Ausência de prefeito deixa servidores sem salários

Foto: Divulgação F1e555e6 dd5d 4774 af25 03b3a83ebaab Marechal Deodoro

Os salários referentes a setembro dos servidores públicos efetivos, comissionados e contratados do município de Marechal Deodoro não serão pagos amanhã, 30, último dia útil do mês, como costuma ocorrer, devido ao fato do cargo de prefeito ainda estar vago na cidade.

Em nota encaminhada à imprensa, a Procuradoria Geral do Município (PGE) informou que, embora haja saldo suficiente nos cofres públicos para efetuar os pagamentos, legalmente a movimentação bancária só pode ser feita com a autorização do chefe do Executivo.

O cargo está vago desde que o prefeito Cristiano Matheus foi afastado, por decisão judicial, e a vice-prefeita, Iolanda Alcântara, não assumiu a cadeira, por motivos de saúde.

Enquanto o imbróglio não se resolve, a corda sempre arrebenta do lado mais fraco.

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Fora do debate, Gustavo Pessoa participa pelas redes sociais

Foto: Reprodução De10f32b 50f1 4fd6 889d 0da5f49e3de5 Gustavo Pessoa

Excluído dos debates realizados pela TV Pajuçara e TV Ponta Verde, o candidato a prefeito de Maceió, Gustavo Pessoa (PSOL), conversou com internautas e comentou as discussões ao vivo, em vídeos postados em sua página no Facebook, sempre com a #querogustavonodebate.

A expectativa agora é em relação ao debate que a TV Gazeta apresenta nesta quinta-feira, 29, após a novela Velho Chico. Se nada mudar, mais uma vez a discussão será resumida aos candidatos Rui Palmeira (PSDB), Cícero Almeida (PMDB), JHC (PSB) e Paulão (PT).

As emissoras optaram por utilizar o critério da representatividade dos partidos na Câmara dos Deputados.

Vale lembrar que o primeiro debate, realizado no dia 19 deste mês, pela TV Mar, contou com a participação dos sete postulantes ao cargo.

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Câmara: projeto prevê uma cadeira a menos para AL

Foto: Agência Câmara/Arquivo 048ee2a0 e511 4060 829d 351e82af2492 Plenário da Câmara dos Deputados

Alagoas pode perder uma das nove cadeiras na Câmara dos Deputados na próxima legislatura, caso seja aprovado o projeto 315/2016, de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, a proposta altera a representação dos estados com base nos mais recentes dados populacionais do IBGE, divulgados no ano passado.

Segundo reportagem da Agência Senado, se o atual número de deputados for mantido em 513, a bancada de Alagoas encolherá de nove para oito representantes.

Mas, enquanto algumas bancadas encolheriam, outras aumentariam de acordo com os cálculos do projeto. Coincidentemente, seria do Pará o recorde de ampliação: de 17 para 21 deputados.

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Paulão defende legado do PT e aliança das esquerdas no País

Foto: Vanessa Alencar/CM 264d7e1a 17eb 431d a7fc d007a4c34ad6 Sabatina com Paulão

“O primeiro e único partido que fui filiado é o Partido dos Trabalhadores. Não sairei do PT”. Com essas palavras, o deputado federal Paulão, candidato a prefeito de Maceió, iniciou sua resposta a pergunta do Blog sobre a possibilidade de deixar a sigla, considerada um das responsáveis pela sua liderança no índice de rejeição dos eleitores.

O questionamento faz parte da sabatina que será exibida nesta terça-feira, 27, a partir das 18h, no portal e nas redes sociais do CadaMinuto.

Paulão contou um pouco do início da sua trajetória política, quando entrou na Ceal – hoje Eletrobras Alagoas – e ingressou no movimento sindical para, em seguida, se filiar ao PT. “Entendo que temos momentos de altos e baixos... Claro que quero ser eleito prefeito de Maceió, mas, ao mesmo tempo, entendo a importância do PT para a democracia e, principalmente, para o social. A minha candidatura também tem o papel de fazer a defesa do governo Lula, do governo Dilma, e do legado do PT”, afirmou.

Na avaliação do candidato, o processo pelo qual o partido passa será superado em médio prazo, com a ajuda do retorno da juventude aos quadros. “Quero passar o legado, plantar a semente da cidadania para fazer o processo geracional, estimular para novas lideranças, até do ponto de vista do conceito de comunicação da narrativa... Sou de uma geração analógica, prolixa, detalhada... Essa turma nova é digital, mais rápida. Mas, não sairei. Vou continuar no projeto, que entendo como valoroso”.

Paulão defendeu também a necessidade de o PT fazer uma avaliação, discutir a renovação da direção e retomar laços com outros partidos de esquerda, principalmente nesta conjuntura, “com um governo sem legitimidade, golpista”: “Esse processo que a gente atravessa vai agravar muito. Os projetos de soberania nacional serão desmontados. O pacote de maldades ainda não veio, vai chegar”.

Para exemplificar os prognósticos, o candidato citou que o prefeito Rui Palmeira cobra o aumento de recursos para saúde e educação, mas, ao mesmo tempo, o PSDB, partido do gestor, tem a intenção de votar a emenda 251 após o pleito. De acordo com Paulão, ao propor a desvinculação dos recursos, alterando os mínimos constitucionais para a saúde e educação, a emenda fará com que ambas piorem no País.

Segundo ele, um dos caminhos para combater pontos considerados retrocessos e fortalecer o ideário programático da esquerda é discutir a Frente Brasil Popular e avaliar a política de alianças do partido.

“Defendo a tese que o PT tem que sentar com o PCdoB, com o PSOL, a Rede, o PDT... Discutir de novo a volta do PSB... Ter um ideário, uma questão programática”, disse, acrescentando que, se o ex-presidente Lula for o candidato é um nome que tem um peso fundamental, mas, se não for, há outras discussões, a exemplo de Ciro Gomes.

Sobre a aliança rompida como PMDB, Paulão disse que ela pode até voltar, mas acha que foi um ciclo que se encerrou. “Acho que PSDB, PMDB, Democratas, PPS, estão caminhando para um bloco e nós para outro. Acho que o segredo nosso é repactuar esse bloco e ter no Brasil o debate das ideias, que deixamos de lado”.

O candidato aproveitou para reforçar a diferença entre discordar de ideais e ser intolerante e citou o episódio ocorrido nesta semana com o senador Lindbergh Faria (PT-RJ), agredido ao deixar um restaurante na Barra da Tijuca. “Essa intolerância não pode existir, como também ninguém do PT pode agredir o outro fisicamente porque discorda dele”, finalizou.

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Suicídio é discutido em mesa redonda aberta ao público

Foto: Cortesia ao Blog 73f32588 b50a 4466 b7ac 720cc15096bf Palestra realizada no TCE

Nesta terça-feira, 27, às 14h, o Conselho Regional de Enfermagem realiza uma mesa redonda para debater questões ligadas ao suicídio. Participam das discussões, o psiquiatra Diogo Ciríaco Lira, a doutora em Saúde Mental e enfermeira, Verônica Alves e o mestre em Psicologia, Cícero José Barbosa.

Segundo divulgado pela assessoria de Comunicação do Coren, a ideia é conversar com os profissionais de saúde e demais interessados sobre as condutas e avaliações de cada profissional.

A atividade, que faz parte das ações do Setembro Amarelo – mês de prevenção ao suicídio - é aberta ao público em geral e não é necessário fazer inscrição.

Pouco debatido, o assunto tem despertado o interesse dos alagoanos. O auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE) lotado no dia 21 deste mês, quando foi realizada a palestra “Suicídio: uma decisão permanente para um problema temporário”, comprova isso.

O evento desta terça acontece no Conselho Regional de Farmacia (CRF), situado na Rua. Des. João Oliveira e Silva, 290, bairro Farol.

 

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Neófito na política, candidato a vice fala sobre experiência de ser “vidraça”

Foto: Reprodução 15e7b0c0 d452 40c6 8599 58bf8cc6841d Henrique Arruda

Na reta final da campanha, o médico Henrique Arruda, candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por JHC (PSB), falou ao Blog sobre a experiência de disputar pela primeira vez um cargo eletivo, já em uma majoritária, e de ser “vidraça”, poucos meses depois de ter encabeçado os movimentos “Fora Dilma” em Alagoas.

“Sei o que é ser pedra. Vidraça estou experimentando agora... Pedras foram e serão atiradas, mas tenho intenção de permanecer intacto”, afirmou, destacando que sua candidatura surgiu da sociedade civil e “sem os vícios da política”.

Profissional liberal, ele conta que, desde o início da campanha, tem se desdobrado para conciliar o atendimento no consultório em Maceió e as viagens a trabalho duas vezes por semana, para Arapiraca e Pernambuco, com os compromissos políticos.

“É tudo embrionário, novidade... A candidatura, o partido... Vim dos movimentos sociais contra a corrupção, não tinha vontade ou interesse em me candidatar, mas, agora que estou aqui, quero colaborar com o fim da forma antiga de fazer política. Também estou adorando o contato com as pessoas nas ruas e me surpreendendo com a realidade da Maceió que muita gente não conhece”, afirmou.

Sobre o PSL/Livres, Arruda diz que, independente do resultado do pleito, pretende dar fôlego ao partido em Alagoas, defendendo bandeiras como maior liberdade econômica e redução do Estado.

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Heloísa participa de campanhas no Norte e no Sul do País

Foto: Ascom/PSOL 6f7d23fb 64c1 4f8d 85fc 2f3753d72972 Heloísa Helena e Luciana Genro

Presença constante nos eventos políticos dos candidatos apoiados por ela em Maceió, a vereadora Heloísa Helena (Rede) andou, nessa semana, dando uma forcinha também para candidatos majoritários de outras capitais.

Em Rio Branco, no Acre, participou de uma caminhada pelas ruas do Centro com Carlos Gomes, candidato a prefeito, Gabriel Santos (candidato a vice na chapa), ambos da Rede, e militantes do partido.

Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a ex-senadora participou de atos da campanha de Luciana Genro, candidata a prefeita pelo PSOL, partido fundado por Heloísa. Além de caminhadas no Centro, a vereadora também almoçou com Luciana e alguns candidatos.

Aqui ou alhures, as apostas continuam altas acerca do poder de transferência de votos da ex-senadora, que decidiu não concorrer no pleito deste ano.

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Pessoa reforça que polarização é falsa e diz que candidatos querem antecipar disputa para governo

Crédito: Vanessa Alencar 0fc1b5ce 2bfb 4445 b440 a9c4909b1073 Gustavo Pessoa (PSOL) participou de sabatina realizada pelo CadaMinuto

O candidato a prefeito Gustavo Pessoa (PSOL) voltou a afirmar que é falsa a polarização apresentada ao eleitor na disputa para a prefeitura de Maceió. Para ele, as últimas pesquisas de intenção de votos mostram uma reconfiguração do cenário. “O processo eleitoral agora é mais curto do que há alguns anos, em outras eleições... Algumas coisas podem se alterar. Temos mais 15 dias de campanha e os grandes marqueteiros políticos costumam afirmar que agora a onça bebe água, agora as coisas se decidem”, destacou.

A pergunta a respeito da falsa polarização – para a qual o candidato chamou a atenção há alguns meses, em entrevista ao próprio CadaMinuto -, foi feita pelo Blog dentro da sabatina que será exibida na íntegra nesta quinta-feira, 22, a partir das 18h.

“Continuo mantendo aquela opinião. Acho que foi construída na nossa cabeça essa ideia de que havia uma polarização, por se tratar de candidatos que estão ligados a aparatos muito poderosos. Um ao aparato da prefeitura e outro ao aparato do Governo do Estado... Aliás, estão trocando bala, no sentido imaginário, diariamente no guia eleitoral”, afirmou, se referindo a Rui Palmeira (PSDB) e Cícero Almeida (PMDB).

Pessoa destacou que a estrutura da campanha favorece muito a quem domina as máquinas, devido ao modelo de financiamento, o tempo, e lembrou que os dois primeiros colocados nas pesquisas estão “querendo antecipar uma disputa para o Governo do Estado, já neste momento”.

“Como cidadão que se propõe a disputar o pleito, posso acreditar que o eleitor não vai se mover, necessariamente, pelo script que está montado aqui em cima. O eleitor vai ler o processo de uma maneira diferente... Acho que as pesquisas não conseguem captar exatamente o que está acontecendo na parte de baixo da tabela, porque eventualmente você tem candidatos que são desconhecidos do eleitorado, como é o meu caso, mas que tem um eleitor muito mais concentrado em uma faixa etária e em uma área da cidade”, analisou o candidato.

Ele disse acreditar que, na última semana, essas pesquisas irão captar o crescimento de sua candidatura, já constatado no dia-a-dia.

“Agora, na parte de cima da tabela, acho que está havendo uma mudança de configuração e isso reforça a entrevista que dei há alguns meses, onde questionava essa polarização. Não está dado isso nesse momento. Embora o tempo de TV, os recursos econômicos, de certa maneira conspiram para que essa polarização seja real. Mas, o eleitor está se movendo... Está muito indignado com o tamanho que o processo ganhou, o caráter, a forma, as acusações de lado a lado, a ausência de propostas, a falseabilidade do que é novo, quando você representa o que é de mais atrasado, o não querer se responsabilizar pelas mazelas da cidade, mesmo já tendo governado a cidade ou estando ligado a grupos que já governaram”, finalizou.

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Rui diz que mudança na taxa de iluminação pública foi “justiça tributária”

Crédito: Vanessa Alencar/CM 2c91c3ca 7015 44de b925 e7c3bf573ea6 Rui Palmeira (PSDB) participou de sabatina realizada pelo CadaMinuto

O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), candidato a reeleição, respondeu às críticas de opositores acerca do aumento da taxa de Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip) afirmando que foi feita justiça tributária: “Cobrar mais de quem pode pagar mais, cobrar menos de quem pode pagar menos e isentar 60 mil famílias de baixa renda em toda a Maceió”, explicou.

A pergunta sobre o reajuste na taxa cobrada aos contribuintes foi feita pelo Blog dentro da sabatina realizada pelo CadaMinuto, que vai ao ar na íntegra nesta quarta-feira, 21, a partir das 18h.

Palmeira contou que, quando assumiu a prefeitura, todo consumidor de energia pagava R$ 7,38 de taxa. “O pobre e o rico pagavam a mesma coisa. Até me admira alguns candidatos dizerem que gostam de pobre, que vêm de baixo e o pobre e o rico pagavam a mesma coisa”, alfinetou o prefeito, explicando como se deu a mudança na cobrança.

“Primeiro enviamos um projeto para a Câmara Municipal, que foi aprovado por unanimidade, isentamos as famílias de baixo consumo, só aí foram 60 mil famílias... A partir daí, escalonamos. Ou seja: você paga pelo que consome. Entendo que isso é também justiça tributária. Não pode um cidadão que mora em um casebre na Vila Brejal pagar a mesma coisa do cidadão que mora no Aldebaran. Era isso que acontecia”, frisou.

Em seguida, o prefeito disse que, com os recursos da Cosip, o Município está conseguindo fazer um grande trabalho na área de iluminação pública: “Hoje Maceió tem iluminação a LED, que é mais econômica, na Ponta Verde, Cruz das Almas, Praça da Faculdade, Cidade Sorriso II... Estamos ampliando a iluminação a LED e levando iluminação de qualidade para população... A mesma que tem nas ruas da Ponta Verde tem no Cidade Sorriso I”.

Palmeira lembrou que o conjunto Cidade Sorriso II, de maneira pioneira, é a primeira comunidade do Nordeste com 100% de iluminação a LED. “Você vê a diferença na qualidade de vida das pessoas, que hoje, com iluminação, voltaram para a rua. Lá tem uma praça com alguns brinquedos lotada de crianças”, comemorou.

Segundo o prefeito, ao assumir o comando do Município, o Disque luz funcionava muito mal, não existia atendimento pela internet e havia muitos postes apagados na cidade. “Conseguimos dar mais eficiência também ao serviço de atendimento ao cidadão, na qualidade da iluminação”, concluiu.

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Alagoano está entre os dez com maiores despesas ressarcidas pela Câmara

Foto: Agência Câmara/Arquivo 695bba6f 0bec 46a4 a504 dccd759462a7 Marx Beltrão

De acordo com um levantamento divulgado pelo portal Congresso em Foco, o deputado federal Marx Beltrão (PMDB) está entre os dez parlamentares da Câmara com maiores despesas ressarcidas pela Casa no primeiro semestre deste ano.

Beltrão ocupa a nona posição, com um ressarcimento de R$ 255,05 mil. Ainda segundo o portal, a principal despesa apontada é “divulgação de atividade parlamentar”, responsável por 34,2% deste total.

Não há alagoanos na lista dos dez senadores que mais receberam ressarcimento.

No total, a Câmara e o Senado gastaram, em seis meses, quase R$ 100 milhões com a verba indenizatória para custeio de despesas atribuídas ao exercício do mandato, a exemplo da própria divulgação, gastos com passagens, combustível e material de escritório.

Como bem lembrado pelo Congresso em Foco, além desse gordo reembolso mensal, os parlamentares recebem salário de R$ 33,7 mil, auxílio-moradia ou imóvel funcional e verba para contratar assessores.

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