Candidato é proibido de fazer propaganda enganosa

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O candidato à reeleição no município de Pilar, Carlos Alberto Moreira Cavalcante Canuto, foi proibido de prometer, por meio de carros de som espalhados pelo município, a reabertura do Hospital Nossa Senhora de Lourdes nos próximos dias. A decisão é do juiz eleitoral Sandro Augusto dos Santos.

A instituição se encontra em estado precário. Segundo funcionários, diversos elementos impedem que seja feita a reabertura em tão pouco tempo.

De acordo com o MPE, o gestor estaria veiculando propaganda enganosa perante o eleitorado. Gravações estão anexadas ao processo. 

Com o objetivo que a sentença seja cumprida, o magistrado solicitou que ofícios sejam expedidos a Polícia Federal (PF) e a Polícia Militar (PM).

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Candidatos são acusados de usar “máquina pública”

Acusados de usar a “máquina pública” para fins eleitorais, os candidatos à prefeitura do município de Junqueiro, Carlos Augusto e José de Medeiros Tavares Neto, podem ter sua candidatura cassada, segundo processo de número 121-98.2016.8.02.0035, que já condenou  os também candidatos à prefeitura de Campo Alegre, Pauline Pereira e o prefeito de Junqueiro, Fernando Pereira ao pagamento de multa de R$ 200mil cada um e R$ 50mil por dia caso os acusados descumpram a decisão.

Conforme decisão expedida nesta quarta-feira, dia 28, o juiz Kleber Borba Rocha, da 35ª zona eleitoral, os acusados usaram carros da prefeitura para distribuir bens para a população. 

Conforme relatos fotos e vídeos foram anexados aos autos mostrando a irregularidade cometida pelos acusados quando usaram  dois caminhões, que foram cedidos pela Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Agricultura do Estado de Alagoas (SEAGRI), uma retroescavadeira cedida ao município de Campo Alegre e ainda um caminhão caçamba  cedido ao município de Junqueiro vinculado ao programa PAC 2 e entregaram areia e piçarra ao moradores do município.

Os investigados de cometer crime eleitoral tem até cinco dias úteis para apresentarem defesa do processo.  

 

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Carreata termina em pancadaria em Novo Lino

Reprodução 18adc581 5be7 42ea b8f0 652b0e3ccfa4 Briga durante carreata em Novo Lino

Quem ta no páreo não quer perder as eleições por motivo algum nem que para isso seja preciso usar força e promover cenas lamentáveis. Poderíamos definir assim o que ocorreu durante uma carreata no último domingo no município de Novo Lino.

Duas coligações entraram em vias de fato em uma das ruas da cidade durante uma carreata. Nas imagens que circulam pela internet dá pra ver um homem armado, que segundo o juiz que responde pela comarca, seria um policial.

O clima não está favorável na região. O juiz da 24ª Zona Eleitoral decidiu por suspender todos os atos de campanha em Novo Lino, Campestre e Colônia Leopoldina por contado clima tenso das eleições nestas cidades. A medida visa impedir que tais confrontos entre adversários ocorram até o pleito eleitoral.

Até domingo é pau, é pedra, é o fim do caminho... e salve-se quem puder!

 

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Pesquisas eleitorais falsas circulam na cidade

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As pesquisas eleitorais tendem a influenciar na decisão do voto, por isso muitos candidatos recorrerem a esse artifício para mostrar sua posição.

No entanto, na corrida para conquistar eleitores, algumas pesquisas são forjadas e divulgadas nas cidades. Em Maceió, por exemplo, já foram divulgadas várias pesquisas falsas.

O Ibrape novamente denunciou que o nome do instituto foi utilizado para divulgar resultados duvidosos na capital e no interior.

No resultado disso é a confusão para o eleitor.

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Desafio de renúncia em debate gera memes na internet

Reprodução internet C81056c2 4886 4810 9dc3 9ff5753b6291 Debate entre candidatos a prefeitura de Maceió na TV Ponta Verde gerou memes

O andamento da eleição em Maceió nos últimos dias tem gerado muito “memes” nas redes sociais, principalmente sobre os temas abordados durante os debates na TV.

A mais nova piada pronta, explorada pelos internautas, tem sido a repercussão da “possível renúncia” do candidato Cícero Almeida (PMDB) depois de ter sido questionado sobre a presença do nome da máfia do lixo no processo no qual é acusado.

Cícero afirmou ao vivo que Rui Palmeira teria de provar e o desafiou também a renunciar caso não fosse provado. No mesmo revide, Palmeira tirou o número da página da cartola e gerou o impasse.

Por meio de uma nota, Cícero Almeida disse que “trata-se de expressão plantada na imprensa e usada indevidamente pelo órgão contábil da seguinte forma: "episódio conhecido como máfia do lixo". Rui Palmeira mais uma vez usa de má fé e tenta confundir a opinião pública. Não conseguirá! DESAFIO MANTIDO!”

E quem aposta que terá renúncia?

Em Arapiraca o debate promovido pelo site 7Segundos entre os candidatos a prefeito também deu o que falar pela internet. Não é de hoje que os principais comentários giram em torno das falas (ou poucas) dos candidatos. 

 

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Prefeito se esconde para não sair da cadeira

Divulgação 13970479792872 Prefeito Elmo Antônio Medeiros

Um jogo de esconde-esconde parece estar acontecendo no município de Monteirópolis. Segundo informações, desde semana passada, quando o Tribunal de Justiça decretou o afastamento do prefeito Elmo Medeiros (PMDB), acusado de participançao de fraude em licitações, o oficial de justiça não consegue encontrar o chefe do executivo para entregar a intimação.

Por outro lado, quando o oficial deixa a cidade o prefeito tem sido visto levando sua vida normal, inclusive participando de comícios e pedindo votos na rua.

Há rumores que o gestor não quer que seu vice, que é também seu sobrinho, assuma a prefeitura por ser do PMN, partido ao qual Elmo faz oposição.

 

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Rosane Malta está engajada na campanha de JHC

Foto: CadaMinuto/Arquivo 028c5e7e 9c53 4589 99ef b3f29ad39876 Rosane Malta

Rosane Malta - ex-primeira-dama do Brasil - está engajada na campanha de João Henrique Caldas, o JHC (PSB).

Hipotecou apoio ao grupo que segue com o deputado federal e se diz confiante na vitória de JHC.

Ela lançou, recentemente, um livro sobre a época em que foi primeira-dama. Não se afastou da política. Segue ativa nos bastidores.

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Nota de Esclarecimento da Promotoria de Justiça Eleitoral de Junqueiro

A Coluna reproduz nota divulgada pela Promotoria de Justiça Eleitoral sobre Junqueiro: 

A Promotoria de Justiça Eleitoral, com atuação na 35ª Zona Eleitoral, que abrange o Município de Junqueiro, vem a público esclarecer que, nesta segunda-feira (26), não houve flagrante de compra de votos pelo candidato à Prefeitura Municipal, Carlos Augusto Lima de Almeida, da coligação “Sempre unidos, trabalhando por Junqueiro”, conforme noticiado por alguns veículos de comunicação e redes sociais.

O Ministério Público Eleitoral e a Polícia Militar do Estado de Alagoas também não realizaram nenhum procedimento que levasse à detenção de Carlos Augusto Almeida, do atual prefeito do Município, Fernando Pereira, e do ex-gestor Raimundo Tavares para esclarecimento quanto à divulgação de pesquisa eleitoral irregular.

Tampouco ocorrera em Junqueiro, por parte do Ministério Público Eleitoral, apreensão de “máquina” de cadastro de eleitores para “compra de votos”. Da mesma forma, o órgão de fiscalização da lei nas eleições não realizou anteriormente operações similares nos Municípios de Teotônio Vilela e Campo Alegre.

Mencionada erroneamente em um dos conteúdos noticiosos, a promotora de Justiça Eleitoral da 35ª Zona Eleitoral, Eloá de Carvalho Melo, explica que, ontem, foi realizada uma simples inspeção nos veículos dos correligionários dos candidatos à Prefeitura pelas coligações “Sempre unidos, trabalhando por Junqueiro” e “Muda Junqueiro”. Eles chamaram a atenção dos órgãos competentes pela quantidade de carros e pela velocidade com que transitavam pela cidade, uns atrás dos outros. 

Após revista nos veículos por policias militares, constatou-se que não havia nenhuma irregularidade nos carros, salvo as películas fumê dos vidros deles, que inviabilizam a identificação do condutor. A Promotoria de Justiça e a Polícia Militar determinaram a imediata retirada das películas.

Na sequência, já no Fórum do Município, os correligionários da candidatura das duas delegações, espontaneamente, falaram sobre uma pesquisa eleitoral que estaria sendo realizada por uma empresa de Pernambuco na cidade, a qual não apresentou qualquer irregularidade. 

A Promotoria de Justiça Eleitoral esclarece que é permitida a realização de pesquisas de intenção de voto, desde que atenda os requisitos da Resolução TSE nº 23.453/2015.

O órgão do Ministério Público Eleitoral lamenta ainda o uso indevido do nome da promotora de Justiça Eloá de Carvalho Melo, tal como do nome da instituição, como fontes de informação, quando em nenhum momento foram consultados diretamente ou por meio da Diretoria de Comunicação Social do Ministério Público do Estado de Alagoas.

A Promotoria de Justiça Eleitoral em destaque reforça o compromisso do Ministério Público e da Justiça Eleitoral com a garantia da lisura no pleito, sob a rigorosa fiscalização da legislação vigente, de modo a permitir que a população de Junqueiro exerça com tranquilidade o direito de escolher os representantes do Município para os próximos quatro anos.

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Calheiros praticamente “jogam a toalha” em Palmeira dos Indios

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Envolvidos em disputas duríssimas em Maceió, Arapiraca e Delmiro Gouveia, o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho, praticamente jogaram a toalha em Palmeira dos Indios.

A candidata dos Calheiros, a médica Veronica Medeiros, está bem atrás do candidato do PSB, Julio Cesar. A diferença já é considerada pelo Palácio de vidro como muito difícil de ser revertida e o governador deve focar mesmo nas outras três maiores cidades do Estado.

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Justiça eleitoral decide impugnar pesquisa contratada em Pão de Açucar

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A Justiça Eleitoral decidiu impugnar pesquisa contratada pelo candidato apoiado pelo prefeito Jorge Dantas, Dr. Eraldinho, em Pão de Açúcar. Registrada no Tribunal Regional Eleitoral no número AL- 09381 de 2016, ela foi aplicada pela Nipe Pesquisa, empresa que não está regularizada no Conselho Regional de Estatísticas da 5ª Região, obrigatório para o exercício da atividade. 

Outra irregularidade foi a ausência de pagamento do trabalho, já que a pesquisa foi feita de forma gratuita, ferindo o artigo 25 da legislação eleitoral, que veda a partido político e a candidato a receber, direta ou indiretamente, doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, por meio de publicidade de qualquer espécie.

O questionário também não contava com o nome de um dos candidatos de oposição ao contratante, Cliuton Santos, além de não identificar corretamente o nome do estatísticos e nem apresentar o plano amostral

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