13 sinais de que você é vítima de abuso psicológico.

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       De acordo com Fernanda Vicente, o abuso emocional acontece de forma gradual e sem que a vítima perceba. Com o passar do tempo, esses padrões abusivos aumentam, fazendo com que a vítima se torne cada vez mais dependente da relação e muitas vezes se isole de amigos e familiares. O abusador utiliza de técnicas que vão desde a negação dos fatos, como “eu não quero ouvir de novo” ou “nada disso aconteceu”, passando pela banalização dos sentimentos da vítima “nossa, como você é exagerada” e “não é motivo para tanto”. O gaslighting (ex: "você está louca), tem consequências desastrosas na vida da pessoa abusada e podem gerar problemas sérios como depressão, isolamento, ansiedade e confusão mental. Confira alguns sinais:

1- Você se priva de algumas coisas por medo de como seu companheiro irá reagir;

2- Você evita tocar em alguns assuntos que considera importantes por medo de uma briga;

3- Você está sempre se desculpando ao seu parceiro;

4- Você frequentemente cria desculpas para justificar o comportamento do seu parceiro para seus amigos e sua família (ou até para si mesma).

5- Você começa a esconder informações dos seus amigos e da sua família para que não tenha que explicá-las ou inventar desculpas.

6- Você não se acha "boa o suficiente" para estar ao lado do seu companheiro

7- Ele faz de tudo para destruir sua autoestima

8- Você sabe que algo está muito errado, mas nunca consegue expressar exatamente o que, nem para si mesma.

9- Você não tem mais controle da sua vida, nem das suas vontades, nem das suas amizades e já não existe mais privacidade.

10-  Vocês possuem um relacionamento sério onde ele te trai e te culpa ou tenta justificar isso (Traição em um relacionamento monogâmico configura-se como um sério fator determinante de adoecimento emocional para quem é vítima).

11- Em algumas brigas ele te "pune" com silêncio ou desprezo

12- Você acha que ele faz um favor em estar contigo e que ninguém irá lhe querer além dele (Aquele clichê que fizeram com que a gente acreditasse: "Ruim com ele, pior sem ele").

13- Ele te faz absurdos e justifica isso em nome do "amor" excessivo que sente por ti. (Amor não maltrata, não machuca, não humilha).

 

Moça, você merece um amor limpo. Há vida após o abuso. Liberte-se!

Foto: Internet/Reprodução

       Carla Perdigão.

 

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Rivalidade feminina: Outra mulher não é sua inimiga.

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      Esqueça tudo o que lhe disseram acerca das relações entre as mulheres. Nos fizeram acreditar que éramos competitivas e rivais. E fizeram isso com o intuito de nos enfraquecer (aliás, a sociedade vêm há séculos se dedicando a ceifar de nós, mulheres, a capacidade de organizção e união)

      Nos ensinaram, ainda muito cedo, que tínhamos de estar entre as mais bonitas da classe e assim nos impuseram a obrigatoriedade de seguir determinados padrões e foram maculando nossa autoestima desde a infância.

      Nos ensinaram também que a inveja sempre estaria presente das relações femininas e assim fizeram com que a gente acreditasse que  isso seria intrínseco à condição feminina.

       Em casos de traição, somos automaticamente levadas a acreditar que a culpa é da outra mulher, nunca do homem traidor e quem de fato deveria fidelidade.(A propósito ressalto que a traição é uma forma de abuso contra a mulher porque esta é capaz de ferir profundamente a sua saúde mental).

       Todos esses esteriótopos nos levam ao isolamento, a desconfiança, a falta de articulação entre nós. Nos enfraquece frente a uma possível construção de nova realidade. Uma realidade mais limpa, justa e igualitária que tanto sonhamos.

       Somos nós por nós mesmas. Proteja as mulheres ao seu redor. Desarme-se. Ame.

       E se há dúvidas sobre a importância do fortalecimento das relações com as muitas mulheres em sua vida, imagine-se vivendo um momento muito ruim. Pense na primeira pessoa a qual você pediria socorro: Ela provavelmente será sua mãe, irmã ou amiga. Uma outra mulher igual a você.

     

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Violência contra a mulher na internet.

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        Apesar de úteis e de facilitar ambientes de troca de informação e debate, as redes sociais e outras áreas da comunicação digital têm sido também um espaço de violências contras as mulheres. 

        Dentre as  várias possibilidades de extensão das violências contras as mulheres pela comunicação digital, duas formas têm chamado atenção da opinião pública pelo número crescente de casos que chegam às delegacias e tribunais: a “pornografia de vingança” e o “cyberbullying”.

     A “cyber vingança” ou “pornografia de vingança” pode ser definida como o compartilhamento de fotos e vídeos íntimos pela internet sem autorização de todos os envolvidos ou com o propósito de causar humilhação da vítima.

      Lembrando que quando uma mulher é vítima de um crime desse tipo, ela sente três dores de uma única vez: a da traição da pessoa que você amava, a vergonha da exposição e a dor da punição social.

      Já o cyberbullying é o uso de comentários depreciativos. Pode atingir qualquer pessoa, mas, geralmente, essa forma de violência mobiliza sistemas discriminatórios, como o sexismo, o preconceito de classe, o racismo e a homofobia.

       Além disso, ainda existe a perseguição. Há uma linha extremamente tênue que separa o que é paquera e o que é assédio, sobretudo nas redes sociais.

      A legislação atual permite o enquadramento do crime de cyber vingança sob a ótica da responsabilidade civil (danos morais) e criminal. Nesta última esfera, além dos crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação), as mulheres vítimas adultas, se sofrerem violência psicológica e danos morais, encontram amparo na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), e as menores de idade também são protegidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

      O artigo 7º da Lei Maria da Penha tipifica como violência psicológica qualquer conduta que cause dano emocional ou prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação da mulher; diminuição, prejuízo ou perturbação ao seu pleno desenvolvimento; que tenha o objetivo de degradá-la ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição, insulto, chantagem, ridicularização, exploração, limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio.

      A Lei Carolina Dieckmann é como ficou conhecida a LeiBrasileira 12.737/2012, sancionada em 30 de novembro de 2012 pela ex presidente Dilma Rousseff, que promoveu alterações no Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei 2.848 de 7 de dezembro de 1940), tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos.

       Em Maceió, a delegacia que ampara os crimes virtuais fica no Maceió Shopping.

       Existe violência de gênero na internet mas existe também meios legais para combate e punição. Mulher, não se cale. 

        Violência não é somente física.

 

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TRF derruba liminar que impedia enfermeiros de requisitar exames.

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A notícia foi do Conselho Federal de Enfermagem e com imensurável alegria e sentimento de justiça, a replicamos.

O  presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região acatou recurso contra a liminar da 20ª Vara Cível do Distrito Federal, que impedia a requisição de exames por enfermeiros, prejudicando o atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A liminar está suspensa até o julgamento do mérito do processo.

Recurso da Advocacia-Geral da União apontou que a liminar baseou-se em “premissas equivocadas” e representou “indevida ingerência do Poder Judiciário na execução da política pública de Atenção Básica do Sistema Único de Saúde”, gerando “grave lesão à ordem público-administrativa e à saúde pública”.

A solicitação de exames de rotina e complementares é realidade consolidada no Brasil desde 1997, quando foi editada a Resolução Cofen 195/97 (em vigor). A consulta de Enfermagem, o diagnóstico de Enfermagem e a prescrição de medicamentos em protocolos são competências dos enfermeiros estabelecidas na Lei 7.498/1986, regulamentada pelo Decreto 94.406/1987 e pela Portaria MS 2.436/2017.

A restrição imposta pela decisão liminar afetou o atendimento a milhares brasileiros, atrasando ou inviabilizando exames essenciais, inclusive pré-natais, além de interromper protocolos da Estratégia de Saúde da Família, prejudicando programas como o acompanhamento de diabéticos e hipertensos (“hiperdia”), tuberculose, hanseníase, DST/Aids, dentre outros.

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)  permanece firme na missão constitucional de regular e fiscalizar a profissão, e continuará tomando todas as medidas judiciais necessárias para salvaguardar o pleno atendimento à população.

“O bom-senso prevaleceu. Os profissionais de Enfermagem poderão continuar fazendo o que sabem e fazem bem: cuidar da Saúde das pessoas”, comemorou o presidente do Cofen, Manoel Neri. “É uma retumbante vitória da Enfermagem e do Sistema Único de Saúde”

 

Fonte: Cofen 

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Juiz mantém liminar que ameaça o SUS

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    O Conselho Federal de Medicina entrou com uma ação contra a União questionando o exercício profissional do enfermeiro e a sua capacidade de solicitar exames no contexto da Atenção Básica, bem como de interpretar seus resultados.

    Houve pedido de reconsideração da liminar e o mesmo foi negado pelo juiz federal da 20ª Vara Federal Cível do Distrito Federal.

     Portanto, a decisão se mantém válida e amordaça os enfermeiros (que correspondem, de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem, a 500 mil profissionais em todo o território nacional).

      O coorporativismo do Conselho Federal de Medicina parece estar preocupado em manter sua hegemonia e acaba esquecendo os verdadeiros prejudicados: A população.

      Para quem não compreende a função do enfermeiro, é necessário deixar claro mais uma vez que não estamos querendo assumir atribuições que pertencem a outra categoria. Nós somos habilitados e respaldados para solicitarmos exames de acordo com os protocolos da Atenção Básica.

     A solicitação de exames de rotina e complementares é realidade consolidada no Brasil desde 1997, quando foi editada a Resolução Cofen 195/97 (em vigor). A consulta de enfermagem, o diagnóstico de enfermagem e a prescrição de medicamentos em protocolos são competências dos enfermeiros estabelecidas na Lei 7.498/1986, regulamentada pelo Decreto 94.406/1987 e pela Portaria MS 2.436/2017.

     Tal decisão corresponde a uma verdadeira afronta ao que é preconizado pelo SUS, fundamenta uma verdadeiro colapso, um desrespeito a equipe multidisciplinar e uma ofensa aos enfermeiros e a população.

      Nós não nos calaremos. Resignação não se configura uma opção para a Enfermagem neste momento. Somos muitos. Somos necessários. Lutamos juntos. Merecemos respeito e não somos inimigos ou ameaça a nenhuma outra categoria que trabalha unida pela saúde deste país.

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Enfermeiros são proibidos de solicitarem exames.

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     O Conselho Federal de Medicina entrou com uma ação contra a União questionando o exercício profissional do enfermeiro e a sua capacidade de solicitar exames no contexto da Atenção Básica, bem como de interpretar seus resultados.Foi concecida uma liminar favorável que culminou na suspenção desta atribuição.

      Tal fato configura-se como uma verdadeira afronta aos enfermeiros, ao SUS, a população e aos direitos, sobretudo, das mulheres. Ora, se não podemos solicitar exames, tampouco poderemos interpretar seus resultados. Logo, um pré-natal não poderá ser iniciado pelo enfermeiro, ainda que a mulher apresente um resultado laboratorial ou de imagem positivo. 

        Justamente no mês do Outubro Rosa, não poderemos mais solicitar mamografias.

        O médico passa a ser detentor de todo o cuidado e as prejudicadas, somos nós, mulheres. Tratar a gestação somente no contexto medicalizado é encarar esta como doença e isso configura um retrocesso para o empoderamento feminino.

       Os impactos na saúde pública serão desastrosos. Enfermeiros não poderão mais realizar testes rápidos de HIV, Hepatites e  Sífilis (mesmo o país enfrentando uma nova epidemia deste último). A prevenção também será prejudicada, pois os exames citopatológicos (popularmente conhecidos como Papanicolau), realizados por enfermeiros, também estarão suspensos.

       Não estamos interessados em ocupar espaços que pertencem a outros profissionais, são atribuições diferentes que de forma equilibrada, dão certo. 

       A Enfermagem é uma categoria que está na linha de frente da saúde deste país, há séculos lutando pela valorização profissional, buscando seu espaço e cumprindo com suas demandas.

      O Conselho Federal de Medicina não legisla sobre nós e não se faz saúde sem enfermeiros.

      Sigamos na luta.

         

      

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Relacionamento abusivo: O avesso do amor.

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        Muito já conversamos acerca de relacionamentos abusivos e suas dolorosas maneiras.

         Compreende-se por relacionamento abusivo todo aquele que sufoca, machuca maltrata, trai, engana, controla, persegue. Também tem as suas maneiras sutis e quase sempre imperceptíveis que vem fantasiadas de "amor excessivo". Justificadas pelo sentimento exacerbado, ele nos humilha e nos mantém refém de uma sucessão de eventos adoecedores.

         O fato é que um relacionamento ruim é capaz de nos causar marcas para o resto das nossas vidas. Doloridas feridas, crônicas e difíceis de cicatrizar.

        Os abusadores - pessoas tóxicas e parasitas de sentimentos alheios - quase sempre nos deixam com a sensação de que tudo está perdido ao saírem de nossas vidas e fazem isso com o único propósito: a manutenção do nosso sofrimento que é o que os nutrem.

       Mas sempre há um recomeço. Uma saída limpa e o caminho para um amor sereno. Basta que não estejamos acomodados a dor.

           Há vida após o abuso e ela é toda nossa, prontinha para ser reescrita e vivida. Nós podemos e merecemos.

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Palestra discute autonomia da mulher na hora do parto.

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Carla Perdigão é enfermeira pós-graduanda em Obstetrícia e doula.

Irá acontecer nesta sábado (30) durante a Bienal do Livro de Alagoas, o 8º Ciclo Nacional de Conversas Negras, realizado pelo Instituto Raízes de Áfricas.

O evento acontecerá durante todo o sábado no Teatro Gustavo Leite.

Às 14h haverá uma palestra cujo tema é "Algemas: Quando elas estão presentes, ainda que invisíveis, aprisionando a autonomia das mulheres ao parir."

Tal palestra tem o objetivo de abordar temas relevantes ao contexto do parto, bem como suscitar a discussão acerca da institucionalização das prisões em outros segmentos da sociedade.

Entrada gratuita.

Vamos?!

Foto: Sombra Maceió- Everaldo Dantas

 

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Ciúmes excessivo não é amor.

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           Nada desagrega tão pofundamente a personalidade quando passamos por algum relacionamento com excessos e consequentemente, abusos.

           A sociedade costumeiramente nos faz acreditar que o ciúme é produto do amor. Nos ensinam que se uma pessoa tem muito sentimento pela outra, ela gera dentro de si uma posse natural e é aí que mora o perigo: Passamos a achar normal surtos e tentativas de controlar nossas vidas.

         Nós, mulheres, somos vítimas de um feminicídio macabro e naturalizar um crime passional é também neutralizar os abusos, é simplesmente fortalecer a idéia de que é justificável a morte por conta de um ciuminho. (Se duvida, experimente colocar o termo "morte ciúmes" para pesquisar no Google).

        Controle excessivo, perseguição, falta de privacidade, questionamentos constantes, isolamento social são algumas maneiras de adoecer e estar refém a relacionamentos doentios, bem como é uma forma de transparecer através dele a necessidade de ajuda profissional. Não é normal sentir medo da pessoa a qual você se relaciona.

         "Se a pessoa que está ao seu lado se preocupa mais ONDE você está do que COMO você está, fique alerta!"

        Segue o link de uma matéria anterior sobre relacionamentos abusivos:  http://www.cadaminuto.com.br/noticia/309266/2017/09/01/sera-que-meu-relacionamento-e-abusivo-confira-doze-sinais

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200 anos de um dos estados mais violentos para as mulheres.

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     Alagoas é o 11º estado brasileiro mais violento para as mulheres. A informação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com dados de 2015.

     De acordo com a pesquisa, a taxa de mortes no estado foi de 5,4 para cada grupo de 100 mil mulheres, apresentando uma variação de 17,20% entre 2005 e 2010.

     Em 2015, O Hospital Geral do Estado (HGE)  atendeu 775 mulheres vítimas de violência doméstica e sexual, uma média de pouco mais de dois casos por dia.

     O fato é que estamos morrendo, dia após dia na terra das lagoas e ninguém parece se preocupar. A ferida entre nós está aberta e o derrame do sangue feminino alagoano continua.

    

      

    

 

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