O sentimento de vivenciar uma Comic Con no Brasil

Foto: Omelete Fbd2d2bf ec3f 47df a07d a7a530003f04 Auditório Cinemark, na CCXP

Já fez aquilo que sempre quis fazer e desejasse que nunca terminasse? Pois bem, passei os quatro melhores dias da minha vida vendo, fazendo e participando de algo que amo completamente: nerdices. E não há melhor lugar que um evento chamado de Comic Con Experience, realizado todo ano em São Paulo, desta vez a edição ocorreu entre os dias 1 e 4 de dezembro.

Nesta terça-feira, 06, após dias sem postar nada no blog, decidi passar para os amantes do cinema, quadrinhos, séries e afins, como é vivenciar 44 horas andando pelos corredores, lojas, stands e painéis do maior evento geek da américa latina (por enquanto).

Ao chegar na cidade de São Paulo, na manhã de quinta-feira, 01, já era possível sentir um ar diferente, não de fumaça, mas sim de empolgação com o que estava por vir. Do aeroporto para o hostel, do hostel para a Comic Con, sem paradas. Na fila, um sentimento de ansiedade, misturado a alegria de estar no lugar onde sempre quis estar. A curiosidade de uma criança de 23 anos em ver grandes ídolos da oitava e nona arte no Brasil, há 2453km de Maceió.

O pé direito passa a porta e uma explosão de felicidade ocorre dentro de mim, ultrapassando todos os limites da endorfina, provocando o sintoma de um sorriso que durou todo o dia. Era diferente. As pessoas entendiam do que eu falava e vice-versa. Eu estava ali no meu mundo, na minha área. Aquelas pessoas eram as minhas pessoas, nós falávamos uma língua totalmente diferente da língua do dia a dia. Inexplicável.

A São Paulo Expo com seus exagerados 100 mil m² ficou pequena para tanta gente. Com um público de 180 mil pessoas durante os quatro dias, a CCXP coloriu São Paulo com Fox, Marvel, DC, Warner, Sony, Netflix, Universal Pictures, Disney e tantas outras empresas que estiveram lá. São Paulo foi pintada pelas mãos de Frank Miller, Briaz Azzarello, Jae Lee, Maurício de Souza e tantos outros artistas. São Pualo se tornou nerd.

As filas eram pequenos obstáculos que eram superados para a realização de pequenos sonhos como quebra-cabeças. Tudo valia a pena. Todo o esgotamento físico valia a pena. No sábado, 03, por exemplo, passei SEIS horas na fila para entrar no mundo do auditório Cinemark com mais 3.499 pessoas apenas para ver James Gunn, diretor de Guardiões da Galáxia, gritando “HELLO BRAZIIIIIL” e apresentar um novo conteúdo para os fãs.

Entrando na Expo, me sentia em um novo universo. Um universo onde pessoas não tinham vergonha de ser o que são. Onde pessoas se vestiam estranho, mas que quem via amava tirar uma fotografia para guardar de lembrança. Pessoas que amam o jeito nerd de ser, sem julgamentos e sem ligar para os críticos de plantão. A inveja tem sono leve e nós fizemos um barulho enorme.

Viva Milla Jovovich, viva Natalie Dormer, viva Carlos Villagrán (o Quico), viva Vin Diesel, Nina Dobrev, Michael Bisping, Neil Patrick Harris que nos ajudaram com o barulho.

Viva o grupo Omelete que trouxe uma atração exclusivamente internacional direto para o Brasil com a mesma grandeza!

Viva a Comic Con Experience

 

 

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Análise: Qual foi o pior filme de super-heróis em 2016?

Ilustração 2af43e92 db9f 411a b4c1 5c100a927620 Michal Fassbender como Magneto

Após analisar e decidir que “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” foi o melhor filme de super-heróis em 2016, chegou a vez de escolher o pior dentre eles. Como havia explicitado no post anterior, o ano não foi muito bom para o gênero, afinal, nenhum chegou ao patamar de longas como “Guardiões da Galáxia”, “Cavaleiro das Trevas” e “Capitão América: O Soldado Invernal”.

Não foi difícil escolher, porém um outro filme da DC Comics chegou muito perto da marca de pior do ano do gênero, “Esquadrão Suicida”. O posto, entretanto, fica com “X-Men: Apocalypse”, o sexto da franquia dos mutantes e que foi dirigido por Bryan Singer.

As falhas são incontáveis e o resultado foi pedradas da crítica, público e bilheteria. Após um excelente “X-Men: Primeira Classe” e “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido”, Apocalypse deixou muito a desejar. O roteiro tem mais furos que peneira, o vilão não trás a tensão necessária e nem o terror aos adolescentes mutantes, além de Jennifer Lawrence e seu protagonismo desnecessário, sendo uma péssima mística.

 

 

Bryan Singer se perdeu e foi o maior responsável pelas fraquíssimas atuações de Tye Sheridan (Scott Summers, o Ciclope), Oscar Isaac (Apocalypse), Josh Helman (William Stryker), Sophie Turner (Jean Grey) e o infame e inútil Anjo (Ben Hardy). O filme não tem continuidade, tem péssima fotografia, enredo disperso e diálogos desinteressantes. Outro erro notável é, mais uma vez, tornar Magneto (Michal Fassbender) uma ameaça. Já não bastaram quatro filmes da franquia que transformaram Magneto em vilão, resolveram repetir a dose.

Talvez os pontos positivos ainda salvaram X-Men de um fracasso total, como a libertação do Logan (Hugh Jackman), o poder da Fênix de Jean Grey e, claro, mais uma fantástica cena com o Mercúrio (Evan Peters) na mansão para jovens superdotados do Professor Charles Xavier (James McAvoy). O que me deixou bastante feliz foi a aparição da jovem Tempestade, interpretada pela Alexandra Shipp. Ela se mostrou imponente e forte a todo instante, além de ser uma Ororo ainda irresponsável pela juventude, mas que, caso haja novos filmes da saga, pode ser que tenha um futuro promissor.

 

 

Outro ponto positivo foi Psylocke. Mesmo com pouco tempo de tela e sendo sub-aproveitada na trama, Olivia Munn foi capaz de ser fiel à personagem dos quadrinhos. Ela foi a escolha perfeita, parecendo até que saiu diretamente dos quadrinhos para cinema.

Nota 7 ou 3 estrelas

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Qual foi o melhor filme de super-heróis em 2016?

Ilustração 65ecb0a6 9461 411d bf73 534fd1f65d8f Batman vs Superman: A Origem da Justiça

Diante de um ano cheio de filmes de heróis em 2016, chegou a hora de decidir qual foi o melhor. Ao todo, seis foram lançados, um número excelente para mostrar aos haters (sim, Tarantino, sou seu fã, mas passo esse número na sua cara) que o gênero não está escasso e está muito longe disso, afinal temos filmes até 2020, no mínimo.

Apesar disso, o ano não foi muito bom para os filmes da Marvel, DC e Fox, visto que os longas não chegaram nem perto do patamar apresentado em “O Cavaleiro das Trevas”, “Guardiões da Galáxia” ou “Capitão América: O Soldado Invernal”. A Marvel não ousou em “Guerra Civil” e “Doutor Estranho”, a DC falhou duas vezes, uma em cortar partes importantes do filme e outra em deixar um roteiro pífio com Esquadrão Suicida, e a Fox falhou miseravelmente em “X-Men: Apocalypse”.

Dois deles se sobressaíram, porém o posto de melhor fica para: “Batman v Superman: A Origem da Justiça” (o outro foi “Deadpool”). Esqueçamos a versão que foi apresentada nos cinemas e foquemos na versão estendida apresentada no bluray. “BvS” é e sempre será um dos filmes mais controversos para os cinéfilos, onde há muita gente que não goste e há muita gente que goste. É o tipo do filme ame ou odeie.

Com um olhar mais profundo, o diretor do filme, Zack Snyder, apresentou os dois maiores heróis do mundo em confronto, um homem e um deus, Batman e Superman. Claro, não teria a mínima condição de fazer um filme como “Capitão América: Guerra Civil”, cheio de ação, acrobacias e coreografias. Afinal, o Superman voa e é superpoderoso e Batman é um humano com armadura. Quem esperava ação a todo instante ou era leigo ou era apenas ingênuo, pois trata-se de uma luta até injusta.

 

 

O filme precisava apresentar muita gente, o novo Batman de Ben Affleck, a Mulher Maravilha de Gal Gadot, o Lex Luthor de Jesse Einsenberg e a Liga da Justiça. A Marvel já está no meio do caminho com todos os personagens prontos em um filme que não adiciona absolutamente NADA no universo compartilhado da editora (sim, falo de Guerra Civil).

Batman vs Superman mostra uma nova visão nos filmes de super-heróis. Bem mais sombrio, sério e “real”, possui diálogos inteligentes, imagens ao estilo “Watchmen” (do mesmo diretor), uma fotografia de encher os olhos e uma trilha sonora absurda totalmente nova com a maestria de Hans Zimmer e todo o metal de Junkie LX.

Apesar de todas as dificuldades, o filme entrega aquilo que promete, entrega aquilo que realmente é nos quadrinhos e ainda mais, entrega a melhor Mulher Maravilha possível. Apesar de falhas graves como um início muito maçante, a versão do cinema e CGI falho, BvS consegue arrepiar e levar o público ao delírio com a apresentação da trindade, com um Superman cheio de dúvidas e mais humano, a sua morte já no segundo filme do universo compartilhado da DC e existir o Batman/Brunce Wayne mais fiel de todos os tempos.

 

 

Na época, a minha crítica a Batman vs Superman: A Origem da Justiça foi totalmente positiva, com 4 estrelas/nota 9.

Na sua opinião, querido leitor, qual foi o melhor filme de super-heróis em 2016?

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Começou a pré-venda de ingressos para "Rogue One: Uma História Star Wars"

Divulgação Fb002196 7f6e 4fd8 b55c 3e0b305ab937 Jyn (Felicity Jones) em Rogue One

A pré-venda de ingressos para a estreia de “Rogue One: Star Wars”, no dia 15 de dezembro, começou nesta segunda-feira, 28, em todos os cinemas do país.

A história de Rogue One vai retratar a vida de Jyn (Felicity Jones), fora-da-lei que adere à Aliança Rebelde e a um grupo de renegados com a missão de roubar os planos da Estrela da Morte, arma cuja concepção é atribuída ao pai dela, Galen Erso (Mads Mikkelsen). Rogue One se passa antes do Episódio IV da saga.

Segundo o executivo de Lucas Film, Pablo Hidalgo, a duração do longa deve ser de 2h13min. Ele revelou a informação no twitter em conversa com um fã.

O filme possui um elenco estrelado com Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrera).

 

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Confira o trailer final legendado de Rogue One:

 

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Quais são os seis estúdios que mais fizeram dinheiro no cinema?

Ilustração Bba67689 3ce1 44c0 a432 1c4a13705392 Cinema

O mercado cinematográfico nunca lucrou tanto como nos últimos, graças à aproximação do público no mundo que passou a gostar mais da sétima arte como também a tecnologia permitiu que os preços dos ingressos inflassem, graças ao 3D e o IMAX, por exemplo.

E que tal saber quais as seis empresas que mais lucraram em toda a sua história? Vocês sabem dizer qual está em primeiro lugar? Confira agora:

6. 20th Century Fox

A sexta maior empresa de cinema do mundo é dona do filme de maior bilheteria de todos os tempos. A Fox, de Rupert Murdoch, foi criada em 1935 e foi responsável pela produção de Avatar (2009) que lucrou US$ 2.787.965.087,00 no mundo. O estúdio fica localizado na Century City, em Los Angeles, na Califórnia, pouco a oeste de Beverly Hills e é uma subsidiária da 21st Century Fox.

Fox: US$ 30.754.345.763,00 (bilhões)

 

20th Century Fox

 

5. Universal

A Universal Pictures foi criada em 1912 pelo alemão Carl Laemmle. Trata-se de um dos mais antigos estúdios de cinema que fica localizado em Universal City, na Califórina, nos EUA. É de propriedade da Comcast e da subsidiária NBCUniversal.

O filme do estúdio que mais fez bilheteria foi Jurassic World (2015) com US$ 1.670.400.637,00 em todo o mundo, se tornando a quarta maior bilheteria de todos os tempos.

Universal: US$ 31.101.006.669,00 (bilhões)

 

Universal Pictures

 

4. Paramount

Assim como a Universal, a Paramount é um dos mais antigos estúdios já fundados, também em 1912 pelo húngaro Adolph Zukor. Ele fica localizado em Los Angeles, no estado de Nevada, nos EUA. A Paramount foi um dos maiores e mais lucrativos estúdios de Hollywood nos anos 1920, 1940 e 1970.

O filme com maior bilheteria foi o grandioso Titanic, detentor do por muito tempo da maior bilheteria de todos os tempos e agora está em segundo lugar, com R$ 2.186.772.302,00.

Paramount: US$ 31.507.442.518,00

 

Paramount Pictures

 

3. Sony/Columbia Pictures

Mais conhecida apenas por Sony Pictures, é a unidade de produção e distribuição de filmes da multinacional japonesa Sony, com sede em Culver City, Califórnia, (Estados Unidos) e com a sede administrativa em Tóquio, no Japão. A empresa foi fundada em 1989, após a aquisição do estúdio de cinema tradicional Columbia Pictures da The Coca-Cola Company e renomeado para Sony Pictures Entertainment em 1991.

O 25º longa da franquia 007, Skyfall (2012), foi o de maior bilheteria da empresa, somando US$ 1.108.561.013,00 em todo o mundo e está em 15º lugar de todos os tempos.

Sony Pictures: US$ 33.571.576.274,00

 

Sony Pictures

 

2. Buena Vista/Walt Disney

A Disney é a segunda empresa cinematográfica que mais fez dinheiro em toda a sua história. Dona da Marvel, a Disney foi fundada em 16 de outubro de 1923, por Walt Disney e Roy Oliver Disney com o nome de Disney Brothers Cartoon Studios e estabeleceu-se como pioneira na indústria de animação, até diversificar seus produtos para filmes em live-action, redes de televisão e parques temáticos. 

A companhia fica localizada em Burbank, na Califórnia, nos EUA. Ela é responsável pelo terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos, Star Wars: O Despertar da Força (2015), que fez US$ 2.068.223.624,00 em todo o mundo. A Disney tem cinco filmes no Top 10 de maior bilheteria.

Walt Disney: US$ 37.186.814.718,00

 

Walt Disney Studios

 

1. Warner Bros.

Em primeiríssimo lugar vem a minha empresa favorita de cinema: Warner Bros. Dona das franquias Harry Potter, Batman e Matrix, a Warner foi fundada em 4 de abril de 1923 pelos irmãos Warner e detém também o posto de maior produtoras de filmes no mundo, com 867 filmes. A empresa é subsidiária da Time Warner, com sedes nas cidades de Burbank, Califórnia e Nova Iorque.

Atualmente, a empresa foca nos filmes de heróis da DC Comics e na quintologia de Animais Fantásticos e Onde Habitam, de J. K. Rowling. Mesmo sendo o estúdio mais rico, o filme com maior bilheteria está apenas em oitavo lugar, sendo Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (2011) com US$ 1.341.511.219,00.

Warner Bros: US$ 39,482,158,262 (bilhões)

 

Warner Bros.

 

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E se a Netflix ou HBO adaptar uma série sobre o Cangaço?

Foto: Beijamin Abrahão B2e63c83 7fd5 468b 9225 2ac4f6c056f3 O bando de Lampião

Diante da vindoura inédita série de TV totalmente nacional da Netflix, chamada de “3%” e que estreia no dia 25 de novembro na plataforma streaming, percebe-se que as grandes empresas no país abriram os olhos para este mercado que resulta em rios de dinheiro para a produtora. Não é a toa que a Globo abriu os olhos e disponibilizou parte do horário para séries nacionais como Supermax, Justiça, Dupla Identidade e outros.

Mesmo assim, de dez séries produzidas no país, duas ou três se salvam no limite, pois não conseguem prender o público, não importa se esse público gosta ou não do conteúdo nacional. O Brasil tem um acervo infinito de possibilidades para séries de TV, mas preferem fazer uma da “Bruna Surfistinha”, chamada de “#MeChamaDeBruna”, como se já não houvesse um filme da grande “celebridade” brasileira.

Pensando nisso, tive uma ideia que pode parecer louca, querido leitor, mas que pode render uma história incrível, passiva de prêmios se bem feita. Imagina que, bem aos moldes da HBO ou da Netflix, fosse adaptada uma série do Cangaço? Sim, uma adaptação de uma das histórias mais enigmáticas do mais conhecido anti-herói brasileiro, Virgulino Ferreira da Silva.

Seria ele um criminoso? Um herói? Sendo esse o viés da série. Deixando o público atento aos detalhes e a rica história de um dos acontecimentos mais incríveis do nordeste brasileiro.

 

Lampião e Maria Bonita (Foto: Registro histórico)

 

Imagina apresentar a série de modo sombrio, sem necessariamente um narrador para explicar a história a todo o momento como foi em “Narcos”, mas que fosse usado sem excesso em partes importantes da trama, já que a complexidade é algo presente na história do Cangaço.

Apresentar Virgulino e seu bando agindo nas décadas de 20 e 30 em quase todos os estados do nordeste do país, um cenário em meio à caatinga, da guerra com os Volantes (grupo criado para combater o cangaço), contra os coronelistas, contra a fome, a pobreza, a brutalidade, a decisão de Getúlio Vargas, no Estado Novo, de eliminar todo e qualquer foco de desordem sobre o território nacional, a morte e o desfile com a cabeça de Virgulino Ferreira.

Seria incrível, não? Não acha que seria? Comente e vamos discutir sobre o assunto.

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Curtas do cinema: Creed 2, Rocky, Batman e Animais Fantásticos

Reprodução 6e0a32a7 fb2a 4ce8 8bb6 f69fb9b735fb Rocky (1976)

O novo filme de “Creed – Nascido Para Lutar” vem aí. A continuação deve começar as primeiras conversas nas próximas semanas e, segundo o site THR, o filme vai focar mais na história de Adonis Creed (Michale B. Jordan), do que em Rocky Balboa (Sylvester Stallone).

Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, deve voltar somente como produtor, por conta de sua confirmação como diretor do filme solo do “Pantera Negra”.

Falando em Creed, nesta segunda-feira, 21, o personagem Rocky Balboa faz 40 anos, desde a primeira aparição lá em 1976. O primeiro filme, rodado na Filadélfia, custou menos de US$ 2 milhões e arrecadou US$ 118 milhões em bilheteria. Stallone,que era desconhecido na época, teve que levar muitos nãos até conseguir o papel do Garanhão Italiano.

O Omelete fez uma reportagem resgatando a história de um dos personagens mais amados do cinema. Rocky ganhou três Oscars como melhor filme, melhor diretor e melhor montagem.

Leia clicando aqui

 

Animais Fantásticos e Onde Habitam (Warner Bros)

 

O primeiro filme da quintologia de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” arrecadou, neste fim de semana, US$ 75 milhões de dólares em bilheteria só nos Estados Unidos. Se somarmos com o restante do mundo, a arrecadação chega a incríveis US$ 218 milhões.

A Warner Bros, produtora da nova franquia, esperava que o filme conseguisse a marca de US$ 200 milhões no mundo, lembrando que o filme ainda não estreou na China, o segundo maior mercado cinematográfico.

 

Ben Aflleck como Batman (Foto: Entertainment Weekly)

 

O novo filme do Homem-Morcego, intitulado de “The Batman” não terá a presença da Mulher-Gato. Segundo o editor da Fandango, Erik Davis, Sienna Miller, que atuou com Ben Affleck (Batman v Superman: A Origem da Justiça) em “A Lei da Noite”, queria ter interpretado a personagem, porém ela antecipou que Selina Kyle não está no roteiro do filme.

Ainda não há data de estreia confirmada para o filme do Batman, porém, acredita-se que seja no final de 2018 ou inicio de 2019.

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Inscrições para a VII Mostra Sururu de Cinema se encerram no domingo

Divulgação 3778cfa2 d4a8 41ed 8208 0390c94cdcd3 Mostra Sururu de Cinema Alagoano

Visando estimular o crescimento cinematográfico alagoano com curtas e produções independentes, a VII Mostra Sururu de Cinema Alagoano acontece entre os dias 15 e 18 de dezembro, no Centro Cultural Arte Pajuçara, em Maceió. Para quem quiser participar, as inscrições estão sendo realizadas no site oficial da mostra até domingo, 20 de novembro, no site oficial.

Os responsáveis pela produção devem se ligar no regulamento para participar do evento. Somente poderão participar filmes sem duração mínima e com duração máxima de até 30 minutos (incluindo créditos), realizados em território alagoano, por produtores e/ou realizadores alagoanos ou com residência comprovada no estado por mais de 02 anos; Filmes não concluídos podem ser inscritos, desde que informem a condição de “obra em progresso” em seu letreiro inicial e só serão aceitas produções concluídas entre dezembro de 2015 e novembro de 2016 (desde que não tenham sido exibidos em edições anteriores do evento), no formato vídeo digital.

No ato da inscrição, uma pessoa deve responder uma série de questionários como o gênero do filme, sinopse, direção, trilha sonora, roteiro, elenco e dentre outros. Após inscrito, basta aguardar a resposta dos organizadores do evento.

Mostra Sururu

A Mostra foi criada em 2009 com o intuito de contribuir de maneira significativa para o crescimento do setor de produção de curtas, estimulando, entre outras ações, o surgimento de novas produções, a consolidação do trabalho de profissionais iniciantes, o diálogo entre integrantes da cadeia produtiva do audiovisual e a construção de um panorama do cinema alagoano contemporâneo.

A Mostra Sururu se configura como uma das iniciativas que compõe a base que contribui para o atual momento de ebulição no audiovisual do Estado. Entre 2013 e 2015, passou de 60 o número de produções selecionadas para festivais no Brasil e no exterior, com mais de 30 prêmios conquistados.

Para mais informações basta acessar o site oficial clicando aqui.

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Rowling como roteirista foi o maior acerto de Animais Fantásticos; confira a crítica

Divulgação Bad6b9a6 2e66 4632 be45 564799688d8c Newt Sacamander (Eddie Redmayne)

Na madrugada desta quinta-feira, 17, foi realizada a sessão especial de pré-estreia do novo filme do mundo da magia: “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. A obra adaptada de J. K Rowling, que estreou como roteirista, apresenta um mundo muito antes dos acontecimentos de Harry Potter, (70 anos, para ser exato), numa Nova Iorque de 1920, pós-primeira guerra mundial.

Animais Fantásticos tem uma trama bem mais sombria que “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, porém possui quase a mesma ideia: ambientar o público, introduzir os personagens e adentrar na nova temática. Por causa disso, o primeiro ato é bastante maçante.

A direção de David Yates é, mais uma vez, acertada. O modo como ele conduz o longa deixa clara a sua marca. A riqueza de detalhes que ligam os dois mundos, em 1920 e 70 anos depois em Harry Potter, é o trunfo de colocar Rowling como roteirista. Ela domina todo aquele mundo, é uma deusa daquele universo, ela criou aquilo tudo.

Claro que nunca esqueceremos o trio Hermione (Emma Watson), Harry (Daniel Radcliffe) e Ron Weasley (Rupert Grint), entretanto o novo quarteto de Animais Fantásticos, Jacob, Scamander, Porpentina Goldstein (Katherine Waterston) e Queenie Goldstein (Alison Sudol) substituiu a altura e fez os fãs seguirem em frente, deixando de lado a “viuvez” da saga anterior. Há uma química entre os atores e isso é importante.

 

Personagens de Animais Fantásticos e Onde Habitam (Foto: Warner Bros)

 

Inesperado, o terceiro ato foi digno de destaque. Tensão, um pouco de horror e uma reviravolta no final com a maior surpresa do filme. Ezra Miller (Liga da Justiça) é realmente um cara talentoso. Incrível a atuação em Animais Fantásticos como Credence, filho de uma fanática anti-bruxos. Colin Farrel finalmente se achou e fez um ótimo bruxo como Percival Graves, auror do ministério da magia (uma espécie de detetive dos mágicos).

Para um primeiro filme de quintologia foi ideal e deixa os potterheads com mais sede para uma continuação, dessa vez com Johnny Depp. Os efeitos visuais estão impecáveis, há mais uso da magia e ação é estonteante. A trama talvez precise ser mais apreciada depois que foi deixada de lado no meio do segundo ato para apresentar algo maior, e isso foi um pecado. Nada que tire a emoção de revisitar o mundo mágico de J. K. Rowling.

 

Nota 8

 

 

Confira o trailer:

 

 

 

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Prepare a varinha para a pré-estreia de Animais Fantásticos e Onde Habitam

Divulgação E8d58e35 10cd 4c41 b99f cd0e2cd369b8 Animais Fantásticos e Onde Habitam

O mundo da magia de J. K. Rowling ganhará as telonas mais um vez, desta vez com a estreia de “Animais Fantásticos e Onde Habitam” que está marcada para quinta-feira, 17, em todo o Brasil. Antes disso, tem pré-estreia nos shoppings de Maceió, com sessão a partir das 0h.

A nova quintologia de filmes da Warner, com produção de David Heyman e roteiro de Rowling, vai se passar em Nova York no ano de 1920, 70 anos antes da saga Harry Potter. O longa vai contar um pouco da história de Newt Scamander, onde ele tem viajado procurando criaturas mágicas desde 1918, catalogando 75 espécies de criaturas mágicas pelos cinco continentes, culminado em uma obra-prima em 1927.

O mundo dos bruxos e dos trouxas vão se encontrar mais uma vez em uma aventura cheia de emoção, ação, efeitos especiais e muita, mas muita magia. Segundo o site Omelete, o filme pode arrecadar mais de R$ 200 milhões de dólares em todo o mundo só no primeiro fim de semana em exibição, exceto a China, que só estreia no dia 25 de novembro.

 

J. K. Rowling, autora das sagas (Internet)

 

O elenco conta com o talentoso Eddie Redmayne (Garota Dinamarquesa) como Scamander, Katherine Waterston (Steve Jobs) como Porpetina Goldstein, Colin Farrel (Alexandre) como Percival Graves, Ezra Miller (Liga da Justiça) como Credence e Dan Fogler (Bolas em Pânico) como Jacob. O longa ainda confirmou Johnny Depp (Piratas do Caribe) que interpretará Gellert Grindelwald na sequência.

Promoções

A Rede Cinesystem preparou uma promoção especial para os Potterheads: os 20 primeiros clientes que estiverem fantasiados de algo relacionado ao mundo dos bruxos, seja de Animais Fantásticos ou da saga Harry Potter, a partir das 22h do dia 16, no Parque Shopping Maceió, vão poder se deliciar com o Cos Combo (pipoca pequena + refrigerante 500ml) e ainda estacionar sem pagar nada. Para isso, os clientes devem se dirigir ao gerente do multiplex para verificar se foram premiados e retirar os vouchers.

Outras promoções devem rolar na pré-estreia. Confirme presença no evento de pré-estreia clicando aqui e leia os detalhes. Os ingressos já estão à venda por 39,00 R$ inteira e 19,50 R$ meia-entrada na loja física e também pelo site ingresso.com.

 

Se liga nas promoções!

 

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