União de Beltrão e Collor pode formar chapa completa

Foto: DM 8ce95c74 d90c 4c0a bf0d e8f2729f7974 Fernando Collor

E como todos estão buscando aliados, uma parte da família Beltrão tem acenado para um acordo com o senador Fernando Collor, que pode resultar em algumas mudanças no processo eleitoral.

Falam até na formação de uma chapa completa, com a base dos Beltrões no litoral sul do estado. A evolução desse acordo pode afetar muita gente!!

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Instituto fará pesquisa nos 102 municípios a pedido de grupo político

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Um grupo político alagoano pretende fazer um panorama da intenção de voto nos 102 municípios alagoanos e para isso contratou um instituto de pesquisa para levantar esses dados.

O Ibrape será responsável por levantar esses dados a partir de hoje e revelar como os alagoanos podem votar para Presidente, Governador, Senador e deputado federal e estadual.

Esse resultado pode mudar a estratégia e articulações de muita gente...

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Renan e Collor estão entre os dez senadores que mais utilizaram licença para atividade parlamentar

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo 1ccde78b a9e5 4e86 b43a 0ebd28d966c8 Fernando Collor e Renan Calheiros

 

Levantamento realizado pelo portal G1 mostra que Renan Calheiros (MDB) e Fernando Collor (PTC) estão entre os dez senadores que mais utilizaram a chamada "licença para atividade parlamentar" na atual legislatura, que começou em 2015.

 

A licença permite faltar a uma sessão deliberativa sem apresentar justificativa e sem desconto no salário.

 

Em quinto lugar, Calheiros requisitou a licença em 43 dias (17% das sessões ordinárias). Em nota encaminhada ao G1, a assessoria do senador esclareceu que o artigo 13 não se refere a uma licença. “É o artigo que permite ao senador se ausentar da sessão para desempenho de atividade parlamentar fora das dependências do Senado. No caso do senador Renan, as faltas foram devidamente justificadas justamente pelo desempenho de missão política de interesse parlamentar no Estado de Alagoas”.

 

Em sexta posição, aparece Collor, com 42 dias (16,5% das sessões ordinárias).

 

Fora da lista dos dez, Benedito de Lira (PP) usou o expediente em 24 dias (9,4% das sessões ordinárias).

 

Ainda conforme a reportagem, nesta legislatura, 76 senadores no exercício do mandato e outros 13 que em algum momento exerceram o mandato requisitaram a licença, totalizando 1.320 ausências, pelas quais o Senado pagou R$ 1,48 milhão – considerando que um dia do salário mensal (R$ 33,7 mil) de um senador corresponde a R$ 1.125,43.

 

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Juiz nega pedido de Galba Netto para receber como vereador e não pelo Procon

Foto: Ascom/CMM/Arquivo 9d50de44 504a 42cf 9865 b2f6b0939559 Vereador Galba Netto

O juiz Geraldo Tenório Silveira Júnior, da 14ª Vara Cível da Capital/Fazenda Municipal, indeferiu o pedido formulado pelo diretor-presidente do Procon Alagoas, Galba Netto, para receber sua remuneração mensal como vereador (ao invés do salário pago pelo Estado), enquanto estiver à frente da autarquia.

 

O magistrado negou o Mandado de Segurança com pedido de liminar impetrado por Galba contra a Presidência da Câmara.

 

Conforme os autos, o vereador informou que, ao se licenciar, comunicou à Câmara a opção por receber a remuneração mensal do cargo de vereador, o que gerou um processo administrativo, no qual seu pleito foi indeferido. Ele procurou então a Justiça para tentar garantir o pagamento, sob pena de fixação de multa diária.

 

Na decisão, o juiz destacou que, conforme a Lei Orgânica do Município de Maceió, a situação onde o vereador não perde o mandato e pode escolher a remuneração que entender mais conveniente é quando assume cargos de secretário municipal, de Estado e do DF; ministro, prefeito, secretário nacional, superintendente de órgão federal de Desenvolvimento Regional; e chefe de missão temporária.

 

“Fixada essa linha de raciocínio, e considerando que o impetrante foi nomeado para o cargo de Diretor Presidente da autarquia estadual PROCON, consoante comprovado às fls. 28 dos autos, entendo que, de plano, este não se enquadra em nenhuma das hipóteses que permitem a escolha da remuneração”, pontuou o magistrado em um trecho do documento.

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Ciro Gomes pode influir na eleição em Alagoas?

Arquivo/Fotos Públicas 390e79ac 26e3 4fff 9a17 19ce2619a7e2 Ciro: metralhadora giratória

O pré-candidato a presidente do PDT, Ciro Gomes quer um palanque em cada Estado brasileiro, e em Alagoas ele quer um palanque longe de Renan Calheiros. O problema é que, o principal nome do PDT em Alagoas, Ronaldo Lessa, está dentro da estrutura de governo de Renan Filho, e apoiará Renan Calheiros.

Sabendo disso, Ciro estaria tentando tirar Lessa do governo e fazê-lo candidato contra Renan Filho. O nome de Lessa cairia como uma luva para o grupo de oposição, ajudaria o PDT na aproximação com o PSB. Só falta combinar com Lessa, que não está disposto a perder o mandato. Desde ontem começou a “pipocar” ali e aqui boatos de que Ciro poderia tirar Lessa do governo. Essa coluna acha muito difícil. Mas...

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Fachin autoriza investigação contra Renan e mais sete senadores do MDB

Agência Brasil Ad6261c5 56b2 44b9 ac8a c31d151ffa01 Renan, Eunício e Romero

 

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito para apurar o repasse irregular de R$ 40 milhões da J&F para campanhas de políticos do MDB em 2014. Com isso, os senadores Renan Calheiros, Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR), Eunício Oliveira (CE), Eduardo Braga (AM), Edison Lobão (MA), Valdir Raupp (RO) e Roberto Requião (RR), além do ex-senador Vital do Rêgo, ministro do Tribunal de Contas da União, passam a ser investigados por supostamente, terem se beneficiado com o repasse.

 

As informações são do portal Congresso em Foco.

 

Fachin autorizou a abertura do inquérito atendendo a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). A investigação foi autorizada com base nas delações de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, e Ricardo Saud, ex-diretor da JBS.

Na delação, Machado contou ter ouvido em reuniões ocorridas na casa do senador alagoano, que a JBS, empresa do grupo J&F, faria doações à bancada do MDB do Senado em 2014 no valor de R$ 40 milhões. O repasse teria ocorrido a pedido do PT.

Ainda conforme Saud, várias doações foram realizadas de forma oficial, mas “tratava-se de vantagem indevida, uma vez que dirigentes do PT estariam comprando o apoio de peemedebistas para as eleições de 2014 como forma de assegurar a aliança entre os partidos”.

Em um trecho de seu despacho, Fachin destacou que “há razão suficiente para, neste momento, reconhecer que os fatos ocorridos denotam especial interligação nas condutas atribuídas a parlamentares federais e aos demais envolvidos, a recomendar a persecução abrangente dos fatos narrados e evitar decisões contraditórias”.

 

 

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Única coisa boa é que está perto de acabar, diz Renan sobre os dois anos do governo Temer

Foto: O Globo/Arquivo 3018f79d 0e10 4c84 bacb 2ffc84b6d992 Renan Calheiros

Ao repercutir os dois anos de Michel Temer (MDB) na presidência da República, o senador Renan Calheiros (MDB) ironizou que só há uma coisa a comemorar: cada dia que passa é um dia a menos para o governo acabar: “Ainda faltam 230”.

 

Em vídeo publicado em suas redes sociais, Calheiros destacou que, no biênio, o desemprego aumentou, chegando a atingir 14 milhões de brasileiros e que, somente em 2017, 21 mil postos de trabalhos foram fechados.

 

O senador prosseguiu citando que um milhão de famílias foram retiradas do programa Bolsa-Família. “No mundo real, o brasileiro piorou muito de vida”.

 

 

 

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Téo Vilela reforça união da oposição e dentro do PSDB

Arquivo Cada Minuto 013c800e ad8a 413f 8dee 3e2d4c1c11e7 Téo Vilela

 

 

Em resposta aos comentários de possíveis desentendimentos no grupo da oposição, o ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) respondeu que, em Alagoas, o PSDB se mantém unido e que ele, juntamente com o presidente estadual da sigla, Rui Palmeira, estão dialogando com os partidos aliados na construção de um palanque majoritário de oposição, que já tem como pré-candidato ao Senado, o deputado Rodrigo Cunha.

 

Vilela disse ainda que a decisão de Cunha - que poderia ter optado por disputar o Governo do Estado - foi fruto de uma reflexão feita por ele, sem qualquer direcionamento do PSDB, nem de alguém da sigla isoladamente.

 

“Rodrigo é um político firme, íntegro, sério, competente e capaz de tomar por si só os passos que acredita ser os melhores para ele e para o povo alagoano. Seguimos também trabalhando na formação das coligações proporcionais, de forma democrática e compromissada com a excelência da política de Alagoas”, completou.

 

O ex-governador defendeu também a pré-candidatura à presidência da República do presidente nacional do partido, Geraldo Alckmin: “Confio que o Brasil conhecerá Alckmin e verá que ele preenche todos os anseios da Nação”.

 

 

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Oposição Light: Boulos evita críticas fortes a Renan em Alagoas

Foto: Carta Capital 74adbe7b f3d3 4ff3 9905 d183c3975586 Guilherme Boulos

O pré-candidato do PSOL a presidência do Brasil, Guilherme Boulos, em visita a Alagoas, disse, depois de muitas perguntas, que Os Calheiros teriam sim oposição em Alagoas. Mas ficou nisso. Não fez nenhuma crítica contundente, não falou do PT local, que se junta ao MDB, sobre quem ele já chamou de “golpista”. Boulos vai fazer uma oposição, mas uma oposição light. Bem light.

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Ninguém confia em ninguém no Grupo da Oposição

Arquivo: Cada minuto E4f71bf5 bee6 40ed 8ebc ffba027c3cdd Rui Palmeira e Téo Vilela fora da disputa em 2018

Não está fácil para os partidos de oposição se unirem em prol de um único grupo. Ontem, em um esforço final, Rui tentou convencer o PP, o DEM e o PROS para apoiar o presidente da Câmara de Maceió, Kelmann Vieira(PSDB) para ser o candidato ao governo, mas não conseguiu.

A verdade é que o PP não confia mais no PSDB, Benedito e Arthur não entendem porque o PSDB de Rui negocia com eles, e o PSDB de Téo e Rodrigo negocia com JHC para isolar o PP.

 O próprio PP já começou a negociar com JC e o PSB, mas, por outro lado, ninguém confia no próprio JHC. Enquanto isso o PROS de Bruno Toledo e o DEM de José Thomaz Nono estão sendo assediados pelo Governo, e existe sim a chance de irem.

Na verdade não existe definição, e cada partido já começa a pensar em alternativas que possibilitem a eleição de seus representantes. Enquanto isso o MDB assiste tudo de camarote.

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