

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Para aliados, governador Eduardo Campos pode esperar por 2018

De acordo com reportagem publicada na revista época, a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), estaria murchando. A especulação é que o motivo seria a movimentação do PT, supostamente arquitetada pelo ex-presidente Lula, que estaria sufocando Eduardo Campos a desistir e a conter os seus planos até 2018.

 A matéria revela que um senador teria conversado com o pernambucano Jarbas Vasconcelos (PMDB), aliado de Eduardo, que estaria preocupado com o recuo do governador. Em resposta à matéria, o deputado federal pelo PSB Gaúcho, Beto Albuquerque, publicou no Twitter que nada os impedirá (de lançar um candidato próprio).

Leia, abaixo, o resumo da reportagem:
 
O inverno de Eduardo Campos

Por Alberto Bombig
Na Época

Após um animado verão, a pré-candidatura a presidente do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), está hibernada para enfrentar um inverno que pode ser longo e tenebroso. Até os maiores entusiastas da empreitada, como o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e os deputados federais Márcio França (PSB-SP) e Beto Albuquerque (PSB-RS), têm se mostrado, em conversas reservadas, preocupados com o recuo tático de Campos.

Nas palavras de um importante senador que conversou recentemente com Jarbas, “Eduardo Campos sentiu os efeitos da realpolitik do PT”. Segundo esse mesmo senador, Jarbas teria dito que, neste momento, Campos está mais propenso a não se candidatar.

Ainda de acordo com esse relato de Jarbas, Campos vem sendo muito pressionado pelos petistas e por parte de seus colegas de partido a abrir mão da candidatura em 2014 para não “enfraquecer o projeto político do PSB”.

 

 

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Isso é PSDB: presidenciável Aécio Neves pode mexer no Bolsa Família

Discurso do presidenciável tucano segue a linha do "choque de gestão". Em entrevista à revista Época, ele promete enxugar a máquina administrativa e afirma que o governo Dilma representa o casamento do "improviso com a ineficiência". "Temos de partir de uma constatação: o governo da presidente Dilma falhou", afirma Aécio. Senador se diz também contra a liberação da maconha, tese defendida por seu guru FHC, e a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Sobre o Bolsa Família, ele afirma que "pode ser mantido, mas tem de ser avaliado".

 Confira, abaixo, alguns trechos do depoimento.

Ser ou não ser candidato

Aécio – Tenho disposição. E vou ate aí. Seria avançar muito numa decisão que não é individual, é partidária. Vários podem querer. Cada vez mais me sinto na obrigação de cumprir um papel importante nesse processo, e o partido determinará qual será ele.

Quadro econômico
Aécio – Temos de partir de uma constatação: o governo da presidente Dilma falhou. Falhou na condução da política econômica, na gestão do país e no aprofundamento dos programas nas áreas sociais. A saúde é trágica, a educação é de péssima qualidade e a criminalidade avança sem respostas objetivas do governo. O resultado da balança comercial é o pior dos últimos 20 anos, o crescimento é pífio, a inflação está retornando. Esse cenário é de extrema preocupação. O governo se acostumou a terceirizar as responsabilidades, a atribuir as crises a fatores externos. Agora, não dá para dizer que os problemas não são causados aqui. A Europa começa a se recuperar, os Estados Unidos começam a se recuperar com maior vigor. Nós, segundo a Cepal, só para falar dos nossos vizinhos, teremos um crescimento maior apenas que a Venezuela – talvez, em solidariedade à Venezuela...

Cartilha do PSDB
Aécio – O governo gasta muito e gasta mal. E, sobretudo, gasta sem prioridades. O que aconteceu? Até 2008, o governo seguiu, de alguma forma, a cartilha do PSDB na economia. Aliás, quando o PT segue a cartilha do PSDB, ele vai bem. Quando o PT resolve inventar seu próprio caminho, o Brasil vai mal.

Mercosul como camisa de força
Aécio – Fortalece-se, em nosso entorno, essa Aliança do Pacífico, e ficamos perdidos no Mercosul – que, de uma boa ideia, passou a ser uma camisa de força. Hoje, o Brasil tem acordos bilaterais com Palestina, Egito e Israel. O Chile tem mais de 30. Está indo embora e ficamos amarrados nessa camisa de força.

Menos ministérios
Aécio – Se o PSDB assumir o governo, e eu tiver um papel nesse processo, não teremos no Brasil mais que 22 ministérios. Hoje, só perdemos para o Sri Lanka no mundo. E que se cuide o Sri Lanka. Se tiver mais um partidinho para entrar no governo ou mais três segundos de TV, podemos chegar lá.

Bolsa Família
Aécio – Os programas sociais têm de ser qualificados, não extintos. O Bolsa Família representa hoje 0,5% do Orçamento. E está enraizado na vida econômica, na vida social do País. Pode ser mantido, mas tem de ser avaliado. Essas famílias têm de, pelo menos uma vez ao ano, receber uma visita para saber o que aconteceu com as crianças. Defendo até coisas novas. Uma família em que os pais voltaram a estudar deveria ter um bônus (...) Mas esse pessoal tem de ser estimulado a ir trabalhar. Não acho que a única herança que um pai de família queira deixar para seu filho seja um cartão do Bolsa Família.

Cotas raciais
Aécio – Não tenho preconceito contra elas. São inclusivas, num país que tem essa dívida histórica. Mas essa política teria de ser mais bem elaborada. As cotas teriam de mensurar o indicador social, e não apenas o étnico, a cor da pele.

Legalização da maconha
Aécio – O ex-presidente Fernando Henrique tem toda a autoridade moral e intelectual para trazer essa discussão. É formidável que faça isso. Mas não sou a favor dessa tese. O Brasil não pode ser a cobaia disso. Essa é a minha posição e a do partido.

Casamento entre pessoas do mesmo sexo
Aécio – Essa já é uma realidade. Não me oponho em nada.

Aborto
Aécio – Sou a favor da legislação atual, sem mudanças.

Erros do PSDB nas campanhas anteriores

Aécio - Apesar de não ter sido protagonista em nenhum desses momentos, me incluo entre os que aceitaram que abríssemos mão de parcela de nossa história. Foi um erro. Um erro que temos que assumir com muita clareza e tentar minimizar nas eleições futuras.

Privatizações

Aécio - As privatizações trouxeram benefícios extraordinários para o Brasil. As privatizações do setor mineral e siderúrgico, da telefonia, da Embraer. Elas foram essenciais para o Brasil. Quero que venham para o debate sobre esse assunto, não temos medo do debate.

Legado de FHC

Aécio - Pesquisas mostram que quase metade da população acha que quem fez o Plano Real foi o Lula. Portanto, temos de resgatar esse legado. Se o Brasil está melhor hoje, é em grande parte pelo que foi feito lá atrás. Não faço isso por um motivo eleitoral, faço porque é verdade.

Resposta ao ser perguntado sobre se usa ônibus ou serviços de saúde pública

Aécio - Não, não uso (...) Olha, não faço demagogia. Sou de uma família de classe média, estudei e vivo da mesma forma que sempre vivi. Para muita gente do PT, o poder significou apenas ascensão social. Para nós, do PSDB, isso não aconteceu.

 

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Derrubado por uma virose, sem exageros

Peço desculpas aos leitores por não vir conseguindo atualizar o blog nos últimos dias. É que fui derrubado por uma virose. Pensei que estava imune aos bichinhos que não vemos a olho nu – vírus e bactérias. Mas que nada. Mesmo praticando esportes diariamente, cuidando da alimentação e do sono não estamos imunes, de jeito nenhum. É nessa hora que a gente se descobre fraco, frágil, sem forças, assustado e humano demais.

Espero me recuperar o mais rápido possível.

 

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Ex-Presidente da República agora é investidor do setor imobiliário

Achei curioso o fato de o ex-Presidente Fernando Henrique Cardosos ter criado uma empresa com dois ex-ministros do seu governo. E aqui vai um alerta pra todos nós quando nos deparamos com uma dessas figuras de governos anteriores atacando política econômica de outro governo. Geralmente, esses experts em política e economia defendem o seu próprio lucro, o seu próprio negócio ou estão trabalhando para algum grupo econômico.

Leia, abaixo, análise do brasil247 sobre nota publicada na Folha de S. Paulo:

A prova definitiva de que a redução das taxas de juros reais provocou uma mudança estrutural na economia brasileira está na coluna Painel, da Folha de S. Paulo, desta quarta-feira. Nela, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso revela que criou uma empresa de investimentos com dois sócios, Pedro Parente e Celso Lafer, que foram ministros da Casa Civil e das Relações Exteriores em seu governo, para atuar no setor imobiliário. "É difícil encontrar investimento em renda fixa que dê alguma coisa", reconheceu o ex-presidente, cuja gestão ficou marcada por taxas altíssimas.

Na prática, FHC abandonou o rentismo, diante da constatação de que o capital já não se multiplica mais tão facilmente no Brasil sem a necessidade de trabalho ou de lastro na economia real. Até recentemente, o ex-presidente confiava os seus recursos e os do Instituto FHC à Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, que presidiu o Banco Central e chegou a fixar juros de 45% ao ano. Nesse tempo, o economista Delfim Netto classificava o Brasil como "o último pernil com batatas" disponível no mundo.

Como a era do dinheiro fácil ficou para trás, FHC criou a empresa Sarlat, cujo nome é inspirado numa cidade medieval francesa. O capital da companhia é de R$ 1,9 milhão. Leia, abaixo, na coluna de Vera Magalhães:

FHC no mercado

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, 81 anos, constituiu uma empresa de investimento imobiliário com seus ex-ministros Pedro Parente e Celso Lafer, o historiador Boris Fausto e mais seis sócios. A Sarlat Empreendimentos e Participações Ltda. foi criada em maio, com capital de R$ 1,9 milhão. FHC disse à coluna que aplicou R$ 222,3 mil na empresa porque o rendimento no mercado financeiro é baixo. "É difícil encontrar investimento em renda fixa que dê alguma coisa."

-Foco O objetivo da sociedade, segundo FHC, é investir o dinheiro do grupo na construção de um único empreendimento imobiliário, que ainda será escolhido.

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Candidatura de Toledo ao governo é brincadeirinha; Carimbão que abra o olho

A ida do deputado federal Alexandre Toledo do PSDB para o PSB já está autorizada. O discurso inicial de que poderá ser candidato ao governo para que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tenha um palanque em Alagoas é mais um daqueles blefes tão comuns no meio político quanto assoviar e chupar cana ao mesmo tempo.

Convenhamos caro leitor, Toledo não tem envergadura política para entrar na disputa majoritária, nem motivo para se sacrificar objetivando apenas ajudar o presidenciável Eduardo Campos.

Na última vez em que foi prefeito de Penedo deixou o cargo para o seu vice, Israel Saldanha, que encarou uma grave crise financeira e administrativa. Logo depois Saldanha foi candidato a Prefeito e levou tromba.

Bom, mas Alexandre Toledo deixou a Prefeitura para ser candidato a deputado federal. Não se elegeu, ficou na suplência. Ganhou de presente o cargo de secretário de Saúde do governador Vilela.

Por lá, e para o povo, não deixou marca alguma de gestor competente. Ao contrário. Todavia, por estratégia agiu silenciosamente e não deu as caras pra nada. Fez certo. O setor era e é um dos graves problemas do governo tucano em Alagoas. Portanto, ninguém liga o seu nome e a sua imagem como um dos responsáveis pelo descaso com a saúde pública. Não liga, veja bem, por enquanto, ou enquanto não interessar, assim como o fiasco que foi o seu último mandato em Penedo.

O que está em construção, na verdade, é um esquema para colocá-lo em um partido onde terá facilidade maior de eleição. E é isso que a Cooperativa dos Usineiros, setor ao qual Toledo e Vilela são umbilicalmente ligados, pretende. O PSB com Givaldo Carimbão e Alexandre Toledo dificilmente um deles deixará de ser eleito. E provavelmente o mais votado será Alexandre Toledo, por uma simples questão chamada “estrutura de campanha”. Além do apoio da Cooperativa é querido pelo governador e pelo vice José Thomaz Nonô.

Ciente do risco que corre o deputado federal Givaldo Carimbão, que vinha construindo uma chapa cuja soma de votos garantiria o seu retorno a Câmara dos Deputados, sabe que está sozinho. Até mesmo o presidente Nacional do PSB, Eduardo Campos, está na jogada. E que ninguém se engane, pois, Campos, é muitíssimo ligado aos usineiros nordestinos e vai precisar do “apoio” da classe para a sua corrida à Presidência da República.

 E um ou outro cadáver deixado para trás, é parte do jogo bruto que é a política.

Afinal de contas, esse ofício é uma arte que faz vítimas, sem rancor e sem amor.

 

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De olho em 2014, presidenciáveis vão aparecer no São João do Nordeste

Onde tem festa, político deve estar presente. E se não for conhecido do eleitorado, aí é que deve mesmo marcar presença. E se o seu partido não for bastante representativo e forte em determinada localidade, aí é que não pode perder a oportunidade.

O pré-candidato a Presidência da República pelo PSDB, o mineiro Aécio Neves, por exemplo, vai estar presente em Campina Grande, na Paraíba, a convite do senador Cássio Cunha (PSDB-PB).

Ele também vai dar uma passadinha para prestigiar o São João 2013, em Caruaru, no Agreste pernambucano. O senador mineiro precisa mesmo buscar uma maior aproximação com o eleitorado nordestino, região onde PT, PMDB e PSB apresentam um maior domínio frente ao eleitorado.

Se Aécio Neves vai passar aqui por Alagoas, ainda não sabemos. Entretanto, isso é pouco provável. O governador Vilela (PSDB) não morre de amores pela sua candidatura. Aliás, na prática, basta ver que está liberando parlamentares do seu partido para o PSB do também presidenciável Eduardo Campos, governador de Pernambuco. 

De qualquer forma, distante do eleitorado da Região, quem sabe se Aécio não aproveita a visita também para pedir a benção e a ajuda a São João e São Pedro, não é mesmo? Mas, aconselho que não se esqueça de conversar também com o santo casamenteiro, Santo Antônio, para pedir para o seu desejo logo se realizar.

Saber viver é bom, ainda mais saber se relacionar com os santos. E política, sem fé nos santos, pode dar é em ré, como dizia um filósofo popular lá de Mata Grande.

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Dilmar Rousseff e as ameaças dos aliados PMDB e PSB para 2014

Os problemas de relacionamento com a base aliada na Câmara e no Senado ainda não esfriaram. Para acalmar os ânimos, Dilma e o PT recebem nesta segunda-feira (3), o vice-presidente Michel Temer e os presidentes das duas casas legislativas, Renan Calheiros e Henrique Alves.

Em alguns Estados, o PMDB ameaça embarcar na provável candidatura de Eduardo Campos, do PSB, mas já se sabe que esta é uma forma de pressionar para obter condições mais favoráveis de negociação.

E por falar no governador de Pernambuco, Eduardo Campos, ele está atuando nos bastidores para acalmar entusiastas de Dilma Rousseff (PT) dentro do PSB. Ciro Gomes foi o primeiro a sentar com Eduardo Campos para conversar sobre a possível candidatura do partido à Presidência. O governador vai precisar, ainda, convencer os demais governadores do partido que estão totalmente alinhados ao projeto de reeleição de Dilma.

 

Leia, abaixo, dois textos retirados do site brasil247:

Por 2014, Campos age para calar rebelião interna

Depois de um longo período de exposição na grande mídia, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), começa a trabalhar por sua provável candidatura à Presidência da República pelos bastidores. E começou pelo próprio partido, onde precisa acalmar ânimos de lideranças mais interessadas hoje na reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).

Segundo reportagem da Folha, Campos jantou com o ex-ministro Ciro Gomes, no domingo passado, em Recife, quando selou um acordo de “cessar-fogo” com o correligionário. Ciro e o irmão, o governador do Ceará, Cid Gomes, têm sido os maiores críticos a uma candidatura do PSB em 2014.

No encontro do último final de semana, no entanto, Ciro Gomes e Eduardo Campos fizeram um pacto para só definir no próximo ano se a legenda se arriscará ou não na sucessão presidencial. Ciro teria declarado seu apoio a Dilma novamente no jantar, mas deixou portas abertas para eventualmente rever sua posição no futuro. Eles também combinaram de dialogar com mais frequência.

Os dois teriam reclamado da dependência de Dilma em relação ao PMDB. Além disso, Campos teria pedido a Ciro que lidere no PSB debates sobre a economia e discuta alternativas para tirar o país do ciclo de baixo crescimento. O jantar ocorreu por iniciativa do pernambucano.

Além de Ciro e Cid Gomes, o PSB conta com outros entusiastas da reeleição de Dilma. Há o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional), o vice-presidente da sigla, Roberto Amaral, além dos governadores Renato Casagrande (Espírito Santo), Camilo Capibaribe (Amapá) e Wilson Martins (Piauí). No entanto, há quem diga nos bastidores que exista muito jogo de cena, com o único objetivo de ficar bem com o Planalto, por liberação de mais recursos federais para os Estados. 

 

PMDB ameaça, mas não deve romper com Dilma

Tema recorrente de dez entre dez colunas políticas da grande mídia, o esfriamento nas relações entre PT e PMDB não deve prejudicar o projeto de reeleição da presidente Dilma Rousseff. Embora existam focos de insatisfação, o PMDB está muito mais interessado em pressionar para obter mais espaços e alinhavar alianças estaduais em condições mais vantajosas do que romper efetivamente. 

Nesta sexta-feira (31), no Rio de Janeiro, onde há uma crise provocada pela possível candidatura do PT ao Governo, através do senador Lyndemberg Farias, o atual governador, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou que o apoio do partido à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) é “total e absoluto”. A declaração de Cabral foi dada durante a inauguração do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), no bairro Cidade Nova, com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

“Meu apoio à presidente Dilma é total e absoluto. Nosso governo está totalmente integrado. Não há semana que eu não fale com os ministros da presidente Dilma e com a própria Dilma. O resto é especulação”, ressaltou Cabral. O bom entrosamento foi confirmado pelo colunista Jorge Bastos Moreno, que flagrou a presidente Dilma em conversa com assessores, onde ela ressaltava a parceria que mantém com o governador do Rio. "A gente age em conjunto", teria dito a presidente.

Já no Congresso, os presidentes da Câmara (Henrique Alves) e do Senado (Renan Calheiros) reclamam da falta de interlocução do Governo. Acham que as ministras Ideli Salvatti e Gleise Hoffmann não fazem o diálogo suficiente.  Na segunda-feira (3), os dois representantes do parlamento e o vice-presidente Michel Temer serão recebidos por Dilma.

De acordo com a coluna “Panorama Político”, assinada por Elimar Franco, a premissa das conversas na próxima semana será “sem vitoriosos, sem vencidos”. Para melhorar a articulação da presidente Dilma com o Congresso, será feito esforço dos dois lados, informa o colunista do “O Globo”. “O Planalto negociará com antecedência o envio de projetos polêmicos e se abrirá mais ao diálogo. A interlocução permanecerá com as ministras Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti”, afirma.

Este é o primeiro passo para o armistício entre o Planalto e o PMDB, já que há outros focos de insatisfação. Nos Estados. Na Bahia, no Mato Grosso do Sul, no Rio Grande do Sul, em Rondônia, em Pernambuco e no Paraná são grande os riscos de que a chapa nacional seja contaminada pela montagem dos palanques estaduais. Nestes locais, os diretórios regionais já falam até em dar apoio a uma provável candidatura de Eduardo Campos (PSB).

“O discurso em favor do pernambucano passou a funcionar como ferramenta de pressão contra os petistas, com um único objetivo: obter condições mais favoráveis de negociação nos Estados”, informa reportagem do Estadão deste sábado.

 

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Notas, comentários e algumas histórias políticas para relaxar, ou não

Vilela no TC

No dia 13 de maio postei neste blog que um membro do primeiro escalão do governo do PSDB telefonou para um renomado advogado. A ligação foi feita com o objetivo de esclarecer dúvidas sobre como seria o procedimento para o governador Vilela assumir uma vaga no Tribunal de Contas de Alagoas.

Pois bem, o tema teve continuidade. Fui informado que, em Brasília, na semana passada, o governador garantiu ao senador Renan Calheiros – naquele momento Presidente da República por um dia – que não seria candidato e que iria ser Conselheiro do Tribunal de Contas.

João Caldas

Lendo o blog do companheiro Edivaldo Junior informando que o governador Vilela pretende ter o suplente de deputado federal, João Caldas, em sua equipe de governo pra ficar bem pertinho assumindo uma Secretaria de Estado, sem ainda ter noção de qual seria, fiquei imaginando a cara do JC passando a mão nos raros fios de cabelos – implantados como os meus – e pensando: “Demorou tanto para cumprir a promessa política. Desejei tanto, já é final de mandato e o governador nem sabe pra qual secretaria eu vou. Será que vai sair mesmo esse cargo? E depois, se ele deixar o governo e Nonô assumir? Aí pode ter tramoia. Mas não sou besta não”!

Pesquisas

O mais lido colunista política de Alagoas, José Elias, na edição do dia 28 do JG informa que Renan Calheiros faz pesquisas todo mês sobre 2014. O senador teria dito a um petista que Collor está na frente do governador Vilela na disputa para o Senado. O fato é que todos os grupos políticos estão realizando pesquisas. E a uma delas, realizada no Agreste para governador, tive acesso. O senador Collor lidera e é seguido por Calheiros. E lá atrás, bem distantes, aparecem Biu de Lira, Nonô e Judson Cabral.

O político, o fotógrafo, o assessor e a ladeira

Um conhecido repórter fotográfico foi fazer à cobertura jornalística da visita do senador Fernando Collor a cidade de Chã Preta. Logo na entrada, há uma grande ladeira. Como sabemos nessas visitas o trajeto a ser cumprido é definido por um assessor do político junto ás lideranças do município. E assim foi. O carro parou, o senador desceu e , bem ao seu estilo saudável e vigoroso começou a subir a ladeira andando de um lado para o outro da rua, sorrindo, cumprimentando, abraçando, conversando, dando tchau. E o fotógrafo acompanhando e registrando, clic, clic, clic.

 Ao fim da ladeira, fotógrafo e senador chegam separados por segundos, respirando fundo, cansados e suados. O senador Collor olha para o fotógrafo e diz: “Fulano, bem que o organizador dessa caminhada poderia ter invertido o nosso trajeto para, em vez de subirmos, descermos, né? O repórter fotográfico, cansado, respira fundo, olha para o senador, depois para o assessor que não pensa que o tempo passa para todos e diz: “senador, esse seu assessor é um $#@%&! 

Falta milho, mas tem Amarok

Dois leitores amigos do blog telefonam para denunciar que em Santana do Ipanema está faltando sementes de milho para o plantio. Esse milho é comercializado aos agricultores através da secretaria estadual de Agricultura. E isso logo agora, depois das chuvas, quando há possibilidade de termos, apesar de tudo, uma pequena safra.

E aqui em Maceió uma atento cidadão ficou estupefato com o que presenciou no bairro da Pajuçara. O procurador-geral do Estado, Marcelo Teixeira, e o todo poderoso secretário Estadual de Infraestrutura, Marco Fireman, em frente a um hotel, cada um dentro de uma Camionete Amarok, da mesma cor, durante um evento. O cidadão me pergunta se os carros são particulares ou locados pelo Estado. Respondo que não sei, mas pode ser.

 

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Adversários da presidente Dilma preparam golpe político em Alagoas

Há um fato que ficou claro durante a visita, esta semana, do ministro da Integração Nacional a Alagoas, o pernambucano Fernando Bezerra, do PSB, para autorizar diversas obras: A excelente relação com os tucanos liderados pelo governador Vilela.

Como sabemos, o Poderoso Chefão do PSB é o governador de Pernambuco Eduardo Campos, candidato à Presidência da República, responsável pela indicação do ministro e amicíssimo de Vilela.

E o que fez Fernando Bezerra em Alagoas além de autorizar as obras? Elogios e mais elogios a administração do PSDB e falta de honestidade intelectual ao não declarar que as obras que serão feitas têm o DNA da bancada federal.

Outro fato que soou estranho diante da platéia foi o fato de não estarem presentes membros da bancada federal, casos dos senadores Collor e Renan, além de deputados federais, pela magnitude das autorizações.

Se fosse uma ação política para reforçar a relação entre a base aliada da presidente Dilma Rousseff em Alagoas, eles não poderiam deixar de, sendo convidado, estarem presentes. No entanto, alguns sequer foram chamados. Mas isso não foi feito à toa, de jeito nenhum. Coisa alguma em política é por acaso.

Fernando Bezerra, cujo cargo alguns petistas defendem que seja retirado do PSB por conta da candidatura de Campos, na ação deixou claro que é favorável a candidatura do seu presidente, ao contrário do que declarava antes.

Como eu já escrevi em blogs anteriores, Vilela tem simpatia pela candidatura de Eduardo Campos, e não pela dos tucanos Aécio Neves ou José Serra. Tanto isso é verdade que o deputado federal Alexandre Toledo (PSDB) vai deixar o ninho tucano para casar com o PSB e ninguém do partido do governador alagoano vai lhe cobrar fidelidade partidária.

Está vendo como está tudo combinado, caro leitor?

Eduardo Campos quer o lugar de Dilma. O ministro Fernando Bezerra assumiu posição contrária ao Governo Federal. De traição em traição política, os adversários da base aliada da presidente Dilma enchem o papo, sem engasgar, por enquanto.

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