Ônibus: vereadora diz que empresários esperneiam, mas não largam fatia do bolo

Foto: Ascom/CMM/Arquivo D545ed2c 170d 4a18 8087 f7eec0cec667 Vereadora Silvânia Barbosa

A vereadora Silvânia Barbosa (PRB) afirmou, por meio de sua assessoria, que os custos da implantação de Wi-Fi nos ônibus urbanos da capital devem ser arcados pelos empresários do setor. Ela falou sobre o assunto durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 22, na Câmara Municipal de Maceió (CMM).

 

Silvânia também usou as redes sociais para comentar a polêmica envolvendo o Projeto de Lei de sua autoria, aprovado ontem na Casa, que obriga as empresas de transporte de ônibus da capital a oferecem internet gratuita para os passageiros. “A polêmica que envolve a implantação de Wi-Fi nos ônibus de Maceió me causa estranheza, uma vez que o setor foi beneficiado recentemente com a aprovação do aumento da tarifa”, lembrou.

 

Ela argumentou que, se as empresas não querem perder clientes precisam melhorar o serviço: “Não é só aumentar a passagem, tem que oferecer algo em troca para justificar o aumento. Quando essa Casa propôs ar-condicionado nos ônibus foi a mesma coisa”.

 

“Não tenho informações sobre qualquer pronunciamento do setor sobre o projeto aprovado ontem, mas normalmente os empresários esperneiam dizendo que não têm condições e sempre reclamam dizendo que o setor está em declínio, mas quando foi aberta licitação todas as empresas que atuavam em Maceió se inscreveram para participar do processo. Que crise é essa que você insiste em renovar participação de mercado?”, questionou.

 

Silvânia afirmou ainda que, se o setor de transporte estivesse mesmo em crise e a situação financeira fosse tão ruim, eles largavam “a fatia do bolo”.

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Wi-Fi nos ônibus: Quem paga a conta?

Ascom SMTT/Arquivo 4c7d6050 9ef4 42b8 9924 69a527b419b1 úmero de passageiros é o mais baixo dos últimos 20 anos

Em nota encaminhada à imprensa nesta quinta-feira, 22, o Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros (Sinturb) afirma que não teve acesso às informações e nem a fonte de custeio do Projeto de Lei aprovado ontem na Câmara Municipal de Maceió (CMM), que obriga a todos os ônibus da capital a instalarem internet Wi-Fi gratuita para os usuários.

A proposta, de autoria da vereadora Silvânia Barbosa (PRB), segue agora para sanção ou veto do Executivo, mas, a polêmica já começou.

Na nota, o Sinturb alega ainda que, no contrato de licitação assinado junto à Prefeitura de Maceió em 2015, não existe cláusula de implantação de rede Wi-Fi nos veículos.

Deixa a entender que, caso o projeto – que prevê ainda o pagamento de multas pelas empresas - prospere, ele deve ser questionado.

Na justificativa, a vereadora cita que a internet grátis nos ônibus irá proporcionar mais conforto e entretenimento para os passageiros, que muitas vezes chegam a passar horas dentro dos coletivos.

Como quase sempre nesses casos, a intenção é ótima, mas, o PL não esclarece quem vai pagar a conta...

E a gente sabe que, em geral, a corda arrebenta do lado mais fraco.

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Biu defende intervenção e Temer: “Não é responsável por essa bagunça”

Agência Senado/Arquivo 9e818105 562c 4fc0 81d3 474fa6b6d13c Senador Benedito de Lira

Ao encaminhar o voto favorável da bancada do PP ao decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, o senador Benedito de Lira defendeu que, ao contrário do que disseram alguns oradores, as condições para o cumprimento da medida serão dadas.

“Não estamos instalando uma guerra... O decreto diz, no seu artigo 3º, §2º: O interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção", ressaltou.

O senador também aproveitou o momento para defender o presidente Michel Temer (PDMB), alvo de várias críticas durante a sessão.

“Muita gente fala, fala, mas será que, das únicas coisas que não prestam neste País, o presidente Temer é o responsável? É o responsável por essa bagunça? É o responsável por essa violência? É o responsável por tudo o que tem de errado no País? Não! O Presidente Michel Temer tem apenas um ano e meses no Governo. É preciso que tenhamos a coragem e a dignidade de não apenas atacar o Presidente”.

Benedito de Lira opinou ainda que outras capitais do País também mereciam intervenções similares a que está acontecendo no Rio de Janeiro.

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Intervenção: 'Temer tem obsessão por coisas decorativas', diz Renan

Agência Senado/Arquivo 68a78742 334f 488b 8540 43ac75458343 Renan Calheiros

Os senadores alagoanos Benedito de Lira (PP) e Renan Calheiros (PMDB) votaram favoráveis ao decreto de intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro. Já o senador Fernando Collor (PTC) não estava presente na sessão.

Durante as discussões na noite de ontem, 20, no plenário do Senado, Calheiros classificou a medida de “decorativa”, pois, para ele, a intervenção deveria atingir todo o governo, não apenas a segurança pública.

“Isto (o decreto) é um simulacro: nós estamos decidindo que se pode fazer intervenção por área específica. O presidente da República pode fazer intervenção, mas não há intervenção federal sem atingir o poder político. Isso é um simulacro, isso é uma intervenção decorativa... Aliás, o presidente da República tem obsessão por coisas decorativas”, ironizou.

“O que nós estamos fazendo aqui é uma loucura, é um tiro no pé, é uma exposição desnecessária das Forças Armadas a cumprir uma missão extraordinária, gigantesca, sem os meios necessários, contra o que estabelece a própria Constituição... Estamos aprovando uma intervenção militar – não é uma intervenção federal -, numa área específica, de que a Constituição não trata, sem os meios necessários”, reforçou Calheiros, em outro ponto da sessão.

O senador chegou a apresentar uma questão de ordem apontando a inconstitucionalidade do decreto, mas ela não foi aceita pelo presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB).

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JHC propõe criação de comissão e ventila possibilidade de intervenção em AL

Reprodução/Facebook Ff963e66 e6d4 4233 a385 57e6b1e083a9 Deputado federal JHC

O deputado federal JHC (PSB), que presidiu parte da sessão desta madrugada na Câmara, onde foi aprovado o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, protocolou um requerimento para criação da Comissão Externa Temporária para acompanhar e fiscalizar in loco a intervenção federal.

Por meio de sua assessoria de Comunicação, o parlamentar destacou que a medida, excepcional, só foi utilizada porque o Estado não possuía mais condições de resolver a crise.  

“Votei a favor diante da urgência de apresentar soluções aos cariocas, mas fiz questão de propor essa comissão porque é preciso haver uma fiscalização intensa e responsável sobre o andamento dessa medida”, afirmou.

Ao falar sobre os índices de violência em Alagoas, o deputado disse que aqui também há um esgotamento dos recursos de segurança pública: “Ao cabo da intervenção, os resultados devem ser analisados para estudar a possibilidade de replicar esse modelo em outras regiões do país”,  concluiu JHC.

Independente dos resultados obtidos no Rio, justamente pelo fato de ser uma medida excepcional – como disse o próprio deputado – uma intervenção federal não deve ser tratada como rotineira, natural ou produto de importação.

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Intervenção: Lessa resume histórico do crime em Alagoas e provoca MP

Agência Câmara/Arquivo F61255c0 82bd 49c8 ae29 38f890cf1361 Deputado Ronaldo Lessa

Líder da bancada alagoana na Câmara dos Deputados, Ronaldo Lessa (PDT) – um dos cinco parlamentares do estado que votaram a favor do decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro – defendeu, em plenário, nesta madrugada, a necessidade da medida, mas frisou que, sozinha, ela não trará resultados. Ele também criticou a atuação do Ministério Púbico no combate à violência e resumiu o histórico do crime em Alagoas.


 “As armas do tráfico entram pelas fronteiras. Então, não adianta só fazer intervenção no Rio de Janeiro se estivermos com as fronteiras absolutamente liberadas... Não adianta achar que se vai resolver o problema se as fronteiras do Brasil continuarem funcionando do jeito que estão hoje”, analisou, cobrando que o governo federal cumpra seu papel.


Sobre os questionamentos levantados por conta de o Rio estar em décimo lugar em número de homicídios no país, lembrou: “Mas o Rio de Janeiro é a vitrine do Brasil... Um espelho para o País. É a única coisa que pode justificar essa medida que foi tomada. Isso é bom. O PDT, através de nota, já disse que a apóia e vai votar favoravelmente, porque, se bem não fizer, mal não faz. O povo mais pobre está sofrendo e é quem mais sofre, sobretudo, no tipo de governo que nós estamos vivendo”. 


O parlamentar fez ainda um breve histórico do crime em Alagoas, afirmando que a violência de hoje é completamente diferente daquela do passado: “Todo mundo sabe que, na década de 50, na Assembleia Legislativa de Alagoas, Humberto Mendes, que era sogro do governador, foi assassinado. Um senador do Estado matou outro neste Congresso. Mas não se resolve a violência pública da mesma forma que se resolve a violência individual que aconteceu em Alagoas, de pistoleiros, como a que sofreu meu irmão, que foi assassinado”. 


Lessa frisou também a necessidade de discutir o papel do Judiciário, a participação da sociedade e criticou a atuação do Ministério Público no combate à violência.


“Não basta colocar gente na rua com armas para dizer que se está combatendo a violência. É necessário saber quem está procurando o quê. Quantos homicídios são elucidados no Brasil? Onde está o Ministério Público para procurar os assassinos? Não, deixe para lá. É periferia. É guerra entre eles. Porque são pretos e pobres, o Ministério Público não vai atrás. Mas, se um vereador pegar uma nota de combustível diferente, no dia seguinte haverá manchete. Todo o Ministério Público estará lá”, alfinetou.
 

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Arapiraca: quarto lugar na lista de “esquecidinhos” do Uber

Imagem ilustrativa/Internet 135d629a 1f41 4a66 b6b6 f365702aba0a Veículo do UBER

Arapiraca, no Agreste alagoano, aparece em quarto lugar na lista de “esquecidinhos” divulgada pelo aplicativo Uber. Conforme a assessoria da empresa, a relação do número de itens deixados sem querer pelos usuários dentro dos veículos durante os quatro dias de carnaval é proporcional ao total de viagens feitas na plataforma no período.

Antes de Arapiraca, os primeiro, segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, com Rio Branco (AC), Marabá (PA) e Poços de Caldas (MG).

Ainda conforme a assessoria, este ano mais de sete mil itens foram esquecidos entre a sexta (9) e a terça-feira (13).

Entre os objetos mais deixados para trás estão: celulares, chaves, carteiras, óculos e documentos. Mas, teve até botijão de gás, muletas, alianças e um álbum de casamento.

A lista foi divulgada na sexta-feira, 16.

Achados e perdidos

Orientações do Uber para quando esquecer algo dentro do carro de um motorista: abra o menu do aplicativo, entre na seção Ajuda e selecione "Reportar um problema com essa viagem" e, depois, "Itens perdidos" e "Entre em contato com o motorista sobre um item perdido". Se esqueceu o celular conectado à sua conta Uber, acesse help.uber.com.

 

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Prefeitura de Rio Largo abre nova seleção para contratações

Ilustração/Internet 93d35a12 3650 4a74 a881 bfffe379193a Processo Seletivo Simplificado (PSS)

A Prefeitura de Rio Largo, por meio da Secretaria Municipal de Educação, anunciou nesta sexta-feira, 16, a abertura de mais um Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação temporária de professores e outros profissionais para atuarem em escolas e creches do município.

Conforme o documento publicado no Diário Oficial do Estado de hoje, os cargos são para  merendeira e/ou agente de alimentação escolar, auxiliar de cozinha, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de sala, agente administrativo, cuidador infantil, vigia, psicólogo, psicopedagogo, professores substitutos de Ensino Fundamental (com habilitação em Artes, Ciências, Geografia, Educação Física, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática e Ensino Religioso), professor substituto de 1º ao 5º Ano, professor substituto de Educação Infantil, professor substituto de Apoio Pedagógico e mediador de aprendizagem.

Ainda segundo o texto publicado no D.O, o edital e anexos estão disponíveis na página eletrônica: www.riolargo.al.gov.br/editais ou pelo e-mail pss.semedrl@gmail.com.

O Blog, no entanto, não encontrou o material no site (até a noite de ontem).

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Intervenção: Renan 'comemora' suspensão de reforma, mas Temer insiste na 'maldade'

Crédito: Agência Brasil 6683277c 2127 4d73 bd13 051876192cc7 Renan Calheiros

O senador Renan Calheiros (MDB) classificou como “inevitável” a intervenção federal na segurança pública no Rio de Janeiro, decretada nesta sexta-feira, 16, mas criticou a omissão do presidente Michel Temer (MDB) na área.

“A continuar a omissão na segurança pública e no apoio aos estados, todo mês teremos novas ocupações com danos à democracia”, destacou Calheiros, via redes sociais.

“Pelo menos, a maldade com as aposentadorias fica constitucionalmente suspensa”, completou o senador, em referência ao fato de que, durante a intervenção, a Constituição Federal não pode sofrer alterações.

A “alegria”, no entanto, durou pouco...

Em pronunciamento no começo desta tarde, Temer afirmou que, caso os votos “surjam”, a intervenção pode ser suspensa para que a reforma seja votada.

Saída

Ontem, em pronunciamento na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), o governador Renan Filho (MDB) também criticou a inação do governo federal na segurança pública:

“Depois de nada ter feito (Temer) sugeriu criar um ministério... Mas, criar ministério não é saída pra nada, talvez fosse se tivesse vontade... O que é saída é investimento em inteligência, mais polícia nas ruas, ocupação de área de risco, oferecimento de oportunidades para quem vive à margem”

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Câmara ou Senado? Rodrigo Cunha fala sobre Brasília...

Ascom ALE/Arquivo 92c65fc9 9724 43a3 bf15 d04f662bbe19 Rodrigo Cunha

Alçado a “virtual” pré-candidato ao Senado depois que o ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) anunciou que não irá disputar o cargo, o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) afirmou que não descarta nenhuma possibilidade, mas esse não é seu foco principal, nem há nada definido.

“O Téo demonstrou um ato de grandeza ao antecipar sua decisão. Ele não tinha necessidade de fazer isso agora, mas pensando em todo o grupo, antecipou para que a as situações sejam montadas”, analisou o parlamentar. 

Ao Blog, Cunha destacou que, no momento, o foco do partido é o anúncio da pré-candidatura do prefeito Rui Palmeira (PSDB) ao governo do Estado: “Há uma expectativa grande para esse anúncio, para depois pensar nas outras possibilidades”.

“Não acredito nessa história de que agora pode ser que Rodrigo concorra... Eu não acredito em cavalo selado, mas busco estar preparado para as oportunidades quando elas surgirem, por isso não descarto nenhuma possibilidade, mas não é meu foco principal. Meu foco principal é crescer com independência. Seja onde for, só vou se for de acordo com minhas pernas”, reforçou, ainda sobre uma possível disputa ao Senado.

Mesmo que não concorra ao cargo de senador, Cunha deixou claro que Brasília está em seus planos. Em um tom que lembrou de despedida, contou que buscou se dedicar para fazer tudo que tinha para ser feito na Assembleia Legislativa durante seu mandato.

“Acredito que consegui deixar marcas em busca da transparência e da ética e que chegou a hora de medir para saber se a população entendeu o recado e qual o tamanho que eu tenho neste estado grande de Alagoas”, finalizou.

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