As mudanças de partido e os riscos de Loiola, Carimbão e Toledo

Nos últimos meses muito tem sido especulado sobre a possibilidade de alguns detentores de mandato trocar de partido em Alagoas. Entre os principais nomes citados estão o deputado estadual Inácio Loiola (PSDB) e os deputados federais Alexandre Toledo (PSDB) e Givaldo Carimbão (PSB).

Como é extremamente comum em política à utilização do blefe para enfrentar crises na relação com dirigentes partidários, insatisfações internas e jogadas para a própria valorização, não duvido, absolutamente, que os três parlamentares estejam exatamente utilizando essa estratégia.

Caso não estejam, certamente sabem dos riscos de perda do mandato. E sobre isso evitam falar de todas as formas. Silenciam. É que sabem, certamente, que uma mudança de partido, mesmo com autorização ou o silêncio dos comandantes da sigla, há o risco de perda do mandato.

Quando o detentor de um mandato eletivo deixa o partido ao qual está filiado e se filia a outro, o dirigente da sigla que ele deixou tem 30 dias para questionar a troca por infidelidade partidária através de uma Ação de Cassação na Justiça Eleitoral.

Supondo que o partido de origem lave as mãos e que não dê entrada na Ação nos 30 dias previstos, concluído esse prazo correm outros 30 dias para que o questionamento seja feito pelo Ministério Público Eleitoral ou pelo suplente da coligação.

Resumindo, caso Loiola, Carimbão e Toledo deixem os partidos pelos quais foram eleitos em 2010 e levem até uma carta do partido autorizando e concordando com a troca, a Ação de Cassação pode ocorrer.

Se for por um suplente, no caso dos dois federais, o primeiro interessado é João Caldas, nada mais nada menos do que o primeiro suplente.

Inácio Loiola, que iria para o PSB para ter um engajamento forte na provável candidatura do governador pernambucano Eduardo Campos à Presidência da República; Givaldo Carimbão, insatisfeito com as especulações de que Alexandre Toledo sairia do PSDB para o PSB, devem estar refletindo bastante, inclusive, é claro, o próprio Toledo.

Na cola dos dois federais está João Caldas, de olho em um mandato há bastante tempo. E uma coisa todos eles sabem: O quanto é diferente disputar uma eleição no pleno exercício do mandato.

Agora troquem de partido!

 

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O 11 de setembro, o governador Vilela e as obras do Vale do Reginaldo

Provavelmente você, caro leitor, não irá lembrar o que significa o 11 de setembro nem o que estava fazendo nesta data em 2001. Naquele dia houve uma série de ataques suicidas coordenados pela rede Al Qaeda a cidades norte-americanas. Homens ligados à rede sequestraram quatro aviões com passageiros e usaram dois deles para atingir as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York. Todos que estavam nos aviões morreram, assim como muitos dos que trabalhavam nos prédios.

Agora você, leitor, pode questionar: E o que isso tem a ver com o governador? Tudo, respondo. Excetuando o fato de que, aparentemente, o governador não compactua com a ingerência de poderosos na atuação da segurança pública, já se vão sete anos de administração e os índices sociais e econômicos teimam em nos manter entre os estados com os piores indicadores na educação, saúde, segurança, emprego, enfim. E esses indicadores negativos matam nosso povo.

Quando não matam por morte matada devido à insegurança, ceifam vidas pelo mau atendimento na saúde, pela falta de educação, pela ignorância, pela impunidade, pela fome e por causa dos buracos nas estradas.

E quanto às obras do Vale do Reginaldo, o quem tem a ver?

Respondo: Talvez você também não recorde o que estava fazendo em 4 julho de 2008, certo? Bom, nessa data o governador Vilela assinou a ordem de serviço para reurbanização do Reginaldo. Essa obra iria mudar a vida de milhares de pessoas. Só que não saiu do lugar. A miséria continua instalada.

A obra faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1), do Governo Federal. A execução caberia a Prefeitura de Maceió e ao Governo do Estado, principalmente, pois ficaria responsável pela construção de apartamentos, creches, postos de saúde, área de lazer. O que foi levantado encontra-se em ruínas.

Agora, o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), promete que o município vai cumprir a sua parte – drenagem e pavimentação - e aguarda que o Governo faça o que lhe cabe.

Pelo histórico de queda de tetos de escolas, uso de decretos de emergência para enfrentar crises em determinadas áreas depois de sete anos no Poder e, repito, pelos indicadores sociais e econômicos e pela lentidão do governo e como 2014 é ano eleitoral; sei não, mas acho melhor os órgãos de controle e fiscalização ficarem atentos e acompanharem essa novela.

Ou que, que tal, observar atentamente o “brunch” do Buffet milionário - ou será de ouro? – que os tucanos e aliados de primeiro escalão podem se deliciar.

Hoje, 11 de setembro, o governo americano reforçou a segurança nas embaixadas e alertou aos cidadãos norte-americanos pra ficarem atentos.

Tanto o povo americano quanto nós alagoanos esperamos por justiça, por garantias de segurança, por proteção. Aguardamos que os nossos gestores cumpram com eficiência e eficácia as suas responsabilidades.

 

 

 

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Ex-governador analisa circunstâncias e consequências para 2014

Cortesia Arlindo Tavares 13677397603283 Ronaldo Lessa

Ao mesmo tempo em que o PDT realiza encontros regionais em Alagoas objetivando fortalecer, organizar e mobilizar simpatizantes, filiados, jovens e mulheres em Alagoas, o ex-governador Ronaldo Lessa também está de olho em 2014, é claro.

A estratégia de Lessa é preparar o partido para apresentar candidatos a deputado estadual e federal. Entretanto, avalia que o momento político brasileiro e alagoano é diferenciado, portanto, nada está muito claro.

Assim, como consequência dessa, digamos, nebulosidade política, as circunstâncias podem levá-lo, também, desde que existam conveniências, a ser candidato a governador, vice-governador ou senador.

Para o futuro político de Lessa nada está planejado e tudo vai depender do momento. Distante da fofoca política sobre esta ou aquela candidatura, faz questão de reafirmar que o seu foco está dirigido ao PDT.

De fato, a grande verdade na política é que as circunstâncias provocam decisões. E essas decisões causam conseqüências. Como até agora o único a anunciar que é candidato a governador e a botar o bloco na rua foi o senador Benedito de Lira (PP), qualquer passo precipitado pode esvaziar e até implodir uma candidatura.

 

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Governo Federal prorroga presença da Força Nacional em Alagoas

Cada Minuto 13736756065762 Força Nacional

Esta é a sexta vez que o Governo Federal, através do Ministério da Justiça, decide prorrogar a atuação de homens da Força Nacional em Alagoas.

O número de policiais que atua por essas bandas é mantido em sigilo. Se com a Força Nacional em nosso território o clima de insegurança é altíssimo e a violência segue campeando, pior seria sem esse apoio.

Abaixo reportagem publicada pela Agência Brasil:

Ministério da Justiça prorroga atuação da Força Nacional em Alagoas

Brasília – Os policiais da Força Nacional que atuam em Alagoas vão permanecer por mais 90 dias no estado, ajudando as forças locais a fazer o patrulhamento ostensivo e manter a segurança pública da capital, Maceió, e das cidades mais violentas do estado. Esta é a sexta vez que, a pedido do governo alagoano, o Ministério da Justiça prorroga o prazo de permanência dos policiais no estado desde abril de 2012.

A nova prorrogação consta da Portaria Ministerial 2.963, publicada no Diário Oficial da União de hoje (9). Como em todas as ações de que a Força Nacional toma parte, o Ministério da Justiça não divulgou o número de policiais envolvidos. A portaria ministerial, no entanto, esclarece que a Força atuará apoiando os órgãos de segurança pública estaduais envolvidos na Operação Jaraguá, deflagrada em março de 2011, segundo a Polícia Militar de Alagoas.

A assessoria do Ministério da Justiça informou à Agência Brasil que o número de homicídios em Alagoas começou a baixar 90 dias após a chegada da Força Nacional e à implantação do programa federal Brasil Mais Seguro no estado.

Segundo o ministério, a Força Nacional já havia atuado em Alagoas durante o ano de 2008, quando prestou auxílio na transferência de presos e no combate ao tráfico de drogas, porte ilegal de armas e uso de celulares nos presídios, contribuindo, ainda de acordo com o ministério, para que o número de homicídios diminuísse cerca de 33%.

Alex Rodrigues
Repórter Agência Brasil

 

 

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Pobres e sertanejos querem ir ao regabofe no palácio comer brunch!

No domingo (8), há poucos instantes antes do início do jogo entre o meu Botafogo e o Criciúma recebi um telefonema lá de Mata Grande, cidade onde nasci. Era um amigo meu querendo saber como solicitar e ser recebido em audiência pelo governador Vilela ou por algum secretário importante. Respondi-lhe, apressadamente, que não sabia como funcionava tal procedimento. Daí, travamos o seguinte e rápido diálogo:

- Alô. Voney, é tú? Tudo bom cara? Rapaz visse a notícia do governador gastando num sei quantos milhão com comida?

- Vi.

- Rapaz, a gente aqui na Mata tá pensando em marcar uma audiência com o governador, levar uns vereadores daqui, Canapi, Inhapí e até Delmiro, Água Branca, até da bobônica daqui do sertão pra ver se nois come um pouquinho desse regabofe do Téo, né. E que que tu acha?

-Sei lá.

- Home, pode dar certo. Ano que vem tem eleição e ele vai precisar de nois. Aqui, Voney, o inverno foi fraco virado no diabo e o cara tá gastando uns 40 paus com comida. Rapaz! E num sobra nem um pouquinho pra cá.

- É danado.

- É nada. Vamos bater na porta do palácio. A gente leva uns político, uns criador de boi, um povo com fome e come um pouquinho por aí. Será que tem uma biritinha também?

- Pode ser. Tente.

- Tu não quer conversar não, é?

- Vai começar o jogo do fogão.

- Eu ligo amanhã. O povo tá com fome e vai pra aí, viu.

- Tá. Chau.

Pois bem, boa ideia vinda lá de Mata Grande. Já imaginou se sertanejos, miseráveis e pobres protestassem em frente ao palácio querendo também participar do regabofe?

Mais pense menino, seria de primeira!

Enquanto o nosso Estado se esvai em seca, a turma do governo pode gastar até R$ 40  milhões com comidas de primeira qualidade, requintada, pratos elaborados com lagostas, bacalhau, salmão, camarões e carnes nos cafés da manhã, almoços, jantares, coquetéis, coffe breaks e brunchs.

Ah, sobre brunchs, belíssimo nome inglês que significa uma refeição de origem Britânica que combina o café da manhã (pequeno-almoço) (breakfast em inglês) com o almoço (lunch em inglês). É normalmente realizada aos domingos, feriados ou em datas comemorativas, quando toda a família se reúne entre 10 e às 14 horas (por tempo indeterminado) em torno da mesa.

E regabofe significa comezaina, divertimento, festança e folia.

Enquanto o governador Viela e seus auxiliares estão muito bem servidos, as delegacias, escolas, hospitais, segurança, rodovias, estão daquele jeito que nós sabemos, um “regabofe” de ruindade e um “brunch” de...

Agora, falando sério pra encerrar. Em que pese o orçamento prever gastos de até R$ 40  milhões, o governo pode gastar bem menos, é claro. Entretanto, a monstruosidade do valor máximo previsto deve deixar os órgãos de controle fiscalização muito atentos.

Afinal de contas, em 2014 tem eleição e uma empresa de eventos pode contratar um montão de pessoas para efetuarem um milhão de atividades, certo?

Então, olho bem aberto quanto ao regabofe e ao brunch.

 

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PMN dá um até logo e quer Cícero Ferro fora do partido

CadaMinuto 1325784829ferro0014 Suplente de deputado -Cícero Ferro

Não interessa mais ao PMN que o suplente de deputado estadual, Cícero Ferro, permaneça na legenda. A decisão já foi tomada desde que o deputado federal Chico Tenório reassumiu a presidência do partido. Inclusive o pedido para que Ferro saia sem esquentar, reclamar ou se lamentar já foi feito.

Como em qualquer relação, em política muitos “casamentos” também têm prazo de validade. E este é o caso entre Cícero Ferro e o PMN alagoano.

As divergências entre Ferro e os dirigentes do partido não são pequenas. Até que algumas dessas questões poderiam ser superadas, porém, há algumas que são insuperáveis neste momento.

É o caso para a conquista de novos filiados que não aceitam ir para o PMN por conta da presença de Cícero Ferro que, além de ter um bom percentual de votos, não é uma pessoa afeita ao diálogo, ao contraditório e a divergência.

O PMN quer oferecer uma legenda com nomes mais leves como candidatos em 2014. E Cícero Ferro só reforça a rejeição que a legenda já sofre.

Então, como em política o que importa é a sobrevivência, bye, bye, Ferro. 

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Viva, viva! Votação do direito de resposta deve ocorrer este mês

A previsão é de que até o dia 18 ocorra a votação do Projeto de Lei que regulamenta o direito de resposta nos meios de comunicação. A criação e aplicação dessa legislação são fundamentais para uma maior e melhor relação entre os veículos de comunicação e a sociedade.

Para um meio de comunicação, tão importante como ser o primeiro a veicular uma notícia, está à credibilidade conquistada junto aos seus ouvintes, leitores e telespectadores. E isso só se alcança diariamente, durante anos de trabalho.

Entretanto, por mais que os profissionais de comunicação tenham o devido cuidado na apuração de uma notícia, erros acontecem. Assim como, também, muitas vezes os interesses da empresa de comunicação se sobrepõem aos da realidade do fato noticioso, ou da versão, o que também leva ao erro.

O fato mais importante, apesar de tudo, é que a sociedade brasileira tem evoluído bastante nas últimas décadas. Vivemos numa época em que a comunicação é fundamental, é rápida e é poder.

É fundamental que o direito de resposta seja rápido e eficiente. Pior do que a falta de justiça é a injustiça. E todos nós, profissionais de comunicação, já divulgamos um fato crente de que estávamos difundido uma verdade. Depois, víamos que tal verdade era apenas uma versão.

Sem querermos, algumas vezes reputações foram destruídas, imagens construídas foram despedaçadas. E o direito de resposta solicitado nem sempre foi concedido no tempo certo e espaço igual.

Que agora seja assim, rápido, igual e eficiente. Democracia e o direito ao contraditório caminham juntos. E quanto mais ferramentas e possibilidades tenha a sociedade para se defender, melhor. Viva a democracia.

Nem tudo está perdido, porque “quando o homem inventou a roda logo Deus inventou o freio. Um dia, um feio inventou a moda e toda a roda amou o feio”.

Abaixo texto da Agência Senado sobre a regulamentação do direito de resposta:

O presidente do Senado, Renan Calheiros, informou durante a sessão deliberativa desta quarta-feira (4) que o PLS 141/2011, que regulamenta o direito de resposta nos meios de comunicação, será votado pelo Plenário durante o esforço concentrado anunciado para a semana do dia 16 ao 20 deste mês. O projeto, do senador Roberto Requião (PMDB-PR), deve constar da pauta do dia 18.

Aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) em maio, o PLS 141/2011 dá sete dias para o veículo publicar ou transmitir a resposta ou retificação, contados do recebimento do pedido. Caso não haja concordância, aquele que se considera vítima de matéria inverídica pode recorrer à Justiça, assegurado rito especial com duração máxima de 30 dias até a prolação da sentença.

Nos termos da proposta, a resposta ou ratificação deverá ter o mesmo destaque, publicidade, periodicidade e dimensão ou duração da matéria que a ensejou. Se determinada pelo juiz, o prazo para publicação ou transmissão não poderá ser superior a 10 dias.

Para garantir o cumprimento do direito, o juiz poderá ainda determinar multa por atraso, remoção de pessoas e coisas e suspensão das atividades dos veículos por até 90 dias.

 

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Concessionária quer lixo de outras cidades; Prefeitura de Maceió discorda

Secom/Maceió 13783108091183

A empresa ESTRE, responsável pela gestão do aterro sanitário de Maceió, nem mal começou a enfrentar uma forte fiscalização do IMA a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e já começa a enfrentar uma nova polêmica.

É que a empresa protocolou na SLUM (Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió) pedido para criar um Consórcio Metropolitano. Na prática, significa trazer para o aterro da capital, localizado no Benedito Bentes, todo tipo de resíduos das cidades da grande Maceió. No primeiro momento o aterro seria compartilhado com Marechal Deodoro.

Soube que o prefeito Rui Palmeira (PSDB) odiou a ideia. Ora, se o aterro não está dando conta de atender ao que é produzido no município, como poderia atender a outros, questionam membros do governo municipal?

Pois bem, através do secretário de Comunicação, Clayton Santos, nos chega a informação que a SLUM ainda não respondeu, oficialmente, ao pedido da ESTRL, mas adianta que não há nenhum interesse na criação do tal consórcio metropolitano.

Inclusive, alguns questionamentos são levantados pela SLUM:

1 – Impacto ambiental: O aterro foi dimensionado para funcionar por um período de 20 anos, atendendo apenas a Maceió.

2 – Custo : Vai baixar o custo mensal que é pago pela prefeitura?

Obs -  A prefeitura paga a empresa cerca de R$ 5 milhões mensais para cuidar dos resíduos da capital.

3 – Logística: Como será feito o recolhimento e transporte uma vez que os veículos usam as vias do Benedito Bentes?

 Embora a prefeitura já demonstre ser contrária, a empresa terá que apresentar uma resposta a esses questionamentos.

Os problemas ficam ainda mais claros, e bem maiores, quando o IMA declara ao Jornal Gazeta de Alagoas desta quarta-feira (04), que encontrou problemas de drenagem e de cobertura de lixo, além do carreamento de resíduos para áreas inadequadas.

A questão ambiental, o fluxo de caminhões, os custos, a situação do Benedito Bentes, tudo tem que ser muito bem avaliado.

Aliás, será que a Câmara Municipal vai entrar nessa discussão?

 

 

 

 

 

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Chico Tenório volta a comandar o PMN e, no DF, apresenta propostas polêmicas

Agência Câmara 1279213394pec443 Deputado Chico Tenório

O deputado federal Chico Tenório está de volta à Presidência do Diretório Estadual do PMN em Alagoas. O pedido de mudança foi feito pela Direção Nacional da legenda ao Tribunal Eleitoral (TSE), que inclusive já publicou a expedição. Assim, Gerson Guarines deixa o comando do partido.

Agora o deputado federal corre contra o tempo para organizar a legenda visando o pleito de 2014. Ele tem 30 dias para articular filiações e definir os prováveis candidatos a deputado estadual e federal.

Na Câmara dos Deputados Chico Tenório está dando um trabalhão aos coordenadores da Reforma Política.  Esta semana ele protocolou e entregou ao grupo de trabalho quase uma dezena de sugestões, algumas bem polêmicas, como:

1 - O fim do voto obrigatório;

2 – Extinção do cargo de suplente de senador e de vice-governador, vice-prefeito e vice-presidente;

3 -  Transformar o sistema bicameral brasileiro em unicameral. Significa que em vez de termos duas casas funcionando no   Congresso, deputados e senadores, teríamos apenas uma

 4 -  extinguir a reeleição para cargos eletivos para o Poder Executivo;

5 – limitar a reeleição para o legislativo em apenas  uma vez;

6 – mudar a data das eleições para 15 de novembro, com a posse de todos os eleitos em janeiro.

O grupo de trabalho que está recebendo as propostas dos parlamentares deve apresentar o relatório final em duas semanas e encaminhá-lo para o plenário.

Dá pra perceber que as propostas paara a  Reforma Política vão causar muita polêmica em todos os setores.

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ALE: MP usa tecnologia e aprofunda investigações de olho em Prefeituras

Assessoria/Arquivo 13715783154328 Sede do Ministério Público

Os próximos dias deverão trazer novidades sobre as denúncias de supostas irregularidades cometidas pela Mesa Diretora da Assembleia Legislativa na folha de pagamento.

O desfecho da trama que envolve dinheiro público ainda está longe de ser concluído, mas as investigações sobre o suposto desvio de recursos públicos através de elevados valores depositados nas contas de servidores da Assembleia está seguindo um profundo e organizado trabalho de investigação.

O MPE vem cruzando dados de servidores que estão na lista de pagamento entregue pelo deputado João Henrique Caldas. A partir dos nomes desses servidores o Ministério Público está investigando algumas prefeituras.

O objetivo, entre tantos, é descobrir se há relação pessoal e profissional entre alguns servidores e toda uma intrincada rede política, como se fosse uma teia de aranha. Para ajudar e agilizar o trabalho de depuração de dados um importante sistema informatizado está sendo utilizado.

Se for ou não um megagrampeador, eu não sei. Agora, sei que o Ministério Público Federal adquiriu e utiliza um megagrampeador batizado de Sistema Guardião, capaz de monitorar milhares de pessoas com seus telefones e avaliar dados.

Até que ponto os MPEs podem se utilizar desse sistema, não sei. Com também não sei se o Ministério Público tem o seu próprio sistema de monitoramento. Mas, sei que no caso da investigação na ALE há o uso de um sistema moderno e atualizado.

Nos próximos dias o deputado João Henrique Caldas será chamado pelo Ministério Público para formalizar oralmente as suas denúncias.

Pra quem não sabe o chefe do Ministério Público de Alagoas, Sérgio Jucá, sempre teve o hábito de concluir o trabalho iniciado.

 

 

 

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