Você ainda não conhece o Mirante das Águas, em União dos Palmares? Então, está na hora de conhecer.

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O Mirante das Águas  fica localizado no Povoado Taquari, uns 700 metros do Centro de União dos Palmares, às margens do Rio Mundaú.

União dos Palmares é cidade pólo da zona da mata alagoana. Conhecida como a Terra da Liberdade. Em seu território surgiu o primeiro grande grito de esperança de negr@s escravizad@s, vindo do alto da Serra da Barriga.

O  Balneário  é comandado pelo Adeilto Lima Lima e seu irmão.Adriano Lima.

Toma aí o zap-zap do Adeilto pra falar  direto com ele ( 82 99931-3397)

O Mirante das Águas é uma mistura de bons agrados que fazem um bem danado pra alma e a vida da gente. É meio um espaço rústico  cercado de beleza natural por todos os lados. Tem mais verde do que alcança nossa vista.

É um balneário substancialmente aconchegante. Um  daqueles lugares próprios para relaxar e esquecer esses tempos difíceis.

Lá  tem  música ao vivo pra  todos os gostos, do brega, forró, MPB. 

 Tem até aquela música da Dona Maria.

Tem gastronomia de qualidade. Comida boa para encher os olhos, e claro, o estômago.

E o melhor é que os preços não têm nada de salgados. Dá pra passar um dia todinho no Mirante sem desfalcar o orçamento ( afinal, vivemos tempos apertados)

No Mirante tem uma piscinona cheia de azul pra você molhar a pele com a essência da liberdade. Sentimento tão intrínseco das terras de Palmares.

Tem drinks  que transbordam novidades. Todos so dias.

Tem redes pra deitar após a refeição.

Tem acolhimento na chegada e na saída.

Tem tanta coisa que só indo lá conhecer e se apaixonar.

Você não vai perder essa oportunidade de conhecer o Mirante das Águas.

Vai?!

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O Prefeito rouba da gente- afirmou o menino, morador de Abrigo.

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A I Conferência Livre dos Direitos das Crianças e Adolescentes da Cidade de Maceió que aconteceu, dia 11 de abril,  em parceria com a UFAL, AABB Comunidade e CMDCA  reuniu crianças e adolescentes de diversas instituições, dentre elas, meninos e meninas de Instituições de acolhimento da capital  Maceió.

Meninos e meninas à espera de serem adotados.

A proposta da Conferência Livre foi repensar/reinventar, a cidade, a partir da discussão sobre políticas públicas de direitos e deveres, do olhar e da vivência do público participante.

 A Conferência foi um  terreno fértil de encontros, afetos e  produção de saberes.

E teve também o clima de uma eleição de brincadeira, levada a sério.

A Conferência Livre discutiu a consciência política e possibilitou que meninos e meninas se tornassem “candidat@s” ao  cargo de prefeito "de mentirinha". E foi nessa construção de diálogos, que o meninozinho, aos 9 anos,  expressou sua visão de mundo  sobre o que o  prefeito faz em uma cidade.

A partir da fala-inocência do menino, mas que reflete a robustez desse  pensar coletivo, precisamos urgentemente, revisitar o sentido real do verbete política,como partilha, vida em coletividade.

"O povo do Brasil  é quem menos confia em sua classe de políticos, entre 137 países avaliados pelo mundo. A constatação faz parte do ranking de competitividade, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial." 

O mais triste dessa história é que o meninozinho, aos 9 anos, já foi contaminado  por essa visão nefasta da política.

Não temos crença em quem nos representa e somos uma  “sociedade do cansaço”, entretanto,apesar da indignação, continuamos inertes, ou  retroalimentando a omissão, diante da leitura que o meninozinho tem dos políticos: Rouba da gente!

E só!

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É preciso instrumentalizar o diálogo, como essência da boa política educacional na gestão da SEE, Excelência Renan Filho.

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Fazer educação tem um sentido plural. É a troca entre as muitas e diversas visões do mundo formal e dos saberes  das vivências populares. A oralidade versus o registro da escrita.

Fazer educação é espalhar perspectivas e possibilidades nas realidades complexas  que habitam o universo escolar.

É o aprendizado de ter o olhar curioso para fazer leituras do mundo e com isso se reinventar, numa transformação positiva.

A transformação positiva de cada menina ou menino  potencializa e fortalece as bases dos avanços institucionais.

E a construção de uma política educacional exige ,sobretudo a promoção efetiva do diálogo,da receptividade de quem gesta a SEE, às demandas da sociedade.

Educação não é, nem pode ser uma via de mão única, ou políticas gestadas em gabinetes emparedados pelo autoritarismo acadêmico.

Fazer educação, Excelência é repensar novas posturas entre as ações políticas da SEE, as práticas educativas, e os saberes populares, para que sujeitos sociais tenham espaços de voz no bom e velho  diálogo, ao respeito e à democracia.

É preciso instrumentalizar o diálogo, como essência da boa política educaional da SEE, Excelência Renan Filho.

Faz tempo.

 

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Dia 5 de Maio, a UNIT tem uma proposta para você pessoa transgênera, travesti, transexual. Quer saber qual?

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Dia 5 de Maio de 2018 vai rolar um mutirão de retificação de nome, lá na UNIT/AL. Como faz para participar?

No dia 20/04 vai acontecer a triagem para quem deseja fazer a mudança de nome e no dia 05/05 essas pessoas vão buscar o processo finalizado.

Mas quais documentos eu preciso levar?

Carteira de Identidade e CPF (obrigatório)

Cópia de comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone) (obrigatório)

Certidão de Nascimento ou Casamento (obrigatório)

Cópia da Certidão de Nascimento ou Casamento dos pais do requerente (obrigatório)

Cópia da Certidão de Nascimento dos filhos (se houver);

Título de eleitor, com a mudança de nome (se houver);

Documentos em que é reconhecido(a) socialmente pelo nome social (ex: matrícula de instituição de ensino, documentos profissionais, prints de perfil nas redes sociais...) (se possuir)

Relatório/Parecer/Laudo psicológico ou psiquiátrico (se possuir)

Certidões negativas (Polícia Civil, Polícia Federal, Justiça Estadual Cível, Justiça Estadual Criminal, Justiça Federal Cível e Criminal, Justiça Eleitoral, Justiça Militar da União, Justiça Militar Estadual e SPC/Serasa) (obrigatório)

Fotos (rosto, corpo inteiro, com amigos/família/trabalho)

Exames referentes à transição de gênero (receitas de hormônio, resultados de exames, declaração de atendimento do Ambulatório de Saúde para pessoas Transexuais e Travestis) (se possuir)

Relatório individual expondo que Declara o gênero (obrigatório)

Para mais informações ou dúvidas?

Núcleo de Práticas Jurídicas da UNIT

Telefone: (82) 3311-3138

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Enviei essa foto hoje para o Lula e o relato de uma mulher negra pobre que foi cotista numa faculdade de Direito.

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A preta Luana Vieira mora em Brasília

 

Meu avô chorou quando o Lula ganhou as eleições. Afirmou aos 88 anos que haveria mudanças. Acreditava. Tinha esperança e fé. Pela primeira vez teve orgulho em dizer o nome do Presidente da República. No dia da posse, meu avô me falou que o Lula tinha estudado no SENAI. Tinha maior orgulho por eu ter estudado no SENAI ( técnico em eletromecânica), ele imaginava que era o máximo que eu poderia ter alcançado. Meu avô morreu e não viu as mudanças que ocorreram nos oitos anos de governo Lula.

Saímos da extrema pobreza. Vimos muitos dos nossos também saírem da extrema pobreza. Meu avô era analfabeto é minha avó analfabeta funcional. Meu avô não me viu formar em Direito, cotista. Minha avó não entendeu o que está acontecendo devido ao Alzheimer. Quando me disseram que eu iria conhecer o Lula, logo pensei nos meus avós. Que já tinham falecido. Queria dizer para o Lula, o que significou o seu governo para os pobres. Não consegui. Muita emoção. Representava ali uma geração de negr@s que acessaram a universidade. Que estão na graduação, no mestrado, doutorado e pós-doutorado. Meu avô era um homem muito inteligente e iria me dizer " o que temos que fazer é resistir ,minha neta. Somos pobres. É isso que a vida pede hoje e sempre". Enviei essa foto hoje para o Lula e o relato de uma mulher negra pobre que foi cotista numa faculdade de Direito. Nós sabemos o que foi o impeachment da Dilma e a prisão de Lula. O que eles não sabem é a nossa força. Que vem de longe ! 
Nunca deixamos de ser Lula . Seremos sempre Lula.

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Elas atravessaram o longo corredor do Presídio Santa Luzia, em silêncio, mas, em seus olhos havia asas.

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E na manhã da quarta-feira, 04/04, elas atravessaram o longo corredor do presídio, em silêncio, mas, em seus olhos havia asas. Chegaram curiosas, expectantes. Eram 30 mulheres. 29 mães.

Todas encarceradas no Presídio  Feminino Santa Luzia, em Maceió,AL.

O Instituto Raízes de Áfricas, em parceria com a SERIS propôs uma Roda de Conversa, digamos maternal.

O objetivo da Roda de Conversa Mães Encarceradas: Entre as Grades da Prisão e a Liberdade d@s Filh@s, foi propor um diálogo que extrapole o processo de individualizações, desarmando intransigências.

Falar sobre e com as mães encarceradas que embalam saudades dos filhos, moradores dos perigos que rondam o mundo, lá fora. Vivem sem grades, mas, nem sempre livres.

Convidada a ministrar as oficinas dentro da Roda de Conversa, a educadora e assistente social Veraleide Nazaré, contando com a ajuda da especialista em criança e adolescente Nelma Nunes, mexeu, no vespeiro dos silêncios sem sons. Das rupturas nas relações familiares. Das ausências.

As dinâmicas trabalhadas por Vera deu voz às mulheres que, muitas vezes, tem seus direitos silenciados, ignorados.

A enorme carga de afeto e doação que Veraleide tempera esses momentos promove um olhar mais humano sobre pessoas. E é ela quem diz “Eu aprendi uma coisa na vida: a servir. Servir é muito melhor do que ser servida.” Precisamos aprender a cuidar uma das outras-" falava Veraleide a 60 pares de olhares atentos, outros lacrimejantes.

"Existem prisões na mente, como os  sentimentos. Eles às vezes nos prendem, entretanto ninguém tem o poder de roubar nossos sonhos."

As palavras  ecoaram e Maria Jose se levanta para dizer: “Perdi meu primeiro filho quando só fazia um mês que minha mãe tinha falecido. 10 meses depois perdi a outra filha.”

E Maria chamou o público à reflexão: "Façam uma análise se compensa a gente está aqui. Ganhamos o quê?"

O desabafo se faz essência: ‘Minha mãe tinha câncer e guardou, por 18 anos, essa doença para ela. Ela só esperou  eu sair da cadeia para cuidar dos seus últimos momentos..."

"Eu estou aqui por conta da violência doméstica"- fala mais uma voz querendo ser ouvida. "Violência física a gente cuida. Emocional deixa a alma da gente toda quebrada.Obrigada dona  Vera pela oportunidade de falar de nossas vidas" - concluiu.

E Yara sintetiza: "Eu vejo que minhas escolhas me prejudicaram. Eu sei o sofrimento que é ser mãe e ter filhos distantes."

A Roda de Conversa idealizada pelo Instituto Raízes de Áfricas é um dos  pequenos  ensaios de possibilidades. Um mecanismo ,ainda tosco, buscando criar portas de saídas,  a partir da terapia da palavra: falar e o escutar, respeitando  os tempos e histórias  de cada pessoa.

A equipe do Instituto Raízes de Áfricas e convidad@s, ao dialogar com a diversidade de linguagens dos muitos e outros mundos, percebe o desafio de semear relações de continuidade.

Na cadeia vida se transforma em resumos: “A cadeia me ensinou a ser uma mãe, filha, esposa, uma pessoa melhor. A cadeia não é o fim. É o começo de novos desafios.”

Obrigada  por  você  e o  seu Instituto não nos esquecer

Manda um beijo para toda sua equipe. E volte, viu?

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Entre as Grades da Prisão e a Liberdade d@s Filh@s é tema de Roda de Conversa que acontece no Presídio Feminino Santa Luzia.

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A educadora e assistente social, Veraleide Nazaré e a especialista em criança e adolescente, Nelma Nunes participam, como facilitadoras, nesta quarta-feira, 04 de abril da Roda de Conversa: Mães Encarceradas: Entre as Grades da Prisão e a Liberdade d@s Filh@s, no   Presídio Feminino Santa Luzia- Complexo Penitenciário de Maceió.

Segundo a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros: “A proposta da oficina é estabelecer uma conversa em roda, na qual as mães possam, a partir de um diálogo de afetos, falar sobre  essa construção da maternidade nos espaços da prisão, os  efeitos negativos do encarceramento nessa maternidade e suas perspectivas de futuro para seus filhos e filhas adolescentes,acima  de *12 anos,  que, mesmo fora das grades  estão de certa forma aprisionados  com a ausência do vínculo familiar.”

Idealizado pelo Instituto Raízes de Áfricas, a Roda de Conversa conta com o apoio institucional da Secretaria de Estado Ressocialização e Inserção Social.

*Dia 20 de fevereiro a 2ª Turma do STF (Superior Tribunal Federal) concedeu um habeas corpus coletivo para converter a prisão preventiva de todas as presas grávidas e mães de crianças de até 12 anos em prisão domiciliar. 

 

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Rio de Janeiro prepara um Grande Amanhecer por Marielle e Anderson.

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O Blog recebeu a nota abaixo de uma militante do movimento negro do Rio de Janeiro.

 

 

Nesta quarta-feira, dia 4, haverá uma reunião de organização do dia nacional de luta por Marielle e Anderson.

Segundo a fonte da notícia : “A proposta é estruturar um grande Amanhecer por Marielle e Anderson em todo o país, na madrugada do dia 13 para o dia 14 de abril. No Rio de Janeiro, a proposta também abarca a construção de uma grande marcha no início da noite do dia 14, saindo dos Arcos da Lapa até o Largo do Estácio.

A reunião será nesta quarta, às 18h, na sede do Psol - Rua Joaquim Silva, 56, 10o andar.

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Winnie Mandela falece aos 81 anos.

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Winnie Madikizela-Mandela, ativista anti-apartheid e ex-mulher do primeiro presidente negro sul-africano, Nelson Mandela, morreu nesta segunda-feira (2) aos 81 anos, segundo sua assistente pessoal Zodwa Zwane. 

Uma nota da família informou que Madikizela-Mandela morreu em paz após "uma longa doença pela qual ela esteve dentro e fora de hospitais desde o início do ano".

"Ela sucumbiu pacificamente nas primeiras horas da tarde desta segunda, cercada por sua família e por entes queridos." 

Madikizela-Mandela foi casada com Nelson Mandela durante os 27 anos em que ele ficou preso na Robben Island. 

Nesse período, Madikizela-Mandela lutou incansavelmente pela sua libertação e pelos direitos de sul-africanos negros, sofrendo anos de detenções, proibições e prisão pelas autoridades brancas. 

 

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/ativista-winnie-mandela-morre-aos-81-anos-09wxxg66u7thivwivsr4a5key

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Hoje faz 35 anos da partida da cantora Clara Nunes. Salve Clara, a tal mineira!

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Tinha por Clara Nunes um amor incondicional de fã. Quando a conheci pessoalmente, em um show no extinto Clube Portuguesa, centro de Maceió,AL, tinha eu 15 anos.

E enquanto todo mundo se remexia ao som da música fiquei lá parada, feito estátua, olhando-a nos olhos, capturando cada imagem que pudesse guardar, saboreando a música vinda direto para o coração, embevecida por ter Clara ali tão perto.
E mesmo o salão abarrotado de gente,Clara sentiu minha emoção, saiu do palco e ofereceu-me uma rosa vermelha. Guardei essa rosa por tempos inteiros, hoje não sei mais onde anda.
Quando morreu Clara Nunes, meu coração se partiu em mil pedaços.
Hoje faz trinta e cinco anos que ela se foi e que saudades que tant@s de nós trazemos.
E que saudade de Clara cantando:" o mar serenou quando ela pisou na areia... "

E  o carioca Vagner Fernandes escritor, jornalista, pesquisador afirma que: "Clara Nunes foi personagem de fundamental importância para a compreensão do processo evolutivo da música brasileira, por cuja obra e trajetória tenho verdadeira paixão. Não foi sambista apenas, como erroneamente alguns assinalam, muito mais por desinformação do que por uma suposta intenção de caráter reducionista, uma tentativa de destacá-la como intérprete de um só gênero. Clara foi, de fato, uma das maiores artistas de todos os tempos da MPB. Cantou Chico, Tom, Luiz Gonzaga, Caetano, Dorival, Antonio Maria, Dolores, mas ganhou o mercado e conquistou o público com seus registros magistrais de obras de Candeia, Toninho Nascimento e Romildo, João Bosco, Dori, Paulinho da Viola e Paulo César Pinheiro, com quem foi casada de 1974 até a morte, em 1983. Gravou 16 discos em 17 anos de vida profissional intensa (de 1966 a 1983)."

Salve Clara, a tal mineira!

 

 

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