De Brasília, há movimentação para candidatura de Rui Palmeira

Assessoria Dccb929e b76a 4991 a91b 9da1b1a7c89a Rui Palmeira e Maurício Quintella

É um tanto quanto in-explicável o silêncio do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), com relação ao pleito de 2018.

Para alguns aliados, a demora pode prejudicar o nome de Palmeira caso queira - ele, o Rui! -  lançar-se candidato ao Governo do Estado. 

Para outros "Palmeiristas" o tempo será o 'senhor da razão' (como assim?) e prefeito - no momento certo - saberá colocar o nome nas ruas para concorrer (ou não) contra o candidatíssimo governador Renan Filho (PMDB) - em plena campanha pelo interior de Alagoas. 

O incômodo, além de se questionar a tranquilidade de Rui, parte também de aliados que esperam ansiosos por uma resposta breve sobre o pleito vindouro.

Todavia, o que se vê - por enquanto - é um prefeito cumprindo os compromissos do Executivo sem alarde, sem chamar tanta atenção e sem falar em pleito eleitoral. 

Contudo, em Brasília, há movimentação para a possível candidatura de Rui Palmeira é vista com possibilidades viáveis, principalmente, no momento em que o gestor pode contar com o apoio -  mesmo que sem credibilidade e ilegítimo - do governo de Michel Temer (PMDB).   

Isso acontece, inclusive, agora que o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho, ambos do PMDB, tornaram-se rivais políticos de Temer.

Por obséquio, em troca dessa oposição ferrenha a Temer, Rui poderá ser o beneficiado em apoios (leia-se o que o Governo Federal deve oferecer) para garantir seu nome na disputa contra o grupo Calheirista. 

Não preciso nem dizer que Calheiros, acredito que pela primeira vez, vem perdendo todos os cargos federais que mantinha (desde 1.000 e antigamente...) nas barbatanas do Poder da capital federal.

Ou seja, o lado oposto aos Renans - seja quem for - será "presenteado" com cargos que eram de Calheiros, a exemplo do ministro Maurício Quintella (PR), dos Transportes, Portos e Aviação Civil, que tem sido um dos entusiastas da candidatura de Rui Palmeira e defensor de Temer. 

Sem falar que, Quintella, como disse um político sertanejo presente no evento do interior alagoano, "tá ca gôta para trazer coisas para Alagoas". 

É um sinal para 2018 e, posteriormente, com o intuito de alavancar o nome de alguém. Agora, quem souber o nome, responda. 

Por outro lado, se o "sim" de Rui Palmeira para entrar no pleito de 2018 continuar guardado, apesar do prefeito dizer que é 'cedo' para eleição, quem ganha vantagem, tempo e vai consolidando-se na disputa é o grupo do Palácio República dos Palmares - repito: em plena campanha pelos municípios alagoanos. 

Lembrando que, além de Maceió, o PSDB detém o município de Arapiraca (Rogério Teófilo) que juntos - as duas maiores cidades do Estado - somam mais de 700 mil votos.  

Diante dos fatos, é pedir ajuda a quem pode ajudar.

De Brasília, Rui Palmeira tem STF, Quintella, Pedro Vilela, Biu de Lira, Arthur Lira... e o Governo Federal!

Rui Palmeira, decide aí!

E a eleição de 2018? 

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Ex-prefeito sertanejo será substituto do pai na disputa pela ALE

Foto: Facebook 5cfd030f f086 4552 951b 1a10cfbd778c Ex-prefeito Paulo Dantas (PMDB) será substituto do pai na disputa pela ALE

Desde o final da eleição de 2014, o ex-prefeito de Batalha, Paulo Dantas (PMDB), sempre foi o substituto do pai e presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), o deputado estadual Luiz Dantas (PMDB), para a eleição de 2018. 

A confirmação despontou ainda mais - no ano passado - com a vitória da esposa e atual prefeita do município batalhense, Marina Dantas (PMDB). 

O ex-prefeito, que administrou a cidade entre 2005 e 2012, conseguiu pela quarta (4ª) vez derrotar o grupo político do também ex-prefeito Francisco José de Oliveira, o Chico Douca (PSB), que governou o município por dois mandatos consecutivos: 1997 até 2004.  

Com a vitória da esposa em 2016, Paulo Dantas deu o pontapé com "vontade" para concorrer a uma das 27 cadeiras na Casa de Tavares Bastos  e ocupar a vaga que atualmente é do pai.  

Tentando reconhecimento para se tornar uma liderança e representar o sertão de Alagoas, Dantas - sob o comando do pai-deputado - conta com o apoio de alguns prefeitos e lideranças da região que estão em acordo para sua candidatura à ALE. 

Além de ter nas mãos a Prefeitura de Batalha, a família Dantas comanda a cidade de Igreja Nova que é administrada pela tia de Paulo e irmã do deputado Luiz Dantas, dona Vera Dantas (PMDB).

No histórico político, o ex-prefeito Paulo Dantas ficou à frente da Prefeitura de Batalha durante sete anos. Foi eleito prefeito em 2004 e, reeleito, em 2008.

Todavia, os Dantas de Batalha são do PMDB com 'carteirinha de fidelidade' e garantem total apoio do senador Renan Calheiros e do governador Renan Filho (aliados há décadas da família sertaneja). 

Fora isso, Paulo Dantas tem grande chances de manter a cadeira do deputado Luiz Dantas por conta dos apoios conquistados; da estrutura política; duas Prefeituras nas mãos; e o peso do 'Poder' que tem o pai-deputado como presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) desde 2015. 

Portanto, é um nome-substituto dentro do PMDB que deve permanecer com assento garantido na Casa de Tavares Bastos. 

Será?

Aguardemos o resultado do pleito de 2018. 

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Vereadores vão à Justiça contra antecipação da eleição na Câmara de Pilar

Foto: Site da Câmara 9e68f876 5f2c 49aa 9c9a c3dd9bc30893 Câmara de Vereadores de Pilar

Anderson Benvindo (PSDB), Djacy Maia (PMDB), Guel Farias (PMDB), Tayronne Henrique (PMDB), Paulo Buarque (PSC) e Deuza Lages (PSDB) entraram com um mandado de segurança pedindo a anulação da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pilar. 

No dia de ontem, 28, o atual presidente da casa legislativa, o vereador Rosenaldo Cavalcante (PRTB), foi reeleito para ficar mais dois anos à frente do parlamento pilarense. Junto de Cavalcante também fazem parte Joeli Lopes (vice-presidente), Rarisson Ariel de Amorim (1º secretário) e Clewinho Cavalcante (2° secretário).

Porém, para os seis vereadores de oposição à atual gestão o Projeto de Resolução 003/2017 e o Requerimento de Urgência 007/2017 - que definiu a data da antecipação da mesa - estão repletos de irregularidades regimentais, o que deve invalidar toda ação posterior referente à antecipação da eleição. 

Por entender que houve vícios e erros na aprovação das matérias, os parlamentares estão ingressando com mandato de segurança na Justiça e solicitando que seja - imediatamente - anulado todos os atos decorrentes da aprovação dessas proposições, inclusive, o ato que elegeu a nova mesa diretora para biênio 2019-2020. 

"O requerimento deveria ser apresentado por 2/3 dos vereadores. Uma vez que autoria não foi da mesa diretora, nem muito menos das comissões, o requerimento deveria conter nove assinaturas, todavia, foi colhido apenas sete assinaturas contabilizando a do presidente. Além disso, o próprio documento [Requerimento] está sem justificativa. Tanto o Requerimento solicitando urgência e o Projeto de Resolução foram apresentados com graves irregularidades. Estaremos ingressando com uma ação na Justiça para anular esta antecipação da eleição", explicou ao blog o vereador Tayrone Henrique. 

Ainda segundo o parlamentar, o Projeto de Resolução teria que ser aprovado por maioria absoluta e isso não ocorreu. Tayrone destacou também que seus colegas vereadores não reconhecem como legítima a mesa diretora eleita na segunda-feira, 28. 

"O projeto de resolução obrigatoriamente deve ser aprovado por maioria absoluta, no caso em tela sete vereadores. E o detalhe é que se tratando de PL (Projeto de Lei) de resolução o presidente só vota em caso de empate. Já esse, em que a mesa foi eleita, o Projeto de Resolução foi aprovado com apenas seis (06) votos. Diante dessas graves irregularidades regimentais não reconhecemos [ele e os vereadores] como legítima essa mesa diretora eleita para biênio 2019-2020", finalizou o parlamentar. 

O Blog tentou falar com o presidente da Câmara do Pilar, Rosenaldo Cavalcante (PRTB), para ouvir uma resposta sobre o fato, mas, não obteve êxito via contato telefônico. 

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Concurso da PM: Defensor vai recorrer de decisão que proibiu candidatos acima de 30 anos

Foto: Facebook 8fb1564a 83e8 4cfd 91cb 6a88f0559915 Defensor Público, Othoniel Pinheiro

Após o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) suspender as decisões de primeira instância que autorizavam a participação de candidatos com mais de 30 anos nos concursos da PM e dos Bombeiros, o defensor público em Alagoas, Othoniel Pinheiro, disse que vai recorrer da decisão da justiça. 

Em sua página oficial no facebook, Pinheiro publicou - na manhã deste sábado, 26 - uma nota explicando que vai tentar restaurar a liminar a fim de que os candidatos acima dos 30 anos (até 35 ou 40 anos) façam o concurso.

"Vou entrar com recurso para tentar restaurar a liminar a fim de que os candidatos acima dos 30 anos (até 35 ou 40 anos) façam o concurso. As razões já falei para a assessoria de imprensa da Defensoria Pública. Minha obrigação de defensor público é recorrer", escreveu Othoniel. 

Entre os motivos levantados está a distribuição por questões de numeração processual previamente definida. Pinheiro reiterou ainda que a suspensão - do ingresso de candidatos acima dos trinta (30) anos - foi baseada numa Lei Estadual de 2014 que, além de prescrever o limite de 40 anos de idade, estaria suspensa. 

"A derrubada da liminar que garantia a inscrição dos candidatos acima dos 30 anos baseou-se na suspensão dos efeitos de uma lei estadual de 2014, que prescrevia um limite de 40 anos. Essa lei está suspensa sim, mas não por uma decisão definitiva do TJAL. A decisão que suspendeu a lei dos 40 anos ainda é provisória, de forma que a lei ainda poderá voltar a ter vigência em julgamento definitivo. Então, não seria razoável impedir que esses candidatos façam o concurso, uma vez que o próprio TJAL ainda não resolveu definitivamente a questão", ponderou. 

Por fim, o defensor público destacou que o estatuto da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL), considerando uma lei de 1992, prescreve que a idade é condição de ingresso na polícia mesmo quando uma pessoa de 34 anos realiza a inscrição no concurso. Ou seja, no decorrer do certame, o inscrito pode ser beneficiado até por uma lei posterior que aumente essa idade para 35 anos

"O Estatuto da PMAL (uma lei de 1992) prescreve que a idade é condição de ingresso na polícia (e não para a inscrição no concurso), de forma que se uma pessoa de 34 anos fizer o concurso ainda pode, no decorrer do certame, ser beneficiada por uma lei posterior que aumente essa idade para 35 anos. Vale destacar que existe uma lei com esse teor tramitando na Assembleia Legislativa e que outros Estados do Brasil também possuem esse limite de 35 anos", conclui Othoniel Pinheiro. 

Só lembrando: Ontem, 25, na decisão do TJ-AL, o desembargador Celyrio Adamastor destaca que os argumentos utilizados pela Defensoria Pública Estadual para requerer a suspensão não atendem aos princípios da legalidade. Entre os motivos estão a vigência da Lei Estadual nº 5.246/1992 que dispõe sobre o estatuto dos policiais militares do Estado de Alagoas, deixa bem claro que para o cargo de soldado a idade máxima, no momento da inscrição, é de 30 anos. A mesma idade, inclusive, está presente no edital do concurso, eliminando possibilidades de dúvidas para os candidatos.

Leia mais sobre a decisão do TJ clicando aqui: Decisão da Justiça proíbe candidatos com mais de 30 anos a participar do concurso da PM

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Deputado João Beltrão deve deixar disputa pela ALE em 2018

Foto: Cortesia 39c8e4bb a837 4a1d a289 83612823c5b1 Deputado João Beltrão deve deixar disputa pela ALE em 2018

Após seis (6º) mandatos na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), mais de 30 anos de política e por orientações médicas, o deputado estadual João Beltrão (PSD) deve deixar a disputa de 2018 para dar lugar a outro Beltrão. 

Apesar de continuar percorrendo cidades do interior de Alagoas, em ritmo menos acelerado, JB vai seguir recomendações médicas que io impedem de concorrer a mais um mandato na Casa de Tavares Bastos. 

Faltando pouco mais de um ano para o pleito eleitoral, Beltrão ainda marca presença em eventos públicos para garantir vaga ao substituto da família. 

Em substituição ao nome de JB, o filho e ex-prefeito de Feliz Deserto, Maykon Beltrão, é o nome da família para ocupar a vaga dos clãs do litoral sul de Alagoas na ALE. O ex-prefeito de Feliz Deserto, inclusive, tem acompanhado o pai nas andanças pelos municípios do Estado.

Na última semana, em Palmeira dos Índios, Maykon Beltrão também esteve com o ministro e deputado federal, Marx Beltrão (PMDB); o prefeito Júlio Cezar (PSB); vereadores; secretários municipais e demais autoridades, participando das comemorações alusivas aos 128 anos de Emancipação Política da cidade.

Como presidente do PSD Alagoas, o filho de JB tem se reunido (basta acompanhar suas redes sociais) com lideranças alagoanas para tratar assuntos referentes à política alagoana e aos municípios, bem como, visando o fortalecimento e crescimento do partido em Alagoas. 

"Recebi, na sede do PSD Alagoas, a prefeita de Jequiá da Praia, Jeannyne Beltrão, e os vereadores Domício júnior (Jequiá da Praia), Diney Torres e Bel Correia (São Miguel dos Campos). Conversamos sobre a política alagoana e falamos a situação dos municípios da região. Filie-se ao PSD!", escreveu Maykon Beltrão no instagram. 

O que diz o deputado?

Quanto ao fato de JB, é indiscutível sua liderança enraizada na região sul do Estado. Por lá, há anos, o parlamentar consegue eleger famíiiares nas cidades de Coruripe, Jequiá da Praia, Feliz Deserto, Piaçabuçu e Penedo - onde os municípios mantêm grandes avanços em infraestrutura, saúde e, principalmente, na área de Educação com bons resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Contudo, ainda que consiga uma liberação dos médicos para concorrer ao pleito de 2018, João Beltrão poderá ir às urnas do próximo ano. 

"Se estou há anos na ALE é por que quem me elege sabe que tenho correspondido. São seis mandatos seguidos e anos de trabalho em prol de Alagoas. Em 2018, tenho certeza que meus eleitores não deixarão de me apoiar, caso ainda possa ir à luta, ou votar na minha indicação para dar continuidade ao meu trabalho como deputado”, explicou JB.

No pleito de 2014, JB obteve mais de 31 mil votos que garantiram a 12ª colocação para reeleição na Casa de Tavares Bastos. Atualmente, o deputado estadual João Beltrão é um dos parlamentares alagoanos com mais mandatos na ALE.   

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Capítulo... Acordo entre PSDB e PMDB gera insatisfação na disputa da Uveal

Foto: Divulgação 080f9434 2091 4f39 be3f 1b070f0fdf62 Sede da Uveal Alagoas

Mais um capítulo a ser exibido da novela mexicana que se tornou a disputa pela cadeira de presidente da União dos Vereadores de Alagoas (Uveal). 

A chapa "Por Uma Nova Uveal" rachou com a saída dos vereadores Diomedes Rodrigues (PSDB - Pão de Açúcar), Tayrone dos Santos (PMDB- Pilar) e Tereza Nelma (PSDB - Maceió) que foram parar - agora  - no berço da chapa que tem Fabiano Leão (PMDB - Arapiraca) como candidato a presidente.

Desta vez, não repercutiu bem entre parlamentares-mirins alagoanos a ideia de 'união' entre os candidatos que estavam em lados opostos e, após acordos políticos, decidiram ficar juntos na 'briga' pela presidência da entidade.

Na semana passada, secretário-geral do PSDB em Alagoas, Claudionor Araújo, havia divulgado uma imagem nas redes sociais mostrando a união da chapa "Por uma Nova Uveal".

Porém, após alguns dias da imagem circular no facebook e whatsapp, o PSDB sentou à mesa com o PMDB fechando um acordo com a separação de cargos e cadeiras na Uveal. 

Com essa junção, os grupos já formados por vereadores espalhados pelo interior de Alagoas ficaram insatisfeitos e devem lançar um novo nome para concorrer contra a chapa encabeçada por Fabiano Leão, de Arapiraca, em 'parceria' com Diomedes Rodrigues (PSDB - Pão de Açúcar), Tayrone dos Santos (PMDB- Pilar) e Tereza Nelma (PSDB - Maceió). 

Portanto, vem aí a formação de um novo grupo de vereadores que não aceitam essa união entre PSDB-PMDB. Parlamentares procuraram o Blog e revelaram apenas que estão realizando reuniões nas regionais para disputar os cargos da entidade. 

Disputa, inclusive, sem interferência do PMDB (Palácio República dos Palmares) e do prefeito de Cacimbinhas e presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (Ama), Hugo Wanderley (PMDB) - maior interessado na eleição da mesa, e que foi criticado até pelo próprio Tayrone dos Santos; 

Leia Aqui: TJ julga na quinta-feira e vereadores cobram nova comissão eleitoral

É uma novela mexicana interminável na Uveal. Contudo, enquanto houver interferência dos caciques peemedebistas alagoanos o pleito para presidência se torna indefinido. 

Por fim, a data prevista da eleição está - se não houver empecilhos - para acontecer no dia 23 de setembro

Até lá... será? 

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Aos 20 anos, filha de ex-prefeito e prefeita vai disputar cadeira na ALE

Foto: Facebook Db0f1492 ce06 4946 b7d7 eb84b7631609 Cibele Moura é a novidade para 2018 na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE)

A jovem Cibele Moura é a novidade para 2018 na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). 

Filha do ex-prefeito de Paripueira, Abrahão Moura, e da atual prefeita da Barra de Santo Antônio, Emanuella Moura, ambos do PSDB, Cibele já é presença marcante nos eventos do litoral norte e, principalmente, nas cidades comandadas pela família Moura.  

Integrante do PSDB Jovem, a pré-candidata a deputada estadual está ingressando na política com indicação total do pai e ex-prefeito. Incentivada também pelos amigos e familiares, Cibele Moura é um dos nomes do tucanato alagoano para o pleito do próximo ano. 

Com a mãe no comando da Barra de Santo Antônio, e o apoio do prefeito de Paripueira,  Haroldo Nascimento (PSDB), Moura quer ser a nova reperesentante do litoral norte na Casa de Tavares Bastos. 

Todavia, lá no norte o ‘embate’ envolve ainda nomes fortes para ALE: Cícero Cavalcanti e/ou Flávia Cavalcanti (PMDB) e o ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira, que quer ocupar a vaga que hoje é do filho e deputado estadual, Marquinhos Madeira (PMDB).

Porém, quem vai 'dominando' - politicamente - a Região Norte é o ex-prefeito Abrahão Moura.

Além de Paripueira e Barra de Santo Antônio, e os acordos fechados com lideranças e políticos em cidades do norte, Abrahão dá às cartas na Prefeitura da capital alagoana e tem grande influência na gestão do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB).

Ao deixar o Executivo paripueirense em 2016, o ex-prefeito saiu da gestão municipal mantendo um bom reduto eleitoral e com sustentação política para uma candidatura em 2018.

Contudo, o nome da família Moura será mesmo o de Cibele Moura com o apoio das duas Prefeituras (Paripueira e Barra de Santo Antônio), lideranças de cidades da região norte e, por fim, a capital alagoana. 

Portanto, Paripueira, Barra de Santo Antônio, São Luís do Quintunde, Matriz do Camaragibe, Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres, Passo de Camaragibe, Porto Calvo, Japaratinga e Maragogi se dividirão novamente entre os candidatos da região e os ‘aventureiros’ que recebem apoios de lideranças do litoral norte.

Será? 

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No interior de AL, a politicagem "reina" em palanques pré-eleitoral

Foto: Internet 510c049b ed33 4608 83b8 77476b6a73f7 Política Suja, não!

Alagoas - repentinamente - passou a ser, principalmente, nos finais de semana, um Estado com várias inaugurações, ordem de serviços e obras em todas regiões. 

Todavia, o que podemos chamar de ano pré-eleitoral ou pré-campanha para os postulantes dos cargos eletivos em 2018. 

Fazer Política, sim! Politicagem, não! 

Contudo, não há nada de diferente do "modus operandi" relativo ao passado. 

Sempre foi assim na República chamada Alagoas e, claro, em qualquer parte do país. Quem pretende ser candidato - um ano antes do pleito - sempre dá "uma carga" na imagem, nos discursos e promessas durante o período que antecede a disputa eleitoral. 

É o que se tem visto diversas vezes nas ações dos Poderes Executivos alagoanos em que - o espaço ocupado pelos convidados - fica até 'pesado' com tantos políticos querendo - no mínimo - sair bem na foto. 

Há sim muita demagogia, promessas renovadas, discursos calorosos e um estilo político arcaico de dizer "eu fiz, eu mandei, eu trouxe, eu vou fazer, eu vou trazer..." e por aí se tem o teor contextual de cada um que se utiliza dos microfones para ser lembrado pelo eleitor. 

Eis que, 2017, antecipa descaradamente - sem tergiversar - um dos maiores embates políticos-eleitorais em Alagoas. 

Ressalta-se, também, que ainda é muita gente com sede de PODER. 

Que a Justiça Eleitoral esteja de olho nas promessas mentirosas em ano pré-eleitoral e, consequentemente, no uso dos Poderes Executivos para benefícios eleitoreiros. 

Por fim, só nós (eu, você e o eleitor) temos o Poder de mudar esta realidade no próximo ano. Lembre-se que o título de eleitor é a arma do cidadão em 2018.

Sigamos para mais um final de semana!

Boa sexta-feira.

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Inaugurações evidenciaram 'oportunismo político e eleitoral' em Palmeira

Foto: Agência Alagoas A0911a99 e4e3 48e8 b4cf 4c8f7b5ecf34 Governador inaugura obras e assina ordem de serviço em Palmeira dos Índios

Ontem, 14, no lançamento das obras de ampliação dos sistemas Caçamba e Canafístula, além da assinatura da ordem de serviço para a construção do perímetro irrigado da barragem do Bálsamo, em Palmeira dos Índios, o que ficou à mostra foi o verdadeiro oportunismo político e do "marketing" em ano pré-eleitoral. 

Por lá, estavam o governador Renan Filho, o senador Renan Calheiros, prefeitos, vereadores, secretários municipais e estadual, deputados estaduais, deputado Carimbão e demais espectadores. 

Entretanto, falar em Bálsamo e Carangueja sem citar o nome do eterno deputado federal Helenildo Ribeiro é uma verdadeira falta de respeito à memória do ex-prefeito. Mas o deputado Carimbão foi o único e o fez em seu discurso!

Ribeiro foi o maior responsável e lutador incansável para que o povo palmeirense pudesse ter um abastecimento de água viável. Fazer o uso político para beneficiar A ou B no ano que antecede o pleito é querer apagar a luta do principal responsável: Helenildo Ribeiro. 

Após o encerramento do 'palanque eleitoral' montado na Praça da Independência, circulou um ofício esclarecendo que os recursos apresentados e aprovados pela União, destinados às construções das barragens no município, foram de indicações do deputado federal palmeirense. 

No documento de 2004, assinado pela bancada federal do período, a ideia de Helenildo Ribeiro foi referendada pela unanimidade dos representantes de Alagoas - à época - no Congresso Nacional.   

"Merece registro quem batalhou pelo Bálsamo. Para que se materializasse, o deputado Helenildo contou com o apoio de muita gente: de toda bancada federal, dos presidentes FHC e Lula, e dos últimos três Governadores que executaram a obra. Além de inúmeras  instituições, a exemplo da Cooperativa de Palmeira. No mais, é apenas 'apropriação indébita', como de costume. A verdade é que obra pública não tem dono. Dono é o povo, que é beneficiário dela. Ao deputado Carimbão, meus cumprimentos pelo apoio na obra e pela delicadeza da lembrança", escreveu Lucas Ribeiro, o filho, em sua página no facebook.

O uso pré-eleitoral do evento que teve a divulgação de chamada - "Governador inaugura obras e assina ordem de serviço em Palmeira dos Índios - nos meios de comunicação oficiais do Estado, só esqueceu de citar os parlamentares que assinaram, inclusive, o documento. 

No entanto, o nome do senador Renan Calheiros e o do ex-governador e ex-senador Teotonio Vilela foram lembrados como os maiores responsáveis das indicações. Tudo bem! 

Porém, vale dizer que a liberação teve ainda a ajuda da bancada que era formada - à época - pela ex-senadora Heloísa Helena e os ex-deputados federais João Caldas, José Thomaz Nonô, João Lyra, Olavo Calheiros, Jurandir Bóia, Benedito de Lira e Rogério Teófilo que ficaram no "vácuo" da lembrança. 

Se há o político que 'mais trouxe benefícios para Alagoas e é importante para o Estado', como dizem aliados, que ele também partilhe das benesses que vieram de Brasília em conjunto com os demais. 

Sabe-se que a política é um jogo jogado. Mas em ano pré-eleitoral é onde tudo acontece para angariar votos do povo. 

Sem falar nos mandatários que estão no interior comunicando que trouxeram de tudo (a velha política do eu trouxe, eu fiz, eu que mandei fazer...) para dar entender que vai melhorar o Estado. Todavia, continuamos sendo o mais pobre do Brasil. 

Em ano pré-eleitoral, ressalta-se que é possível ouvir tudo de bonito, nas palavras e nos gestos, para conquistar ou reconquistar o eleitor. 

Fora isso, sempre existirá o "pai da obra" em qualquer que seja a inauguração.

Lembrando: Política se faz com reconhecimento e não com oportunismo político e eleitoral. 

Parabéns, Helenildo Ribeiro!

O líder - do Bálsamo e da Carangueja - que Palmeira dos Índios não esquecerá. 

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Sindicalista/professor vai disputar eleição de 2018 pelo PCdoB

Foto: Facebook 5a49488d a6b8 4efb b2a8 4134f83b07d6 Eduardo Vasconcelos tem uma gama de seguidores devido o seu trabalho

A pouco mais de um ano do pleito de 2018 algumas pré-candidaturas já podem ser identificadas  nas ruas de Maceió e nos municípios alagoanos. 

 

Com a mudança da legislação eleitoral, o que era campanha antecipada, agora é algo extremamente natural. 

 

Um dos marketings de propagação mais utilizados ainda é o adesivo nos veículos.

 

O nome que vem sendo facilmente identificado nas ruas é o do professor e sindicalista, Eduardo Vasconcelos. 

 

Vasconcelos tem uma gama de seguidores devido o seu trabalho realizado no Sindicato dos Professores de Alagoas (Sinpro/AL) e, consequentemente, por conta dos anos dedicados à educação em sala de aula.

 

Filiado do PCdoB, o sindicalista/professor mantém uma agenda positiva que é bem propagada através de suas redes sociais, sempre atrelado a comunicação da entidade classista.

 

Seu perfil pró-ativo, além do trânsito fácil com vários setores políticos e na comunicação, o projeta como um excelente nome para 2018.

 

O que pouca gente sabe é que o próprio Eduardo Vasconcelos não revela se vai - de fato - para luta em busca de um mandato de deputado federal, estadual ou qualquer outro cargo majoritário, caso seja uma missão partidária.

 

A verdade é a seguinte: a campanha cada vez menor, oficialmente, transformou as campanhas ideológicas em verdadeiras missões.

 

Que venha 2018 e que o eleitorado alagoano possa escolher os melhores representantes possíveis. 

 

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