Instituto Raízes de Áfricas representa Alagoas em mesa temática na 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres.

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Com o tema “O papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus reflexos na vida e na saúde das mulheres”, o primeiro eixo temático  de discussão  da Conferência Nacional de Saúde das Mulheres reuniu, na manhã do dia 19/08 cerca de 60  pessoas, entre usuari@s, trabalhador@s e gestor@s do SUS.

Falar do papel do Estado no desenvolvimento socioeconômico e ambiental e seus impactos na vida e na saúde das mulheres na atualidade como  um exercício de análise das complexas relações de disputa de poder entre as forças econômicas, sociais e políticas do âmbito do Estado, do Mercado e da Sociedade Civil foi a proposta do Eixo temático I , como também analisar as propostas coletadas nas conferências realizadas pelo país e após aprová-las ou suprimi-las parcial ou total.  

Escolhida pela plenária, a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, Arísia Barros representou Alagoas, no segmento usuário (movimento negro)  à mesa de discussão  do Eixo I, na 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres, que aconteceu de 17 a 20 de agosto, em Brasília.

Participaram também da mesa uma representante do segmento gestor@ e trabalhador@.

A delegação do estado de  Alagoas para a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres contou com a participação de 36 representações, dentre eles os movimentos sociais:mulheres privadas de liberdade, indigenas, deficientes,LGBT, mulheres de rua, práticas terapêuticas. Os movimentos sociais tiveram 8 vagas de representação.

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A cada 40 segundos, uma pessoa se suicida no mundo, de acordo com a OMS.

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A moça pulou da ponte e se matou.

Jogou-se no vazio em busca da paz que se abrigava em espaços invernosos.

A moça se matou  e deixou para trás uma filha.

Uma filha que não terá a mãe.

Conta-se que a moça sofria de depressão e não resistindo à tristeza resolveu por fim a agonia..

Eu fico pensando na moça que se matou e em tantas outras pessoas que vão embora sem dizer adeus, ou mesmo olhar para trás.

Se tornam números, estatísticas  ou histórias de assombração.

A moça se matou, aos 33 anos.

Mais uma morte invisível.

O Estado precisa  com urgência tratar o suicídio como realidade e não como um tabu. É preciso conversar sobre saúde mental a fim de lidarmos com nossos transtornos interiores.

Que elevemos preces  à  essa moça desconhecida  para ajudá-la a  encontra  a paz que não teve em vida.

Segue moça.

Segue!

 

 

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Instituto Raízes de Áfricas discute com representantes do Ministério da Saúde realização de Encontro

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Instituto Raízes de Áfricas discute com representantes do Ministério da Saúde, a realização do I Encontro Internacional de Curandeiras,rezadeiras, Benzedeiras, Parteiras e  Doulas e as guardiãs dos saberes e fazeres ancestrais de partejar e botar gente no mundo.”

Como uma das atividades paralelas à realização da 2ª Conferencia de Saúde da Mulher que ocorreu de 17 a 20 de agosto, em Brasília, o Instituto Raízes de Áfricas, participou da Roda de Conversa das Mulheres Indígena, ocorrida na tarde do sábado, 19/08.

A Conversa aconteceu em uma das alas do Centro de Convenções Ulisses Guimarães.

Dezenas de mulheres, em sua maioria indígenas, debateram  diversos temas, dentre eles o reconhecimento e valorização das parteiras das aldeias.

Uma das coordenadoras da Roda  leu uma nota de repúdio em relação a exclusão dos indígenas, nos debates e em grupos de trabalhos da Conferência de Saúde das Mulheres.

Na ocasião, a coordenadora do Instituto Raízes de Áfricas, em Alagoas, Arísia Barros apresentou o Projeto “I Encontro Internacional de Curandeiras,Rezadeiras, Benzedeiras, Parteiras, Doulas e as guardiãs dos saberes e fazeres ancestrais de partejar e botar gente no mundo “ que deve acontecer de 23 a 25 de novembro.

 Presente a Roda  representantes do Ministério da Saúde  mostraram receptivos em apoiar a atividade.

Uma agenda já foi previamente marcada para  discutir planos e estratégias  visando a realização do I Encontro Internacional

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Ter sido professora de sala de aula faz parte da minha história. Algumas muito boas.

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E aí aquele homem de barba crescida me para na rua do centro de Maceió, AL e exclama:- Minha professora, quanto tempo! Está lembrada de mim?
Olho o homem a minha frente e busco rasgos na memória da criança que um dia ensinei.

Quem? Qual delas? Foram inúmeras, milhares.
Tento ensaiar uma cara de sim, mas, "delicada feito uma porta" me faço genérica na resposta e digo que não.Não lembro.
Daí, o homem a minha frente ri e diz:- Mas, também faz muito, né, professora?  Eu só tinha 11 anos e agora já tenho 36.
25 anos depois lhe dou uma braço generoso e seguimos com nossas lembranças, no trânsito engarrafado do comércio.
Ter sido professora de sala de aula faz parte da minha história.

E de muitas outras histórias. Algumas muito boas.

 

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A II Conferência Nacional de Saúde, as vaias no ministro da Saúde, os protestos de"Fora Temer" e o silêncio da mídia.

A II Conferência Nacional de Saúde das Mulheres acontece,no Centro de Convenções Ulisses Guimaraes, em Brasília desde a quinta-feira até o próximo domingo (20). 
A II Conferência Nacional de Saúde das Mulheres está discutindo a implantação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres e as políticas de equidade das populações negra, LGBT, em situação de rua e do campo.  
Reunindo cerca de duas mil pessoas, na sua grande maioria mulheres, a Conferência junta gente dos muitos cantos e recantos diferentes, desde o quilombola da Bahia às indigenas de Belém do Pará. Do Yapoque ao Chuí...
A  mesa de  abertura da solenidade, na noite dessa quinta-feira (17), presidida pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-RR) foi composta por uma multidão de pessoas, e  seguiria os conformes de uma abertura festiva, se  o script tivesse sido combinado com  as milhares de mulheres presentes. Mulheres sufocadas pelo  grito preso na garganta contra o desmonte do SUS.
Quando iniciou sua fala o ministro da Saúde, além de se ostensivamente vaiado pelas participantes, foi hostilizado pelas mulheres que ficaram de costas, durante seu discurso de 15 minutos. Ignorando  as vaias, o ministro prosseguiu com a fala  e, ao fazer anúncios  foi chamado de “mentiroso”.  O gesto foi complementado com os gritos de "Golpistas" e "Fora Temer." 
A minifestação contra o ministro Ricardo Barros foi  a demonstração do termômetro da insatisfação popular com o sistema político em vigor, insatisfação das milhares de mulheres e usuários do Sistema único de Saúde, que faz críticas severas a  gestão de Ricardo Barros. Segundo as participantes, o ministro, tem como único intuito acabar com o SUS e privatizar a saúde, deixando às populações mais pobres à mercê dos planos de saúde, ou da morte-complementou outra.
E  a pergunta que não quer calar: Por quê a grande mídia finge não ver e silencia diante da gigantesca manifestação de  milhares de mulheres, que  assumiram   a voz do protesto popular contra a gestão do Governo Federal , na II Conferencia Nacional de Saúde das Mulheres, em Brasília?
Eis, a grande questão.

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O moço chora a falta do avô, apesar de ter tido pai.

O José Augusto da Silva, o “chefe” do Instituto Raízes de Áfricas, apesar dos 30 anos guarda em seu íntimo a essência da criança que nunca se depreendeu da infância.

No domingo comercial dos pais, ele me liga choroso, para falar das saudades do avô,  morto faz um ano.

Saudades que atropelam o tempo e se instalam em seu coração.

Na ligação telefônica que se fez conversa-desabafo disse do avô que ao assumir sua criação se fez pai.

Pergunto-lhe pelo pai procriador e ele responde econômico:- Mataram. Faz dezenove anos!

O meu avô me criou desde que eu nasci. Pegou-me bem novinho. É meu pai- diz o moço.

O moçopreto, morador de uma das periferias vulneráveis da grande Maceió, chora a falta do avô, apesar de ter tido pai.

Converso com o moço no dizer que a vida é assim mesmo, passageira  e que a emoção de quem fica carece ser transformada em ação.

Ele me conta que foi à igreja logo cedo e pediu ao Padre que rezasse pelo avô,do qual herdou o nome, sua referência paterna na vida.

Reafirmei a necessidade de continuar a caminhada e ele diz: hoje decidi tirar a foto dele do meu quarto para não mais chorar, senão nem eu, nem ele descansamos. Preciso para de chorar e superar a perda, né?- pergunta afirmando

E eu: É!

Ele complementa: Eu sei que ele não morreu, apenas mudou de lugar.

 

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Fiquei pensando nos buracos emocionais que  ausência de um pai provoca na alma e auto-estima das muitas crianças e adultos espalhados pelo mundo todo.

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Ele  é um menino bem pequeno, entre 2 e 4 anos, usa  short azul, está sem camisa e tem no rosto uma expressão defensiva. É domingo, 13/08,  de sol morno nas areias da praia, despidas do mundaréu de gente.

O menino com seu calção azul está sozinho na areia da praia. O pai pescador deixou-o só por um minutinho e foi ali  ajeitar os anzóis.

Vejo de longe, o menino magrelo com seu short na vastidão da areia branca da praia azul de Jatiúca, em Maceió.

O vejo de longe em uma operação de auto-limpeza: lutava para tirar a areia que colava em seu corpo: cabeça, tronco e membros.

Primeiro enrolou a camisa entre  as mãozinhas e iniciou a operação de limpar  suavemente as pernas para expulsar os grãos de areia ,como a suavidade não resolveu começou a usar gestos mais agressivos.

A areia molhada de mar  colava-se ao corpo do menino, ele incomodado com a visita inoportuna começou a dar pequenos pulos, entretanto, o plano B também  mostrou-se ineficiente.

Já se percebia a frustração infantil  penetrando nas entranhas do menino e causando grande desconforto, deixando-o inquieto.E com os olhinhos rasos d1água  , gritou: Paiêêê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O pai veio em desabalada carreira, ajoelhou-se junto ao filho e perguntou o que acontecia.

Após ouvir o desabafo do menino, o pai pegou-o nos ombros e carregou-o para um providencial banho de mar. Sentindo-se renovado o menino agarrou-se no pescoço do pai, em um contentamento bem contente.

Espectadora do desenrolar da   cena, bem cedo na manhã de domingo, em que se comemora o dia dos pais,  fiquei pensando nos buracos emocionais que  ausência de um pai provoca na alma e auto-estima  das muitas crianças e adultos espalhados pelo mundo todo.

Fiquei pensando...

 

 

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Para o meu pai, Dr. Carlos Perdigão, o pai do banco de leite humano de Alagoas.

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 Carla Perdigão, enfermeira, doula partilha no Blog  um pouquinho da essência do ser filha do Dr. Carlos Perdigão.

Nascido e criado no bairro do trapiche, Carlos Roberto sempre foi um  homem a frente do seu tempo. Filho de dona Nely e do Seu José, o mais velho dos irmãos da Ângela, do Demóstenes e do Zezinho, determinou-se que seria médico para ajudar as pessoas.

Tendo sido reprovado em seu primeiro vestibular, cursou odontologia. Posteriormente entrou para o curso de medicina.

Fez-se médico e cumpriu sua promessa. Preocupado com as causas sociais, cobrava apenas de quem poderia pagar. E poucos podiam.

A família acostumou-se a vê-lo chegar em casa com cabras, galinhas, mudas de planta e estas, tantas vezes, como moedas: Trocava seu serviço por afetos. Desprendido, andava sempre com a mesma calça jeans e utilizava-se de um veículo simples para locomover-se na assistência de tantos.

 Sem luxo e sem vaidade, Carlinhos seguia.

Passou a olhar com sensibilidade para a saúde das mulheres, além das que tinha em casa (casado com dona Margarida e pai de 3 filhas). Foi ao Sul do país especializar-se. Encantou-se pela amamentação e trouxe a idéia para o estado. Fundando assim, o primeiro banco de leite humano de Alagoas.

Boêmio, adorava tocar violão e  teve suas notas interrompidas por um acidente vascular cerebral aos 39 anos. A falta de visão não impediu os  passos do meu pai.  A cegueira para ele significou recomeço. Forte. Resiliente. Dr Carlos segue com a mesma alegria e com a mania crônica de sonhar.

Dr. Carlos Perdigão é meu pai.

E meu pai, se tornou pai de inúmeras crianças que até hoje utilizam o banco de leite humano da maternidade Santa Mônica, criado por ele.

Meu pai, Dr. Carlos Perdigão é pai de tantas mães que não conseguem amamentar.

Dr. Carlos Perdigão, um homem que apesar de não ter a visão,  enxerga além do tempo.

Hoje é dia dele.

Parabéns, pai!

 

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O nascimento do filho temporão, Lucas, proporcionou luz cristalina para a vida de Paulo.

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 Lucas  tem sete anos e nasceu com anemia falciforme .

Aos três anos Lucas foi acometido por   um acidente vascular cerebral, e depois outro e depois outro. No total Lucas teve três acidentes vasculares cerebrais, o chamado AVC.

Lucas tem sete anos e nasceu com Anemia Falciforme.

A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária, predominante em negros, mas que pode manifestar-se também nos brancos. Ela se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme) e endurecem, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos.

O AVC desenraizou o poder da fala do menino, mas,nada  o impede de expressar, de diversas maneiras,  o amor, incondicional que tem  pelo pai,o Paulo.

Lucas é o filho temporão de Paulo. É a rapa do tacho.

A criança  tem algumas seqüelas neurológicas, mas, segundo a irmã Fernanda: ele fala igual ao canto de um  rouxinol.

Além da hemodiálise, Lucas freqüenta, semanalmente, a fonoaudióloga, psiquiatra, terapia em grupo,. É uma tarefa hercúlea.

O menino também tem autismo.

Para Paulo o nascimento do filho proporcionou  luz  cristalina para sua vida. Trouxe  lições de crença. De fé.   Lucas é o combustível que reabastece  diariamente, sua vida- reafirma..

Lucas fez 7 anos, no dia 11 de agosto e Paulo diz que  o filho é um  presente incomparável..

Paternidade superlativa!

Parabéns, Lucas!

Parabéns, Paulo!

 

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O nome de um homem é o bem mais valioso que ele tem- dizia meu pai, Seu Antonio Pedro.

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Meu pai era um sujeito áspero, costurava palavras com a franqueza de faca amolada pelas estradas da vida.
Embalado pela determinação fugiu logo cedo, do município de  Matriz de Camaragibe, da prisão subalterna do corte da cana nas Usinas. Meu pai decidiu fazer a vida na capital, ser seu próprio patrão e vencer.
Matriz Camaragibe é um município alagoano, distante 65 km da capital Maceió,
Lembro-me do meu pai sempre com jornais e revistas abertos, decifrando o enigma do mundo por trás das letras, de não tão fácil compreensão.
Meu pai era semi-analfabeto, mas lia o mundo com uma sutileza de detalhes que deixava muito gente boa no bolso.
Um mago na arte de revisitar o ferro. Funileiro era conhecido como mestre, e mestre se fiz  referência.
Faz tempo que meu pai morreu- quinze  anos- e de quando em vez me pego querendo partilhar os caminhos que hoje aprendo. Me pego querendo encompridar a conversa para falar de política e políticos. Sintetizava a definição do ser político assim: “uns cabras safados”, com exceção de um ou outra.
As lembranças, às vezes se desvanecem na memória, mas ficam coladas n’alma. Para sempre!
Hoje minha filha, cavoucando lembranças disse: Se o vô tivesse vivo tudo seria diferente.
Seria? Talvez. Não sei!
Meu  pai me chamava de Sinhá Arísia e não economizava no conselho:" O nome de um homem é o bem mais valioso que ele tem".
Dizia e repetia.
Hoje tento me guiar em seus conselhos na educação da minha filha que um dia terá a herança do avô e da mãe, misturadas.
É a vida que segue...
Parabéns, Seu Antônio Pedro!

Mojubá!

 

 

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