Pra que disputa se eleição está definida?

Estranha eleição a deste ano em Alagoas. Apesar do distanciamento do eleitor, praticamente todos os cargos estão preenchidos, pelo menos de acordo com a bolsa de apostas que circula no meio.

Sendo assim, melhor seria não termos disputa. Pra que, se tudo está praticamente definido? O certo é resolver tudo com algumas pesquisas de opinião e logo empossar essa turma. Dessa forma, pelo menos os gastos com a eleição seriam evitados e não teríamos aquele longo, enfadonho e repetido discurso dos personagens de sempre na propaganda eleitoral gratuita, não é mesmo?

Agora, falando sério, a situação atual é raríssima. Nem no auge do ‘reinado’ dos influentes e poderosos “coronéis” tal fato ocorreu. Hoje já é sabido que o governador Renan Filho, sem adversário, está reeleito. Das 9 vagas para federal sete nomes já estão certos, assim como já são conhecidos os de 18 dos 27 deputados estaduais.

Calculam, também, que das duas vagas para senador uma está preenchida e é de Renan Pai (MDB). Biu de Lira (PP), Maurício Quintella (PR) e Rodrigo Cunha (PSDB) disputam a última, com maiores chances para o ex-ministro de Temer.

E o motivo é simples. Com a classe política desacreditada e o eleitor decepcionado com o sistema que impede o surgimento de novas e diferentes alternativas, o eleitor do ‘negócio’ – influenciado político - terá mais peso, daí a possibilidade de Quintella crescer a partir da estrutura que montou e reforçou com os Calheiros, Rui e Michel Temer.

Gênio da política alagoana e nacional, o senador Renan Calheiros (MDB) é o grande cérebro do atual fenômeno local com três jogadas: ‘ - atrair Quintella destruiu a oposição; 2 - consegue surfar na aprovação do governo do seu filho; 3 - defende o ex-presidente Lula constantemente, o que o aproxima do eleitor humilde e o vacina contra a antipatia de boa parte dos formadores de opinião ‘lulistas’, um fenômeno eleitoral no Nordeste.

Bom, como me disse o autor da ideia dessa postagem, “seriam bom que tudinho caísse do cavalo”. Porém, imediatamente completou: “Mas como se tá tudo montado e inexiste oposição?”

Entreguem os diplomas e vida que segue.

 

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Collor diz que o poder é cruel e que ia ser padre

Foto: DM 8ce95c74 d90c 4c0a bf0d e8f2729f7974 Fernando Collor

Entrevistado na Folha, o ex-presidente Fernando Collor lamenta o fato que classifica como 'não ter sabido exercer o poder', e por isso ter sido expelido da cadeira de presidente da república em 1992.

Pré-candidato a voltar ao planalto - ele tem 1% das intenções de votos e a maior rejeição - Collor também trata sobre magia negra em sua casa, diz que o STF está reagindo a preponderância do juizado de primeira instância e MPF e afirma, entre outras cosias, que Lula tem sido vítima de injustiça e que Jair Bolsonaro é “irascível” (quem se irrita com facilidade ou que frequentemente demonstra raiva, irritação).

Abaixo trechos da entrevista:

“Estou acostumado a lutar com as adversidades. Os eleitores de 16 a 34 anos têm avaliação do meu governo de acordo com os livros, que distorceram lamentavelmente muito dos fatos.

Suicídio

“Superei graças, entre outros fatores, a uma conversa com o Brizola. Eu o recebi no Planalto, o processo do impeachment campeando, ele disse: doutor Getúlio [Vargas, ex-presidente] sofreu uma campanha como essa que você está sofrendo, só que não suportou e deu fim à vida. Eu queria lhe pedir uma coisa: resista.

Xingamentos a Rodrigo Janot

“Na sabatina para a recondução dele, eu sentei na frente e não tirei durante 2h40 os olhos de cima dele. E dizia: filho da puta, você é filho da puta.”

Leia a entrevista na íntegra aqui.

 

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Parreira diz que o Brasil fracassou por inexperiência

Campeão do Mundo pela seleção brasileira como preparador físico e técnico em 1970 e 1994, Carlos Alberto Parreira explica que faltou aos atletas e a comissão técnica experiência para conquistar a Copa do Mundo da Rússia 2018.

Respeitado pela imprensa mundial e uma espécie de conselheiro técnico de Fifa e de outras entidades de futebol, Parreira toca no cerne da questão de maneira diplomática e respeitosa. Para ele, “não basta conhecer os problemas, é preciso saber como resolvê-los”, diz num claro toque sobre a inexperiência de todo o grupo brasileiro.

Outro ponto levantado pelo treinador é que apenas o talento não ganha título. Aí me lembro de Neymar tentando dribles no meio de campo ou na linha intermediária defensiva brasileira, e até o Coutinho priorizando a entrega da redonda para o astro do PSG.

Além disso, a história das participações fracassadas do Brasil mostra que não dá certo convocar jogadores contundidos e/ou em fase final de recuperação. São vários os exemplos, caso de Zico em 86 e do próprio Neymar agora.

Agora resta esperar a competição de 2022.

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Renan, Dino, Rui, Ciro e os cuidados com o vice escolhido

Lisa Gabriela/ CadaMinuto/Arquivo 0898abcf a6c6 4776 bfd5 d0a60a19aecc Governador Renan Filho

Depois da atuação decisiva de Michel Temer para derrubar a presidente Dilma Rousseff, nunca a escolha do vice por parte do cabeça da chapa majoritária foi tão importante quanto agora. É como se fosse uma escolha entre algo próximo ao paraíso ou do inferno; dormir o sono dos justos ou fechar os olhos e ter pesadelos; e se dormir saber que deitou com o inimigo.

Por isso nas eleições deste ano o vice é fundamental. Em alguns estados a situação é tranquila por conta da força política dos governadores que vão disputar à reeleição, casos de Rui Costa (PT), na Bahia, que vai manter o mesmo vice, João Leão (PP), Flávio Dino (PCdoB), no Maranhão, com Carlos Brandão (PRB), e Renan Filho, em Alagoas, que deve optar entre os amigos e aliados, caso do atual vice-governador e ex-secretário de Educação, Luciano Barbosa, ou o ex-secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias.

Em comum entre os três governadores o fato de que provavelmente enfrentarão uma reeleição tranquila. Nos casos da Bahia e de Alagoas, por exemplo, os dois principais oponentes, os prefeitos de Salvador e Maceió, ACM Neto (DEM), e Rui Palmeira (PSDB), respectivamente, preferiram permanecer nos cargos.

Na corrida pela Presidência é o pré-candidato Ciro Gomes (PDT) quem tem demonstrado os maiores cuidados. A escolha não pode ser apenas pelos votos e tempo de propaganda eleitoral. Mas também pela tranquilidade e proximidade entre o titular e o substituto.

O ex-ministro tem como nome preferido o do empresário Benjamin Steinbruch, do PP, que cumpriria papel semelhante ao de José Alencar na primeira eleição de Lula, que é dar o aval de parte do PIB a um hipotético governo Ciro.

O dono da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Ciro são amigos. O cearense já trabalhou para Steinbruch, que é considerado um empresário de visão mais desenvolvimentista, com sensibilidade social e defensor da ação do Estado como indutor do desenvolvimento.

NO entanto, caso esse casamento não dê certo por conta de todas as variantes da política, o PDT também negocia com o PSB, que pode querer indicar o vice. E o nome mais citado é o do ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, que também é próximo de Ciro, com quem já trabalhou em Brasília.

Ou seja, para Renan, Dino, Rui e Ciro as discussões e prováveis escolhas iniciais para indicação do vice não tem sido algo complicado. É que os nomes postos têm antiga relação pessoal, profissional e política.

Afinal de contas, chega de surpresas como o renascimento político de mordomo de filme de vampiro de quinta categoria.

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Lula manda recado e diz que é “candidato para recuperar a soberania do povo”

Preso na sede da PF em Curitiba, no Paraná, o ex-presidente Lula demonstra mais uma vez o quanto é um político sábio. Em sua pagina na internet, na manhã desta terça-feira (10), nada de reclamar, questionar ou criticar a guerra de opiniões sobre a sua soltura ou não.

O espaço foi usado para o ex-presidente afirmar que é candidato “para recuperar a soberania do povo brasileiro”, chamar Temer, o presidente mais rejeitado da história política brasileira, de golpista por estar vendendo o país a preço de banana e garante que “Podem ter certeza, vou ser candidato para, entre outras coisas, recuperar a soberania do povo brasileiro."

Ou seja, Lula desvia o foco, nada de discurso raivoso de um pobre coitado. O fato é que mesmo preso consegue se manter no centro do noticiário dizendo o que o eleitor deseja ouvir dos prováveis candidatos.

É também por isso que lidera as pesquisas eleitorais em qualquer cenário e transfere votos decisivos, caso seja impedido de disputar o pleito.

Leia abaixo na íntegra a publicação do ex-presidente Lula ou leia no endereço https://lula.com.br/recado-do-lula-sou-candidato-para-recuperar-soberania-do-povo-brasileiro:

"É muito triste que parte do patrimônio público, construído com muito sacrifício pelo povo brasileiro a partir da metade do século XX, esteja sendo vendido de forma irresponsável, a preço de banana, para encobrir a ilegitimidade de um golpista, para abrir mão de qualquer soberania que um país precisa ter e consolidar o complexo de vira-lata que a elite brasileira sempre teve em relação aos EUA.

Podem ter certeza, vou ser candidato para, entre outras coisas, recuperar a soberania do povo brasileiro."

Lula

 

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Férias!

Enfim, alguns dias de folga. Tempo para ver, ouvir, pensar, recarregar e seguir adiante. Volto no início de julho.

Boa copa pra todos e ótimas festas juninas.

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“O próximo presidente vai ser impichado”, diz ex-ministro

A frase acima foi ouvida por uma plateia de advogados e foi dita por Delfim Netto – ex-ministro da Fazenda no governo do general Emílio Médici, ministro da Agricultura do general João Figueiredo e do Planejamento durante a abertura democrática. Em 1987, foi eleito deputado constituinte e, depois, deputado federal por São Paulo pelos 20 anos seguintes.

Segundo Delfim, o sistema brasileiro foi feito para se perpetuar e se manter e nenhuma reforma política dos últimos anos tocou em algo importante ou transformador. Ou seja, o sistema é montado para manter o poder dos donos dos partidos, o que significa que o que muda é para continuar como está.

Além disso, as eleições no país são focadas nas disputas para os cargos federais, pois é no Congresso que, de fato, o poder será compartilhado, capitaneado, ou tomado. Como exemplo, em 228 anos de eleições, os Estados Unidos tiveram 45 presidentes. Em pouco mais de 90 anos, o Brasil teve 43, sendo que somente cinco presidentes terminaram seus mandatos.

Bom, e como o que mudou continua como está, portanto nada mudou em termos de legislação eleitoral, o próximo presidente terá que negociar nas mesmas condições que os presidentes anteriores construíram o entendimento: cargos, verbas orçamentárias, obras, áreas de influência, enfim.

Os deputados e senadores eleitos serão basicamente os mesmos, sem nenhuma alteração percentual significante e transformadora no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas. Assim o modelo é repetido nos municípios, estados e no distrito Federal. O que significa que é isso que o sistema político-eleitotal brasileiro historicamente entrega.

Simplificando, pra não ser "impichado" é o modelo ou “dá ou desce”.

 

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Futebol e política: A vaidade de Neymar e o pragmatismo de Alckmin

Os dias passam voando. Eu já tenho 52 anos, testemunho mais uma eleição e outra copa do mundo. Já faço contas do tempo de vida útil do corpo, se tudo der certinho como dois e dois são quatro. Mas ninguém controla o imprevisto, aquilo que pode mudar tudo e dar uma nova direção. Se assim é na vida, assim também é no futebol e na política.

Vejam o caso do atleta de futebol Neymar. Bastou uma só partida apresentando alguns dos seus antigos defeitos visíveis quando desfila no gramado – individualismo, egocentrismo, burrice... – para ser julgado e condenado ao fogo do inferno.

Calma gente, Neymar é isso. Foi uma criança com sensacional talento individual preparada para crescer e virar uma estrela, o centro das atenções. Agora, se as características do indivíduo – o drible - não forem usadas com inteligência e em determinado espaço do campo, o grupo inteiro vai perder.

O ex-jogador do Santos é o mais capaz de decidir em prol do time que defende. Como controlar essa máquina de fazer dinheiro que carrega um rio de vaidades nos bicos das chuteiras, ‘aí são outros quinhentos’.

Certamente o que não vai fazê-lo mudar é o dinheiro que está em jogo caso o Brasil ganhe o título. Porque Neymar e os atletas que jogam na Europa têm recursos suficientes para atender satisfatoriamente seus filhos, netos, bisnetos e até mais, talvez.

Portanto, o que vai contar pra eles não é a premiação. Mas a vaidade e o orgulho de fazer parte de uma geração vencedora, que conquistou o título mais importante da carreira profissional, daqueles que dá reconhecimento mundial eterno, além de excelentes contratos publicitários com empresas multinacionais por toda a vida.

De qualquer forma, como sempre mais nunca é de menos, a CBF definiu em R$ 43,1 milhões o prêmio para ser divido em caso de conquista.  Ou seja, cerca de US$ 500 mil (R$ 1,87 milhão) para cada um dos 23 convocados.

Sobre eleições, o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), desesperado, tenta a última cartada. O coordenador da campanha, Marconi Perillo, terá um encontro com o presidente nacional do MDB, senador Romero Jucá.

Em ação uma palavra fundamental para o futebol e para a política: pragmatismo. Os tucanos precisam do tempo de propaganda do MDB e do apoio dos cerca de mil prefeitos. Não importa o desgaste de Temer e do partido que, aliás, é quase o mesmo que o dos tucanos.

O que importa é dar alguma esperança para que Alckmin consiga pelo menos disputar uma possível ida para o segundo turno da eleição presidencial e, quem sabe, chegar a finalíssima mais uma vez.

Ou seja, Geraldo Alckmin e o PSDB baixaram a bola, controlaram a vaidade. O mesmo que Neymar e companhia devem fazer, inclusive o sabichão Tite.

Bola pra frente!

 

 

 

 

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Ministro de Temer teme a prisão do ‘poderoso chefão’

Coordenador político do governo Michel Temer, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, prevê um fato novo para o currículo do homem que exerce o mais longo mandato tampão da história brasileira e que também é o presidente mais rejeitado da história política do país: quando deixar o governo será preso.

Claro que o aliado Marun usa palavras suaves ao dizer que a partir do primeiro dia de janeiro temer será alvo de uma ‘grande perseguição’.

O general da tropa de Temer – antes foi da tropa de Eduardo Cunha, atualmente preso, - diz que “Hoje em dia qualquer um pode ser preso, principalmente no império das prisões preventivas. O meu receio é que o devido processo legal não seja observado.”

A verdade é que fora do mandato, a turma do governo está temendo a ação de magistrados de primeira instância e dos procuradores. São duas denúncias criminais contra. E no Supremo Tribunal Federal mais dois inquéritos por corrupção estrelados pelo mordomo de filme de vampiro de quinta categoria.

Agora, o tema que incomoda o ministro – que sonha com um candidato de centro alinhado ao governo federal -, é o presidenciável Ciro Gomes, que chama Michel Temer de “escroque” e afirma que vai destruir o MDB porque a sigla “só existe para roubar”.

Leia mais aqui.

 

 

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Surpresa: Data Folha revela causa da impopularidade de Temer

Meu queixo caiu!

Na minha natural estupidez sempre pensei que o motivo da impopularidade e rejeição recorde, histórica, monstruosa e imensa do presidente Michel Temer fosse, em primeiro plano, as suspeitas de corrupção dele e de seus ministros. Depois, quem sabe, por não ser confiável, tipo alguém que tem perfil de traidor.

Talvez também por parecer com um mordomo de filme de vampiro de quinta categoria. Quem sabe por ser um ‘velho’ casado com uma jovem e bela mulher, o que causa inveja pra muitos. Por ser feio, por ser descendente de libaneses, enfim.

Mas não é por nada disso.

Meu queixo caiu e fiquei pasmo!

De acordo com pesquisa realizada pelo Data Folha, a repulsa ao presidente é motivada pela crise, pela péssima gestão na economia. Das 2.824 pessoas ouvidas, 82% rejeitam o governo. Dessas, 51% atribuem o desastre ao caos econômico. Em seguida, desemprego (13%), os preços dos combustíveis (13%) e os impostos (10%) contribuem para a péssima imagem de Temer.

A pesquisa do Data Folha revela, ainda, “que a imagem pessoal do presidente e o desgaste causado por escândalos de corrupção que o envolvem são laterais”. Levantamento foi realizado em 6 e 7 de junho

Meu queixo caiu e fiquei embasbacado!

Ser suspeito de corrupção não tem lá tanta relevância. Se fulano botar no bolso o ‘dele’, ajudar os seus aliados com o ‘faz-me rir’ oriundo sabe-se lá de onde, tá tudo bem, desde que resolva o meu, resolva o seu, o meu, o teu, o dele.

Uma pena.

Talvez honestidade seja um tema transversal, lateral,a té rasteiro.

De repente o político que rouba, mas faz, é o que tem valor e merece o voto.

Será que é esse mesmo o pensamento geral e majoritário da sociedade?

Leia a pesquisa na íntegra aqui.

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