Inicia-se o processo de desconstrução da imagem política em AL

Foto: Raul Plácido A7db774e c8bd 4bef 95af 2f68d896f107 Ministro Marx Beltrão

Ontem, 07, o ministro do Turismo e deputado federal licenciado, Marx Beltrão (PMDB), foi alvo do que se pode chamar de 'desconstrução da imagem pública/política' aqui no Estado de Alagoas. 

As denúncias feitas pelo Fantástico conotando o desvio de mais de R$ 40 milhões de recursos da Educação, durante o tempo em que Beltrão esteve à frente da Prefeitura de Coruripe, entre 2011 e 2012, segundo o que foi relatado no programa, é um caso em que o próprio Marx já disse defender 'que os fatos sejam apurados com correção e sem interferência política'.

Após cinco anos e, em breve ano pré-eleitoral, rememora-se o assunto que "estar sob investigação" sem haver nenhum processo contra os envolvidos. Ou seja, o Fantástico 'requentou' um fato para chamar atenção para um outro assunto: a eleição de 2018.  

"Vale ressaltar que quase cinco anos após o início da investigação nenhuma denúncia foi apresentada. É importante ressaltar, em sua gestão à frente do município a educação pública se tornou uma referência em Alagoas, tendo obtido a maior nota estadual pelo IDEB. Marx Beltrão defende que os fatos sejam apurados com correção e sem interferência política. Ele reafirma o seu compromisso com a ética e as boas práticas de gestão e garante que não irá se acovardar diante de acusações infundadas na tentativa de confundir a sociedade em ano eleitoral", diz a nota enviada pela assessoria. 

No entanto, os bastidores da política alagoana é feita também de "escritórios" que planejam a derrocada daqueles que - assim como o ministro do Turismo - crescem politicamente ganhando força para uma disputa eleitoral. 

Se observamos alguns dos pleitos já ocorridos em Alagoas, a cada período eleitoreiro há um alvo em favor daqueles que querem dominar o Estado de Alagoas, sem que haja adversários fortes, bem como, para que os "donos do PODER" permaneçam no domínio político por anos. 

Sempre ouvi dizer que - em Alagoas - político que se destaca mais que os poderosos corre o risco de ser lapidado pela chamada "máquina de moer gente" em detrimento do próprio PODER.  

De fato, a decisão para todo esse processo político é do eleitor nas urnas. 

Quanto ao ministro Marx Beltrão, que não responde a qualquer inquérito relativo à investigação citada na matéria, ele afirma que continuará fazendo seu trabalho como ministro e deputado federal, em Brasília, trazendo sempre recursos e investimentos para Alagoas. 

Leia tambémSenado Federal: Marx Beltrão diz estar confiante para 2018

Portanto, o ano de 2018 é definitivo para reacender ainda os acontecimentos das Operações da Polícia Federal (PF), Ministério Público Estadual (MPE) e tantas outras que ganharam repercussão na mídia.

Sem falar, claro, da Operação Lava Jato que será uma das mais lembradas eleitoralmente. 

Já a decisão de quem vai ocupar qualquer cargo eletivo, em 2019 ou não, é do povo nas urnas de outubro. 

Por fim, sabe-se que a política alagoana, entretanto, é a política do jogo baixo, da ganância pelo Poder, da desconstrução da imagem e da maneira antiquada que se faz o "joguinho eleitoral" em terras alagoanas. 

É o jogo sendo jogado - em tempo - para não perder o tempo/momento.

Que o povo responda nas urnas e julgue os verdadeiros culpados! 

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Vereador "ataca" prefeito de Maceió para defender governador

Thiago Davino - Cada Minuto 55ed3f42 67e0 4291 b4df 6c184578ee55 Silvio Camelo

Na manhã desta quinta-feira, 04, o vereador Sílvio Camelo (PV)  fez questão de dizer que o governador Renan Filho (PMDB) é - simultaneamente - prefeito e governador da capital alagoana. 

Sob aplausos, o parlamentar foi um dos convidados mais críticos contra a gestão do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), durante o lançamento do o Programa "Ronda no Bairro", do Governo de Alagoas, ocorrido no bairro do Jacintinho. 

Em discurso bastante caloroso, Camelo não titubeou em suas palavras ao citar que a administração maceioense 'não faz nada e vive dando desculpas'.

Mesmo que indiretamente, o vereador do PV afirmou - ainda - que o prefeito tucano coloca a 'culpa nos outros' diante de situações que ele deveria resolver. 

"Um governo que desce grotas  e vai trabalhar aonde outros governos deveriam descer, e só vivem dando desculpas e dizendo que que não podem ir porque se forem serão atacados. Mas esse governo não tem medo. Vai aonde nenhum outro foi. Quero dizer que sou testemunha disso. Então, minha gente, é simples! Você tem que comparar quem faz, quem realiza e quem coloca em prática daquele que só vive dando desculpa do que não faz não nada. Sempre os outros são culpados daquilo que ele podia fazer", ponderou o vereador.

Ao término de sua fala, diante de diversas autoridades, população e de alguns prefeitos comunitários, Camelo - ainda bastante afogueado pela emoção frente aos presentes - reforçou o discurso de que Renan Filho é - ao mesmo tempo - o governador e o prefeito de Maceió. 

"Quero agradecer em nome de Maceió e, em nome dos vereadores, ao trabalho que o governador vem desenvolvendo. Agora, podem ficar com raiva de mim, porque Renan Filho é governador e prefeito de Maceió", concluiu Sílvio Camelo. 

Clique e ouça o discurso do vereador!

Em tempo: o governador Renan Filho conseguiu um bom orador (e aguerrido) para defendê-lo em busca de votos na capital alagoana e, posteriormente, tentará ultrapassar - na eleição deste ano - os 42,53 % (148.527 votos válidos) referentes ao resultado do pleito de 2014 em Maceió. 

Ou seja, o lançamento do o Programa "Ronda no Bairro", do Governo de Alagoas, deu o tom para outubro de 2018. 

Política é política! 

Será?

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Senado Federal: Marx Beltrão diz estar confiante para 2018

Foto: Assessoria/Raul Plácido A6a07d4d 8324 4b7d 8425 6fe88334b8e1 Ministro do Turismo, Marx Beltrão (PMDB)

Se 2017 foi um ano agitado na política alagoana, 2018 não será diferente nos bastidores de um dos pleitos mais esperados de todos tempos. 

Desde o ano passado, especulações e a antecipação do pleito vindouro tomaram conta das manchetes na imprensa local. 

Além dos cargos de governador e vice-governador, nove (9) deputados federais, dois (2) senadores e 27 deputados estaduais serão eleitos (e ou reeleitos) em outubro deste ano. 

Um dos mais disputados e importantes cargos para o Estado de Alagoas são as duas vagas ao Senado Federal. Em jogo, a cadeira que atualmente é ocupada pelos mandatários Renan Calheiros (PMDB) e Benedito de Lira (PP). 

Na briga pelos 'assentos' de senador, além de Calheiros e Biu de Lira, o nome do deputado federal  e ministro do Turismo, Marx Beltrão (PMDB), aparece como um forte candidato na eleição deste ano. 

Preparado para disputar uma vaga de senador, Beltrão entra 2018 confiante de que sua candidatura é uma via (política) importante na eleição. 

Em Alagoas, onde curtiu o réveillon ao lado de amigos e familiares, o ministro-deputado aproveitou as festas de final de ano para repor as energias e colocar em prática seu futuro político. 

Desde que assumiu o mandato de deputado federal (2015) e ministro do Turismo (2016), Marx destaca que os alagoanos - ao longo de todo esse tempo - reconhecem seu trabalho na capital federal.

“A população tem acompanhado todo o trabalho desenvolvido na Câmara Federal, à frente do Ministério do Turismo e tem reconhecido a atuação importante no segmento para o desenvolvimento do Estado e de todo país com números expressivos. Em Brasília, venho articulando recursos e investimentos estruturantes para Alagoas. O resultado de todo trabalho é o reconhecimento dos alagoanos”, ressaltou o ministro-deputado. 

Mesmo o Congresso Nacional permanecendo em férias, Beltrão anunciou hoje (03) investimentos de mais R$ 4 milhões na área da saúde que vai contemplar setenta (70) municípios alagoanos. Os valores serão destinados para aquisição de 35 ambulâncias e 54 gabinetes odontológicos. 

“Começar o ano com boa notícia e levar com trabalho melhores condições aos serviços de saúde traduz o momento de muita felicidade. Mais um compromisso firmado com o povo alagoano e só faz aumentar a minha responsabilidade e missão de representar com dignidade, força e muito trabalho os pleitos dos alagoanos”, completou MB. 

Clique aqui e veja a lista das cidades contempladas!

Em tempo: 2018 chegou para quem dele almeja um cargo eletivo e o desejo de ser eleito em outubro vindouro. 

É o jogo sendo jogado - em tempo - para não perder o tempo/momento.

Feliz 2018 e Feliz Ano Novo! 

Vida Que Segue...

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Focado em 2018, RF 'faz o que deve' para conquistar população

Agência Alagoas Cf9f2f38 5629 4c2d a0a7 24e1b966c972 Governador em um de seus maiores projetos que é o Programa Estadual de Estradas - "Pró-Estrada"

Ao dar uma volta por algumas cidades do interior de Alagoas, percebe-se que - pelo mínimo que seja - o governador Renan filho (PMDB) vem sendo bem avaliado (como gestor) na opinião dos alagoanos. 

Motivos levam o filho do senador Renan Calheiros (PMDB) a ter um Governo que 'faz o que deve para agradar' quem mais é de interesse da turma Palaciana em 2018: O eleitor. 

Isso por conta do montante de obras espalhadas - apesar de algumas não cumpridas - pelo interior do Estado, a exemplo das novas estradas recapiadas, reconstruídas e ampliadas em várias regiões de Alagoas. 

Esse "boom" de obras - também com fins eleitoreiros, óbvio - fazem a administração peemedebista ganhar a confiança da população e avaliar a gestão dos Calheiros como positiva. Sem ter uma oposição forte e decidida para enfrentá-lo no próximo ano, Renan Filho continua fazendo seu trabalho em busca da reeleição com afinco.

Apesar - também - da insatisfação e reclamação de alguns prefeitos pelo não cumprimento de acordos políticos, o governador tem agradado mais que desagradado. 

Por isso, voltando ao tema do Governo que 'faz para agradar', é notória a satisfação pelas obras do governo RF como a de maior aceitação que é o Programa Estadual de Estradas - "Pró-Estrada".  

A construção, ampliação ou recapiamento de rodovias (pista asfáltica) é vista sim positivamente e, principalmente, para os moradores de cidades onde - há anos - só conseguiam trafegar em estradas vicinais, de poeira no rosto e 'torturando' os próprios veículos.

Essa tem sido - também - uma das grandes obras de sucesso e visibilidade da gestão Renan Filho.  

O Palácio República dos Palmares - ainda assim - tem acertado administrativamente em algumas áreas, mesmo estando errado na articulação política e nos bastidores (avaliam alguns aliados e prefeitos), mas Renan Filho ainda tem tempo (até 2018) para reverter (ou dimimuir) o quadro de insatisfação de seu Governo. 

Lembrando que até março/abril do próximo ano muita coisa há de se fazer por todo Estado de Alagoas.

RF ganhou mais em 2017 ao pagar o 13º salário do funcionalismo público, injetar cerca de R$ 300 milhões na economia local e manter o salário dos servidores estaduais - o que é obrigação de qualquer gestor - em dia. 

Contudo, sem ter oposição definida e concretizada, o governador Renan Filho 'faz o que deve' para re-conquistar a população alagoana. 

Enquanto isso, o "Pró-estrada" é um dos projetos que mais a população vê como de melhorias para  facilitar a vida dos alagoanos no Estado.

Que venha 2018!

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Família Madeira, do litoral norte, ganha 'fôlego' para 2018

Foto: CadaMinuto 13938942262176 Ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira

Depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) derrubou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AL) que condenava o deputado estadual Marcos José Dias Viana, o Marquinhos Madeira (PMDB), por abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições de 2014, a família madeira ganhou fôlego para eleição de 2018.

É que o pai e ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira (PMDB), continua a todo vapor percorrendo os municípios onde tem base eleitoral para garantir a cadeira da família por mais quatro anos na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

De norte a sul do Estado, o ex-prefeito pretende arrancar votos para chegar 'tranquilo' na Casa de Tavares Bastos.  

No litoral norte, Madeira busca votos em várias cidades da região. Por lá, a ex-deputada estadual e ex-superintendente do Procon-AL, Flávia Cavalcanti (PMDB), já está com o nome na disputa para voltar a ocupar a cadeira de deputada. 

O suplente de deputado estadual, Cícero Cavalcanti (PMDB), vai recuar para que a filha retome a cadeira que foi dela por dois mandatos (2007-2010 e 2011-2014). Em 2014, Flávia deixou a 'briga' pela reeleição para dar espaço e lugar ao pai, o Ciço, que ficou na suplência na Casa de Tavares Bastos.

Numa outra via política, a filha do ex-prefeito de Paripueira, Abrahão Moura, e da atual prefeita da Barra de Santo Antônio, Emanuella Moura, ambos do PSDB, Cibele Moura já desponta também como uma forte pré-candidata na região norte. 

Além das duas candidatas mulheres, o ex-prefeito de Maragogi quer ocupar a vaga que hoje é do filho e deputado estadual, Marquinhos Madeira (PMDB). 

Será um bom embate em busca do eleitor do norte entre Cavalcanti, Madeira e Moura em 2018. 

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Pardais eletrônicos: a dubiedade das multas aplicadas pela SMTT

Foto: Kléverson Levy 7642d11f 636c 4349 b6d3 db9d9289ff8f Pardais eletrônicos instalados pela Avenida Assis Chateaubriand, na Praia da Avenida

Dois fatores me levam a escrever este texto no Blog: o primeiro, pelo motivo de defesa para que os "Pardais Eletrônicos" são importantes para redução de acidentes, controle do trânsito e melhora do tráfego de veículos nas avenidas. 

Isso porque cerca de 53% foi o número de acidentes reduzidos - em Maceió - onde há a fiscalização eletrônica em comparação ao primeiro semestre de 2016, segundo levantamento realizado pela  própria Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). 

Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio do estudo global publicado mundialmente e intitulado “Gestão da Velocidade: Um Manual de Segurança Viária para Gestores e Profissionais da Área”, desde 2008 recomenda o uso de dispositivos eletrônicos para aumentar a segurança viária e reduzir acidentes.  

Leia mais aqui: "Pardais Eletrônicos" são necessários no trânsito dos "apressadinhos"

O segundo fator é que diversos motoristas, onde me incluo nesta lista, foram vítima dos erros - se é que podemos chamar de erros - da próprio órgão fiscalizador do trânsito na capital alagoama. 

Para o Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL), através do promotor de justiça Antônio Sodré, titular da 66ª Promotoria de Justiça da Capital, 'todos os pardais são irregulares por não possuir nenhuma assinatura técnica'. 

"Na verdade, o que motivou a ação do promotor e ele explica isso na Pi dele foi o clamor social ( ou seja, várias pessoas reclamando em jornais, em redes sociais e tals). Daí ele pediu informações à SMTT e descobriu que não houve um estudo prévio como determina o Contran. Então, se a justiça concordar com a nulidade do ato que instalou os pardais, ele pediu que tornasse nula também multas e pontos a menos na CNH", informou ao blog Antônio Sodré através da assessoria do MPE. 

Contudo, nesta terça-feira, 19, a  juíza Ester Manso concedeu uma liminar para que os pardais instalados em Maceió deixem de funcionar. Na decisão, a magistrada ressaltou ainda que o Judiciário já havia se posicionado contra os estudos técnicos apresentados pela SMTT. 

"Corroborando com este entendimento, já decidiu o Tribunal de Justiça de Alagoas, em situação semelhante, que os estudos técnicos que amparam a instalação do equipamento eletrônico estavam em descompasso com os comandos expedidos pelo Conselho Nacional de Trânsito", decidiu a juíza. 

Aferição e multas

Fazendo uma boa leitura dessas decisões da justiça alagoana é que vem a ideia de escrever esse texto para mostrar que a SMTT precedia de erros -  com relação aos pardais eletrônicos - quando muitos motoristas foram multados mesmo passando na velocidade permitida.

Fato concreto é que relatos ao blog  mostram que vários condutores receberam notificações - mesmo permanecendo em velocidade controlada - por ultrapassarem na aferição maior/superior ao necessário.

No meu caso, por exemplo, questionei a um técnico do órgão responsável pela área sobre a possibilidade dessa aferição - que me levou a obter uma multa - estar com inexatidão, já que o local indicado na notificação é o mesmo em que trafego todos os dias para seguir ao trabalho e o fluxo de veículos é lento pela quantidade de carros/pardais. 

Em resposta, o técnico e a atendente do número de reclamação 118, informaram que o erro poderia ser sim do equipamento eletrônico, bem como, erro humano (do próprio motorista). Todavia, o caso acontecido foi - praticamente - igual ao de dezenas de condutores. 

"Trabalhamos com equipamentos eletrônicos, ou seja, máquinas. Elas podem errar, claro! Assim, como também, o erro pode ser do motorista que não prestou atenção no velocímetro. O que podemos fazer é analisar se no mesmo dia houve multas iguais e no mesmo local para verificar de quem é o erro. O limite de velocidade para o motorista é o que está permitido na placa de sinalização, porém, ele tem mais 7 km ( ou seja, se é 60 pode até 67) que podem ser considerados sem levar multas. Em outro casos, o condutor pode passar a menos e o equipamento está aferido errado, multar e acontecer como houve outro casos. O caminho, no entanto, é entrar com a defesa prévia para que seja analisada o caso", explicou o técnico. 

Portanto, a informação de que o erro pode ser do equipamento trouxe uma dubiedade se seria mesmo do motorista - para os que respeitam a sinalização e estão prejudicados com o ocorrido - ou dos pardais da SMTT aferindo a velocidade inexata.?

Neste caso, após a intervenção do MPE e da juíza Ester Manso, os pardais eletrônicos não estão servindo para o controle do trânsito e melhora do tráfego de veículos nas avenidas, mas, como uma forma de arrecadação de multas. 

Outrossim, reitero que os pardais, de certa forma, inibem aqueles motoristas que – muitas vezes - pensam que estão em rodovias com velocidades superiores ao que deve ser respeitado nos centros urbanos.  

Por fim, repito: Que a SMTT sirva para educar e orientar. Não é apenas multar sem corrigir o erro!

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Ex-prefeito usa espaço privado sem pagar tributos municipais

Foto: Cortesia D71ff51f 8c84 49d7 a3bf ae57b374a785 Ex-prefeito usa espaço privado sem pagar os devidos tributos municipais

Em Piaçabuçu, litoral sul de Alagoas, o ex-prefeito da cidade, Dalmo Santana Júnior (PSB), está sendo acusado de usar espaço privado para promoção pessoal e política sem autorização.

Na semana anterior, o ex-prefeito instalou um outdoor irregular em um terreno da cidade com uma mensagem de final de ano para os munícipes.

Contudo, Dalmo Santana não obteve autorização da Prefeitura - através do setor responsável -  para usar o espaço como publicidade. 

Outro fator agravante é que o ex-gestor também não pagou taxas e cobranças que são referentes aos tributos municipais. 

Em contato com a assessoria da Prefeitura de Piaçabuçu, o blog foi informado que o Código de Postura do município, em seu  Capítulo XII e Artigo 157, preconiza que "a exploração dos meios de publicidade nas vias e logradouros públicos, bem como nos lugares de acesso comum, depende de licença da Prefeitura". 

"O setor de tributos informou que não foram solicitadas as licenças para uso dos espaços em questão e que o código tributário exige petição formulada pelo interessado e pagamento de taxas. No paragrafo único fica claro o desrespeito à Lei, pois o pagamento de taxa é feito mediante a licença que não foi solicitada por Dalmo. O inciso 2º do Artigo157 fala da obrigatoriedade de pagamento de taxas dos anúncios em terrenos próprios de domínio privado e visíveis em locais públicos. Já o inciso 3º cita o pagamento de taxa para licença de autorização que - até o presente momento - não é de conhecimento do setor de tributos", respondeu a assessoria. 

Por outro lado, a empresa LUX Outdoor, cuja identificação na placa e na impressão do anúncio parece ser a responsável pelo espaço publicitário, disse ainda que os outdoors são de propriedade de Dalmo Santana e que não se responsabiliza pela veiculação da propaganda.

O blog também tentou contato com o ex-prefeito Dalmo Santana Júnior para ouvir explicações sobre os fatos, mas, até a publicação deste material, não obteve sucesso. 

Portanto, o espaço fica aberto para tais justificativas do ex-gestor. 

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Ex-senadora HH relembra os 14 anos de expulsão do PT

Arquivo: Antônio Jacinto D795628c a50c 45fe bc4f 8e7657be4bb0 Heloísa Helena (Rede)

O dia 14 de dezembro é uma data em que a ex-senadora Heloísa Helena (Rede) faz questão de relembrar como importante na sua trajetória de vida política. 

Na última quinta-feira, 14, a ex-senadora completou quatorze (14) anos de sua expulsão do Partido dos Trabalhadores (PT) por decisão do Diretório Nacional petista.

Em 2003, além de HH, a direção do PT resolveu afugentar do quadro de filiados, por 55 votos a favor e 27 contra, os deputados Luciana Genro (RS) e João Batista, o Babá (PA), por desrespeitarem orientações do partido, a exemplo da votação da Reforma da Previdência.

Os considerados "rebeldes do PT" também foram expulsos - à época - por acusarem o governo Lula de manter a política neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, de ter liberado os transgênicos, ter provocado a demissão de um milhão de trabalhadores, ter assentado só 13 mil famílias e não 250 mil por ano, conforme compromisso de campanha, de estar negociando a Alca e  ter mantido o superávit para dar dinheiro aos banqueiros.

Em suas redes sociais, HH fez questão de destacar o episódio que - atualmente - ele relembra como sendo uma 'vergonhosa traição de classe promovida pelo governo Lula'. 

"Ora ora... o tempo passa, a vida segue, as lágrimas secam e você quase esquece... há 14 anos atrás, fomos expulsos pela cúpula palaciana do PT por votarmos contra a “reforma” da previdência deles e por denunciarmos a vergonhosa traição de classe promovida pelo governo Lula e sua promiscuidade com a banda podre da política nacional. A vida segue e as minhas cicatrizes são tributos sagrados aos que lutam sem rendição nem covardia! Avante!!!", escreveu a ex-senadora. 

Entretanto, o voto considerado de "minerva" para sua saída do PT se deu após - em discurso no plenário do Senado Federal -  HH afirmar que "votaria contra reforma da previdência por que ela não fazia nada pelos excluídos".

Reveja o discurso válido, inclusive para os dias atuais, no vídeo abaixo!

 

Em tempo, Heloísa Helena continua viajando o país discutindo os 18 eixos estratégicos da plataforma de propostas para o Brasil e democratização de conhecimento como presidente da Fundação Rede Brasil Sustentável.

E 2018?

A ex-senadora já disse na imprensa que vai em busca de uma das nove cadeiras - em Alagoas - para Câmara dos Deputados. HH é uma das poucas personalidades políticas sem mandato que ainda mantém o eleitorado fiel, a mesma ética moral e preceitos políticos que não foram surrupiados pelo Poder. 

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Reunião define nome do deputado João Beltrão à reeleição em 2018

Foto: Cortesia 33a53bb4 8836 463a a853 04719a98b3ea Reunião decidiu nome de João Beltrão para reeleição em 2018; parlamentar vai para 7ª disputa à ALE

Em agosto deste ano, o Blog divulgou uma matéria em que o deputado estadual João Beltrão (PSD) deixaria a disputa de 2018 na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) para dar lugar a outro familiar. 

Porém, no último final de semana JB recuou, voltou atrás e decidiu que vai em busca da sua reeleição após receber apoio do prefeito de Coruripe, Joaquim Beltrão (PMDB), secretários municipais, vereadores  e lideranças  políticas do município. 

Numa reunião ocorrida na residência do parlamentar, o acordo foi concretizado para que JB dispute sua sétima (7ª) eleição para Casa de Tavares Bastos.

Com isso, o apoio em Coruripe está fechado com a maioria dos membros da Câmara de Vereadores, prefeito e demais lideranças local. 

Além do gestor coruripense e secretários, estiveram presentes os vereadores Gutte Brêda, Mesaque, Ailton do Nelson, Edinho, Hugo Beltrão, Elieser, Roberta Beltrão,  Neguinho do Newton, Laranjinha, Juarez, Zé da Ní, Di do Jazon, Maurício da Farmácia, Dalmo e Neto Mota

No pleito de 2014, JB obteve mais de 31 mil votos que garantiram a 12ª colocação na ALE. Atualmente, o deputado estadual é um dos parlamentares alagoanos com mais mandatos na Assembleia Legislativa de Alagoas.    

Câmara dos Deputados 

Já em outubro passado, dos quinze (15) vereadores que fazem parte da Câmara Municipal de Coruripe, 14 - e os suplentes - decidiram também "marchar" juntos do candidato a deputado federal da família Beltrão. 

Com isso, o presidente do Partido Social Democrático (PSD) e ex-prefeito de Feliz Deserto, Maykon Beltrão, é o pré-candidato a deputado federal da família em 2018.

Leia mais aquiVereadores "fecham" apoio ao nome da família Beltrão para deputado federal

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Morte de ex-deputado diminui (?) 'rixa' entre famílias Cardoso e Ferro

CadaMinuto - Arquivo 1325784953ferro0003 Cícero Ferro

Com a morte do ex-deputado estadual Cícero Ferro, ocorrida na última sexta-feira, 01, aos 63 anos, em decorrência de uma parada respiratória, a cidade de Minador do Negrão ganha um novo capítulo na política local. 

Sem Cícero Ferro, as disputas eleitorais não terão mais o 'acirramento' eleitoral existente há vários anos entre às famílias Cardoso e Ferro. 

Atualmente, o comando da cidade negrense está nas mãos do grupo político da ex-prefeita Socorro Cardoso (PSDB) que, no ano passado, elegeu o sobrinho Gleysson Cardoso (PMDB) para sucedê-la na Prefeitura. 

Gleysson foi eleito prefeito por maioria do eleitorado da cidade com 1.831 votos (50,10%). 

Pela terceira vez consecutiva, Cardoso derrotou nas urnas o ex-deputado estadual. Ferro também esteve atrás do segundo colocado, o empresário José Aprígio que obteve 1.268 votos (34,69%), e arcou uma derrota de 556 votos (15,21%) ficando na última colocação.  

Socorro Cardoso está sob o domínio do Poder Executivo desde 2008, quando venceu o pleito contra Eladja Ferro (esposa do ex-deputado). Na reeleição, em 2012, a ex-prefeita foi candidata única após Thalita Ferro (PSC), filha de Cícero, renunciar à candidatura  por questões pessoais e problemas de saúde. 

Em Minador do Negrão, Cícero Ferro deixou também um grande número de correligionários e eleitores que continuavam a seguí-lo em pleitos eleitorais.

Contudo, após seu falecimento abriu-se um "vácuo" na política da cidade, principalmente, para os que acreditavam - ainda - no retorno dele (Ferro) ao mandato de deputado estadual. 

Por outro lado, disse um leitor do Blog: "a 'rixa' das famílias Cardoso e Ferro pode não acabar, mas não será tão intensa como era com o ex-deputado que 'peitava' seus inimigos políticos a cada ano eleitoral". 

Será?

Já o domínio do município de Minador do Negrão permanece - ainda mais forte - nas mãos das famílias Cardoso e Barros.  

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