Conheça um pouco da trajetória de "King Kong" nos cinemas

Divulgação 49c2e32c ae53 4d9b b386 61c4b31d8b9e Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Nesta quinta-feira, 09, estreia mais um reboot do gorila mais famoso de todos os tempos: Kong: A Ilha da Caveira. Com direção de Jordan Vogt-Roberts e um elenco bastante estrelado que conta com Samuel L. Jackson, Tom Hiddleston, Brie Larson, Jonh C. Reily e John Goodman, o filme terá uma nova roupagem desde que o mito foi criado. Que tal darmos uma volta na história e aprender mais sobre o incrível Kong?

O maior gorila do mundo já passou por vários reboots e remakes, tanto da indústria hollywoodiana quanto da indústria cinematográfica japonesa, desde que a criatura fictícia foi criada lá na década de 30, quando foi lançado o primeiro filme intitulado simplesmente de: King Kong.

De lá para cá, entre reboots, remakes e sequências, já foram produzidos dez filmes da fera. Focando nos mais importantes, o primeiro, em 1933, foi gravado em stop-motion e até os dias hoje se carrega a história original. O gigante macaco deseja possuir uma bela jovem loira e acaba morrendo após confronto contra os humanos. O filme custou US$ 672 mil dólares, o que naquela época era bastante dinheiro, e arrecadou US$ 2,8 milhões.

 

King Konde de 1933

 

Em 1991, o longa acabou sendo reconhecido como "culturalmente, historicamente e esteticamente significativo" pela Biblioteca do Congresso e selecionado para preservação no National Film Registry. Daí já se vê a importância do rei gorila na cultura do cinema.

Dois remakes hollywoodianos foram produzidos após 1933. O primeiro e mais conhecido é de 1976, que era protagonizado pelo ator Jeff Bridges, Jessica Lange, Charles Grodin e entre outras estrelas. O filme é considerado por muitos o melhor King Kong já criado, afinal, além do sucesso de crítica e público, venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e foi indicado nas categorias de Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Fotografia. A bela Jessica Lange venceu o Globo de Ouro pelo prêmio de Melhor Revelação Feminina.

Diferentemente do primeiro longa, este teve alguns detalhes diferenciados que chamam a atenção. Na primeira versão, a icônica cena mostra Kong sobe o Empire State Building para se defender dos aviões, já em 1976 o evento se passa no World Trade Center. Uma outra curiosidade é que o gorila seria mecânico, mas como a produção sairia bem mais cara, o maquiador Rick Baker se vestiu de Kong para fazer as cenas.

 

King Kong de 1976

 

Um outro remake foi produzido em 2005, quando o indiscutível diretor Peter Jackson, a trilogia Hobbit e Senhor dos Anéis, decidiu pôr as mãos na massa e produzir um novo filme do gorila por míseros US$ 20 milhões. A outra metade dos fãs acreditam indiscutivelmente que o Kong de Jackson foi o melhor.

Se foi melhor ou não, isso não importa. O que importa é que o filme foi bastante reconhecido e vencedor de três Oscar, sendo um para Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e, o mais importante, Melhores Efeitos Visuais, mantendo a tradição desde 30. Peter Jackson ainda recebeu o prêmio de Melhor Diretor e também de Melhores Efeitos visuais, ambos no Globo de Ouro, além de outros vários prêmios em outros eventos.

A produção pesou no bolso da Universal Pictures. Impulsionado pelo “salário” do diretor, King Kong custou US$ 207 milhões, porém conseguiu arrecadar mais que o dobro com pouco mais de US$ 550 milhões. O elenco também era de respeito, com Naomi Watts, Jack Black, Jamie Bell, Adrien Brody e entre outros.

 

King Kong de 2005

 

Agora em 2017, desta vez nas mãos da Warner Bros e do diretor Jordan Vogt-Roberts, Kong receberá uma versão mais pop e atual do monstro. Ao contrário dos outros longas em que o gorila possui 7 metros nos longas de 33 e 76 e de 15 metros em 2005, Kong terá 30 metros de altura, o maior já visto nos cinemas.

Entrando na moda dos crossovers dos heróis no cinema, este novo King Kong se passa no mesmo universo do filme de outra criatura gigantesca: Godzilla (2014), onde os dois irão se enfrentar, num futuro próximo, em um embate épico nunca antes já visto em Hollywood. Antes disso, um novo filme do Godzilla deve ser lançado.

O filme já é sucesso na crítica especializada e possui uma aprovação superior a 80%, valor alto para os padrões do cinema. Kong: A Ilha da Caveira gira em torno de um ex-militar que viaja com um grupo de desbravadores até a mítica Ilha da Caveira, onde seu irmão desapareceu enquanto procurava o Titan, soro que teria o poder de curar todas as doenças. Além de resgatar o irmão, o homem irá enfrentar as criaturas que habitam o local.

 

King Kong em 2017

 

Gostou um pouco da história de King Kong nos cinemas? Comente o post para discutirmos um pouco mais sobre a besta. Lembre-se, o filme estreia nesta quinta-feira, 09, nos cinemas.

Confira o trailer final e legendado:

 

 

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Brutal, feroz e emocionante, Logan se torna o melhor filme do gênero

Divulgação C3fb8b45 9641 493b 96de c7220558d75f Hugh Jackman se despede do Wolverine

É difícil escrever uma crítica quando se está emocionado e com um êxtase tão grande, porém decidi, assim que cheguei em casa, falar sobre Logan. Para um fã e crítico de filmes, a emoção não pode respaldar os aspectos técnicos de tal longa, mas quando tudo se encaixa perfeitamente os olhos brilham para o que a oitava arte pode nos proporcionar.

Logan é, sem dúvida e sem pestanejar, o melhor filme de super-herói já feito e, para mim, o melhor filme da minha vida. A despedida de Hugh Jackman como Wolverine é maior do que tudo que já foi entregue até aqui no gênero. Logan é mais que um filme de super-herói, é muito maior que um drama, na verdade é uma das coisas mais incríveis já produzidas.

 

Hugh Jackman

 

No filme, Logan (Hugh Jackman) está abatido. No início ele está no banco traseiro de uma limusine que serve como meio de vida. É 2029 e ele está bêbado e ainda atordoado após traumas vividos anteriormente. Se levanta e vai até quatro ou cinco homens que tentam roubar os pneus do veículo. Ele pede para parar, os homens não ouvem e à queima-roupa disparam no peito direito um tiro de uma arma calibre doze. A cicatrização está difícil e mais lenta, mas mesmo assim ele é o Wolverine e se levanta logo em seguida. Sofre uma surra, mas ao ver que um disparo acertou sua limusine ele fica feroz e um banho de sangue jorra na tela. Sim, é, finalmente o filme para maiores perfeito que faltava ao Carcaju.

Todo o filme é desconexo de todo o universo X-Men por apenas ser excelente e altamente viciante. Foi algo sobrenatural, ninguém que ali estava atuando pareciam ser eles mesmos. Até o veterano Patrick Stewart, o professor Charles Xavier, fez a melhor atuação da sua vida. Todos eles arrancaram sorrisos, tensões, arrepios e, claro, muitas lágrimas. Quem diria!

Posso arriscar, desde já, que Logan vai ser um dos concorrentes a Melhor Filme no Oscar 2018. Não só ele, como também a Melhor Ator para Hugh Jackman, Melhor Diretor para James Mangold e Melhor Atriz Coadjuvante para Dafne Keen. Falando nela, uma prodígio surge assim como Jacob Tremblay em “O Quarto de Jack”. A garota foi espetacular a todo o momento, tomando até mais as atenções que o próprio Hugh.

 

Dafne Keen é Laura, a X-23

 

A Fox e toda a produção de Logan definitivamente acertaram na escolha de Dafne para o papel de Laura, a X-23. Feroz, sagaz, tocante e de uma personalidade fortíssima, a atriz mirim parecia ser tão experiente quanto Hugh e Stewart. Palmas para James Mangold que finalmente desvendou e puxou pela raiz o que é ser o Wolverine ao transmitir tudo aquilo para os telões depois do pífio “Wolverine: Imortal”. Talvez até ele já sabia e com maior liberdade da problemática Fox pôde colocar tudo aquilo que o Carcaju e Jackman representam.

Foi o final de uma era de 17 anos ao melhor estilo. Hugh Jackman sai satisfeito, o público sai satisfeito e a crítica sai satisfeita. Todo elogio é pouco para o longa que tem força para bater de frente com os “favoritinhos” da Academia.

 

Nota 10 - Excelente

 

Leia mais:

Logan promete ser um dos melhores filmes de heróis em 2017

• Logan é sucesso de crítica nacional e internacional  

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Confira quais são as principais estreias de março nos cinemas

Divulgação F24eb09c 7d8b 40f6 ba40 f771b2899b22 Filmes de março

Março é, sem dúvida, o mês mais disputado entre as estreias de cinema. De gêneros variados, os filmes que estreiam no terceiro mês do ano têm tudo para fazerem parte do seleto Top 10 de melhores de 2017.

Pensando nisso, separei as principais estreias e as respectivas datas para deixar você, querido leitor, do que rola de bom e de melhor nos cinemas. Confira:

Logan – 02/03/2017

Claramente este não poderia ficar de fora. Sucesso estrondoso de crítica, Logan marca a última vez em que o ator Hugh Jackman será o Wolverine. O filme tem pré-estreia marcada para hoje, dia primeiro, e é esperada uma arrecadação de US$ 120 milhões só nos Estados Unidos apenas no primeiro fim de semana em exibição, mesmo sendo um filme R-Rated ou para maiores de 18 anos.

Hugh é Logan, Dafne Keen é a jovem Laura (X-23) e o Patrick Stewart revive o Charles Xavier.

 

 

Um Limite Entre Nós – 02/03/2017

Não é um blockbuster, mas é considerado um dos filmes mais tocantes que concorreu ao Oscar de Melhor Filme neste ano. Um Limite Entre Nós (Fences) se passa nos anos 50. Troy Maxson (Denzel Washington) tem 53 anos e mora com a esposa, Rose (Viola Davis), e o filho mais novo, Cory (Jovan Adepo). Troy sente um profundo rancor por não ter conseguido se tornar jogador profissional de baseball, devido à cor de sua pele, e por causa disto não quer que o filho siga como esportista. Isto faz com que o jovem bata de frente com o pai, já que um recrutador está prestes a ser enviado para observá-lo em jogos de futebol americano.

A maravilhosa, poderosa e mulher mais incrível do mundo, Viola Davis, venceu o Oscar de Melhor Atriz em Um Limite Entre Nós.

 

 

Fome de Poder – 09/03/2017

Quem nunca comeu um sanduíche na McDonalds na vida? Você sabe como começou a história de uma das empresas mais ricas e bem-sucedidas no mundo? Essa é a hora. Michael Keaton vive Ray Kroc, um vendedor de Ilinois, nos EUA, adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice "Mac" McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

 

 

Kong: A Ilha da Caveira – 09/03/2017

King Kong já possui vários remakes Hollywoodianos em toda a sua história. Visando o crossover com Godzilla, Kong: A Ilha da Caveira vai mostrar um no Kong, maior, mais poderoso, que vive numa ilha remota de mesmo nome de título. Um ex-militar viaja com um grupo de desbravadores onde seu irmão desapareceu enquanto procurava o Titan, soro que teria o poder de curar todas as doenças. Além de resgatar o irmão, o homem irá enfrentar as criaturas que habitam o local. A equipe de exploradores se aventura nas profundezas da ilha desconhecida no Pacífico, que é tão bonito quanto traiçoeira.

O elenco competente e totalmente estrelado conta com Samuel L. Jackson, Brie Larson, Tom Hiddleston, John C. Reilly e John Goodman.

 

 

Silêncio – 09/03/2017

Martin Scorcese produziu mais uma obra de arte (como se isso não fosse algo corriqueiro no currículo do diretor). O filme se passa no século XV quando dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garupe (Adam Driver), viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira (Liam Neeson), os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

Só com a assinatura de Scorcese, já vale à pena conferir este belíssimo filme. Ah, já ia esquecendo, Silêncio ainda tem Liam Neeson e Ciarán Hinds.

 

 

A Bela e a Fera – 16/03/2017

Este é um dos filmes de live-action adaptados das animações da Disney mais esperados pelos fãs. A Bela e a Fera vai mostrar quase que praticamente a mesma coisa da animação, porém com um tom mais elaborado e com pessoas de verdade. O clássico tem a adorável Emma Watson, a eterna Hermione Granger da franquia Harry Potter, como Bela e Dan Stevens como Fera.

 

 

Fragmentado – 23/03/2017

M. Night Shyamalan finalmente voltou a fazer um filme digno de seu nome. O diretor de filmes como Sexto Sentido, Corpo Fechado e Sinais, não vinha bem na carreira com filmes considerados fracassos como Depois da Terra, Fim dos tempos e O Último Mestre do Ar. Porém, desta vez, a coisa parece que mudou.

Fragmentado é um filme de suspense que tem James McAvoy como Kevin. Ele possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

 

 

Power Rangers – 23/03/2017

Que tal uma nostalgia daquelas bem fortes da nossa infância? Mais adulto e mais contemporâneo, Power Rangers vem com tudo. Com trailers incríveis apresentados, o filme mostra a jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove - e o mundo - estão à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem suas forças como os Power Rangers, antes que seja tarde demais.

 

 

Vida – 23/03/2017

Este é um filme que põe uma certeza em minha mente: ou ele será muito bom ou será péssimo. Por uma parte o elenco é, juntamente com os trailers, os aspectos positivos até o momento. Ao melhor estilo de terror no espaço, Vida tem Jake Gyllenhaal, Ryan Reynolds, Rebecca Ferguson, Hiroyuki Sanada, Ariyon Barake, Olga Dihovichnaya e Naoko Mori integrando o cast.

Uma equipe de seis astronautas da Estação Espacial Internacional descobre sinais de vida inteligente em Marte e a investigação do fato gera consequências inimagináveis.

 

 

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell – 30/03/2017

Juntamente com Logan, este é um dos filmes mais esperados por mim no mês. Ghost in the Shell, como é mais conhecido, é uma adaptação de um anime japonês de mesmo nome. Apesar da atriz principal não ser asiática, o filme precisava de alguém com um nome de peso para se vender, mesmo não sendo tão necessário. Para isso, Scarlett Johansson foi escalada para viver a Motoko Kusanagi, conhecida como Major.

O filme se passa em Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Major  é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos. Com um  visual e trailers espetaculares, o hype para a estreia do longa só aumenta e é esperado um grande filme.

 

 

É ou não é um mês cheio de ótimos filmes para os cinéfilos de plantão se deleitarem? Qual deles você mais espera? Comenta com a gente e também siga o blog no instagram (@blogdobrunolevy).

 

 

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Teste seus limites em Ultimate Beastmaster na estreia de fevereiro da Netflix

Divulgação 4848fb7f f580 49b4 bbfe 03e318b1eb2d Ultimate Beastmaster

A Netflix não para de surpreender com conteúdos originais a cada mês que passa e, para não perder o costume, um novo programa ao estilo American Ninja Warriors está chegando. Com produção executiva de nada mais nada menos que  uma das maiores lendas do cinema, Sylvester Stallone, estreia no dia 24 uma série de dez episódios do Ultimate Beastmaster.

A série é diferente de tudo que você, querido leitor, já viu e verá. Ao melhor estilo olímpiada do Faustão, só que um milhão de vezes melhorado, Beastmaster é uma competição que reúne 108 atletas de 6 países escolhidos para concorrer pelo título de Besta (no sentido de fera) do ano, sendo eles atletas dos Estados Unidos, Japão, Alemanha, Coreia do Sul, México e, claro, Brasil.

 

Sylvester Stallone é o produtor executivo da série em parceria com a Netflix

 

Neste programa o sexo não importa. O que importa apenas é se o atleta é corajoso e resistente o suficiente para completar o trajeto. Cada episódio será focado em um país distinto e com apresentadores próprios. No Brasil, a apresentação fica por conta do multicampeão do UFC, Anderson Silva, e do humorista Rafinha Bastos.

Está pronto para testar seus limites? Todos os episódios serão disponibilizados na plataforma streaming durante a madrugada do dia 24. Não perca.

 

 

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Logan é sucesso de crítica nacional e internacional

Divulgação 7683ef57 ff7f 4d06 aeed 1d5413b4a443 Patrick Stewart e Hugh Jackman em Logan

Hugh Jackman fez uma visita ao Brasil, mais precisamente em São Paulo, nestes últimos dias para apresentar o material do novo filme dele como Wolverine intitulado Logan.

É fato que o público está com o hype lá em cima para o último filme de Hugh como o Carcaju, mais ainda agora que a crítica especializada é só elogios ao longa. A imprensa brasileira e internacional simplesmente amou Logan após exibição apenas para jornalistas.

No site do Omelete, o jornalista Érico Borgo, deu quatro estrelas (ou ovos) ao filme e diz “Maquiados à beira do irreconhecível, velhos e cansados, Jackman e Stewart fazem o melhor trabalho como esses personagens desde que iniciaram essa jornada. O filme equilibra excepcionalmente bem esses momentos com as explosões de ação e fúria, preparando o terreno para uma continuidade promissora e libertadora das amarras do confuso cânone estabelecido do universo X-Men nos cinemas”.

Da mesma forma, o site Jovem Nerd, a partir do jornalista e crítico César Gaglioni, elogiou a humanidade de Logan e o brilho dos atores principais do longa. “Talvez o filme não agrade àqueles que buscam algo similar aos outros filmes de super-herói, mas certamente irá encantar todos os que buscam um drama melancólico, ríspido, tenso em muitos momentos, mas acima de tudo humano”.

 

Tá todo mundo feliz!

 

Na crítica internacional, a jornalista Sheri Liden do Hollywood Reporter, um dos sites mais influentes de Los Angeles se tratando de cinema, destacou o jogo de câmera do diretor de fotografia Marco Beltrami em um “neo-western” além de coroar Hugh Jackman no melhor filme dele no papel de Wolverine. “O ator, que teria concebido o impulso básico da história, leva o sempre em conflito Logan/Wolverine a profundidades cheias de sangue, e o resultado é um filme muito mais coeso e emocionante do que sua colaboração anterior com Mangold, em Wolverine de 2013”.

Além de Hugh Jackman, Patrick Stewart volta como Professor X, Dafne Keen é a jovem Laura (X-23) e Boyd Holdbrook é o vilão Donald Pierce. A direção fica por conta de James Mangold.

A pré-venda de ingressos para Logan já começou, basta clicar aqui e escolher sua poltrona. O filme estreia no dia 2 de março no Brasil.

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Prepare-se, Logan vai te fazer chorar no cinema, e o título de Star Wars no Brasil

Divulgação 47598f81 104e 42ac a166 7502b570bc40 Hugh Jackman é Logan

Prepare-se psicologicamente, fã de quadrinhos e de super-heróis, a sua hora de chorar assistindo Logan está chegando. Filme foi exibido no 67º Festival de Berlim, em sessão hors-concours fechada para a imprensa.

De acordo com o site Omelete, a sessão foi exibida com embargos, porém uma jornalista russa afirmou que Logan é “o melhor filme de super-herói já feito”. Os colegas de imprensa ao redor acenaram positivamente, concordando com a jornalista. Choro e um som ensurdecedor de aplausos marcaram a sessão da última aparição de Hugh Jackman como Carcaju após 17 anos no papel.

Ainda segundo o Omelete, o filme apresenta cenas com tons parecidos com a série Stranger Things e adiciounou que Logan não terá cena pós-crédito, além de ser considerado por muitos, pelo menos, o melhor filme da linhagem X-Men (o que não é coisa difícil de se fazer).

Logan tem estreia marcada para o dia 2 de março nos cinemas brasileiros. Você está realmente pronto? Sua hora chegou!

 

 

Star Wars tem título brasileiro divulgado

Uma excelente notícia para os fãs de Star Wars. A Disney divulgou o nome traduzido do oitavo episódio da franquia: Star Wats: Os Últimos Jedi.

Isso pode acabar com a  teoria de muitas pessoas de que Luke poderia morrer neste novo episódio. Além disso, a palavra Jedi no plural é simplesmente Jedi, portanto a possibilidade do título ser no plural era plausível.

Com Daisy Ridley (Rey) com um novo visual, Mark Hammil (Luke Skywalker), John Boyega (Finn) e Carrie Fisher (Leia Organna), Star Wars: Os Últimos Jedi tem estreia marcada para dezembro deste ano.

 

Título de Star Wars no Brasil

 

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John Wick volta com sede de sangue na principal estreia da semana nos cinemas

Divulgação A4b176a2 56e0 4d7e a758 4e6edc4b5761 Keanu Reeves é John Wick

Um filme que revolucionou a ação nos últimos anos terá a estreia da sequência para esta quinta-feira, 16. Trata-se de John Wick: Um Novo Dia para Matar”, que já é um sucesso de crítica em todo o mundo.

O ator Keanu Reeves volta ao papel de John quando é forçado a deixar a aposentadoria mais uma vez por causa de uma promessa antiga e viaja para Roma, a Cidade Eterna, com o objetivo de ajudar um velho amigo a derrubar uma organização internacional secreta, perigosa e mortal de assassinos procurados em todo o mundo.

O primeiro filme foi uma surpresa para muitos, inclusive a mim, do quanto ele revolucionou as cenas de ação em toda sua duração. Reeves, que já revolucionou o gênero ficção científica Matrix, volta a ser o Neo, só que violento, sanguinário e sem sobretudo, a não ser um terno que parece ser bastante caro.

As cenas são gravadas na maioria das vezes de forma simples com uma câmera em um ponto fixo para que você não perca nem um segundo das acrobacias e tiros. Para se ter ideia, John mata nesse filme mais de 100 pessoas, à la Game of Thrones.

Além de Keanu Reeves, Um Novo Dia para Matar reedita a dupla Morpheus e Neo com a adição de Laurence Fishburne no elenco. Common (Cassian), Ruby Rose (Ares), Riccardo Scamarcio (Santino D'Antonio), John Leguizamo (Aurelio), Lance Reddick (Charon) e Bridget Moynahan (Helen Wick) completam o cast.

O blog recomenda a você, querido leitor, vá para o cinema curtir mais um excelente filme de ação desenfreada e com um enredo bastante interessante.

Confira o trailer:

 

 

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Making a Murderer: O que deve ser apresentado na segunda temporada do documentário?

Ilustração C13ef7b0 55ad 4d4a a4a8 e9d2ed407441 Brendan Dassey e Steven Avery

Após a confirmação da segunda temporada de "Making a Murderer" na Netflix para este ano, várias perguntas foram feitas acerca do processo que envolve Steven Avery e Brendan Dassey de 2016 até os dias de hoje. Série documentário trata de um dos processos judiciais mais polêmicos e falhos da história dos Estados Unidos da América.

Antes de qualquer coisa, o documentário baseado em fatos ronda a vida de Steven Avery, morador de uma pequena cidade norte-americana chamada Manitowoc, no estado de Wisconsin, norte do país. Após ter passado 18 anos preso por um crime que não cometeu, ele consegue a liberdade devido a um exame de DNA que prova sua inocência. A história vira notícia e, quando está prestes a ganhar uma gigantesca indenização pelo Estado, Avery se torna o principal suspeito do assassinato da fotógrafa e jornalista Teresa Halbach.

Para quem assistiu a primeira temporada, pôde-se comprovar o incrível número de erros processuais aos que Steven e o sobrinho Brendan tiveram que passar. Da mesma forma, os erros se perduram até hoje, onde ele e o sobrinho foram condenados à prisão perpétua, sendo o primeiro sem possibilidade de condicional e o segundo com possibilidade de condicional apenas em 2048.

Dito isso, a vice-presidente de conteúdos originais da Netflix, Cindy Holland, informou em entrevista ao USA Today que "Laura e Moira [produtoras da série] estão em Manitowoc gravando regularmente e trabalhando na melhor história pra ser contada na próxima temporada. Portanto, está nas mãos delas. Poucas pessoas na Netflix estão por dentro dos detalhes do que temos até agora, porque queremos manter isso sob segredo absoluto", disse.

O projeto está sendo guardado a sete chaves e teorias começaram a surgir na internet. Através de pesquisas, fiz uma minúscula lista do que pode ser retratado na nova temporada de Making a Murderer. Confira:

 

Brendan Dassey

 

1. Soltura de Brendan Dassey

No dia 12 de agosto de 2016, a Justiça anulou a condenação de Dassey após o sucesso estrondoso do documentário. Segundo o juiz federal em Wisconsin, William Duffin, "a conduta do advogado de Brendan , então com 16 anos e com coeficiente intelectual limitado, é indefensável", disse o juiz. Na época do julgamento, Dassey foi pressionado por agentes da polícia, investigadores e pelo próprio advogado para dizer que assassinou Teresa e que não haveria problemas depois disso.

Ainda de acordo com o juiz, "os investigadores repetidamente afirmavam saber o que tinha acontecido no dia 31 de outubro e garantiram que Dassey não tinha nada com o que se preocupar", escreveu. "Essas promessas falsas repetidas, quando consideradas em conjunto com os outros fatores relevantes, violam a Quinta e a Décima Quarta Emenda", conclui Duffin.

Logo depois, exatamente no dia 14 de novembro de 2016, William Duffin pediu a soltura de Brendan da prisão, enquanto a Procuradoria apela de seu veredicto de agosto passado, que reverteu a condenação contra ele. Porém, dois dias depois, uma corte de apelações dos Estados Unidos impediu a libertação de Brendan Dassey, enquanto aguarda o resultado de um recurso à sentença de seu julgamento por homicídio. Até a publicação desta matéria Brendan ainda não foi julgado novamente.

 

Steven Avery e Joseph Evans Jr.’s

 

2. Steven realmente confessou o assassinato?

Um ex-colega de cela de Steven Avery, Joseph Evans Jr.’s, que é acusado de matar a esposa em 2008, disse que Steven confessou a ele todos os segredos mórbidos do assassinato de Teresa Halbach, onde Avery teria, juntamente com o sobrinho, amarrado, estuprado, cortado os pedaços e queimado a vítima na fogueira. A suposta carta com a confissão de Avery bate com o depoimento de Brendan a polícia antes do julgamento realizado em 2007.

A informação publicada pelo site Rockfeller Advocate Case Reports foi de que Joseph e Avery estiveram juntos em 2010 em uma prisão da cidade de Bescobel, no oeste de Wisconsin. A carta divulgada pelo site contém nove páginas onde o detento diz que só foi publicada agora por conta do sucesso de Making a Murderer.

Confira a matéria completa clicando aqui.

 

Jodi Stachowski, ex-noiva de Steven Avery

 

3. Ex-noiva de Steven diz que ele não é inocente

Após defender com todas as forças de que Steven Avery não matou Teresa Hallbach, Jodi Stachowski mudou a opinião após um tempo em que os dois se separaram.

Em novembro do ano passado, Jodi contou ao canal americano HLN que não acredita mais na inocência de Steven após ele ter ameaçado a própria Jodi, família e amigos. "Ele é doente", disse a ex-noiva, alegando que o relacionamento dos dois era abusivo e que ela chegou a beber veneno de rato para se livrar dele.

Por fim, Jodi disse que Avery nunca admitiu o crime, mas que ele acreditava que todas as mulheres eram culpadas pelo erro onde Avery foi erradamento condenado em 1985.

Confira a entrevista completa:

 

 

Não sabemos o que vai ocorrer e os desdobramentos até a segunda temporada de Making a Murderer, mas há uma certeza quase que absoluta: serão mais dez episódios intensos do processo do Estado de Wisconsin x Stenven Avery.

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Pontos positivos e negativos da saída de Ben Affleck da direção de "The Batman"

Foto: Revista Empire Weekly 6955dc9c 1e02 4af6 8c72 b71a68ccb704 Ben Affleck desiste de dirigir "The Batman"

Após o anúncio da saída de Ben Affleck da direção do próximo filme solo do Batman, fica a pergunta: isso é bom ou é ruim? Na verdade são as duas coisas em diferentes pontos de vista.

A Warner Bros e DC Comics fizeram três filmes do universo compartilhado dos heróis, sendo o "Homem de Aço", "Batman vs Superman: A Origem da Justiça" e "Esquadrão Suicida", onde nenhum deles foi sucesso total de crítica e público. Os dois primeiros, por exemplo, dividiram opiniões de quem assistia e criticava, já o último foi um desastre total. E o que isso tem a ver com o homem-morcego? A recepção negativa que os filmes receberam impõe pressão a mais principalmente quando se trata de um filme com um personagem tão icônico como o Batman.

Ben Affleck além de ter sido escalado como diretor, ele também escreve, produz e é o próprio Bruce Wayne no vindouro longa, ou seja, é uma pressão enorme em cima disso. Logo, sua saída pode ser negativa devido a recepção da notícia durante uma madrugada que, pode ter sido comunicada após uma intensa reunião com executivos da Warner. Outro ponto negativo também se dá pelo último filme de Affleck, "A Lei da Noite", que rendeu mais de US$ 75 milhões em prejuízos para a empresa.

É óbvio que a imprensa americana persegue a DC Comics de maneira exagerada, com rumores negativos a todo o instante de pessoas que supostamente trabalham na Warner, o que complica mais ainda o trabalho. Affleck pode ter desanimado um pouco com o projeto após intensa pressão dos jornalistas para falar do Batman enquanto ele ia falar sobre seu projeto pessoal "A Lei da Noite".

 

 

Por outro lado, a saída de Ben da direção pode tirar um pouco da pressão e deixar o ator trabalhar melhor no roteiro. Dessa forma, grande diretores e renomados estão no páreo para produzir "The Batman". Matt Reeves (Trilogia atual de Planeta dos Macacos) e George Miller (Mad Max) são as melhores opções que a DC tem no momento. Ambos trabalharam em filmes incríveis e tem a genialidade e a visão necessária para comandar o homem-morcego.

Por outro lado, diretores com filmes menores como Matt Ross (Capitão Fantástico) e Gavin O'Connor (O Contador) seriam uma espécie de marionetes de Geoff Johns (Presidente da DC Films e co-roteirista do Batman) e Ben Affleck durante a produção do longa por não possuírem uma assinatura tão importante em suas carreiras. Logo, a responsabilidade seria dividida entre os três, minimizando os erros e criando diferentes pensamentos na produção.

Por fim, a última opção e a menos viável seria Denis Villeneuve (A Chegada), pois o diretor parece não se encaixar nesse mundo de filmes de super-heróis, principalmente se tratando do Batman. Villeneuve é um diretor maduro e excelente naquilo que faz. Caso ele aceite trabalhar em The Batman, seria uma conquista imensa da DC/Warner.

 

Matt Reeves, George Miller, Matt Ross, Gavin O'Connor e Denis Vlleneuve

 

Portanto, pode ser um ponto extremamente positivo da saída de Ben Affleck da direção e uma decisão extremamente madura do ator. Não é para qualquer um fazer um longa do Batman após a trilogia do Nolan e ainda produzir, escrever e atuar, como ele mesmo diz em um trecho em comunicado enviado ao site Hollywood Reporter: "Se tornou claro que não posso fazer os dois trabalhos no nível que é necessário. Com o estúdio, decidi buscar um parceiro em um diretor que colaborará comigo nesse filme grandioso"

Confira o comunicado completo de Affleck e da Warner diante da decisão:

"Certos personagens têm um lugar especial no coração de milhões. Interpretar esse papel demanda foco, paixão e a melhor atuação que posso dar. Se tornou claro que não posso fazer os dois trabalhos no nível que é necessário. Com o estúdio, decidi buscar um parceiro em um diretor que colaborará comigo nesse filme grandioso. Ainda farei isso, e nós faremos, mas atualmente estamos buscando um diretor. Continuo comprometido com o projeto e estou ansioso para dar vida ao filme para fãs do mundo todo".

"A Warner Bros. apoia totalmente a decisão de Ben Affleck e permanece comprometida em trabalhar com ele para dar vida ao filme solo do Batman".

Enquanto não se sabe quem será o novo diretor, "The Batman" tem estreia marcada para 2018 sem data definida. Até lá, os próximos filmes da DC são Mulher-Maravilha (2 de junho de 2017), Liga da Justiça (17 de novembro de 2017) e Aquaman (5 de outubro de 2018).

Confira o trailer da Mulher-Maravilha:

 

 

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"Resident Evil: O Capítulo Final": adaptação de games de maior sucesso do mundo chega ao fim

Divulgação 39df93b9 56c7 46b9 ad09 e9877c19e5fe Milla Jovovich é Alice

Chegou a semana em que estreia o último filme da maior franquia de filmes baseados em games de todos os tempos. "Resident Evil: O Capítulo Final" deve marcar o fim de uma era de 14 anos de sucessos nos cinemas.

A franquia, que começou lá em 2002 com a então jovem Milla Jovovich (Alice), não tinha pretensões nenhuma de se tornar um filme que arrecadasse tanto. Em cinco longas até o momento, Resident Evil arrecadou no total US$ 916 milhões em todo o mundo, podendo ultrapassar o bilhão neste fim de semana.

Mesmo com o roteiro vazado, excesso de trailers e comerciais e desgaste da franquia para muitos, O Capítulo Final tem tudo para ser a maior bilheteria da saga de Alice que já fez R$ 35 milhões só no Japão. Até o momento, Resident Evil: Afterlife é o filme com mais bilheteria (US$ 296 milhões).

 

 

Sobrevivente do massacre zumbi, Alice retorna para onde o pesadelo começou, Raccoon City, onde a Umbrella Corporation reúne suas forças para um ataque final contra os remanescentes do apocalipse. Para vencer a dura batalha final e salvar a raça humana, a heroína recruta velhos e novos amigos.

Eu, como fã da franquia, recomendo a todos os cinéfilos irem curtir o fim da jornada de Alice e da Milla Jovovich no cinema. O elenco conta com Ali Larter (Claire Redfield), Iain Glen (Dr. Isaacs), Shawn Roberts (Albert Wesker) e Ruby Rose (Abigail).

Confira o trailer final legendado de Resident Evil: O Capítulo Final

 

 

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