Pesquisas: DataPoder vê vitória ‘fácil’ de Lula; Vox diz que o povo quer julgá-lo

Enquanto os juízes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) correm para julgar Lula, em janeiro, o que pode impedi-lo de ser candidato, duas pesquisa divulgadas nesta sexta-feira (15) mostram o amplo apoio dos entrevistados ao ex-presidente.

A do DataPoder360 diz que ele seria eleito em qualquer cenário. Outra, da CUT-Vox Populi, os entrevistados afirmam que quem deve julgar Lula é o povo.

DataPoder – Foram entrevistadas 2.210 pessoas em 177 cidades, entre os dias 8 e 11 de dezembro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. Esse levantamento aponta que se as eleições fossem hoje Lula sairia vitorioso no 1º e no 2º turnos.

Agora, se Lula da Silva ficar fora da disputa, a liderança fica com Jair Bolsonaro. Além disso, sem a presença de Lula o percentual de indecisos, brancos, nulos e não sabe dispara, 46%. Com ele o percentual cai para 26%.

Se o petista ficar fora da disputa Bolsonaro aparece ocupa a liderança de forma absoluta, com folga. Segundo o DataPoder360, o ex-militar registra 23% e parece ter se estabilizado nesse patamar desde outubro.

Leia a pesquisa aqui.

Vox Populi - A CUT-Vox Populi ouviu 2.000 pessoas, em todos os estados e no Distrito Federal, em capitais e no interior. 48% afirmaram que quem deve julgar o ex-presidente é o povo brasileiro, nas urnas, e não Moro ou outros juízes. 42% discordam.

56% dos brasileiros acham que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deveria ter o direito de se candidatar na próxima eleição. Já 34% acham que ele deve ser impedido de se candidatar .

Leia aqui.

 

MEU EMAIL: voney.malta@brasil247.com.br

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

De olho no apoio, Ciro Gomes morde e assopra Lula

O julgamento do ex-presidente Lula em segunda instância é o tema que alimenta os partidos e possíveis presidenciáveis. Sabem todos que eleição com Lula é uma, sem ele é outra. Condenado, preso, solto e até recursando, Lula terá influência no pleito de 2018.

Os adversários, especialmente aqueles do PSDB, avaliam que sem Lula da Silva as chances de Geraldo Alckmin chegar ao segundo turno aumentam substancialmente. Por sua vez, o PDT do aliado Ciro Gomes (PDT), pré-candidato que tem crescido no Nordeste, também acreditam que aumentam as chances do ex-ministro chegar ao segundo turno.

E se tiver o apoio do ex-presidente, apontado pelo Datafolha como o melhor cabo eleitoral do Brasil, aumenta não só a perspectiva de chegar ao segundo turno, mas, principalmente, de vencer a disputa, o que preocupa os adversários. 

O desejo intenso de Ciro é ter o apoio de Lula. O problema é que o político cearense erra no tom crítico. Desde que o julgamento de Lula foi marcado, Ciro tem subido o tom de seus questionamentos ao petista. 

Já disse outras vezes que Lula não deveria ser candidato porque seria mais uma eleição que dividiria o país. Ainda que “Justiça boa é Justiça rápida" e que tem "muita esperança de que o TRF-4 possa absolver o Lula”. Ou seja, morde e assopra.

Claro, mesmo mantida a condenação em segunda instância o petista poderá recorrer até boa parte do pleito. No geral, as decisões de primeira instância do juiz Sérgio Moro têm sido mantidas amplamente pelos desembargadores do TRF4. E, acredita-se, dificilmente ele será preso porque Moro não o condenou a cumprir pena.

Independente do que irá ocorrer a partir de janeiro, o quadro está totalmente nebuloso por conta do excesso de possibilidades que as decisões jurídicas trarão como implicações para 2018.

Lula será candidato? Lula será candidato mesmo condenado? Lula será candidato apresentando recursos? Estrategicamente Lula será candidato e, durante as eleições, desiste e é substituído por alguém escolhido por ele? Lula apoiará um nome da frente de esquerda, mas que não seja filiado ao PT?

São tantas interrogações e um imenso leque de possibilidades que tornam o quadro difícil para qualquer pré-candidato estabelecer estratégias de discurso, de alianças e de construção de debate e enfrentamento.

Tal situação também deixa sem definição algumas decisões que deveriam ter sido tomadas nos estados. Sem falar nos grandes caciques políticos que permanecem correndo risco nas investigações sobre recebimento de propinas aqui e alhures.

O jogo é, de alguma forma, empurrar com a barriga algumas situações. Até porque, especialmente no Nordeste e entre os brasileiros de baixa renda, Lula é o cara. É esse cara é a maior liderança política do país, líder nas pesquisas e quem mais transfere votos.

Uma declaração do ex-presidente ainda pode eleger até um poste, desde que este poste não seja a ex-presidente Dilma Rousseff.

MEU EMAIL: voney.malta@brasil247.com.br

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Em Estrela de Alagoas, Renan Filho, Benedito de Lira e Ângela lideram: Nonô e Rui empatam

O Insituto Falpe Pesquisas realizou 1100 entrevistas na Zona Rural e Urbana de Estrela de Alagoas, entre os dias 9 e 10 de dezembro. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

O prefeito do município, Arlindo Garrote, é avaliado em sua gestão como ótimo por 13,5%; bom, 42,5%; regular, 25%; ruim, 3%; péssimo, 7,5%; não opinaram, 8,5%. Também foi perguntado se o entrevistado aprova ou desaprova a administração do atual prefeito. 67,5% aprovam e 15,5% desaprovam; enquanto 17% não opinaram.

Presidente:

2,5% dos entrevistados aprovam a administração do governo Michel Temer e 88% desaprovam. 9,5% não opinaram.

Governador:

A administração do governador Renan Filho foi aprovada por 45,5% e desaprovada por 27,5%; 27% não opinaram.

E quando os nomes dos possíveis candidatos ao governo foram apresentados, o resultado é o seguinte: Renan Filho lidera com 35%; Thomaz Nonô, 7,5%, Rui Palmeira, 6,5%; JHC, 3,5%; Mário Agra, 0,25%; nenhum, 25% e 22,25% não opinaram.

Se a disputa for entre Renan e Rui, o primeiro tem 37% e o prefeito de Maceió aparece com 9,5%. Nenhum, 30%; 23,5% não opinaram.

Entre Renan e JHC: O governador tem 38% e o deputado federal 6%. Nenhum, 31% e 25% dos entrevistados não opinaram.

Renan e Mário Agra: Renan Filho tem 38,5% e Agra 3%; nenhum, 33,5% e não opinaram, 25%.

 Renan e Nonô: 37,5% tem o governador. Nonô aparece 8,5%. Nenhum, 29,5%. 24,5% não opinaram.

Também foram apresentados os nomes dos possíveis candidatos e perguntado em quem o entrevistado não votaria para governador: Renan filho, 4%; Thomaz Nonô, 1%; Rui, JHC e Agra, 0,5%. Nenhum, 25%; nada contra, 35%; não opinaram, 33,5%.

SENADOR (1º e 2º votos):

Com os nomes sendo apresentados a liderança fica com Benedito de Lira, 27%. Teotônio Vilela, 22,5%, Renan Calheiros, 18%; Maurício Quintella, 7,75%; Marx Beltrão, 7%; João Caldas, 4%; Pastor Ildo Rafael, 2,5%; nenhum, 27%; não opinaram, 28,5%.

Quando questionado sobre em quem não votaria para senador com os nomes apresentados, Renan Calheiros ficou com 1,75%; Benedito, 1%; Quintella, 0,75%; Vilela, Caldas e Ildo Rafael, 0,5%; Beltrão, 0%. Nenhum, 27%, nada contra, 32,5%; não opinaram, 35,5%.

Deputado federal:

Sem apresentar qualquer nome, Ângela Garrote obteve 0,75%; Carimbão e Arthur Lira, 0,5%; Paulão do PT, Júlio César, Chico Tenório e Marx Beltrão, 0,25%. Não opinaram, 97,25%.

Quando os nomes foram apresentados, Carimbão pulou para 18,5%; Ronaldo Lessa apareceu com 10%; Arthur Lira, 7,5%; Pedro Vilela, 3,5%; JHC, 3%; Isnaldo Bulhões e Paulão do PT, 2%; Rosinha da Adefal e Rodrigo Cunha, 1,5%; Severino Pessoa e Nivaldo Albuquerque , 1%; Maurício Quintella, 0,5; Sérgio Toledo, 0,25%; nenhum, 22,5%; 25,25% não opinaram.

Deputado estadual:

A mesma sequência de perguntas foi feita para deputado estadual e o resultado é o seguinte: Em sua terra natal, Ângela Garrote lidera com 11%; James Ribeiro, 1%; Val Gaia, 0,5%; Maurício Quintella, Carimbão Filho e Nilton Marques ficaram 0,25%. 86,75% dos entrevistados não opinaram.

Mas quando os nomes são citados o quadro muda: Ângela dispara para 52,5%; James Ribeiro, 4,5%; Carimbão Filho, 4%; Val Gaia, 3%; Célia Rocha e Alves Correia, 1%; Chico Tenório, 0,5%; Ricardo Nezinho e Isnaldo Bulhões, 0,25%; Antônio Albuquerque, Jairzinho Lira e Tarcizo Freire, 0%; nenhum, 15,5%; não opinaram, 17,5%.

 

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Ministro alagoano é investigado por uso indevido de aviões da FAB

Sabe aquele antigo e atual esquema de ‘autoridade’ que usa o cargo para ‘mamar nas tetas’ do Poder, fazer favor através de bens públicos a amigos e/ou usar para as suas necessidades, seja um veículo, uma passagem, um almoço e até um avião? Se você pensa que acabou, eerrroouu!

Tudo indica que esse esquema vem ocorrendo e com o envolvimento das maiores autoridades ligadas ao presidente Michel Temer, que são os seus ministros. Inclusive com a participação do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, o alagoano Maurício Quintella.

Também estão relacionados Helder Barbalho (Integração Nacional); Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia e Comunicações); Sarney Filho (Meio Ambiente); Dyogo Oliveira (Planejamento, Desenvolvimento e Gestão) e os ex-ministros Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Bruno Araújo (Cidades).

Todos eles serão investigados pela Comissão de Ética Pública (CEP), órgão da Presidência da República, que abriu processo para apurar se essas autoridades fizeram uso indevido de aeronaves de Força Aérea Brasileira (FAB). Ou seja, se carregaram em seus deslocamentos oficiais parentes, amigos e empresários.

Caso ocorra comprovação de infração ética por parte de alguma dessas ‘autoridades’, o poder da comissão é aplicar uma advertência e até recomendar ao presidente a exoneração – a comissão apenas recomenda, mas o presidente não é obrigado a segui-la.

Pelo perfil da quadrilha instalada no governo federal, caso seja comprovada infração, se a pena mais dura for indicada ao presidente ela não será cumprida.

Aliás, duvido que a tal da CEP vá adiante, vigilante e com profundidade na apuração desses casos. O governo já tem tantos problemas policias e jurídicos que, certamente, não irá querer criar caso com ministros-políticos.

A única chance de um esclarecimento minimamente confiável é se o MPF se interessar pelo caso.

Se não for assim, o regabofe vai continuar.

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

O sucesso do ex-presidente Lula, “o sábio”

Qualquer pessoa que se interesse minimamente por política sabe que essa atividade muda a vida das pessoas - de uma forma ou de outra, para o bem ou para o mal - procura várias análises para entender o fenômeno representado pelo ex-presidente Lula.

Acusado, denunciado, delatado, investigado em vários processos, capa de jornais, sites e revistas, ainda assim lidera em todos os cenários, caso dispute a Presidência em 2018, segundo pesquisas.

E se for impedido por alguma decisão judicial, encarcerado ou livre, provavelmente, pelos nomes postos no cenário da corrida presidencial, levará o seu candidato pelo menos ao segundo turno, desde que não seja a ex-presidente Dilma Rousseff, o ‘poste’ que ele elegeu.

Cá comigo eu tenho as minhas impressões que justificam o fenômeno popular que Lula representa no imaginário popular de forma lúdica e concreta, mas vou deixar para tratar sobre isso em outro momento.

Prefiro o artigo de Saturnino Braga, que logo abaixo compartilho com os meus poucos leitores, saído do forno praticamente agora e publicado em seu blog.

Diz o ex-senador que "Lula sempre foi um político extremamente competente, desde sua lide como sindicalista; agora, perseguido, ameaçado, difamado, enviuvado, sofrido, virou um sábio. Sábio no conhecimento, sábio na expressão, sábio no trato humano. Sabe de tudo da política do mundo e do Brasil; sabe o que é o equilíbrio e a maturidade, a dimensão certa do bom-senso; sabe o que é a alma humana e a alma brasileira; sabe dizer tudo o que pensa e o que sabe com uma brasilidade completa, uma qualidade brasileira insuperável".

Para quem não conhece, Saturnino exerceu o mandato de Senador por três vezes eleito pelo Rio de Janeiro. Também foi deputado federal e prefeito da capital.

Leia abaixo o artigo:

Saturnino Braga, no Correio Saturnino  - Ouvi falar do sucesso da caravana de Lula no Estado do Rio, da vibração do encerramento na UERJ, e fui revê-lo e re-ouví-lo no encontro de sábado pela manhã com artistas, no Othon Palace.

Fiquei efetivamente embevecido. E emocionado. Convencido de que ele é absolutamente imbatível na próxima eleição. Pelo carisma especial, que emerge da sua qualidade essencial, da sua vera origem humilde e popular; pela empatia fascinante que esta origem lhe dá, pela autenticidade, pela verdade da expressão que transmite, pela destreza com que usa a palavra e o gesto, pela sabedoria que a vivência e o sofrimento lhe conferiram.

Lula sempre foi um político extremamente competente, desde sua lide como sindicalista; agora, perseguido, ameaçado, difamado, enviuvado, sofrido, virou um sábio. Sábio no conhecimento, sábio na expressão, sábio no trato humano. Sabe de tudo da política do mundo e do Brasil; sabe o que é o equilíbrio e a maturidade, a dimensão certa do bom-senso; sabe o que é a alma humana e a alma brasileira; sabe dizer tudo o que pensa e o que sabe com uma brasilidade completa, uma qualidade brasileira insuperável.

Parece que tudo isso lhe deu saúde também: Faz tempo que não o via com tanta energia, com uma aparência tão hígida, tão animadora. Tudo isso contaminou em expansão e entusiasmo uma plateia grande, não sei quantos, um salão repleto de gente sentada e em pé por mais de duas horas.

Escutou comentários e incentivos prévios do grande Leonardo Boff, do cineasta Luiz Carlos Barreto, das professoras Isabel Lustosa e Marcia Tilbury, da atriz Beth Mendes, todos componentes de uma mesa bem presidida pelo nosso Emir Sader, e de dois outros também sentados à mesa, porém nitidamente escolhidos para um desempenho relevante na próxima eleição: o ex-Ministro Celso Amorim e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Do primeiro, Celso Amorim, Lula definiu o desempenho desejado: Governador do Estado do Rio de Janeiro. Lançou o apelo para que aceitasse a missão difícil, e escutou da plateia o forte e uníssono clamor da aprovação, como se todos já esperassem aquela indicação. Eu também clamei com entusiasmo e disse para dentro de mim: Hosana!

O segundo foi também destacado como um indicado para missão de relevo. Só não foi explicitada esta missão. Ficou como um coringa desde já mobilizado, para uma tarefa magna a ser posteriormente definida.

Saímos todos em júbilo, sentindo que foi um encontro profundamente marcante de uma trajetória que o Grande Capital e seus estipendiados tentam barrar com novos golpes.

Terão certamente enorme dificuldade.

Lula é o mais completo e brilhante representante do povo brasileiro.

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Pesquisa Falpe para todo os cargos: em Arapiraca, Lula e Renan Filho lideram e filho de Collor surpreende para o Senado

Pesquisa realizada pelo Instituto Falpe em Arapiraca, entre os dias 01 e 03 de dezembro, ouviu 1.783 pessoas. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%. 43% dos entrevistados são do sexo masculino e 57% do sexo feminino. Foram ouvidos analfabetos (10%), fundamental incompleto (26%), completo (4,5%), ensino médio incompleto (23,5%), completo (17%), superior incompleto (9%), completo (10%).

Antes que você leia abaixo os números, antecipo alguns dados surpreendentes, caso de Arnon, colocado na pesquisa como “Arnon filho de Fernando Collor". Ele surge com uma elevada intenção de voto. Ou seja, segundo o proprietário da Falpe, Francisco Nunes, mais conhecido como Chico da Pesquisa, “há um vácuo na disputa para senador que não foi preenchido por Maurício Quintella e Marx Beltrão, mas que pode ser ocupado por Arnon. O que significa dizer que o senador Collor tem grande influência na política em Alagoas e transfere votos”. O fiho dos senador está tecnicamentre empatado com os dois primeiros colocados, Renan Calheiros e Teotonio Vilela, respectivamente, primeiro e segundo colocados.

Na análise para o governo de Alagoas, Chico considera difícil avaliar a disputa porque inexistem candidatos definidos - com exceção do próprio governador Renan Filho - o que só devera ocorrer em 2018. No entanto, o governador é favorito e vem sendo beneficiado pelas obras feitas e em execução divulgadas massivamente nos meios de comunicação.

Por fim, Arapiraca deverá eleger 3 ou 4 deputados estaduais e um federal. E como a pesquisa foi realizada em Arapiraca, a gestão do prefeito tucano, Rogério Teófilo, obteve 26% de aprovação e 53,5% de desaprovação. 20,5% não opinaram. Um desastre, aparentemente, mas nada que não possa ser alterado até junho de 2018.

Presidente

Com os nomes sendo apresentados, o ex-presidente Lula lidera com 52%; Jair Bolsonaro, 8,5%; Marina Silva, 7%; Ciro Gomes, 1,75%; Geraldo Alckmin, 1,25%; Zé Maria, João Doria e Álvaro Dias empatam, 0,25%; nenhum, 18%, não opinaram, 10,75%.

Também foi perguntado em quem o entrevistado não votaria para presidente. Marina Silva lidera, 2,75%; Bolsonaro, 2,25%; Lula, 1,5%; Ciro, 1%; Alckmin e Zé Maria, 0,75%; Doria, 0, 5%; Álvaro Dias, 0,25%; nenhum, 18%; nada contra, 42,5%; não opinaram, 29,75%.

Também foi perguntado ao entrevistado se ele aprova ou não a gestão do presidente Michel Temer. 5,5% aprovam e 80% desaprovam. 14,5% não opinaram.

Governador

Com os nomes citados, o governador Renan Filho aparece na frente com 46,5%; Rui fica com 10%; Thomaz Nonô, 3%; JHC, 2,75%; Mário Agra, 0,5%; nenhum, 23% e 14,25% não opinaram.

Se a disputa for entre Renan e Rui: o governador tem 48% e o prefeito fica com 12,5%; nenhum, 25% e 14,5% não opinaram.

Renan Filho e JHC: Renan, 51,5%; JHC, 5%; nenhum, 28,5%; não opinaram, 15%.

Renan Filho e Mário Agra: 52,5% para o primeiro e 3% para o segundo.

Renan e Nonô: o governador tem 50,5%. Nonô ficou com 5,5%. Nenhum, 28,5%; não opinaram, 15,5%.

No quesito “em quem você não votaria para governador”, Nonô lidera com 2,75%, seguido por Renan, 2%; Agra tem 1,5%; Rui, 1%; JHC, 0,75%; nenhum, 23%; nada contra, 40,5%; 28,5% não opinaram.

A administração do governador Renan filho foi aprovada por 56% dos entrevistados e desaprovada por 22%. 22% não opinaram.

Senador (1º e 2º voto):

O senador Renan Calheiros surge em primeiro com 20,25%; Teotonio Vilela, 19,75%; Arnon (filho de Fernando Collor) tem 19%; Benedito de Lira, 14%; Maurício Quintella, 7%; Marx Beltrão, 5,25%; João Caldas e pastor Ildo Rafael, 2,5%; nenhum, 29,5%; não opinaram, 22,5%.

Sobre em quem o entrevistado não votaria, o resultado é o seguinte: Arnon, 1,25%; Benedito de Lira e Renan, 1%; Vilela e Beltrão, 0,75%; João Caldas e Ildo Rafael, 0,5%; Quintella, 0,25%; nenhum, 29,5%; nada contra, 37,5%; 27% não opinaram.

Deputado federal:

Quando perguntado em quem votaria para deputado federal se a eleição fosse hoje, Tarcizo Freire lidera com 0,5%; JHC, Severino Pessoa, Heloísa Helena, Carimbão Pai, Ricardo Nezinho, Rodrigo Cunha e Ronaldo Lessa estão empatados com 0,25%. Não opinaram, 97,75%.

Quando os nomes foram apresentados a liderança ficou com Severino Pessoa, 20,5%; Lessa e Alves Correia empataram com 8%; Heloísa Helena, 6,25%; Dorge do Queijo, 6%; Carimbão Pai, 3,25%; Dudu Albuquerque, 2,25%; Arnon (filho de Fernando Collor) e JHC, 1,5%; Arthur Lira, 1,25%; Paulão do PT, 1%; Fabiana Lira, Rosinha da Adefal e Sérgio Toledo, 0,5%; Adoniran Guerra, Val Amélio, Maurício Quintella, Ziane Costa e Rodrigo (prefeito de São José da Laje), todos com 0,25%; Aderval Tenório e João Lyra, 0%. Nenhum, 22%; não opinaram, 15,75%.

Deputado estadual:

Sem apresentar os nomes, os eleitores lembraram apenas de Ricardo Nezinho, que tem 1,5% de intenção de votos; Tarcizo Freire, 1,25%; Célia Rocha e Rodrigo Cunha, 0,5%; Severino Pessoa e Antônio Albuquerque, 0,25%; não opinaram, 95,75%.  

Com os nomes sendo apresentados o resultado é o seguinte: Ricardo Nezinho, 26%; Tarcizo Freire, 13%; Célia Rocha, 10%; Rodrigo Cunha, 5,75%; Jairzinho Lira, 3%; Alves Correia; 2,75%; Breno Albuquerque, 2%; Marlan Ferreira e Isabela Lins, 0,5%; Ângela Garrote, James Ribeiro, Davi Maia, Bruno Pedro, Chico Tenório, Paulo Dantas, 0,25%. Luiz Pedro (filho de Celso Luiz), Bruno Loureiro e Cidoca, 0%. Nenhum, 20,5% e 14,5% não opinaram.

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Pesquisa: 5% dos brasileiros aprovam o desempenho de deputados e senadores

Pesquisa realizada pelo Datafolha, entre os dias 29 e 30 de novembro, ouviu 2.765 pessoas e revela que a credibilidade da classe política chegou ao fundo do poço Apenas 5% dos entrevistados aprovam o desempenho dos parlamentares, enquanto 60% consideram ruim ou péssimo o trabalho de deputados federais e senadores.

Vistos como participantes de uma organização criminosa, os dados são ainda mais fortes em alguns segmentos.74% dos mais ricos, por exemplo, reprovam; assim como 75% que têm ensino superior e 68% dos eleitores do presidenciável Jair Bolsonaro.

Por outro lado, cai a avaliação negativa do Congresso entre aqueles com “ensino fundamental, 52%; os de religião evangélica pentecostal, 51%; e os que têm o PMDB como partido de preferência (42%) ou avaliam positivamente o governo Temer (37%)”.

O que fica de concreto é que nunca o Congresso Nacional foi tão rejeitado.  Ou seja, seis entre dez brasileiros rejeitam aqueles que deveriam representa-los.

A esperança que resta é que se essa insatisfação for levada para as urnas teremos, em 2018, uma grande renovação.

No entanto, os dados também levantam uma questão preocupante: o clima de repulsa aos políticos pode abrir espaço para aqueles que defendem e gritam ideias radicais, sejam elas de cunho religioso, policiais ou que rejeitem a política como solução para os problemas da sociedade.

De alguma forma caminhamos com alguma esperança de que teremos uma maior depuração com a derrota de vários dos nossos atuais representantes na eleição de 2018.

Ao que parece, pelo menos por enquanto, só eles não perceberam que a população não mais suporta privilégios, foro especial, roubalheira, crimes de mando e agressão física contra qualquer cidadão.

Talvez tenhamos batido no fundo do poço, mas com a possibilidade de um novo rumo com as eleições de 2018, inclusive nas escolhas que faremos em Alagoas para deputado estadual, federal e senadores.

Nunca – repito – a atividade política foi vista de forma tão negativa e desrespeitosa como nos dias atuais. Como diz um conhecido meu, “mais parecem membros de uma organização criminosa”.

Leia mais sobre a pesquisa aqui e aqui.

Meu email: voney.malta@brasil247.com.br

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Bobão e Fantasma; maldade com JL e a desistência de Thereza Collor

O ex-governador Teotonio Vilela retorna ao cenário nacional onde a maioria dos seus companheiros de ofício tem frequentado, nos últimos anos, que é a editoria de política que hoje tem muito mais perfil de editoria de polícia.

Porém, no caso dele, também virou motivo de chacota. O codinome Bobão citado por executivos da Odebrecht chamou muito a atenção no suposto esquema de propina nas obras do Canal do Sertão.

Ora, como comentou um político alagoano, se tudo o que foi revelado pela PF e pelos delatores foi verdade, imagina se o Bobão fosse sabido o quanto poderia ter conseguido?

E o Fantasma, alcunha de Marcos Fireman nas planilhas da construtora, será que foi por que não aparecia constantemente para cobrar ou seria um fantasminha camarada?

Deixando as piadas de fora e agora falando sério, o fato é que delação, investigação e denúncia não significam culpabilidade. Então, muita calma nessa hora com as conclusões. Embora o que é relatado é assustador.

O Estadão, por exemplo, traz uma matéria sobre o tema impressionante, baseada na delação de Alexandre Biselli, da Odebrecht. Ele revelou aos investigadores da Lava Jato reuniões e “com o então governador Teotônio Vilela (PSDB) para acertar pagamentos que somaram R$ 2,056 milhões destinados à campanha de 2014”.

Cita locais dos encontros, quem participou, ligações oriundas da sede do governo alagoano marcando reuniões e reuniões com auxiliares do governador. Biselli era diretor de contrato das obras do canal do Sertão.

Leia aqui a reportagem do Estadão publicada recentemente sobre delação de executivos da Odebrecht

EM TEMPO:

João Lyra - Tem causado revolta em muita gente a ação de alguns ex-funcionários e ex-aliados do empresário João Lyra. Eles estão usando os meios de comunicação na tentativa de fazer com o que o ex-deputado federal volte a disputar a Câmara Federal.

Essa tentativa é considerada uma maldade sem precedentes e também uma tentativa de tirar vantagem. Só para lembrar, JL ainda é filiado ao PSD e está completamente afastado da política desde 2013. Esses ex-aliados e antigos funcionários sabem que para disputar uma eleição jogar o nome no ringue é insuficiente.

Thereza Collor – Thereza Collor está fora das eleições em Alagoas. Ela, inclusive, já transferiu o título de eleitor para São Paulo e deverá se candidatar a deputada federal. O partido ainda não está definido, mas a tendência é que seja pelo PSDB, onde tem amigos.

Thereza desistiu da disputa porque descobriu que por aqui tudo já estava armado. Percebeu, portanto, que estava impedida de fazer uma política nova, sem acordos e esquemas. Aliás, sentiu que partidos e caciques iriam impedi-la de disputar o Senado de forma independente.

Já o filho dela, o ex-vice prefeito de Atalaia, Fernando Lyra, neto de João Lyra, analisa uma possível candidatura a deputado estadual pelo PRTB.

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Vilela vê a PF em casa e Renato Rezende deixa oficialmente o PSDB

Esta quinta-feira (30) não tem sido apenas um dia de más notícias na área política, jurídica e policial para o ex-governador Teotonio Vilela – tema que trato logo em seguida. É que hoje será sacramentada a entrada do ex-tucano Renato Rezende, prefeito de Pilar, em um partido da base de apoio de Renan Filho.

Foi o próprio governador quem escolheu o PV como a nova morada do jovem prefeito. Um dos motivos da escolha da nova sigla é que o município tem vocação com a questão ambiental por ser banhado pelo complexo Lagunar Mundaú-Manguaba.

O vereador por Maceió, Sílvio Camelo, preside o partido e deve disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. O PV discute com o PRTB, Podemos, entre outras siglas, o lançamento de uma chapa de deputado estadual e federal.

A posse de Renato Rezende será na sede do partido, na Rua Guedes Gondim, Centro, às 17 horas. No governo Renan Filho o PV comanda o Lifal e foi responsável pela elaboração do programa do governo na área ambiental.

Teotonio Vilela e a PF em casa

É de conhecimento no meio político que o Canal do Sertão sempre foi uma fonte financiadora de campanhas políticas em Alagoas. Emendas parlamentares e influência de detentores de mandatos eletivos sempre carregaram recursos para as intermináveis obras que se arrastam há décadas.

Milhões pra cá ou pra lá, o envolvimento desse ou daquele, não é disso que pretendo tratar, até porque há reportagens aqui no Cada Minuto esclarecendo os fatos de agora. Mas sim sobre as implicações na eleição de 2018 e, principalmente, na vida familiar do ex-governador.

1 – Quem milita na política sabe que Teotonio Vilela tem uma vida particular reservada e a familiar ainda mais. Dizem que a mulher dele, a discretíssima Cíntia Sampaio Vilela, não gosta de política, não convive com político, não recebe nem faz sala para político.

2 - Ou seja, a residência do ex-governador nunca foi o lugar ideal para que prosperassem conversas e decisões com terceiros sobre o ofício que ele exerce.

3 – Contam que esse distanciamento da mulher também ocorre com os filhos do ex-governador. Sendo assim, deduz-se que a política não tem espaço no ambiente familiar.

4 – Mas, por ironia do destino quem bate à porta no início desta manhã não foi nenhum político apressado, e sim a Polícia Federal procurando documentos, mexendo em computadores, abrindo gavetas e circulando pelos cômodos do apartamento. Deve ter sido extremamente desagradável e traumático para quem sempre tentou manter o espaço familiar livre dos desagradáveis políticos.

5 – Essa situação de suspeito e investigado trará dificuldades para a candidatura do ex-governador ao Senado. Além de ser visto pelo eleitorado como responsável por irregularidades, vai carregar consigo essa negatividade que pode contaminar Rui Palmeira, caso este aceite disputar o governo de Alagoas.

6 – É que o prefeito é um dos poucos políticos que não é investigado e não responde a processo por falcatruas. E em um momento da vida nacional em que a atividade política é vista como coisa de bandido, isso deverá pesar muito na decisão do eleitor.

7 – Por fim, como já disse em outras postagens, as operações em âmbito nacional continuam e elas poderão ter muita influência sobre as eleições locais. Prisões, delações premiadas bombásticas, enfim, tudo isso ainda pode acontecer.

Aguardemos e vida que segue.

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.

Documento do PSDB promete combater a corrupção, mas esquece Aécio

Publicado pelo Instituto Teotonio Vilela e intitulado "Gente em primeiro lugar: o Brasil que queremos", de olho nas eleições de 2018 propõe novas diretrizes para o partido.

O documento trata de várias diretrizes, inclusive sobre corrupção: "A atividade pública não pode servir ao enriquecimento pessoal, mas somente ao bem comum. Não compactuaremos com a corrupção, a desonestidade, a falta de ética, os desmandos".

E esse foi um dos erros dos pensadores tucanos. Logo surgiu uma enxurrada de críticas lembrando que o PSDB foi incapaz de tomar qualquer medida contra o senador Aécio Neves, pego com a mão na botija pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista.

Outra crítica partiu da economista tucana Elena Landau, que reclamou que os economistas ligados ao PSDB não foram consultados pelo Instituto quanto ao documento. Ela reclamou do texto: "Quando cheguei na frase 'nem estado mínimo, nem máximo, estado musculoso', quase parei ali".

E por uma desagradável coincidência, ao mesmo tempo em que o documento foi divulgado Aécio Neves voltava ao noticiário. É que um relatório da PF diz que há indícios de que o senador mineiro - mas que reside no Rio de Janeiro - usava dois celulares com linhas telefônicas supostamente registradas em nome de laranjas para fazer ligações sigilosas.

O senador Aécio Neves é e será durante muito tempo uma assombração para o PSDB, especialmente em 2018.

 

Leia aqui o documento do PSDB: "Gente em primeiro lugar: o Brasil que queremos"

Deixe seu comentário Os comentários são de inteira responsabilidade dos autores, não representando em qualquer instância a opinião do Cada Minuto ou de seus colaboradores. Para maiores informações, leia nossa política de privacidade.
Comercial (82) 3313.6040 (82) 99812.2189 comercial@cadaminuto.com.br
Redação (82) 3313.2162 (82) 99664.2221 cadaminutoalagoas@hotmail.com