Conheça mais sobre Ghost in the Shell, filme que estreia nesta quinta-feira

Divulgação 5d2ab19e 5d09 44e8 ad25 93a72452aa0e Scarlett Johansson é Major

O mês de março foi altamente produtivo para o cinema e para os fãs de cinema em todo o mundo e, para finalizar o mês, estreia nesta quinta-feira, 30, um dos filmes mais aguardados pelo público. Trata-se de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell.

Muita gente não sabe, mas o filme vai adaptar um dos animes e mangás japonês mais conhecidos do mundo de mesmo nome. As histórias das obras originais de Masamune Shirow foram lançadas entre maio de 1989 e setembro de 1991. No Brasil, o mangá só foi lançado em 2016 para promover o longa.

A obra literária cyberpunk se passa em 2029, onde o mundo se tornou um local altamente informatizado, a ponto dos seres humanos poderem acessar extensas redes de informações com seu cyber-cérebros. A agente cibernética Major Motoko Kusanagi é a líder da unidade de serviço secreto Esquadrão Shell, mais conhecido como Seção 9, responsável por combater o crime. Motoko foi tão modificada que quase todo seu corpo já é robótico. De humano só teria sobrado um fantasma de si mesma. Apesar das Inteligências Artificiais ainda serem limitadas e até fáceis de serem discernidas do mundo humano, nada assegura o seqüestro das pessoas e o pior, o roubo de seus pensamentos e memórias.

Para saber bem mais sobre a história, vale dar uma lida no blog Aosugo. Nele, o autor traz todas as informações e o que a obra procura retratar. Para ler, basta clicar aqui.

 

Major em live-action e no anime

 

Além do mangá, dois filmes em animações já foram aos cinemas japoneses. O primeiro, intitulado apenas de Ghost in the Shell, foi lançado em 1996 e o segundo intitulado de Ghost in the Shell: Innocence saiu em 2004, ambos dirigidos pelo diretor Mamoru Oshii. Uma série chamada Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, que também é em animação, foi lançada em 2002. Em 2013, uma nova série de filmes de animação nomeada Ghost in the Shell Arise - Border teve inicio, sendo finalizada com 4 filmes em setembro de 2014 para dar lugar à nova série: Ghost In The Shell Arise - Alternative Architecture, que estreou em abril de 2015.

No live-action, Scarlett Johansson vive a Major. A equipe de produção do longa já trabalhou em diversas obras da série e a fidelidade ao material original deve ser mantido. Além de um enredo forte, o visual de Ghost in the Shell é simplesmente incrível. Nos trailers apresentados até o momento, tudo até o momento se mostrou impecável, bem parecido com o primeiro Blade Runner.

Além de Johansson, o elenco conta com Pilou Asbaek (Batou) e Takeshi Kitano (Daisuke Aramaki), Juliette Binoche (Dr. Ouelet). A Vigilante do Amanhã estreia em todo o Brasil nesta quinta-feira, 30. O blog recomenda.

 

 

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Confira o trailer:

 

 

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O gênero de filme de super-heróis está longe de saturar; entenda o porquê

Ilustração 5ae53924 31c7 45bc bd02 eb316cd3cd81 Super-heróis

Desde o ano 2000, no início do terceiro milênio, são lançados com frequência filmes de super-heróis no cinema. De lá para cá, já foram lançados 79 títulos do gênero, onde mais da metade foram sucessos de bilheteria em todo o mundo. Estamos falando de algo que o western foi no cinema durante 70 anos.

Cada vez mais que críticos, diretores, atores e a imprensa fala que há uma saturação no gênero, novos filmes são lançados. Isso acontece porque o público ama o gênero, assim como o público da década de 60 amou o gênero western. Mas há um pequeno detalhe que diferencia ambos os tipos de produções.

Os filmes de heróis conseguem trazer os principais gêneros como comédia, terror, ação, drama e outros para uma categoria abaixo dela, ou seja, o gênero de super-herói é algo “ainda maior” que o restante das outras ou até igualável, já que ela consegue trazer para si características que ajudam na trama.

 

 

Um bom exemplo é a comparação entre Guardiões da Galáxia e Logan. Enquanto o primeiro filme utiliza-se de piadas e de uma comédia para entreter os quatro pilares de público (homens, mulheres, crianças e idosos), o filme do Logan tem uma carga mais dramática, para maiores de 18 anos, sendo mais violento e brutal. Tira-se disso a ideia de que o gênero se renova a cada filme, o que atrai os olhares de quem curte.

Enquanto os filmes da Marvel/Disney têm um tom mais colorido, mais leve e mais alegre, o tom da DC/Warner é mais explosivo, sombrio, ousado. São perfis diferentes, mas que abrangem determinados tipos de públicos, criando a renovação e mantendo o gênero entre os mais preferidos dos cinéfilos, apesar da crítica ver isso com maus olhos.

É inegável também o sucesso de bilheteria a cada filme de herói lançado. Por ano, são lançados em média quatro blockbusters, onde juntos arrecadam no mínimo mais de um bilhão de dólares. Em 2016, o ano em que foram lançados mais filmes de super-heróis, sendo seis no total, arrecadaram aproximadamente US$ 4.777.000,00. Sim, isso mesmo, seis longas foram responsáveis por arrecadar mais de quatro bilhões e meio de dólares em apenas um ano (confira a bilheteria individual de Deadpool, Batman v Superman: A Origem da Justiça, Capitão América: Guerra Civil, X-Men: Apocalypse, Esquadrão Suicida e Doutor Estranho).

 

 

Além disso, estão programados mais de 20 filmes do gênero até 2020. Então prepare seu bat-cartão, compre pipoca e vá curtir o “Western do século XXI”.

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Star Wars Game Day: evento reúne fãs para uma noite de games em Maceió

Foto: EA Games 34212054 b0b9 49ac a74d 43ba87f6b835 Star Wars: Battlefront será um dos games

Star Wars voltou a se tornar febre no mundo depois de um tempo no limbo, pelo menos para alguns fãs. Com a franquia se consolidando novamente na cabeça de crianças, jovens e adultos, o Conselho Jedi de Alagoas preparou um dia especial do universo criado por George Lucas, em Maceió. Trata-se do “Star Wars Game Day”.

O evento ocorre em parceria com a Old Dog – Dogueria Maceió, e  o melhor, é totalmente gratuito para todo mundo. Lá, o fã encontrará mesas de RPG, batalhas de X-Wing Miniature's Game, jogatinas de Star Wars: Battlefront (PS4 e Xbox One) e os cinco combos especiais da Old Dog, com temática Star Wars.

Dentre os combos estão o R2-D2, Princesa Leia, Han Solo, Luke Skywalker e Darth Vader. Todos vêm acompanhados de um suco ou uma coca-cola de 400ml para repor as energias e partir para mais uma batalha intergalática. Os sabores você pode conferir abaixo:

 

 

Fique atento, o evento ocorre no dia 25 de março, das 17 às 21h, na sede da Old Dog, que fica localizado na Avenida Antônio de Barros (antiga Amélia Rosa), no bairro da Jatiúca. Pegue seu sabre de luz ou uma máscara de stormtrooper e vá se divertir na Star Wars Game Day.

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Para mais informações basta acessar a página do Conselho Jedi de Alagoas, também pelo facebook, clicando aqui.

 

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Análise: Matrix vai voltar aos cinemas! Isso é bom?

Divulgação F566eef6 1636 43d1 bc29 f08fdb157176 Matrix (1999)

A trilogia Matrix, das irmãs Wachowski, foi o marco do sci-fi, da ação e dos efeitos visuais no começo do terceiro milênio. O filme foi o divisor de águas para o melhoramento do desempenho visual e para a nova geração de nerds no mundo.

Sendo uma franquia rica e cheia de possibilidades, a Warner decidiu que era hora de abrir esse leque, assim como a Disney faz com os filmes de Star Wars. Muita gente ficou assustada com a possibilidade de um reboot ou remake da franquia, mas a informação já foi exterminada após o roteirista contratado Zak Penn afirmar que se trata de um spin-off.

“Tudo que posso dizer no momento é que ninguém poderia ou deveria fazer reboot de Matrix. Quem conhece Animatrix e os quadrinhos entende o que digo. Não posso comentar mais, apenas esclarecer que as palavras 'reboot' e 'remake' são do artigo [publicado no THR]. Vamos parar de reagir a notícias incorretas”, esclareceu o roteirista através do Twitter.

 

 

Já tivemos a história do “Escolhido”, o Neo (Keanu Reeves). Então que personagem mais icônico que Neo merece um filme solo? Claro que é o Morpheus, que foi interpretado pelo genial Laurence Fishburne. A ideia, segundo o site Hollywood Reporter, é que se mostre a história de Morpheus até quando ele se tornou o “mestre Yoda” de Neo. O ator cotado para o papel é Michael B. Jordan (Creed), o que seria uma excelente escolha por parte da Warner.

O que isso tudo representa para os fãs de Matrix é o reinício de uma das jornadas mais épicas do cinema, porém é algo altamente arriscado de se fazer, sendo necessário uma escolha de elenco a altura da franquia, um roteiro bem escrito e um diretor que entenda o universo. Se James Cameron não estivesse tão ocupado com Avatar, seria uma das melhores escolhas. Outros diretores como Denis Villeneuve, David Leich ou até mesmo J. J. Abrams trariam segurança para os fãs. Até o momento as irmãs Wachowski não estão envolvidas no projeto.

De qualquer forma, os spin-offs de Matrix tem tudo para dar certo. Há muita coisa para explicar, muita coisa para aprofundar. Desde já, a ideia e o timing são perfeitos para isso, basta aproveitar.

 

VEM QUE VEM, MATRIX!

 

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Deuses Americanos: aguardada série ganha trailer brutal e sangrento

Divulgação D694e085 c1d5 4eee b922 e82baa78c94b American Gods

Cada vez mais as produtoras de séries de TV recorrem a livros de grande repercussão e sucesso para adaptar, afinal a fórmula tem dado certo. Assim acontece com Game of Thrones, True Blood, The Vampires Diaries e, agora, com Americans Gods (em português, Deuses Americanos).

A nova série produzida pelo desconhecido canal Starz ganhou um trailer insano e bastante sangrento nesta quarta-feira, 15. A produção adapta a obra de Neil Gaiman, conhecido por escrever grandes best-sellers como Sandman, Stardust e Coraline. A trama televisiva será fiel ao livro que conta a história de um ex-condenado, Shadow (Ricky Whittle), que vaga por uma América nos dias atuais repleta de deuses mitológicos da Antiguidade.

A obra de Gaiman é bem reflexiva, onde de um lado os deuses do passado que vieram aos Estados Unidos no coração e na crença dos imigrantes, porém o poder destes seres mitológicos foram diminuindo à medida que as crenças das pessoas foram desaparecendo. No entanto, surgiram novos deuses que refletem as obsessões dos americanos com os media, as celebridades, a tecnologia, as drogas e entre outros.

No trailer bastante brutal, os deuses entram em conflito e muito sangue deve jorrar. A primeira temporada terá dez episódios. As imagens nos fazem lembrar do estilo peculiar de, mais uma vez, “300”. A cena da ovelha com fogo nos olhos, por exemplo, lembra a cena em que Leônidas encara um lobo de olhos vermelhos, além do slow-motion e da violência intensa, o que chama bastante atenção.

 

Trecho do trailer de Deuses Americanos

 

O elenco bastante estrelado conta com Emily Browning (Laura Moon), Yetide Badaki (Bilquis), Bruce Langley (Technical Boy), Jonathan Tucker (Low-Key Liesmith), Crispin Glover (Mr. World), Gillian Anderson (Media), Pablo Schreiber (Mad Sweeney) e Corbin Bernsen (Vulcan). O diretor e showrunner da série é Bryan Fuller, de Hannibal. Ele também escreve o roteiro juntamente com Michael Green (Heroes).

Deuses Americas estreia no dia 30 de abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia nas TVs brasileiras.

Confira o trailer:

 

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Atômica: trailer do novo filme de espiões com Charlize Theron é ação pura

Divulgação 48d346af 8ab2 445f 8c77 a87aa0f082aa Charlize Theron em Atômica

Charlize Theron é de fato uma atriz incrível, linda, com forte personalidade e talentosa ao extremo. Desde Mad Max: A Estrada da Fúria, Theron estava um pouco sumida dos holofotes, até agora. Isso porque o trailer do vindouro filme que ela vai estrelar é simplesmente absurdo de bom.

Atômica, novo longa do aclamado diretor David Leitch, que dirigiu nada mais nada menos que John Wick: De Volta ao Jogo e que vai dirigir Deadpool 2, é a continuação da renovação do gênero ação depois de Wick. Claro, estaria na cara que Leitch traria um pouco da sua obra-prima da ação e colocaria em Atômica de uma forma até que possivelmente melhorada.

O longa é inspirado na HQ The Coldest City que se passa durante a Guerra Fria, onde a agente secreta do MI-6, Lorraine Broughton (Charlize Theron), investiga o assassinato de um espião da agência. Logo, ela encontra provas de que o agente morto negociava a revelação de nomes de seus colegas que trabalham disfarçados. Agora, Lorraine precisa lutar contra o tempo para reaver essa lista e impedir a morte de mais espiões.

 

Charlize Theron é Lorraine Broughton

 

Com um visual deslumbrante e um som de fundo que chama bastante atenção, o trailer lembra traços de Pulp Fiction e Kill Bill, do mestre Tarantino. Theron também lembra as personalidades de Uma Thurman tanto em Pulp quanto em Kill Bill com um olhar forte e penetrante. Apesar de ser altamente fragmentado, as cenas não deixam a desejar pela coreografia bem executada dos movimentos.

Com certeza vai valer à pena conferir este filme nos cinemas, principalmente com a dupla Theron-Leitch na linha de frente, além de James McAvoy (Fragmentado),Sofia Boutella e John Goodman integrarem o elenco.

Confira o trailer:

 

 

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Crítica: "Kong: A Ilha da Caveira" agrada visualmente, mas não empolga

Foto: Warner Bros. Fa849222 da5f 4334 a85d 6dda7d6f95d8 Kong: A Ilha da Caveira

Diferentemente dos remakes anteriores, Kong: A Ilha da Caveira teve uma visão totalmente diferenciada daquela que já estamos acostumadas. De uma forma mais pop e mais divertida para o público, o diretor NOME AQUI buscou uma nova fórmula para os dias atuais onde um filme histórico passou a ser um blockbuster.

A ideia é aceitável e funciona em determinados momentos do filme, mas peca na continuidade e na harmonia entre os personagens. Samuel L. Jackson foi o personagem mais forçado de Kong com a ideia maníaca de que a criatura tem que ser derrotada a qualquer custo, mesmo que isso mesmo possa o matar. As piadas em timings errados lembraram bastante “Vingadores: Era de Ultron” com uma brincadeira a cada três falas, mesmo em momentos de tensão e medo.

O desconhecido ATOR NEGRO foi o mais carismático nas mais de duas horas de filme ao lado de ATOR BARBUDO. Tom Hiddleston e Brie Larson não proporcionaram uma química suficiente como o casal do King Kong de 2005, de Peter Jackson. A sorte foi a escolha de não haver um romance entre ambos, ufa! Talvez melhor sorte no vindouro Vingadores: Guerra Infinita em que estarão juntos novamente.

O que na verdade salvou o filme foram três áreas fundamentais: os monstros, o visual e, claro, o dono da festa: Kong. O visual, que engloba tudo, é simplesmente incrível. A Ilha da Caveira é belíssima e lembra cenas das “Aventuras de Pi” com todo o brilho, só que em Kong tudo é mais alaranjado e azul, devido ao clima tropical, onde as cores se misturam tão bem transformando-se em um atrativo a parte.

Uma outra coisa que chama atenção são os jogos de câmera. O diretor quando esteve na Comic-Con Experience, em São Paulo, no ano passado, deixou claro que utilizaria meios de gravações como se fossem jogos em primeira pessoa. Nerd como é, lembrou a ilha como se fosse os jogos de Zelda. Também não teve vergonha de fazer cenas parecidas de “300” quando Tom mata com uma espada diversas aves jurássicas ao estilo de um guerreiro espartano. Tudo isso funciona muito bem, transformando Kong em um bom filme pipoca com uma fotografia de encher os olhos.

Ah, falando nele, Kong é simplesmente incrível. O filme pode sim lutar por uma indicação ao Oscar como Melhores Efeitos Visuais. A criatura mítica e bem desenhada tem movimentos leves e fluidos, como se fosse algo paupável. O DIRETOR deixou claro o tamanho da ameaça que Kong era, mesmo sem ele ser realmente uma ameaça. Ele deixa uma homenagem aos filmes anteriores, mas fica claro que ali está sua assinatura.

Lagartas gigantes, aranhas gigantes, búfalos gigantes e muita porradaria. Um filme pipoca, com um visual e um 3D bastante agradáveis, só. Kong poderia ser bem mais, com uma história mais complexa, porém fez o café com leite e soltou o monstro. Agora é aguardar o crossover com Godzilla e torcer por algo bem maior.

Ah, o filme possui cenas pós-créditos, fiquem até o fim das letrinhas.

 

Nota 7

 

Leia mais: Conheça mais um pouco da trajetória do "King Kong" nos cinemas

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Confira lista com filmes e séries em homenagem ao dia da mulher

Divulgação C8c7a427 0e61 4096 98f0 5672a848729e Charlize Theron em Mad Max

Hoje, dia 8 de março, é o dia internacional da mulher e, antes de qualquer coisa, desejo toda a felicidade, força e poder de luta a todas as mulheres do mundo, principalmente do nosso país. Nós homens sabemos o quanto é difícil viver num país como o nosso e, por isso, nada mais justo lutar ao lado de vocês.

Sendo assim, em homenagem a este dia, separei alguns filmes e séries de mulheres extremamente fortes, independentes e que representam a coragem e determinação diante de qualquer dificuldade. Confira a lista:

 

Filmes

 

Mad Max: A Estrada da Fúria

Não podíamos começar a lista de filmes sem falar de uma das mulheres mais fortes do cinema atual, a Imperatriz Furiosa. A atriz Charlize Theron, que deu vida ao papel, mostrou uma mulher mais que independente, mostrou uma mulher que corre atrás daquilo que vale à pena lutar. Correu atrás do objetivo que achou certo fazer e isso, querido leitor, é nobre.

 

Charlize Theron é a Imperatriz Furiosa

 

Jogos Vorazes

Katniss Everdeen é mais que uma adolescente comum na franquia Jogos Vorazes. Jennifer Lawrence, que interpretou Katniss, trouxe ao público uma nova visão do que é ser mulher contra a opressão da ditadura numa época distópica da terra. A personagem não foi forçada em nenhum momento a ceder seu lugar trazendo um final incrível sem deixar de lado a sensibilidade.

 

Jennifer Lawrence é Katniss Everdeen

 

Azul é a Cor Mais Quente

Este filme toca num assunto sensível para as mulheres lésbicas. Trazendo um conceito diferenciado, com uma excelente trama, a obra de Abdellatif Kechiche traz para nossa realidade, mesmo que com uma temática diferente, as desigualdades sociais e a discriminação que as mulheres sofriam no início do século passado.

 

Adèle Exharchopoulos e Lèa Seydoux

 

Star Wars: O Despertar da Força

A nova trilogia de Star Wars pegou os fãs de surpresa quando a equipe da Disney decidiu colocar uma mulher como protagonista do filme e nada mais foi satisfatório. Com um sorriso encantador e uma personalidade marcante, Rey conquistou o coração dos fãs em apenas dez minutos de tela. Foi a melhor escolha da franquia tornar Daisy Ridley a dona de tudo em Star Wars.

 

Daisy Ridley é Rey

 

A Cor Púrpura

Todo filme tem sua importância para o movimento feminista, mas este é um caso especial. A Cor Púrpura, de 1985, foi baseado no romance homônimo da escritora afro-americana Alice Walker. Dirigido por Steven Spielberg que teve como atriz principal a irreverente Whoopi Goldberg recebeu dez indicações ao Oscar, incluindo a “Melhor Filme” e “Melhor Atriz”.

Bastante elogiado pela crítica e pelo público, o filme traz uma mensagem especial às mulheres que foram vítimas de estupro. Ela conta a história de Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem com apenas 14 anos que foi violentada pelo pai, se torna mãe de duas crianças. Além de perder a capacidade de procriar, Celie imediatamente é separada dos filhos e da única pessoa no mundo que a ama, sua irmã, e é doada a "Mister" (Danny Glover), que a trata simultaneamente como escrava e companheira. Grande parte da brutalidade de Mister provêm por alimentar uma forte paixão por Shug Avery (Margaret Avery), uma sensual cantora de blues. Celie fica muito solitária e compartilha sua tristeza em cartas (a única forma de manter a sanidade em um mundo onde poucos a ouvem), primeiramente com Deus e depois com a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Mas quando Shug, aliada à forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh), filho de Mister, entram na sua vida, Celie revela seu espírito brilhante, ganhando consciência do seu valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece.

 

Whoopi Goldberg é Celie

 

Séries

 

How to Get Away With Murderer

Para esta série só digo uma palavra: Viola Davis. Já te convenci, não é? A mulher é simplesmente incrível e em HTGAWM ela interpreta Annalise Keating, uma advogada de defesa criminal proeminente. Também professora de direito na Universidade de Middleton, na Filadélfia, Annalise seleciona cinco de seus melhores alunos para trabalharem com ela em seu escritório: Wes Gibbins, Connor Walsh, Michaela Pratt, Laurel Castillo e Asher Millstone. Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive de polícia. Quando sua vida pessoal e profissional começa a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se vêem envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinatos.

A personagem quebrou paradigmas rendeu a atriz o prêmio de Melhor Atriz em Série Dramática pelo Emmy Awards, que pela primeira vez concedeu o prêmio a uma mulher negra. Viola também conquistou dois SAG Awards por Melhor Performance em Série Dramática, e o Image Award por Melhor Atriz em Série Dramática. Davis ainda foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série Dramática, e o Critics' Choice Awards pela mesma categoria.

 

Viola Davis é Annalise Keating

 

House of Cards

Robin Wright é deusa. Aposto que já ouviram essa frase em algum lugar. A atriz dá vida a Claire Underwood, a primeira-dama do presidente dos Estados Unidos, Frank Underwood, interpretado por Kevin Spacey. Mais que apenas a primeira-dama, Claire é daquele tipo de mulher que não deixa desaforo para trás e dicide, com extrema inteligência, o que se deve fazer ou não, às vezes até mandando nas decisões de Frank à frente do poder. Muitos podem até não saber ou não ter reparado, mas Claire é a responsável pela ascensão de Frank em todas as temporadas.

 

Robin Wright é Claire Underwood

 

Sense8

Esse é o tipo de série que você respeita. Com um elenco totalmente diversificado, Sense8 traz uma nova forma de ver as pessoas com outros olhos. As mulheres dessa série são incríveis e valentes. E quando falo TODAS, são TODAS mesmo. Para quem ainda não percebeu, Jamie Clayton, a Nomi, é transexual e merece tal respeito. É incrível como as irmãs Watchowisck tratam o tema com tanta importância em uma série de TV. Sem dúvida é um marco para a sociedade.

 

Jamie Clayton é Nomi

 

Orange is The New Black

Com um elenco repleto de mulheres, a série se desenvolve ao redor da história de Piper Chapman, que mora em Nova York e, é condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas quando mais jovem a pedido da sua ex-namorada, Alex Vause, que é uma peça importante num cartel internacional de drogas.

O delito ocorreu há dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de Nova York. Já no alto dos seus trinta e poucos anos, desfruta de uma felicidade sem tamanho ao lado do seu noivo Larry Bloom, deixando seu passado sombrio de lado, até ele resolver voltar para assombrá-la.

Para pagar por seus crimes, Piper resolve se entregar e troca uma vida confortável pela prisão. Tragada por um universo laranja completamente distinto do seu, acaba encontrando tensão e companheirismo num grupo de detentas desbocadas, em um local em que é impossível fugir, até de si mesma.

 

Elenco de OITNB

 

E aí, já assistiu algum destes? Então corre logo, são excelentes. Siga o blog também no Instagram pelo @blogdobrunolevy.

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Conheça um pouco da trajetória de "King Kong" nos cinemas

Divulgação 49c2e32c ae53 4d9b b386 61c4b31d8b9e Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Nesta quinta-feira, 09, estreia mais um reboot do gorila mais famoso de todos os tempos: Kong: A Ilha da Caveira. Com direção de Jordan Vogt-Roberts e um elenco bastante estrelado que conta com Samuel L. Jackson, Tom Hiddleston, Brie Larson, Jonh C. Reily e John Goodman, o filme terá uma nova roupagem desde que o mito foi criado. Que tal darmos uma volta na história e aprender mais sobre o incrível Kong?

O maior gorila do mundo já passou por vários reboots e remakes, tanto da indústria hollywoodiana quanto da indústria cinematográfica japonesa, desde que a criatura fictícia foi criada lá na década de 30, quando foi lançado o primeiro filme intitulado simplesmente de: King Kong.

De lá para cá, entre reboots, remakes e sequências, já foram produzidos dez filmes da fera. Focando nos mais importantes, o primeiro, em 1933, foi gravado em stop-motion e até os dias hoje se carrega a história original. O gigante macaco deseja possuir uma bela jovem loira e acaba morrendo após confronto contra os humanos. O filme custou US$ 672 mil dólares, o que naquela época era bastante dinheiro, e arrecadou US$ 2,8 milhões.

 

King Konde de 1933

 

Em 1991, o longa acabou sendo reconhecido como "culturalmente, historicamente e esteticamente significativo" pela Biblioteca do Congresso e selecionado para preservação no National Film Registry. Daí já se vê a importância do rei gorila na cultura do cinema.

Dois remakes hollywoodianos foram produzidos após 1933. O primeiro e mais conhecido é de 1976, que era protagonizado pelo ator Jeff Bridges, Jessica Lange, Charles Grodin e entre outras estrelas. O filme é considerado por muitos o melhor King Kong já criado, afinal, além do sucesso de crítica e público, venceu o Oscar de Melhores Efeitos Visuais e foi indicado nas categorias de Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Fotografia. A bela Jessica Lange venceu o Globo de Ouro pelo prêmio de Melhor Revelação Feminina.

Diferentemente do primeiro longa, este teve alguns detalhes diferenciados que chamam a atenção. Na primeira versão, a icônica cena mostra Kong sobe o Empire State Building para se defender dos aviões, já em 1976 o evento se passa no World Trade Center. Uma outra curiosidade é que o gorila seria mecânico, mas como a produção sairia bem mais cara, o maquiador Rick Baker se vestiu de Kong para fazer as cenas.

 

King Kong de 1976

 

Um outro remake foi produzido em 2005, quando o indiscutível diretor Peter Jackson, a trilogia Hobbit e Senhor dos Anéis, decidiu pôr as mãos na massa e produzir um novo filme do gorila por míseros US$ 20 milhões. A outra metade dos fãs acreditam indiscutivelmente que o Kong de Jackson foi o melhor.

Se foi melhor ou não, isso não importa. O que importa é que o filme foi bastante reconhecido e vencedor de três Oscar, sendo um para Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e, o mais importante, Melhores Efeitos Visuais, mantendo a tradição desde 30. Peter Jackson ainda recebeu o prêmio de Melhor Diretor e também de Melhores Efeitos visuais, ambos no Globo de Ouro, além de outros vários prêmios em outros eventos.

A produção pesou no bolso da Universal Pictures. Impulsionado pelo “salário” do diretor, King Kong custou US$ 207 milhões, porém conseguiu arrecadar mais que o dobro com pouco mais de US$ 550 milhões. O elenco também era de respeito, com Naomi Watts, Jack Black, Jamie Bell, Adrien Brody e entre outros.

 

King Kong de 2005

 

Agora em 2017, desta vez nas mãos da Warner Bros e do diretor Jordan Vogt-Roberts, Kong receberá uma versão mais pop e atual do monstro. Ao contrário dos outros longas em que o gorila possui 7 metros nos longas de 33 e 76 e de 15 metros em 2005, Kong terá 30 metros de altura, o maior já visto nos cinemas.

Entrando na moda dos crossovers dos heróis no cinema, este novo King Kong se passa no mesmo universo do filme de outra criatura gigantesca: Godzilla (2014), onde os dois irão se enfrentar, num futuro próximo, em um embate épico nunca antes já visto em Hollywood. Antes disso, um novo filme do Godzilla deve ser lançado.

O filme já é sucesso na crítica especializada e possui uma aprovação superior a 80%, valor alto para os padrões do cinema. Kong: A Ilha da Caveira gira em torno de um ex-militar que viaja com um grupo de desbravadores até a mítica Ilha da Caveira, onde seu irmão desapareceu enquanto procurava o Titan, soro que teria o poder de curar todas as doenças. Além de resgatar o irmão, o homem irá enfrentar as criaturas que habitam o local.

 

King Kong em 2017

 

Gostou um pouco da história de King Kong nos cinemas? Comente o post para discutirmos um pouco mais sobre a besta. Lembre-se, o filme estreia nesta quinta-feira, 09, nos cinemas.

Confira o trailer final e legendado:

 

 

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Brutal, feroz e emocionante, Logan se torna o melhor filme do gênero

Divulgação C3fb8b45 9641 493b 96de c7220558d75f Hugh Jackman se despede do Wolverine

É difícil escrever uma crítica quando se está emocionado e com um êxtase tão grande, porém decidi, assim que cheguei em casa, falar sobre Logan. Para um fã e crítico de filmes, a emoção não pode respaldar os aspectos técnicos de tal longa, mas quando tudo se encaixa perfeitamente os olhos brilham para o que a oitava arte pode nos proporcionar.

Logan é, sem dúvida e sem pestanejar, o melhor filme de super-herói já feito e, para mim, o melhor filme da minha vida. A despedida de Hugh Jackman como Wolverine é maior do que tudo que já foi entregue até aqui no gênero. Logan é mais que um filme de super-herói, é muito maior que um drama, na verdade é uma das coisas mais incríveis já produzidas.

 

Hugh Jackman

 

No filme, Logan (Hugh Jackman) está abatido. No início ele está no banco traseiro de uma limusine que serve como meio de vida. É 2029 e ele está bêbado e ainda atordoado após traumas vividos anteriormente. Se levanta e vai até quatro ou cinco homens que tentam roubar os pneus do veículo. Ele pede para parar, os homens não ouvem e à queima-roupa disparam no peito direito um tiro de uma arma calibre doze. A cicatrização está difícil e mais lenta, mas mesmo assim ele é o Wolverine e se levanta logo em seguida. Sofre uma surra, mas ao ver que um disparo acertou sua limusine ele fica feroz e um banho de sangue jorra na tela. Sim, é, finalmente o filme para maiores perfeito que faltava ao Carcaju.

Todo o filme é desconexo de todo o universo X-Men por apenas ser excelente e altamente viciante. Foi algo sobrenatural, ninguém que ali estava atuando pareciam ser eles mesmos. Até o veterano Patrick Stewart, o professor Charles Xavier, fez a melhor atuação da sua vida. Todos eles arrancaram sorrisos, tensões, arrepios e, claro, muitas lágrimas. Quem diria!

Posso arriscar, desde já, que Logan vai ser um dos concorrentes a Melhor Filme no Oscar 2018. Não só ele, como também a Melhor Ator para Hugh Jackman, Melhor Diretor para James Mangold e Melhor Atriz Coadjuvante para Dafne Keen. Falando nela, uma prodígio surge assim como Jacob Tremblay em “O Quarto de Jack”. A garota foi espetacular a todo o momento, tomando até mais as atenções que o próprio Hugh.

 

Dafne Keen é Laura, a X-23

 

A Fox e toda a produção de Logan definitivamente acertaram na escolha de Dafne para o papel de Laura, a X-23. Feroz, sagaz, tocante e de uma personalidade fortíssima, a atriz mirim parecia ser tão experiente quanto Hugh e Stewart. Palmas para James Mangold que finalmente desvendou e puxou pela raiz o que é ser o Wolverine ao transmitir tudo aquilo para os telões depois do pífio “Wolverine: Imortal”. Talvez até ele já sabia e com maior liberdade da problemática Fox pôde colocar tudo aquilo que o Carcaju e Jackman representam.

Foi o final de uma era de 17 anos ao melhor estilo. Hugh Jackman sai satisfeito, o público sai satisfeito e a crítica sai satisfeita. Todo elogio é pouco para o longa que tem força para bater de frente com os “favoritinhos” da Academia.

 

Nota 10 - Excelente

 

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