Crítica: Rogue One é diferente de tudo que já houve em Star Wars e isso é excelente

Divulgação F018c29b e43c 44a2 9b21 767fb3520105 Rogue One: Uma História Star Wars

O TEXTO NÃO CONTÉM SPOILERS!

A saga Star Wars passou para outro nível a partir deste 15 de dezembro de 2016 quando estreou “Rogue One: Uma História Star Wars”. Diferentemente do “Space opera” apresentados nos filmes clássicos da saga, Rogue One apresenta uma trama mais brutal e mais adulta.

O diretor Gareth Edwards, fã assíduo de Star Wars, criou um novo mito em um filme que possui os fãs mais loucos, apaixonados e amantes da franquia. J.J. Abrahams fez o serviço de renovar em “O Despertar da Força”, já Gareth fez a evolução em Rogue One.

O filme traz os acontecimentos entre os episódios III e IV, quando os planos de construir a Estrela da Morte estão a todo vapor. A história conta a juventude de Jyn Erso (Felicity Smoak), filha de Galen Erso (Madds Mikkelsen), cientista rebelde que é levado à força para construir a máquina destruidora de planetas. Jyn quando mais velha se junta a Capitão Cassian (Diego Luna), Chirrut Imwe (Donnie Yen), Baze Malbus (Jiang Wen), Bodhi Rook (Riz Ahmed) e K-2SO (Alan Tudyk) em busca dos planos para descobrir a fraqueza da Estrela da Morte.

Há uma certa química no elenco que ajuda na concepção da trama e no objetivo da causa. À la Sheldon, de The Big Bang Theory, K-2SO é a repetição de C3PO, só que com um toque especial. Ele rouba a cena em diversos momentos e é o humor necessário no filme. Chirrut Imwe é o cara badass da história com seu taco/arma/bazuca/tudo.

 

Jyn Erso (Felicity Smoak)

 

Mesmo com tantos elogios ao roteiro e ao elenco estrelado, Felicity Smoak deixou a desejar em diversos momentos de Rogue One. As cenas emotivas não provocaram um impacto a quem assistia, às vezes tornando-se exagerados. Talvez pior ainda tenha sido a intepretação do ator Forest Whitaker, o Saw Guerrera. Um ator do calibre de Whitaker não passou de rostos caricatos e uma voz estranha, mesmo possuindo importância na trama. Há quem goste.

Rogue One traz um novo caminho para os derivados da franquia principal e não perde em momento algum o famoso “Fã service” necessário para dar a coerência da história. Diversos easter-eggs ficam soltos no longa, desde naves, bombardeiros e cruzadores. Estão todos ali trazendo uma nostalgia e um arrepio para quem ama a saga.

A trilha sonora de Michael Giacchino readapta as músicas clássicas de John Williams com louvor. Os efeitos visuais de CGI misturados aos práticos torna o filme mais palpável ao público, apesar do 3D não fazer diferença nenhuma para quem assiste. Deve-se também dar um abraço forte a Greig Fraser (Foxcatcher), diretor de fotografia, que fez o filme parecer uma obra de arte.

Estrela da Morte em Rogue One: Uma História Star Wars

 

O melhor, como sempre, fica para o final. Gareth conseguiu fazer um terceiro ato esplendoroso, destruindo o coração dos fãs, no bom sentido da palavra. As cenas de guerras especiais e de solo em uma base imperial no planeta Scariff, onde estão os planos de destruir a Estrela da Morte, são de encher os olhos. Contrariando o escuro do vácuo, Edwards traz uma coisa nunca antes já vista em Star Wars: uma guerra na praia. Com um visual paradisíaco e bem ao estilo da primeira guerra mundial, onde as trincheiras eram bastante utilizadas, as cenas trazem uma tensão do que deve acontecer em seguida.

Por fim, não há o que se negar. Darth Vader é definitivamente o maior vilão de todos os tempos. Vader aparece no tempo certo, na hora certa e faz o público tremer em momentos de ação. Posso afirmar e ter a ousadia em dizer que Rogue One: Uma História Star Wars tem os 15 melhores minutos finais de toda a saga, juntando todos os oito filmes.

O filme estreia nesta quinta-feira, 15, e está em cartaz em todos os cinemas do país.

Nota 9

 

Confira o trailer final:

 

 

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Vídeo: Super-heróis da "Carreta Furacão" salvam bebê de incêndio criminoso

Reprodução D2bb4319 ca74 4d51 9b20 e8ef482d444a Trenzinho passava pelo local durante as chamas

Já imaginou um filme com Flash e Homem-Aranha trabalhando juntos? Pois é, mesmo sabendo que é impossível esse crossover nos cinemas acontecer, os heróis decidiram salvar uma mulher e um bebê de 7 meses na vida real durante um incêndio criminoso na manhã desta quarta-feira, 14, ocorrido em uma residência em um município do sul de Minas Gerais, sudeste do país.

De acordo com as informações do site Metrópoles, os super-heróis fazem parte do conhecido trenzinho da “Carreta Furacão”, um dos maiores memes da internet em 2016. Eles faziam uma apresentação nas ruas do município quando viram as chamas.

O Flash foi o primeiro a chegar e arrombar a porta. O Homem-Aranha foi responsável pelo salvamento do bebê, que foi levado até a avó. Joaquim Afonso Sebastião, pai e avô das vítimas e responsável pelo crime, foi preso.

É a vida imitando a arte, dessa vez com um final feliz.

Confira o vídeo:

 

 

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Análise: The Walking Dead tem mid-season finale diferente e excelente

Reprodução 52c02a7c 29dc 41e9 885a f1c42cbb1f0f Daryl e Rick se reencontram em TWD

ESTE TEXTO CONTÉM SPOILERS. LEIA POR SUA CONTA E RISCO

The Walking Dead apresentou o episódio de mid-season finale da sétima temporada no domingo, 11, e não foi nada menos que excelente. Fugindo do que ocorria nas temporadas anteriores, com ação e mortes desenfreadas, o oitavo episódio intitulado de “Hearts Still Beating” (Corações Ainda Batendo) apresentou uma trama bem mais leve, com um toque refinado da carnificina de Negan (Jeffrey Dean Morgan) e um final de encher os olhos.

Mesmo com os primeiros e segundo atos mais lentos, a trama consegue prender a atenção dos fãs. Negan está mais ameaçador do que nunca, apesar de dar muitas chances a quem o desobedece, mas é certeza de que ele é o melhor vilão até o momento em todas as temporadas.

Como trata-se de um dos plots mais importantes dos quadrinhos, a série pretende ser o mais fiel possível, por isso alguns episódios são bastante maçantes até o ápice da temporada. Impressionante destaca o quanto é bom todos os episódios que o Rick está presente. A presença de tela de Andrew Lincoln, da primeira até a temporada atual, só vem melhorando e talvez ele conseguiu chegar ao objetivo: ser o personagem mais sólido de TWD.

 

Rick e Negan em Alexandria (Reprodução)

 

A série amadureceu bastante desde o erro de manter o mistério (como se ninguém soubesse o que iria acontecer) da morte do Glenn e Abraham. O showrunner Scott Gimple vem dando um novo respiro a TWD desde que retornou na quinta temporada e o maior acerto foi seguir as HQs, pois lá tem o produto final, lá tem a fórmula do sucesso.

Voltando ao último episódio, Rick finalmente percebeu que não dá para sobreviver assim. Na verdade, todo mundo percebeu até Rosita Espinosa (Christian Serratos) atirar contra Negan e acertar na cabeça... da Lucille. O nível de tensão só aumenta a cada episódio que passa e isso é muito bom.

Todo mundo ama Jesus, isso é fato, mas falo do Jesus da série, viu? Que personagem excelente. Quando Tom Payne aparece em tela, mesmo que pouco, ele domina o tempo. O cara é um ninja apocalíptico, um atleta de parkour de alto nível, um MacGyver da era dos zumbis. O resgate ao Daryl (Norman Reedus) foi uma das melhores cenas do episódio, inclusive quando ele mata um dos Salvadores, onde ele solta todo seu ódio por tudo que passou naquela barra de ferro.

 

Rick recebe sua arma novamente (Reprodução)

 

Agora confessa se a cena final da mid-season não foi de encher os olhos de lágrimas quando os “bros” Rick e Daryl se reencontram? E quando todos se juntam para a guerra? E com aquela trilha? Simplesmente sensacional a forma com foi finalizada o episódio. Estão todos ali, prontos para a batalha, convictos de que vão vencer mais uma e dessa vez contra um inimigo muito maior.

O ponto negativo fica para os monótonos Carol (Melissa McBride) e Morgan (Lennie James). Apareceram em apenas dois episódios nesta temporada e não fizeram absolutamente NADA! A Carol vinha ganhando força com os fãs, porém após os últimos acontecimentos ela vem perdendo cada vez mais o que conseguiu. Já passou e muito da hora de crescerem.

The Walking Dead entra em hiato e volta apenas em fevereiro de 2017 para os oito episódios finais da sétima temporada.

 

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Pré-estreia de Rogue One terá sorteios e premiação para fãs da saga

Divulgação 7ec5fc9f be9a 443e b277 78c14f0fa506 Rogue One: Uma História Star Wars

Cosplays e fãs da saga Star Wars, está chegando a hora! Na madrugada de quinta-feira, às 0h, ocorre a sessão de pré-estreia de “Rogue One: Uma História Star Wars” e para homenagear os nerds de plantão a Rede Cinesystem, juntamente com o Canal Bang, Conselho Jedi de Alagoas e a Gracom, vão sortear brindes e premiar as melhores fantasias antes da exibição do filme no Parque Shopping Maceió.

Para concorrer, basta pegar sua fantasia de Wookie, Jedi, Sith ou de qualquer outra espécie que envolva o mundo de Star Wars. As premiações vão de cortesias de ingressos para qualquer filme que esteja em exibição na Rede Cinesystem a itens exclusivos da franquia.

Rogue One: Uma História Star Wars é uma aventura épica e totalmente nova. Em um período de conflito, um grupo de heróis improváveis se reúne em uma missão para roubar os planos da Estrela da Morte, a arma de destruição definitiva do Império. Esse evento chave na linha do tempo de Star Wars aproxima pessoas comuns que escolheram fazer coisas extraordinárias e que, ao fazê-las, tonaram-se parte de algo maior do que elas mesmas.

O filme conta com um elenco estrelado com Felicity Jones (Jyn Erso), Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Mads Mikkelsen (Galen Erso), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrerera).

As vendas estão a todo vapor através do site ingressos.com, confira como comprar clicando aqui. O longa chega aos cinemas em 15 de dezembro com direção de Gareth Edwards (Godzilla).

 

 

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Confira os trailers inéditos de Homem-Aranha, Assassin's Creed e Planeta dos Macacos

Divulgação Ceafc0e8 b7c4 4c2e a7c4 48736158e62a Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Após teasers e divulgações de imagens durante a Comic Com Experience, no Brasil, os estúdios da Fox, Paramount e Sony divulgaram, nesta semana, trailers de alguns dos filmes mais aguardados de 2017, entre eles do Homem-Aranha, Planeta dos Macacos: A Guerra, Assassin’s Creed e Transformers: O Último Cavaleiro.

Confira abaixo cada um dos trailers:

Homem Aranha: De Volta ao Lar

“Um jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que fez sua estreia sensacional em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, começa a navegar sua nova identidade como um super-herói lançador de teias em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘. Animado por sua experiência com os Vingadores, Peter retorna para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob a vigilância de seu mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina – distraído por pensamentos de se provar mais do que só o amigo da vizinhança – mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo o que é mais importante para Peter será ameaçado”.

 

 

Planeta dos Macacos: A Guerra

“O terceiro capítulo da franquia aclamada pela crítica e público mostra Caesar e seus seguidores sendo forçados em um conflito mortal contra um exército de humanos liderado por um coronel impiedoso. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, Caesar luta contra seus mais sombrios instintos e inicia sua própria jornada mítica para vingar seu povo. Quando ficam cara a cara, Caesar e o Coronel se enfrentam e uma épica batalha para determinar o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta”.

 

 

Assassin’s Creed

Por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) experimenta as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje.

 

 

Transformers: O Último Cavaleiro

“Os robôs gigantes alienígenas do bem Autobots entram, mais uma vez, em uma grande batalha contra os Decepticons” (A sinopse oficial ainda não foi divulgada)

 

 

Espera algum desses filmes em 2017? Então se prepare, porque ainda tem muito mais por vir.

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Cinco motivos para ir à Comic Con Experience 2017 em Recife

Foto: Omelete 1026f109 768e 48ba a0e5 427eacd93b37 Cosplays de Arlequina na CCXP

A Comic Com Experience já pode ser considerada um dos maiores eventos geeks do mundo apenas no terceiro ano. Isso porque grandes atores já puseram os pés em São Paulo como Vin Diesel, Neil Patrick Harris, Terry Crews, Adam Sandler, Carlos Villagran, Edgar Vivar, Milla Jovovich, James Gunn e tantos outros graças a CCXP.

Após viver um fim de semana realmente épico, vou listar cinco motivos do porquê você, querido leitor e fã da cultura nerd, deve arrumar suas malas, pegar o avião e ir direto para a Comic Com Experience Tour Nordeste, que acontece entre os dias 13 e 16 de abril de 2017, em Recife.

 

 

1.     Painéis

 

Painel do Frank Miller na CCXP (Foto: Omelete)

Os painéis são as melhores coisas que qualquer Comic Com proporciona. Grandes atores vem para o Brasil para conversar sobre variados temas, além dos grandes estúdios apresentarem conteúdos exclusivos ou antecipados de filmes que estão por vir. Neste ano por exemplo, em São Paulo, no painel da Marvel, o diretor James Gunn apresentou 10 minutos de cenas do filme Guardiões da Galáxia Vol. 2 que só estreia em abril de 2017. A Fox apresentou 5 minutos de cenas dos filmes de Assassin’s Creed e Logan.

 

2.     Artists Alley

Você é um grande fã de algum quadrinista seja ele brasileiro ou não? Na CCXP, o fã pode conversar, tirar foto, abraçar e curtir cada minuto com seu ídolo sem precisar pagar absolutamente nada. No ano passado, o mestre Frank Miller atendeu atenciosamente cada fã enquanto falava sobre os futuros trabalhos. Este ano, nada mais nada menos que Brian Azzarello esteve presente no evento. Outros como Jae Lee e Maurício de Souza, além de mais de 400 artistas foram a Comic Con.

 

3.     Stands

 

Stand da Sony pictures na CCXP (Foto: Bruno Levy)

 

Os stands apresentam painéis interativos dos grandes estúdios e vendas dos mais diversos produtos oficiais. A Warner na última edição da CCXP deu uma bolsa grátis para cada fã que tirasse uma foto com o símbolo do vindouro filme da Liga da Justiça. No stand da Fox, as pessoas realizavam o “Salto da Fé”, do game e filme de Assassin’s Creed. No stand da Twitch, foram transmitidos os campeonatos de Counter-Strike: GO e League of Legends. Stands de vendas como o de quadrinhos da Panini e de Action Figures colecionáveis da Iron Studios também marcaram presença.

4.     Organização

 

Stand do Omelete na CCXP (Foto: Omelete)

 

Se tem uma coisa que não se deve reclamar das Comic Cons Experience é a organização. Não era difícil andar pelos corredores do evento, tampouco sair. O mais difícil era organizar a entrada dos geeks e nerds, afinal todo fã de games, cinema e quadrinhos não vê a hora de entrar em uma CCXP. Nada a reclamar. Filas são recorrentes em todo o tipo de evento deste gênero e no Brasil não seria diferente, porém tudo foi feito de maneira correta e que agradasse todo o público.

5.     Cosplays

 

Cosplays na CCXP (Foto: Bruno Levy)

 

Talvez a segunda melhor parte da CCXP sejam os cosplays. Desde um Jason Voores a uma Harley Quinn, passando por um Coringa, um Batman, um Homem de Ferro, os cosplays são um espetáculo a parte. Incrível como os fãs passam determinada parte do tempo e gastam seu dinheiro  fazendo uma fantasia do seu personagem favorito. Eles literalmente param as “ruas” das Comic Cons para tirar foto com admiradores.

Não há arrependimento algum em pegar seu dinheirinho suado para curtir a CCXP, principalmente agora que está mais perto de nós, alagoanos. É algo inesquecível, a energia é incrível! Pode confiar.

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O sentimento de vivenciar uma Comic Con no Brasil

Foto: Omelete Fbd2d2bf ec3f 47df a07d a7a530003f04 Auditório Cinemark, na CCXP

Já fez aquilo que sempre quis fazer e desejasse que nunca terminasse? Pois bem, passei os quatro melhores dias da minha vida vendo, fazendo e participando de algo que amo completamente: nerdices. E não há melhor lugar que um evento chamado de Comic Con Experience, realizado todo ano em São Paulo, desta vez a edição ocorreu entre os dias 1 e 4 de dezembro.

Nesta terça-feira, 06, após dias sem postar nada no blog, decidi passar para os amantes do cinema, quadrinhos, séries e afins, como é vivenciar 44 horas andando pelos corredores, lojas, stands e painéis do maior evento geek da américa latina (por enquanto).

Ao chegar na cidade de São Paulo, na manhã de quinta-feira, 01, já era possível sentir um ar diferente, não de fumaça, mas sim de empolgação com o que estava por vir. Do aeroporto para o hostel, do hostel para a Comic Con, sem paradas. Na fila, um sentimento de ansiedade, misturado a alegria de estar no lugar onde sempre quis estar. A curiosidade de uma criança de 23 anos em ver grandes ídolos da oitava e nona arte no Brasil, há 2453km de Maceió.

O pé direito passa a porta e uma explosão de felicidade ocorre dentro de mim, ultrapassando todos os limites da endorfina, provocando o sintoma de um sorriso que durou todo o dia. Era diferente. As pessoas entendiam do que eu falava e vice-versa. Eu estava ali no meu mundo, na minha área. Aquelas pessoas eram as minhas pessoas, nós falávamos uma língua totalmente diferente da língua do dia a dia. Inexplicável.

A São Paulo Expo com seus exagerados 100 mil m² ficou pequena para tanta gente. Com um público de 180 mil pessoas durante os quatro dias, a CCXP coloriu São Paulo com Fox, Marvel, DC, Warner, Sony, Netflix, Universal Pictures, Disney e tantas outras empresas que estiveram lá. São Paulo foi pintada pelas mãos de Frank Miller, Briaz Azzarello, Jae Lee, Maurício de Souza e tantos outros artistas. São Pualo se tornou nerd.

As filas eram pequenos obstáculos que eram superados para a realização de pequenos sonhos como quebra-cabeças. Tudo valia a pena. Todo o esgotamento físico valia a pena. No sábado, 03, por exemplo, passei SEIS horas na fila para entrar no mundo do auditório Cinemark com mais 3.499 pessoas apenas para ver James Gunn, diretor de Guardiões da Galáxia, gritando “HELLO BRAZIIIIIL” e apresentar um novo conteúdo para os fãs.

Entrando na Expo, me sentia em um novo universo. Um universo onde pessoas não tinham vergonha de ser o que são. Onde pessoas se vestiam estranho, mas que quem via amava tirar uma fotografia para guardar de lembrança. Pessoas que amam o jeito nerd de ser, sem julgamentos e sem ligar para os críticos de plantão. A inveja tem sono leve e nós fizemos um barulho enorme.

Viva Milla Jovovich, viva Natalie Dormer, viva Carlos Villagrán (o Quico), viva Vin Diesel, Nina Dobrev, Michael Bisping, Neil Patrick Harris que nos ajudaram com o barulho.

Viva o grupo Omelete que trouxe uma atração exclusivamente internacional direto para o Brasil com a mesma grandeza!

Viva a Comic Con Experience

 

 

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Análise: Qual foi o pior filme de super-heróis em 2016?

Ilustração 2af43e92 db9f 411a b4c1 5c100a927620 Michal Fassbender como Magneto

Após analisar e decidir que “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” foi o melhor filme de super-heróis em 2016, chegou a vez de escolher o pior dentre eles. Como havia explicitado no post anterior, o ano não foi muito bom para o gênero, afinal, nenhum chegou ao patamar de longas como “Guardiões da Galáxia”, “Cavaleiro das Trevas” e “Capitão América: O Soldado Invernal”.

Não foi difícil escolher, porém um outro filme da DC Comics chegou muito perto da marca de pior do ano do gênero, “Esquadrão Suicida”. O posto, entretanto, fica com “X-Men: Apocalypse”, o sexto da franquia dos mutantes e que foi dirigido por Bryan Singer.

As falhas são incontáveis e o resultado foi pedradas da crítica, público e bilheteria. Após um excelente “X-Men: Primeira Classe” e “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido”, Apocalypse deixou muito a desejar. O roteiro tem mais furos que peneira, o vilão não trás a tensão necessária e nem o terror aos adolescentes mutantes, além de Jennifer Lawrence e seu protagonismo desnecessário, sendo uma péssima mística.

 

 

Bryan Singer se perdeu e foi o maior responsável pelas fraquíssimas atuações de Tye Sheridan (Scott Summers, o Ciclope), Oscar Isaac (Apocalypse), Josh Helman (William Stryker), Sophie Turner (Jean Grey) e o infame e inútil Anjo (Ben Hardy). O filme não tem continuidade, tem péssima fotografia, enredo disperso e diálogos desinteressantes. Outro erro notável é, mais uma vez, tornar Magneto (Michal Fassbender) uma ameaça. Já não bastaram quatro filmes da franquia que transformaram Magneto em vilão, resolveram repetir a dose.

Talvez os pontos positivos ainda salvaram X-Men de um fracasso total, como a libertação do Logan (Hugh Jackman), o poder da Fênix de Jean Grey e, claro, mais uma fantástica cena com o Mercúrio (Evan Peters) na mansão para jovens superdotados do Professor Charles Xavier (James McAvoy). O que me deixou bastante feliz foi a aparição da jovem Tempestade, interpretada pela Alexandra Shipp. Ela se mostrou imponente e forte a todo instante, além de ser uma Ororo ainda irresponsável pela juventude, mas que, caso haja novos filmes da saga, pode ser que tenha um futuro promissor.

 

 

Outro ponto positivo foi Psylocke. Mesmo com pouco tempo de tela e sendo sub-aproveitada na trama, Olivia Munn foi capaz de ser fiel à personagem dos quadrinhos. Ela foi a escolha perfeita, parecendo até que saiu diretamente dos quadrinhos para cinema.

Nota 7 ou 3 estrelas

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Qual foi o melhor filme de super-heróis em 2016?

Ilustração 65ecb0a6 9461 411d bf73 534fd1f65d8f Batman vs Superman: A Origem da Justiça

Diante de um ano cheio de filmes de heróis em 2016, chegou a hora de decidir qual foi o melhor. Ao todo, seis foram lançados, um número excelente para mostrar aos haters (sim, Tarantino, sou seu fã, mas passo esse número na sua cara) que o gênero não está escasso e está muito longe disso, afinal temos filmes até 2020, no mínimo.

Apesar disso, o ano não foi muito bom para os filmes da Marvel, DC e Fox, visto que os longas não chegaram nem perto do patamar apresentado em “O Cavaleiro das Trevas”, “Guardiões da Galáxia” ou “Capitão América: O Soldado Invernal”. A Marvel não ousou em “Guerra Civil” e “Doutor Estranho”, a DC falhou duas vezes, uma em cortar partes importantes do filme e outra em deixar um roteiro pífio com Esquadrão Suicida, e a Fox falhou miseravelmente em “X-Men: Apocalypse”.

Dois deles se sobressaíram, porém o posto de melhor fica para: “Batman v Superman: A Origem da Justiça” (o outro foi “Deadpool”). Esqueçamos a versão que foi apresentada nos cinemas e foquemos na versão estendida apresentada no bluray. “BvS” é e sempre será um dos filmes mais controversos para os cinéfilos, onde há muita gente que não goste e há muita gente que goste. É o tipo do filme ame ou odeie.

Com um olhar mais profundo, o diretor do filme, Zack Snyder, apresentou os dois maiores heróis do mundo em confronto, um homem e um deus, Batman e Superman. Claro, não teria a mínima condição de fazer um filme como “Capitão América: Guerra Civil”, cheio de ação, acrobacias e coreografias. Afinal, o Superman voa e é superpoderoso e Batman é um humano com armadura. Quem esperava ação a todo instante ou era leigo ou era apenas ingênuo, pois trata-se de uma luta até injusta.

 

 

O filme precisava apresentar muita gente, o novo Batman de Ben Affleck, a Mulher Maravilha de Gal Gadot, o Lex Luthor de Jesse Einsenberg e a Liga da Justiça. A Marvel já está no meio do caminho com todos os personagens prontos em um filme que não adiciona absolutamente NADA no universo compartilhado da editora (sim, falo de Guerra Civil).

Batman vs Superman mostra uma nova visão nos filmes de super-heróis. Bem mais sombrio, sério e “real”, possui diálogos inteligentes, imagens ao estilo “Watchmen” (do mesmo diretor), uma fotografia de encher os olhos e uma trilha sonora absurda totalmente nova com a maestria de Hans Zimmer e todo o metal de Junkie LX.

Apesar de todas as dificuldades, o filme entrega aquilo que promete, entrega aquilo que realmente é nos quadrinhos e ainda mais, entrega a melhor Mulher Maravilha possível. Apesar de falhas graves como um início muito maçante, a versão do cinema e CGI falho, BvS consegue arrepiar e levar o público ao delírio com a apresentação da trindade, com um Superman cheio de dúvidas e mais humano, a sua morte já no segundo filme do universo compartilhado da DC e existir o Batman/Brunce Wayne mais fiel de todos os tempos.

 

 

Na época, a minha crítica a Batman vs Superman: A Origem da Justiça foi totalmente positiva, com 4 estrelas/nota 9.

Na sua opinião, querido leitor, qual foi o melhor filme de super-heróis em 2016?

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Começou a pré-venda de ingressos para "Rogue One: Uma História Star Wars"

Divulgação Fb002196 7f6e 4fd8 b55c 3e0b305ab937 Jyn (Felicity Jones) em Rogue One

A pré-venda de ingressos para a estreia de “Rogue One: Star Wars”, no dia 15 de dezembro, começou nesta segunda-feira, 28, em todos os cinemas do país.

A história de Rogue One vai retratar a vida de Jyn (Felicity Jones), fora-da-lei que adere à Aliança Rebelde e a um grupo de renegados com a missão de roubar os planos da Estrela da Morte, arma cuja concepção é atribuída ao pai dela, Galen Erso (Mads Mikkelsen). Rogue One se passa antes do Episódio IV da saga.

Segundo o executivo de Lucas Film, Pablo Hidalgo, a duração do longa deve ser de 2h13min. Ele revelou a informação no twitter em conversa com um fã.

O filme possui um elenco estrelado com Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrera).

 

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Confira o trailer final legendado de Rogue One:

 

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