De Arapiraca para Maceió: Cuscuz.com abre filial na capital do Estado

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Com informações da assessoria

A paixão pelo cuscuz motivou as empresárias Micheline Botelho, de 39 anos e Raquel Aquino, de 28 anos, a apostar numa cuscuzeria marcada pela regionalidade acompanhada de requinte. A Cuscuz.com, cujo início ocorreu em Arapiraca, chega a Maceió com o prato típico nordestino, em um ambiente cheio de sofisticação.

“Misturamos uma decoração clean e moderna sem perder a conexão com nossas raízes. Assim atingimos não só o público local, mas impactamos e expandimos o hábito de consumir pratos típicos do nordeste para outras culturas”, explicou Raquel, que trouxe a ideia da sócia para o menu da capital alagoana. “Tudo começou em Arapiraca, mas enxergamos em Maceió uma demanda crescente de turistas em busca de experimentar nossa culinária característica e marcante", concluiu.

Além da arquitetura contemporânea, a inovação também tomou conta dos acompanhamentos que vão junto ao prato. São mais de trinta recheios que agradam por sair do trivial, indo do bacalhau, camarão e cheddar ao peito de peru e ricota para o público mais fitness e adepto da alimentação saudável.

E como parceira, as empresárias convidaram a única indústria de flocos de milho nascida e localizada em Alagoas: o Grupo Coringa que aceitou de cara o desafio e incrementou o cardápio com flocos de qualidade e variadas receitas com o seu café expresso.

A coordenadora de publicidade do Grupo Coringa, Kilma Marques, conheceu de perto os dois espaços e aprovou todos os detalhes. “Enxergamos uma grande oportunidade com essa parceria que encanta não só as pessoas da nossa terra, mas turistas de várias regiões do Brasil. Com certeza o público vai se viciar nesse sabor que mistura o tradicional com novidade”, disse Kilma que também experimentou alguns pratos e adorou o conceito do novo empreendimento.

O Cuscuz.com fica localizado na Av. Dr. Antônio Gomes de Barros, antiga Av. Amélia Rosa, Jatiúca, em Maceió (em frente ao Alagoana) além de sua unidade em Arapiraca em frente ao Parque Ceci Cunha. O local está aberto todos os dias com preços acessíveis. 

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Festa da Padroeira em Arapiraca: tradição que sobrevive à modernidade das novas gerações

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“O parque chegou.” A afirmação abre as atividades para o período mais festivo de Arapiraca. Está começando a Festa da Padroeira. Para os católicos, tempo de ir para a igreja, participar das novenas (nove missas em dias seguidos) e das procissões. Quem não é adepto da religião, também aproveita: tem maçã do amor, brinquedos, encontro com os amigos. São noites de diversão que atravessam gerações.

Conversei com minha mãe, Zélia, 54 anos, sobre a festa. E um fato surpreendeu: ela, mesmo residindo na zona rural, durante a infância, lembra que todos os anos, meu avô trazia os filhos para participar da celebração. Iam à missa e depois passavam no parque. “Os parques não eram como os hoje. ‘Vinham vários parques. Cada local tinha um. Era uma festa muito bonita”, disse.

Foi em uma dessas festas que meu pai se apaixonou por ela. “Ele me presenteou com uma caixinha de uvas. ‘Depois disso, passou a frequentar a casa do meu pai. Até que casamos”,  revela. A revelação do episódio foi uma surpresa para os filhos que desconheciam essa parte da história do casal.

Anos depois, foi a vez de os filhos encontrar no parque um dos momentos mais marcantes e esperado ano. Juntávamos os amigos e passávamos a noite toda. Muitas conversas, paqueras, risadas, passeios nos brinquedos e, claro, saboreando as guloseimas tradicionais, como as inesquecíveis maçãs do amor.

Como uma verdadeira tradição, hoje, nosso sobrinho, neto da minha mãe, de sete aninhos, aproveita a festa e ainda se encanta com as atrações que fizeram a alegria dos seus pais, dos seus tios, dos seus avós.  

Ao invés de ficar nas ruas e praças do Centro, o parque fica concentrado no Parque Ceci Cunha, em uma área bem menor do que fora ocupada, em décadas anteriores. Na Catedral de Nossa Senhora do Bom Conselho, estão concentradas as atividades religiosas, iniciadas neste sábado (23). O encerramento da Festa da Padroeira acontece no dia 2 de fevereiro, com a típica procissão.

Programação completa no site da Prefeitura de Arapiraca.

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Hambúrgueres artesanais têm sabor diferenciado em Arapiraca

Clau Soares Fb452835 02cf 49f8 b85c f9c7ede3de65 Hambúrguer de picanha

Já imaginou um hambúrguer de banana? Em Arapiraca, esta iguaria pode ser consumida no Bake Burguer, uma lanchonete que decidiu investir em sabores diferenciados  de hambúrgueres para os clientes. O proprietário, Edmundo Valente, de apenas 20 anos, não revela o segredo do singular hambúrguer de fruta, mas fala com orgulho do empreendimento, iniciado em 2014.

Quando decidiu começar o próprio negócio, Edmundo Valente ganhou o apoio e também a consultoria privilegiada do padrasto, o empresário Fábio Rogério, e da mãe Flora Valente. Ao invés de montar um ponto fixo, ele preferiu começar com um delivery. Os clientes ligavam, montavam o próprio sanduíche e o produto era entregue em casa. Deu certo e, em fevereiro de 2015, o Bake Burguer ganhou um ponto fixo, no Centro.

Segundo Edmundo, desde então, a demanda tem sido um sucesso. O delivery continua em paralelo ao trabalho na lanchonete. O menu é recheado e são os hambúrgueres artesanais que se destacam-se. Preparados à mão e sem conservantes, os hambúrgueres de picanha, alcatra, carneiro, parmegio, costelinha e toscana têm um sabor mais forte e são bem servidos. Variam de R$ 10 (Bake Toscana) a R$ 15 (Bake Picanha) e valem por uma refeição.

Trio Bake Alcatra: Suco e batata por R$ 1. 

Para quem prefere um lanche mais leve, tem as opções de sanduíches de frango, salpicão, atum e peito de peru. Todos são servidos com pão multigrão. Cada um sai por R$ 9.

Um sucesso à parte é o hambúrguer de banana. Isso mesmo. O sanduíche pode até passar despercebido no cardápio (lá, é o Bake Arretado) e até causar estranhamento, mas depois de experimentar, ele entra para a lista dos favoritos. Servido carne de sol desfiada, queijo coalho, cebola dourada e molho especial, o hambúrguer de banana é ímpar e tem um preço modesto: R$ 13. Não saia sem investir nele.

Hambúrguer de banana: arretado de bom
Hambúrguer de banana: arretado de bom

Em todos, há a opção de pedir o trio por R$ 1 a mais, com o sanduíche, uma porção de batata frita e um suco de laranja.

Nos finais de semana, o espaço é disputado. O que já faz o jovem Edmundo Valente pensar em expandir os negócios e abrir mais um ponto. E o que não falta é disposição para o trabalho. “Sempre gostei dessa correria”, confessa.

Ambiente clean e confortável no Centro da cidade

Serviço

O quê: Lanchonete Bake Burger
Onde: Rua Manoel Abreu, 507. Centro - Arapiraca
Horário de funcionamento: Terça a domingo, das 17h à meia-noite
Contato: 82 3522-3100

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Nutricionista dá dicas para o consumo de tapioca de forma saudável e equilibrada.

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Você sabia que diabéticos não devem consumir tapioca? E que nem sempre ela auxilia no emagrecimento. Estas e mais informações acerca deste delicioso alimento estão na entrevista abaixo com a nutricionista Mirella Freire. Confira:

Blog da Clau Soares: O que é a tapioca?
Mirella Freire: Tapioca é uma iguaria tipicamente brasileira, de origem indígena, produzida com a fécula extraída da mandioca também conhecida como goma da tapioca, goma seca ou polvilho. De lá pra cá, a tapioca manteve a sua importância na culinária brasileira, mas foi a moda das dietas sem glúten que a fez ganhar fama de aliada da boa forma.

Blog: Quais os valores nutricionais da tapioca?
MF: A tapioca possui também uma elevada concentração de carboidratos. Uma tapioca pequena, com 50 gramas, contém 43 gramas de carboidratos. Rica em carboidratos, a tapioca não tem glúten, sódio e não leva gordura nem no preparo. A tapioca é uma fonte de carboidrato de médio a alto índice glicêmico, ou seja, tem a capacidade de aumentar glicose de uma forma rápida no sangue. Pode ser indicada em processos de reeducação alimentar para perda de peso, porém, com quantidades adequadas para cada indivíduo.

Blog: Todo mundo pode consumi-la, inclusive diabéticos, portadores de gastrite, pessoas com sensibilidade ao glúten? Quem deve evitá-la?
MF: O produto é uma ótima opção na vida de pessoas celíacas, alérgicas a essa proteína, e também na de pessoas com intolerância a ela, como é o caso dos que sofrem de artrite, artroses, fibromialgia. O problema é que, embora seja um produto natural, a tapioca tem índice glicêmico muito elevado. Por isso, a tapioca não é indicada para diabéticos, pessoas com intolerância à glicose ou de forma aleatória achando que seria a melhor forma de perda de peso. Por isso a importância da individualidade metabólica cada pessoa é possui um metabolismo diferente com suas necessidades específicas. Ou seja, mais uma vez, tudo dependerá de cada caso!

Blog: Como reduzir este índice glicêmico?
MF: Uma dica é misturar à goma um pouco de linhaça dourada, chia, amaranto ou farelo de aveia porque, assim, a velocidade de transformação do carboidrato em açúcar pode ser reduzida.  Porém sempre é válido ressaltar que é necessária uma avaliação individual.

Blog: A tapioca realmente auxilia no processo de emagrecimento?
MF:
O que pesa na tapioca é o recheio e a quantidade de goma utilizada. Para o emagrecimento, isso é importante. Além disso, a avaliação individual irá garantir o melhor horário e necessidade de utilizar. Um pãozinho francês ou o pão integral já vêm em porções. Já com a tapioca, a generosidade da colher vai de acordo com o humor de cada um.
 
Blog: Qual seria o recheio ideal?
MF: A variedade de recheios é enorme e, por isso, esse é um prato fácil de incluir na alimentação e adaptá-lo ao seu paladar. Na hora de preparar a tapioca, preste atenção aos ingredientes do recheio, para que não se transforme em uma opção muito calórica. Os melhores recheios são atum, frutas, queijos brancos, carnes magras (como o frango desfiado). Ou ainda pode-se misturar doce e salgado, como semente de chia, cottage e mel. E se preferir, somente com sabor doce, recheada com pasta de gergelim, banana, canela e quinoa. A tapioca pode ser preparada em formato de panqueca e até pizza. Basta substituir a massa tradicional de pizza por um disco de tapioca, regar com molho de tomate, acrescentar mussarela de búfala e manjericão. Uma boa opção seria usar a proteína no recheio e até comer castanhas logo depois da tapioca. Ou mesmo transformar a tapioca numa crepioca, misturando-a com ovo.
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​Blog: Quais as melhores sugestões de recheio para um consumo equilibrado?
MF: Evite recheios calóricos e ricos em açúcar ou gordura, como leite condensado e carnes gordurosas.

Algumas ideias de recheios:

1.    Queijo magro (cottage ou ricota de búfala) com rúcula e azeite de oliva.
2.    Geleia de morango sem açúcar com chia e coco.
3.    Banana assada com canela.
4.    Ovo mexido com tomate e orégano.
5.    Patê de atum ou sardinha caseiro com cenoura e beterraba.

Vale lembrar, por fim, que apesar da tapioca ser um alimento saudável e delicioso, ela deve ser consumida com moderação. Afinal, nada em excesso faz bem ao organismo!
 

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Coaching: ferramenta que pode ajudar a alcançar metas para o novo ano

Divulgação 3e98c63a 4cd6 412a 833d 699b3eb6f9fb Aparecida Brandão

Os primeiros dias do ano são sempre oportunos para definirmos as metas e como pretendemos concretizá-las. Apesar de toda a empolgação de janeiro, à medida que o ano avança, vamos perdendo o fôlego e, muitas vezes, aquele desejo deixa de ser uma prioridade. Ainda pior é quando chegamos ao final do ano sem ter avançado. Para barrar esse eterno ciclo, é necessário mudar as atitudes.

Descobrir seu próprio potencial e saber direcioná-lo para realizar o que deseja são importantes passos. Neste sentido, o trabalho de um bom coach pode ajudar decisivamente. “O coach (em tradução livre, treinador) acompanha o cliente no processo de desenvolvimento em áreas que ele tem dificuldade. ‘Mostra o caminho que ele deverá percorrer para descobrir habilidades, manter-se motivado e atingir seus objetivos”, explica a life coach Aparecida Brandão.

Com formação pela Sociedade Latino Americana de Coaching, Aparecida Brandão descobriu no coaching uma forma de melhorar seu desempenho nas áreas pessoal e profissional. “Depois que fiz o curso de coaching e participei de sessões com um coach, melhorei bastante na área de relacionamento interpessoal que era um dos meus objetivos. Com isso, consigo ter um melhor desempenho à frente da empresa na qual atuo”, explica.

Ter consciência das suas habilidades e dificuldades é um dos passos mais importantes, bem como manter-se motivado durante todo o processo. Neste sentido, o coach fará o assessoramento aos clientes, em sessões de até uma hora, nas quais fará questionamentos e reflexões para que o cliente consiga mante o foco na meta estabelecida. “O coach tira um indivíduo da área de conforto”, frisa Aparecida Brandão.

Para quem costuma colecionar fracassos nos relacionamentos amorosos, com familiares, amigos, colegas de trabalho, ou costuma desistir de continuar em busca de uma realização ou simplesmente não consegue, apesar dos esforços empregados, ter a ajuda profissional de um coach pode ser uma boa estratégia.

Nas empresas e na vida pessoal

O processo de coaching surgiu nos Estados Unidos e hoje tem sido destaque em todo o mundo. As empresas têm investido bastante na ferramenta a fim de manter o crescimento, através do Executive ou Business Coaching. Nos EUA, mais de 90% das empresas usam esta ferramenta. A área também está crescendo no ramo do Life Coaching, na qual os indivíduos são orientados para a conquista dos objetivos.

 

                                  

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Arapiraca terá música e show pirotécnico

Clau Soares 41f1f0fd aec0 4565 8839 327cf8f97348 Bosque das Arapiracas

O sucesso do Natal Mágico, no Bosque das Arapiracas, motivou a Prefeitura de Arapiraca a realizar mais um grande evento no espaço. Desta vez, os arapiraquenses poderão celebrar a chegada de 2016 com uma programação especial, no local, ainda na quinta-feira (31) e continua no primeiro dia do ano, com queima de fogos e shows.

A festa terá início às 21h, na quinta-feira (31), com a apresentação da cantora Naná Martins. A queima de fogos ocorrerá à meia-noite e deve durar até 16 minutos. De acordo com representantes da Secretaria de Cultura e Turismo, o serviço será prestado por uma empresa da região, com autorização do Corpo de Bombeiros.

Logo após o show pirotécnico, a banda Pagode Entre Nós sobe ao palco. Às 2h, será a vez da banda Fascínio comandar a festa. A noite (e a madrugada) terá ainda a participação do DJ Rafa. Muita música para ninguém ficar parado e entrar em 2016 com  muita energia e disposição.

Os organizadores explicaram que o Bosque das Arapiracas se tornou um espaço de agregação das famílias da cidade e região, o que contribuiu para a decisão de realizar o réveillon no local. A proposta é que seja um momento voltado para famílias com animação e segurança.

A festa é gratuita e aberta ao público.

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Cacheadas em Arapiraca: elas contam como superaram a ditadura do liso

Arquivo pessoal 6ed146ea bef5 4153 891d 0145edf74828 Ingrid Kelly exibe os cachos.

Apesar da divulgação, cada vez mais frequente na imprensa, e nas redes sociais, assumir os cabelos crespos ou cacheados ainda é um desafio que exige força de vontade e muita paciência das mulheres. Dá trabalho, angustia, mas tudo é recompensado com a recuperação da autoestima e o fim da ditadura do liso. E isso é o que elas dizem.

Em Arapiraca, conversamos com a servidora pública e estudante de Educação Física, Ingrid Kelly Alves dos Santos Pinheiro, e com a jornalista Priscila Anacleto. Elas ousaram e hoje exibem suas madeixas com a autoestima redobrada. O mais interessante é que os relatos de experiência das duas se cruzam em vários pontos, apesar de não se conhecerem pessoalmente.

Tanto Ingrid quanto Priscila começaram a alisar os cabelos por volta dos 11 anos de idade. Dos alisamentos mais agressivos até as atuais selagens, elas experimentaram de tudo para manter os cabelos lisos, até decidirem que era a hora de assumir os cachos. “Foram 12 anos presa aos procedimentos químicos”, afirmou Priscila Anacleto.

Quem as vê divando pelas ruas de Arapiraca, com os cabelos ao vento, pode não ter ideia de como foi todo o processo. “Foi um período difícil, eu me sentia feia e impaciente com o cabelo que não crescia. Com três meses de transição, pensei em fazer o Big Chop (grande corte), mas o cabelo natural estava muito pequeno, então desisti. Não foi um período fácil e não tive muito apoio da família”, revela Ingrid Kelly.

A jornalista Priscila Anacleto, entretanto, teve um incentivo especial. “Minha maior motivação foi o meu amor, Tony Medeiros. Ele me incentivou a parar, aguentou-me na luta diária da transição, elogiava-me todos os dias, chamava-me de linda, mesmo quando eu me sentia horrível. Quando fiz o grande corte, ele continuou ao meu lado, me dando forças. Acreditem, cortar o cabelo desse jeito mexe completamente com a feminilidade da gente. A autoestima vai ao chão e tê-lo ali comigo, me apoiando e elogiando me fez ter certeza de que eu iria conseguir”, relatou.

Felizes com o resultado

 “Ao realizar o grande corte, não foi só o visual que mudou, concepções também mudaram. Consegui aceitar e entender, principalmente, que meu cabelo é crespo, sou negra/descendente de negros, que fugi dos padrões estabelecidos por uma sociedade racista, sexista, que impõe padrões de beleza”, destaca Ingrid Kelly.

“Os cachos fazem parte de mim. Eu não assumi meu cachos, eu assumi a minha identidade, meu eu verdadeiro. Essa sim sou eu.  E sou muito grata a todos que me deram apoio, aos que criticaram também! A minha família, amigos e, principalmente meu marido, que acompanhou todo o processo bem de perto, foi e continua sendo um companheiro e tanto”, confessa Priscila Anacleto.

Inspiração e ativismo

A jornalista Priscila Anacleto, que compõe a equipe de repórteres da TV Gazeta (Rede Globo), revela ainda que diariamente recebe convites no Facebook de meninas que querem mudar ou inspirar as amigas a adotarem o visual natural. “São historias lindas. Converso com elas e sinto que, de alguma forma, elas se sentem representadas. Sinto-me um pouco responsável por essas meninas e não vou decepcioná-las!”, garante.

Já a estudante Ingrid Kelly faz parte do grupo Cachos Alagoanos, que troca informações pela internet, e já pensa em realizar um ensaio fotográfico de mulheres cacheadas, em Arapiraca, em janeiro de 2016. A proposta é incentivar mais meninas a se libertarem dos processos químicos para alisamentos e ficarem mais poderosas com os cachos.

Cuidados com os cachos

A consultora pedagógica e técnica do Instituto Embelleze Arapiraca, Aparecida Brandão, explica que os cabelos cacheados, por serem extremamente secos, precisam de hidratação com ativos e proporções desenvolvidos exatamente para eles. “Para manter seu cabelo cacheado ou crespo hidratado, faça sessões de hidratação constantemente”, recomenda.

Segundo ela, os cachos têm estrutura capilar igual a dos cabelos lisos e podem receber colorações, descolorações, mechas variadas, como todo tipo de cabelo. Os cuidados devem ser redobrados com hidratação, reconstrução, cauterizações e terapias capilares. “Os cachos necessitam ser alimentados com ativos e oligo-elementos que perdemos todos os dias por conta dos radicais livres”, frisa.

Ela aconselha que cada mulher tenha uma cabeleireira que indique quais os tratamentos mais indicados e a necessidade do cabelo. “Cada cabelo precisa ser analisado  para poder usar o componente que mais devolva os nutrientes necessários para a saúde e beleza. As pessoas com  cabelos cacheados podem não conseguir o mesmo resultado de um procedimento feito por outra pessoa porque há diferentes necessidades e tipos de cachos”, explica.

Aparecida Brandão destaca ainda que cabelos crespos ou cacheados precisam de umectação uniforme, fortalecimento e cachos definidos. Ela indica os produtos com óleo de gergelim, de coco, de abacate, d-pantenol, ou manteiga de ojon, para devolver a elasticidade, movimento e fios bem tratados com cutículas seladas para garantir o brilho. “Nossa dica é passar o Gilt Plus e Power Mold da Embelleze Salon para manter os cabelos hidratados e modelados. Isso vai ajudar a domar o volume”, recomenda.

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Feira Gourmet e decoração natalina atraem multidão ao Bosque das Arapiracas

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O Bosque das Arapiracas transformou-se no ponto de encontro de centenas de famílias, neste final de semana. Depois de alguns finais de ano, sem programação natalina, a cidade surpreendeu: além das luzes, enfeites, Papai Noel, anjos e diversos motivos que remetem ao período festivo, a programação cultural conquistou os arapiraquenses que lotaram o parque para conferir tudo de perto.

Desde o começo do mês de dezembro, a decoração começou a ser colocada nas ruas. Tudo muito tímido, embora sinalizando que havia um clima de otimismo no ar. Feitos a partir de garrafas pet, os enfeites ficaram centralizados no Bosque.  E quem passava por ali diariamente para as tradicionais caminhadas, já parava para tirar algumas fotos com os dizeres “Feliz Natal” ou no trenó do Papai Noel.

Na sexta-feira (11), o anúncio da primeira edição da Feira Gourmet no Bosque das Arapiracas despertou a atenção. E, à noite, muita gente foi ao local para  degustar as delícias feitas por especialistas gastronômicos da terrinha. Como tudo foi decidido de última hora, algumas das atrações não conseguiram ficar prontas. Ainda assim, a food bike Santo Brownie, e os food trucks  Bull Açaí e Soup Burger fizeram bonito.

E o que se viu, nas noites deste sábado (12) e domingo (13), foi muita gente saindo de casa para levar filhos, sobrinhos e amigos para curtir o clima ameno do bosque, fotografar a decoração, comer algodão doce, churros, brigadeiros (o que dizer das delícias da Valentina Brigadeiros, gente?!), brownies, hot dog (o American Hot Dogs abriu!), açaí. Ah, sem falar que teve música, coral e escalada para a alegria das crianças – e, sem nenhuma vergonha, de muitos adultos também.

Um domingo no parque como há muito tempo não se via por essas bandas... E o melhor: isso tudo vai continuar rolando pelos próximos dois finais de semana, com livre acesso para o público, a partir das 18h. Vamos aproveitar. 

Veja mais fotos AQUI

 

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Com artesanato, jovem consegue renda fabricando produtos em feltro

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Há cerca de um ano, a jovem arapiraquense Daniely Menezes, de 26 anos, desistiu de ser vendedora no comércio local. Não compensava. Chegou a receber R$ 500, por mês trabalhado, apesar de cumprir os horários e esforçar-se para atingir as metas de vendas. No artesanato, ela descobriu uma forma de garantir a renda mensal e ainda trabalhar em casa. Foi a grande mudança em sua vida.

Artesã, como se apresenta, Daniely era fascinada pelos trabalhos manuais, ainda criança, quando observava a mãe costurar. “Sempre gostei disso. Tudo que tem a ver com papel, madeira, tecido, botão. Tudo que tem a ver com arte. Sou louca”, confessa. As vendas, no entanto, chegaram naturalmente. “Começaram a encomendar e eu vi que eu sou feliz fazendo isso. Não sabia que ia dar esse retorno”, revela.

Hoje, a maior parte de suas encomendas é feita em feltro, um material compactado de lã ou pelos, com aparência de tecido, que é transformado em pequenas obras de arte nas mãos habilidosas da artesã. O trabalho não é fácil: envolve pesquisa, mão de obra qualificada e tempo. “Estudo, faço cursos relacionados ao feltro. Compro apostilas”,  diz Daniely.

Ela conta que já passou nove dias trabalhando de forma ininterrupta para entregar uma encomenda. “Precisava fazer bonecos do Peter Pan de 10 centímetros. ‘Não ajudava em nada em casa. ‘Tem que ter muita dedicação”, afirma.

No pequeno quarto onde dorme, também está instalado o seu ateliê – local no qual executa as peças. Balcão, cadeira, linhas, agulhas, muitos feltros coloridos e uma máquina de costura resumem a pequena manufatura de Daniely Menezes. Ali também, ela estuda para ingressar em um curso de nível superior. “Estou me preparando para prestar vestibular para fisioterapia na Uncisal (Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas)”, conta.

Caso seja aprovada no vestibular, ela não pretende parar de fazer artesanato. “Em janeiro, vou me cadastrar como microempreendedor individual. ‘ Não quero parar. Isso (o trabalho artesanal) vai me ajudar a pagar as despesas, caso eu passe”, explica.

Serviço:

O quê: Ateliê Menezes  - por Daniely Menezes

Onde: Bairro São Luiz II, em Arapiraca

Contato: ateliemenezes@outlook.com ou (82) 99606-9455

Redes Sociais: Instagram @ateliemenezes

         Facebook: https://www.facebook.com/AtelieMenezes/?fref=ts

Veja mais fotos em: www.blogdaclausoares.com.br

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Jéssica Tenório fala da carreira na banda Dona Flô

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A inconfundível voz da cantora arapiraquense Jéssica Tenório, de 24 anos, identifica-a em qualquer lugar. A Dona Flô, nome artístico também da banda da qual faz parte, vive a música, de forma intensa, há sete anos.  Casada com o músico Jacó Carvalho, a intérprete desfruta a fase de realizações.

A agenda da semana é disputada: das festas particulares a barzinhos da cidade, sempre há trabalho. Em virtude dessa correria, o sonho de ser mãe foi apenas adiado. A maioria dos shows é em Arapiraca, mas há convites para outras cidades. A correria é tanta que, após o final de semana, ela sempre perde peso. Com o sucesso, Dona Flô consegue manter-se com o trabalho na banda. “Eu consigo viver de música em Arapiraca”, diz.

Jéssica revela que sua trajetória na música aconteceu de forma muito natural. “Eu cantava em casa, com a família, e na igreja. ‘Eu não pensava: vou cantar. Era uma coisa tão distante”, lembra. Neste ínterim, Dona Flô começou a fazer o curso de direito, mas desistiu para se dedicar totalmente à carreira de cantora. “Não faço nada pela metade. ‘Quando eu disse: vou ser cantora, já abri mão do direito”, lembra.

A banda Dona Flô tocava somente Música Popular Brasileira (MPB). O repertório, no entanto, foi mudando à medida que o público pedia. “A banda se transformou. ‘Teve muito isso no nosso trabalho. A gente foi se transformando com a necessidade de Arapiraca”, explica.

Samba da Flô

 A Dona Flô vive a ansiedade para subir ao palco no dia 11 de dezembro. Ela ressalta que o Samba da Flô será, de fato, marcante. “O Samba da Flô é uma realização especial”.  Para ela, a oportunidade de mostrar ao público uma grande paixão. “O samba é muito amor. Meu trabalho é música, meu hobby é samba”, ressalta. 

Clássicos, como “As rosas não falam”, “O mundo é um moinho”, “Casa da Noca”, “Coração em Desalinho”, “O bêbado e o equilibrista”, prometem fazer o público dançar e também se emocionar. 

O show está marcado para ter início, às 21h. As mesas, no valor de R$ 100, estão sendo vendidas, por telefone, no (82) 9 9949 4798, ou no restaurante Comedoria, no Centro de Arapiraca. 

Serviço:

O quê: Samba da Flô – Samba de Roda 

Onde: Filomena Barzin – Lago da Perucaba (Arapiraca)

Quando: 11 de dezembro, às 21h

Quanto: R$ 100 (mesa)

Contatos: (82) 9 9949-4798

 

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