Maceió

Postado em 13/03/2017 às 15:38 0

Chuva: “Vamos redobrar monitoramento em áreas de risco”, diz Defesa Civil


Por Redação*

Crédito: Divulgação/Arquivo - Internet - Arquivo

Chuvas em Maceió

Depois de um longo período de sol, esta semana a meteorologia prevê chuva para a capital alagoana. Apesar das previsões não terem registrado a chegada de grandes volumes de água, é preciso estar atento a possíveis alagamentos e deslizamentos de terra.

O monitoramento do volume de chuvas está sendo realizado pela Secretaria Adjunta Especial de Defesa Civil, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável (Semds).

“Nós estamos monitorando e por hora a previsão está dentro do esperado. Como de costume, se a chuva for contínua nós iremos redobrar o monitoramento por conta do encharcamento das áreas de risco”, pontuou o secretário-adjunto especial de Defesa Civil do Município, Dinário Lemos.

Dinário reforçou a importância também do monitoramento por parte da comunidade. “A Defesa está à disposição de todos os cidadãos e quem se sentir ameaçado deve acionar as nossas equipes no 0800 030 6205. Nós mantemos contato direto com as comunidades, por meio dos Nudecs, mas é importante que fique claro que o trabalho da Comdec vai além das áreas de risco e, principalmente, que contar com o apoio e monitoramento da população é fundamental”, acrescentou.

“O cidadão que precisar protocolar alguma solicitação deve procurar a nossa estrutura que funciona na Rua Marques de Pombal, sem número, no Vergel do Lago. Nosso novo prédio fica em frente ao Conselho Tutelar do Vergel, próximo à Praça Padre Cícero”, complementou Dinário Lemos.

O horário de funcionamento para atendimentos presenciais é de 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mais informações podem ser obtidas pelo 3315-1437.

*Com assessoria


Postado em 13/03/2017 às 15:19 0

Fiscalização eletrônica: chuva adia ação educativa


Por Redação*

As chuvas que caíram na capital alagoana nesta segunda-feira, dia 13, adiaram para esta terça, 14, o início das ações educativas referentes aos novos pontos de fiscalização eletrônica.

Segundo a assessoria de Comunicação da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) a ação ocorrerá na Avenida Governador Afrânio Lages, próximo ao acesso do Buganvillia, a partir das 10h. Equipes de educadores do órgão distribuirão panfletos e estarão orientando os condutores que passarem pelo local no semáforo da leste/oeste. O trabalho de orientação segue nos outros pontos de fiscalização eletrônica no decorrer da semana.

Instalados em vias públicas de Maceió, os cinco novos pontos de fiscalização eletrônica passam a autuar motoristas pelo excesso de velocidade a partir do dia 20 de março. Até lá os equipamentos funcionarão em fase de teste.  “O objetivo da implantação destes equipamento é coibir os acidentes que costumam ser recorrentes nas regiões”, lembra o superintendente da SMTT, Antonio Moura.

A velocidade máxima permitida nos novos pontos é de 60 km/h, nos seguintes locais: Avenida Durval de Góes Monteiro (em frente à Ultragás e à M. Dias Branco) e Avenida Menino Marcelo (próximo ao Animakids e ao Residencial Tabuleiro). A fiscalização eletrônica nos locais funcionará 24h por dia para o limite de velocidade estabelecido.

*Com assessoria


Postado em 13/03/2017 às 14:33 0

IMA autua caminhão que transportava gasolina sem autorização


Por Redação*

Foto: IMA/AL

Durante uma operação conjunta no município de São Miguel dos Campos, na manhã desta segunda-feira (13), entre os órgãos federais e estaduais para o combate a transportes irregulares de produtos perigosos, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) lavrou um auto de infração com multa no valor de R$ 12.145,00 de um caminhão tanque que transportava gasolina sem a Autorização para Transporte de Produto Perigoso (ATTP).

Ao IMA, coube verifica a validade da ATTP ou a Autorização para Transporte de Resíduo Perigoso (ATRP); kit de emergência; placas indicativas do produto transportado e placas de sinalização para a estrada; ficha de emergência do produto; Movimentação Operacional de Produtos Perigosos (MOPP) – curso exigido para o motorista; nota fiscal do produto; extintores dentro e fora do veículo.

A operação reuniu a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBM/AL), Vigilância Sanitária, Secretaria de Saúde do Estado, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), IMA e Defesa Civil.

O objetivo da fiscalização integrada é diminuir os riscos de acidente de trânsito envolvendo transportes de produtos perigosos e evitar danos ao meio ambiente.

*com Ascom IMA/AL


Postado em 13/03/2017 às 11:43 0

Chuva e vento derrubam teto de posto de combustível no Poço


Por Paulo Chancey Junior

Foto: Cortesia

Funcionários e clientes de um posto de combustíveis no bairro do Poço tomaram um grande susto na manhã desta segunda-feira (13). A forte chuva e o vento derrubaram o teto do estabelecimento.

Segundo as primeiras informações, o acidente aconteceu de forma rápida. Diante da forte chuva e ventania, a estrutura metálica caiu e por muito pouco não atingiu o local onde ficam estacionados os carros, bem como o escritório do posto.

O proprietário do estabelecimento afirmou que ninguém ficou ferido. Além disso, a empresa responsável pela estrutura irá fazer reparos nas partes danificadas e posteriormente colocá-la no lugar.


Postado em 13/03/2017 às 09:57 0

Prefeito afirma que regulamentação do Uber é necessária para manter equilíbrio


Por Gilca Cinara e Joyce Marina*

Foto: Joyce Marina

Rui Palmeira

A circulação dos veículos cadastrados no aplicativo Uber se tornou praticamente inevitável, mas a regulamentação dos condutores é imprescindível para que seja mantido um equilíbrio entre os taxistas e os condutores do aplicativo, na avaliação do prefeito Rui Palmeira.

 Palmeira usou o exemplo adotado pela prefeitura de São Paulo para explicar a necessidade da aplicação de algumas normas para os motoristas do serviço particular de transporte.

“Em relação ao taxista é uma concorrência desleal, já que ele não paga nenhuma taxa, não tem nenhuma capacitação, como o taxista é submetido na SMTT. Então entendo que regulamentar é cobra o ISS, como São Paulo vem fazendo essa cobrança direto da empresa Uber, e obrigar os motoristas a passarem por uma capacitação da mesma forma como os taxistas”, disse o prefeito.

Dessa forma, ele acrescenta que Maceió tem sim capacidade para comportar mais um meio de transporte à disposição da população. A regulamentação é discutida em audiência pública nesta segunda-feira (13), na Câmara Municipal.

Leia mais: Câmara discute hoje regulamentação do Uber em Maceió durante audiência pública

Combate a línguas sujas

O prefeito Rui Palmeira assinou a ordem de serviço para a construção de mais sete estações elevatórias que acabam com o problema das ‘línguas sujas’ entre os trechos das praias Pajuçara e Jatiúca.

“Vamos bombear essa água [suja], ao em vez de chegar à praia, ela vai ser bombeada para o Gulandi. Já temos três delas funcionando aqui na Pajuçara e serão mais sete que estamos assinando agora e duas que ainda faltam para complementar essas elevatórias que vão, definitivamente, acabar com esse grande problema desse trecho Pajuçara – Jatiúca nas nossa praias urbanas, que são as chamadas línguas sujas”, explicou o prefeito.

Rui também afirmou que o município tem autuado a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), e acusou o órgão de não prestar um bom serviço à capital causando transtornos em relação ao saneamento.

“Estamos finalizando o plano municipal de saneamento, com isso nós vamos inclusive, tecnicamente, demonstrar as várias falhas da Casal. Nós temos que continuar cobrando, acho que isso é responsabilidade do Governo do Estado, da Casal, e esperamos que eles cumpram como a sua obrigação, como o município tem cumprindo realizando essas obras das estações de bombeamento das línguas sujas”, disse.

Segundo Rui Palmeira, a obra está sendo realizada com recursos próprios e custeada em R$ 700 mil. A primeira fase do projeto contou com a parceria do Sindicato da Indústria e da Construção Civil de Maceió (Sinduscon), Associação das Empresas do Mercado Imobiliários (Ademi), Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Braskem e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Rui informou que a previsão da obra ser finalizada é de quatro meses.


Postado em 13/03/2017 às 09:29 0

MPT em Alagoas recebe mais de 1000 denúncias de irregularidades trabalhistas em 2016


Por Assessoria

Crédito: Assessoria

Sede do MPT

Um levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas mostra que, em todo o ano de 2016, a instituição recebeu 1.162 denúncias de irregularidades nas relações entre empregado e empregador. Os números são originários da base de dados do MPT Digital, plataforma utilizada pelo órgão em todo o país para o registro de autuações trabalhistas.

As irregularidades denunciadas envolvem os diversos temas de atuação do MPT, como atraso de salários e verbas rescisórias, não recolhimento e individualização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), trabalho clandestino, jornada excessiva, terceirização ilícita, trabalho análogo ao de escravos, trabalho infantil, irregularidades relacionadas à saúde e segurança no trabalho, assédio moral, revista íntima, fraudes na administração pública, dentre outros. Para investigar as irregularidades, os procuradores do Trabalho instauraram 628 inquéritos civis, somente no ano passado – boa parte embasados em relatórios produzidos pelo setor de Perícia da instituição e pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), vinculada ao Ministério do Trabalho.

O levantamento mostra, no mesmo período, que o MPT recebeu 88 pedidos para mediar conflitos trabalhistas e obteve a assinatura de 121 Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) - assinados pelos empregadores com o compromisso de se adequarem à legislação do trabalho. O Ministério Público do Trabalho também realizou 104 acompanhamentos judiciais, que envolvem Ações Civis Públicas (ACPs), Ações de Execução de TACs e outros instrumentos utilizados pelo MPT para pedir à justiça a responsabilização de empregadores e gestores por irregularidades verificadas.

A instituição está de portas abertas aos cidadãos e pede que o trabalhador continue realizando as denúncias, nas suas diversas formas: presencialmente, na Procuradoria do Trabalho em Maceió ou na Procuradoria do Trabalho em Arapiraca, pelos telefones (82) 2123-7900 (Maceió) e 3482-2900 (Arapiraca), pelo site prt19.mpt.mp.br ou pelo celular, por meio do aplicativo MPT Pardal (disponível para Android e IOS). O sigilo da denúncia é garantido.

Objetivo é buscar a solução pacífica de conflitos

A procuradora do Trabalho Adir de Abreu destaca que o objetivo da instituição é sempre buscar a manutenção da ordem jurídico-trabalhista e, por consequência, preservar a dignidade do trabalhador por meio de uma atuação pacífica, focada na resolução de conflitos entre patrões e empregados. Exemplos dessas medidas administrativas adotadas estão a mediação de conflitos, a propositura de Termos de Ajustamento de Conduta e a instauração de Procedimentos Promocionais (Promos) – estes geralmente instaurados em face de municípios, com o objetivo de incentivar seus gestores a adotarem políticas públicas de combate a irregularidades. Quando essas possibilidades não trazem solução, segundo Adir, é atribuição do MPT buscar junto ao judiciário os meios legais e necessários para que a legislação trabalhista seja cumprida.

Responsabilidade Social

O Ministério Público do Trabalho também cumpre seu papel social ao reverter à sociedade os valores de multas e indenizações pagas pelas empresas, cada vez que descumprem decisões judiciais ou TACs firmados. Em março de 2016, o MPT em Alagoas conseguiu reverter R$ 600 mil a 15 instituições sem fins lucrativos do estado. O valor foi referente à multa paga pela Eletrobrás Alagoas, depois de descumprir acordo - resultante de ação civil pública ajuizada pelo procurador Rafael Gazzaneo – firmado para coibir a terceirização ilícita na estatal.

“O que fizemos é fruto da nossa atuação institucional, ao ajuizar ações com o objetivo de proteger o trabalhador. E o intuito do MPT é fazer com que esse dinheiro retorne à sociedade, dando-lhe destinação social e para isso pensamos nas instituições. Fizemos algumas visitas, pudemos ver de perto o trabalho que algumas realizam e temos certeza que foram boas escolhas. Acredito que as entidades farão bom uso do dinheiro, honrando os recursos recebidos e utilizando-os da melhor forma possível”, disse Rafael Gazzaneo.

Para que uma instituição filantrópica receba doações do Ministério Público do Trabalho em Alagoas, é preciso ter cadastro no órgão. Em 2014, o MPT/AL lançou um edital na sua página virtual (http://www.prt19.mpt.mp.br/informe-se/doacoes-instituicoes) onde constam as exigências para que uma instituição faça o seu cadastro.

Dentre as exigências que constam no edital, está o fato de que a instituição não pode ter fins lucrativos, deve prestar atendimento de cunho social e/ou assistencial e tem que estar localizada no Estado de Alagoas.

Agilidade na consulta e tramitação de processos

Desde setembro de 2014, o Ministério Público do Trabalho oferece aos cidadãos o serviço de “Peticionamento Eletrônico”, criado para ampliar o acesso da população a informações de interesse público e dar mais celeridade à tramitação interna de documentos e procedimentos.

No ar 24 horas por dia, a plataforma possibilita consulta a andamento de procedimentos digitais, protocolo e assinatura de petições em qualquer horário. Após fazer o cadastro no site, o usuário recebe automaticamente seu login e senha por e-mail. Quem não recebeu seus dados de acesso, deverá comparecer à unidade do Ministério Público do Trabalho mais próxima, após efetuar o cadastro, para receber login e senha.

Todas as funcionalidades do “Peticionamento Eletrônico” estão disponíveis na aba “Serviços”, do menu superior e lateral dos portais do MPT. Qualquer cidadão pode se cadastrar para acessar informações sobre investigações de seu interesse.

 


Postado em 13/03/2017 às 08:59 0

Gestante fica ferida em colisão em avenida na Jatiúca


Por Vanessa Siqueira

Foto: Cristina Silva

Veículo capotou em colisão na Avenida Paulo Falcão

Dois veículos se envolveram em um acidente, em um dos cruzamentos da Avenida Paulo Falcão, no bairro da Jatiúca. Uma mulher que está grávida ficou gravemente ferida.

Segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, a colisão ocorreu próximo a uma galeteria da região. Com a força do impacto, um doe veículos, um Honda Fit, capotou. Já o segundo veículo envolvido no acidente, um Fox prata, teve  a frente do veículo bastante danificada. Uma mulher, de 33 anos, que não teve o nome divulgado, ficou ferida.

Ela queixava aos socorristas de dores no braço e foi levada por uma ambulância dos Bombeiros ao Hospital Arthur Ramos com suspeita de fratura na coluna cervical e na cintura escapular.

O trânsito não ficou congestionado no local. O corpo de Bombeiros não soube dar detalhes de como o acidente aconteceu.


Postado em 13/03/2017 às 07:31 0

Câmara discute hoje regulamentação do Uber em Maceió durante audiência pública

Taxistas e motoristas do aplicativo estarão juntos para discutir alguns pontos


Por Redação

Foto: Ilustração

Uber

Taxistas e motoristas de Uber estarão reunidos nesta segunda-feira (13) para debater a regulamentação do aplicativo em Maceió durante uma audiência pública na Câmara Municipal. A audiência pública contará ainda com a presença de representantes da Prefeitura e da empresa responsável pelo Uber na cidade.

Os motoristas cadastrados no aplicativo realizam corridas na capital alagoana através de uma liminar expedida pela Justiça estadual a pedido do Ministério Público Estadual (MPE). Mas a relação entre esses condutores e os taxistas ainda não foi totalmente pacificada.

Com a chegada do aplicativo, diversos taxistas realizaram protestos e até bloquearam a passagem dos veículos do Uber em alguns pontos da cidade. Em Rio Largo houve diversos conflitos, principalmente na área do aeroporto, o que levou a prefeitura do município regulamentar a circulação desses veículos.

Em Maceió essa discussão é bem mais extensa, já que os taxistas pedem a cassação da liminar e suspensão imediata do serviço. Segundo o propositor da audiência pública, o vereador Silvânio Barbosa (PMDB), “hoje, da forma como se encontra, só os taxistas pagam impostos e taxas. Então, minha ideia é que se reduza essa carga, redistribuindo entre taxistas e o Uber”.

O vereador entende que a divisão de tributos não trará perda de receita para o município e evitará um conflito maior do que os que vêm sendo registrados.

“Estamos tentando essa intermediação junto à Prefeitura e à Procuradoria Geral do Município, uma vez que a Câmara não pode legislar sobre matéria financeira, mas pode propor alternativas, e é isso o que estamos fazendo, chamando os taxistas, os motoristas de Uber e o município, através da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito para debater”, destaca.

 


Postado em 13/03/2017 às 07:15 0

Acidente em Ipioca deixa uma pessoa morta e três feridas


Por Redação

Cortesia Internauta

Um grave acidente registrado na noite deste domingo (12) em um trecho da rodovia 101 Norte, nas proximidades do Clube da AABB, no bairro de Ipioca, deixou um homem morto e mais três pessoas feridas.

A vítima fatal foi identificada como Ednaldo Antônio de Carvalho, que ficou presa às ferragens com o impacto e não resistiu. Mais duas pessoas, que seguiam viagem no seu veículo, também ficaram feridas.

As causas do acidente ainda são desconhecidas, mas a colisão entre o veículo Fiesta e um Ágile foi frontal. O condutor do outro carro também ficou preso às ferragens e precisou do socorro de equipes do Corpo de Bombeiros.

  Ednaldo Antônio trabalhava vendendo alimentos na praia da Sereia. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros Militar (CB) estiveram no local prestando socorro às vítimas.


Postado em 12/03/2017 às 17:04 0

HGE atendeu mais de 60 mulheres agredidas nos dois primeiros meses deste ano


Por Assessoria

Foto: Agência Alagoas

HGE

G.F., 39 anos, servidora pública, sabe bem a realidade da violência vivida por milhares de mulheres no Brasil e no mundo. Com nível superior, nascida em uma família considerada de classe média, ela foi casada com um homem que a agredia e só com a ajuda da Justiça conseguiu quebrar o ciclo de violência.

Histórias como a da servidora pública não são raras de serem encontradas no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, que apenas nos dois primeiros meses deste ano já atendeu 66 mulheres vítimas de violência física e sexual. Ainda de acordo com dados do Sistema de Informação do maior hospital de urgência e emergência de Alagoas, em 2016 foram 344 mulheres atendidas na unidade após sofrerem violência doméstica e sexual.

“A violência está em todas as classes sociais. É preciso enfrentar com sabedoria para se desvencilhar,” afirma G.F, que, por medo, prefere não se identificar. Como ela, muitas outras mulheres vivem o sofrimento de serem machucadas por pessoas que deveriam cuidar. Algumas decidem tirar a própria vida por não enxergarem mais solução para o que vivem.

“A violência doméstica envolve a violência física, psíquica, social e econômica. Apesar dos avanços femininos na luta por seus direitos, a mulher ainda continua sendo a maior vítima ”, ressalta a psicóloga do HGE, Dayse Costa.

Entre as pacientes atendidas pela profissional, uma história marca a sua trajetória no HGE. Trata-se de uma mulher de 40 anos, que chegou à unidade sozinha, em uma cadeira de rodas. “Estava sozinha, machucada, cabelos assanhados. Ofertei a escuta e tentei acolhê-la. Foi quando ela me contou que tinha sido agredida pelo marido na praia. Eles moram em uma cidade metropolitana e vieram passar o dia na praia. Em uma briga, ele a agrediu em público”, relata.

Dayse Costa salienta que o HGE é unidade hospitalar considerada referência para assistência de urgência e emergência a vítimas de violência em Alagoas. Pacientes de Maceió e do interior procuram a unidade hospitalar em busca de assistência e, segundo a psicóloga, quando casos de violência ocorrer, a mulher deve denunciar o agressor, para que o ato não se torne uma prática corriqueira.

Lei sobre a violência contra a mulher

A Lei Maria da Penha define como crime a violência, física ou psicológica, contra a mulher, independente de orientação sexual. Ela proíbe a aplicação de penas como multas e cestas básicas, estabelece prazo mínimo de três meses de reclusão e máximo de três anos, além de permitir a prisão preventiva e em flagrante.

Dayse Costa aponta que a relação violenta tem algumas características bem marcantes. Para uma vítima reconhecer se está sendo ou não vítima deste tipo de violência é necessário ficar atenta às características.

“O caráter recorrente é a principal. Os motivos podem variar, mas as atitudes são semelhantes. A violência pode ser psicológica (xingamentos, palavras de baixa autoestima, chantagem e outros tipos de agressões verbais), física (empurrões, socos, pontapés, entre outros) ou até mesmo a sexual (em que a mais comum é o estupro). Depois da explosão, o agressor se acalma e é aí que muitos se arrependem e prometem que isto nunca mais voltará a acontecer”, alertou.

Dayse explica que, após a alta do paciente, o encaminhamento é feito para a rede de assistência, que inclui o Centro de Apoio às Vítimas de Crime em Alagoas (CAV Crime), o Conselho Tutelar, a Maternidade Santa Mônica e a Defensoria Pública. “Os casos de abuso sexual, por exemplo, devem ser encaminhados para a Maternidade Santa Mônica, que dispõe de uma equipe especializada para o atendimento clínico e laboratorial”.

A notificação de suspeita de casos de violência é obrigatória para todos os profissionais dos serviços de saúde públicos e privados, conforme preconizado pela portaria 104, publicada pelo Ministério da Saúde. Os dados se constituem em instrumentos gerenciais que possibilitam aos gestores de saúde, das três esferas de governo, a implementação de medidas para diminuir a incidência de vítimas.

Em caso de agressão, a denúncia pode ser feita em qualquer Delegacia da Mulher, no Conselho Estadual da Mulher, pelo telefone 3315-2133, ou ainda na Central de Atendimento à Mulher, pelo do telefone 180, que funciona 24 horas, inclusive nos finais de semana e feriados.


Postado em 12/03/2017 às 15:15 0

Tartarugas marinhas são encontradas mortas em Piaçabuçu


Por Redação

Crédito: Biota

Tartaruga marinha foi encontrada morta

Três tartarugas marinhas foram encontradas mortas por pescadores, neste domingo (12). Os animais foram localizados em Piaçabuçu.

Segundo informou o Instituto Biota, duas tartarugas são da espécie tartaruga-verde e uma da espécie oliva. Uma delas foi encontrada com uma corda de nylon presa em uma de suas nadadeiras e estava sem a cabeça.

Também neste domingo pescadores encontraram um tubarão da espécie cabeça-chata no Litoral Sul do estado.


Postado em 12/03/2017 às 09:16 0

Radares da BR-104 passam por fiscalização e são corrigidos


Por Redação com Assessoria

Crédito: Assessoria

Radares da BR-104 estavam desregulados

Depois da denúncia de que os radares localizados na BR-104, em Rio largo, estavam desregulados e registrando uma velocidade muito acima da que os veículos desenvolviam, o Instituto de Metrologia e Qualidade de Alagoas (Inmeq/AL) fez a verificação dos equipamentos.

Diante da constatação da denúncia, a diretoria técnica do instituto encaminhou uma equipe ao local para verificar todos os equipamentos da região. A Superintendência Regional do DNIT em Alagoas acionou a empresa responsável pelos aparelhos para realizarem os reparos, além de suspender as multas registradas nos últimos dois dias no local.

 “Os equipamentos foram verificados há pouco mais de três meses, mas pelo fato de existir uma irregularidade solicitamos aos técnicos que fizessem uma nova avaliação e constatamos que agora os radares estão funcionando normalmente, já que a empresa concluiu a manutenção”, afirmou o diretor-presidente do Inmeq, Luiz Pedro Brandão.

 A diretoria técnica ressaltou que as fiscalizações em barreiras eletrônicas ocorrem de forma gradual ao longo do ano, mas nenhuma delas deixa de ser fiscalizada em todo o Estado.

 “Por se tratar de um aparelho eletrônico, ele está sujeito a falhas, por isso o papel do cidadão é fundamental para que a gente possa saber desses erros ocasionais e acionar os órgãos competentes para o reparo. Além das redes sociais, temos a Ouvidoria como um canal importante de comunicação com a sociedade, não só para esses casos, mas para toda irregularidade que lese o usuário e o consumidor”, salienta Luiz Pedro.

 Em casos como este, a direção do Inmeq orienta que os consumidores encaminhem a denúncia para o setor da Ouvidoria, através do número 0800 - 284 - 1664, ou pelo site www.inmeq.al.gov.br .