Oscar de Melo quer discussão sobre as motos “cinquentinha”

foto Arlindo Tavares 1295987165oscar de melo 531094947 Vereador Oscar de Mello

Ainda não há proposição de projeto de lei no campo municipal, nem sabe se haverá, mas o vereador Oscar de Melo (PP) tenta trazer para dentro da Câmara Municipal de Maceió a discussão sobre a regulamentação das motocicletas cinquentinha, como são chamadas as de cinquenta cilindradas.

De acordo com Oscar de Melo, estas estão sendo utilizadas em Maceió de forma absurda. Como não há um poder de regulamentação e fiscalização – coloca – é possível encontrar pessoas andando sem capacete, sem limite de idade para pilotar, isto sem falar, ressalta o edil, quando mais de duas ou três pessoas andam em um único veículo destes.

“São acidentes ocorrendo constantemente”, colocou. “Não há obrigatoriedade de equipamentos de segurança”, frisou ainda. De acordo com ele, é importante que a Câmara se posicione sobre o assunto, mesmo sendo uma questão que envolve Departamento de Trânsito, Contran, SMTT, dentre outros órgãos ligados ao fato.
 

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Heloísa Helena reforça posição contrária a aumento de vereadores

Internet 872009155216heloisahelena Vereadora Heloisa Helena

A vereadora do PSOL, Heloísa Helena, voltou a trazer o tema do aumento do número de vereadores na Casa de Mário Guimarães para a tribuna. Ela lamentou não ter podido ir para o encontro ocorrido no dia de ontem, 08, que tratou sobre o assunto com lideranças partidárias e seis vereadores favoráveis a mais cadeiras dentro do “parlamento-mirim”.

De acordo com Heloísa Helena, fazem “brincadeira com o argumento jurídico”. “Quero deixar clara a minha posição: é uma imoralidade, porque é assim que eu vou me referir a isto. Não compartilho. Posso respeitar quem pensa o contrário, mas não compartilho”, colocou. Ela ressaltou o projeto – de sua autoria – para a realização de um plebiscito.

Se há aumento de representatividade – argumenta Heloísa Helena – que se deixe a população decidir. No dia de ontem, o vereador Paulo Corintho (PDT), defensor do projeto de aumento do número de vereadores – sem citar nomes – disse que alguns colegas da Casa jogam para plateia, ao apontar que há aumento de custos.

Este é um argumento usado por Heloísa Helena: o aumento de gastos. De acordo com ela, com 31 vereadores a Câmara Municipal passaria a receber sempre 4,5% da arrecadação do município de Maceió. “Isto é um teto. Teto é teto e piso é piso”, coloca a vereadora do PSOL.

Corintho salienta que o duodécimo permanece o mesmo que já é praticado atualmente e que argumentar o contrário, ou é desconhecimento ou maldade. O tema deve ficar em evidência – na Câmara Municipal de Maceió – até o final de setembro, quando provavelmente será votado. O projeto ainda não retornou da Comissão da Constituição e Justiça (CCJ), mas por lá, se depende de Ricardo Barbosa (PT), passa sem dificuldades, até porque é constitucional de fato!

Passe livre

Saindo do campo da discussão política sobre o aumento de vereadores, Heloísa Helena trouxe uma reflexão significativa para a Casa: a discussão sobre a implantação do passe livre para quem tem obesidade mórbida e para os pacientes de câncer, em função dos tratamentos de radioterapia e quimioterapia. Mas, “passe livre” – seja em qualquer circunstância – é um palavrão dentro da Câmara Municipal de Maceió.

Com o processo de licitação do transporte público municipal em andamento, eis mais um complicador. O que não deveria, nem tem razão, para ser!

 

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Luiz Pedro se defende e chama líder comunitário de "comprador de votos"

Cortesia - Alagoas 24 horas (Arquivo) 1272465258luiz pedro Cabo Luiz Pedro

O vereador Luiz Pedro (PMN) – que figura como acusado em um caso de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver – usou a tribuna da Casa de Mário Guimarães, na sessão desta terça-feira, dia 09, para se defender das acusações de ter ameaçado o líder comunitário Fernando dos Santos.

Luiz Pedro destacou ainda que o caso só ganhou repercussão por culpa da imprensa. O vereador – que já esteve preso por conta da ação criminal que responde – se sentiu perseguido por setores da mídia local. “É bom publicar, como fizeram: ‘Mas uma do Luiz Pedro”. Em tom de ironia, ele destacou que da forma como a imprensa o retrata, ele é o “novo Lampião”.

Ao se defender usou de um discurso que comprova o fisiologismo e o clientelismo praticado por alguns vereadores na Casa de Mário Guimarães. De acordo com Luiz Pedro, o líder comunitário Fernando dos Santos o havia procurado – há anos – oferecendo trabalho. O vereador do PMN salienta que o líder que o acusa é especialista no trabalho de “compra de votos”. Para mais tarde, ainda revelar que este trabalhou para o edil Carlos Ronalsa (PP).

Espera um pouco! Se segundo o próprio Luiz Pedro, o trabalho do líder comunitário em questão é “agenciar votos”, que serviços ele teria prestado para Carlos Ronalsa? Com a palavra, o nobre vereador. E Luiz Pedro segue: chama Fernando dos Santos de “enrolão”, o desqualifica, mas mesmo assim – o vereador do PMN, com ares de bom samaritano – diz que ajudou o líder comunitário oferecendo-o uma residência para morar por dois anos, desde que este pagasse as contas de energia e água.

Sabendo – segundo o próprio Luiz Pedro – que ali havia (palavras dele) “um enrolão comprador de votos”, o edil se dispôs a ajudar! Reconheçamos o gesto nobre, não é?!

Claro, Luiz Pedro agiu assim – ao menos é o que ele afirma – com total bom coração. “Ele é um cara que compra voto e eu não compro. Por isso não trabalhou para mim. Mas, liberei a casa – por que ele me disse que estava passando necessidades – para morar por dois anos. Estipulei um salário para ele que era de R$ 600”. A comovente bondade do edil Luiz Pedro contrastou com o discurso de desqualificação de seu novo oponente.

Ele negou – por fim as ameaças – e disse que o presidente da Câmara Municipal de Maceió, Galba Novaes (PRB), presenciou a cena. De acordo com Luiz Pedro, seu pecado foi ter chamado Fernando dos Santos de “enrolão” para alertar Novaes sobre quem era o líder comunitário. “Disse que ele era enrolão e digo! Não o ameacei. Ele que disse: ‘eu sou enrolão, né? Então você vai ver...’. Logo em seguida, ele foi em todos os órgãos me denunciar e a imprensa foi caminhando atrás dele. E aí, eu sou pior que o Lampião nesse Estado”. No fim das contas, espanta as relações altruístas de muitos vereadores com os líderes comunitários, que rondam a Câmara Municipal de Maceió.

Por falar em Luiz Pedro: o vereador do PMN construiu uma escola e a agora luta para repassar esta ao município, desde que seja – evidentemente – ressarcido pelo que foi investido nas benfeitorias feita em terreno que pertence ao poder público. O vereador coloca que a questão envolvendo o terreno já está resolvida, falta apenas superar a burocracia com a Prefeitura Municipal de Maceió. Evidentemente, que altruísmo tem limite!
 

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Partidos e lideranças se unem pelo aumento de vereadores

Na manhã de hoje, dia 08, um grupo composto por seis vereadores – Ricardo Barbosa (PT), Marcelo Malta (PCdoB), Paulo Corintho (PDT), Francisco Holanda (PP), Netinho Barros (PSC) e Eduardo Canuto (PV) – e várias lideranças partidárias levantaram uma bandeira em busca do aumento de número de edis na Câmara Municipal de Maceió. Barbosa propõe inclusive que esta frente assine um manifesto com as razões pelas quais defendem mais cadeiras no “parlamento-mirim” em 2013.

Um dos objetivos do grupo é esclarecer os pontos contraditórios aos que estão sendo postos para a opinião pública; que – na visão de Ricardo Barbosa – acabou levando-a a ser forçadamente contra ao aumento de 21 para 31 vereadores na Câmara Municipal de Maceió. De acordo com o vereador, a discussão jurídica já está esgotada e aponta para mais vereadores na capital alagoana, em 2013, porque a Constituição Federal é clara. “Não há razão para plebiscito, nem consulta popular”, colocou.

De acordo com Barbosa, o que se tem agora é um debate político. “A minha preocupação é qualificar o debate, pois a maneira como vem sendo veiculado na mídia força a opinião pública a ser contrária. Queremos qualificar o debate para reverter isto. O aumento de vereadores amplia a democracia e a representatividade e não há aumento de custos como se coloca, porque o duodécimo permanece o mesmo. Os partidos de esquerda – por exemplo – são os que mais se beneficiam disto, pois abre espaço para as agremiações de cunho ideológico, bem como líderes comunitários participarem da Câmara Municipal de Maceió”.

“Não há o que discutir do ponto de vista jurídico, o debate é político”, colocou Barbosa. O grupo critica como certos setores da mídia estão tratando o assunto. O discurso – segundo eles – é de que haveria um aumento de gastos. Paulo Corintho (PDT) frisa: “quem faz isto, ou desconhece a lei, ou o faz por maldade”. O vereador critica – sem citar nomes – os colegas edis que levantam este posicionamento dentro do parlamento. Entre estes, está a vereadora Heloísa Helena (PSOL), que é contra a proposta.

Os vereadores contam com o apoio de líderes partidários. O presidente municipal do PT, Estevão Oliveira, ressaltou que aumentar vereadores é “aprofundar a democracia e a representatividade”. Questionado sobre a ampliação da rede de fisiologismo já existente entre Legislativo e Executivo, ele colocou que com o aumento de edis, amplia-se o controle social sobre o “parlamento-mirim”.

“Os acordos fisiológicos diminuem e aumenta-se a democracia, que segue se consolidando com maior representatividade, pois só o crescimento da representatividade já inibe este fisiologismo”. Será?! Este blogueiro joga dúvidas sobre este argumento. É justamente na relação de fisiologismo que reside o maior perigo!

Os componentes do grupo – como é o caso da militante Cláudia Petuba (PCdoB) – ainda usam como argumento favorável o fato de que a Câmara funciona com a mesma estrutura da década de 1980 no que diz respeito ao número de edis. “Tinhamos outra realidade, com menos bairros. É preciso evoluir, aumentar o controle social e trazer inclusive a população para dentro da Câmara e colocar Maceió no patamar que ela precisa”, colocou ainda. Com estes encontros, a frente pretende se reforçar para buscar respaldo na opinião pública.

Se vai conseguir ou não, o tempo responderá...mas, como frisam: o debate é cada vez mais político e os caminhos jurídicos dão sustentação de sobra para se colocar mais cadeiras na Casa de Mário Guimarães.
 

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PDT pode fazer consulta jurídica sobre número mínimo de vereadores

Jonathas Maresia 129795572845646545465454 Vereador por Maceió, Paulo Corintho

De acordo com o vereador Paulo Corintho (PDT), a executiva municipal da agremiação a qual o edil pertence pode vir a fazer uma consulta jurídica à Justiça Eleitoral para saber a quantidade mínima de vereadores na Casa de Mário Guimarães.

O objetivo é comprovar – via Justiça – que a Câmara Municipal de Maceió tem que aumentar o número de cadeiras com base na emenda de número 58/09 aprovada pelo Congresso Nacional, independente do posicionamento interno da Casa.

Há um argumento que pode facilitar o aumento de edis na Casa. É o enquadramento nas alíneas da emenda constitucional, já que Maceió – em função da quantidade de habitantes – se encontra na alínea “l”.

Como a “k” (imediatamente anterior) prevê que o máximo é de 29. As cidades que estão no enquadramento seguinte teriam que ter pelo menos 30 como número mínimo. Ao menos é o que sustenta Paulo Corintho. Sendo assim, a consulta encerraria com a discussão jurídica, restando apenas o embate político no campo dos argumentos.

Para isto, Corintho – e outros vereadores, juntamente com outras lideranças de partidos políticos – pretende abrir um Fórum para ampliar a discussão com a sociedade civil organizada. Uma forma de puxar a opinião pública para o contraditório, como a defesa do aumento da representatividade e a chance de líderes comunitários e partidos de cunho ideológico chegarem ao “parlamento-mirim” de Maceió.

Assim, a cada passo, ficaria cada vez mais sedimentada a tendência do aumento de número de vereadores naquela Casa. Finaliza-se um debate jurídico e inicia-se uma discussão política. Paulo Corintho lembra ainda os aspectos da lei que fixam o duodécimo e volta a apresentar o argumento de que não há gastos a mais com os novos vereadores.

Corintho ainda alfineta os que defendem a manutenção dos 21. Ele diz que estão jogando para a platéia, inclusive quando falam em aumento de custos. “Ou é maldade, jogando para a platéia, ou é desconhecimento da lei”, finaliza.


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Paulão tenta consolidar pré-candidatura a prefeito de Maceió dentro do PT

Jurandir Lima 1302770732paulao

O ex-deputado estadual Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT) – que foi candidato à Câmara Federal em 2010 e atualmente se encontra na condição de suplente da deputada federal Rosinha da Adefal (PTdoB) – confirmou, em conversa com este blogueiro, que pretende ser candidato à Prefeitura de Maceió, em 2012.

De acordo com Paulão, seu nome não só está à disposição do partido, como ele pretende lutar tanto na esfera estadual, quanto na nacional para consolidar sua candidatura. Paulão diz que fará tudo que está ao seu alcance para emplacar seu nome. As dificuldades nascem dentro do próprio Partido dos Trabalhadores, que – em tempos atuais – se encontra em um bloco com PMDB, PDT, e outros tantos.

O PT faz ainda parte da base governista do prefeito de Maceió, Cícero Almeida (PP). Quando o assunto é 2012 – diante das “peemedebices” que ocorrem pelo meio do caminho – pode apenas ser um partido coadjuvante em Alagoas, como foi em 2010, quando priorizou a eleição de Dilma Rousseff (PT) no país; e, na Terra dos Marechais, fez parte do bloco que priorizou a reeleição de Renan Calheiros (PMDB) para o Senado Federal, abortando – inclusive – a candidatura do petista José Pinto de Luna.

Paulo Fernando dos Santos acredita que – em 2012 – o PT deva priorizar o partido, buscando lançar candidatos em todo o país e por isto acredita que seu nome é uma das possibilidades. O presidente estadual do PT, Joaquim Brito, afirma apenas que ainda é cedo para este debate entre os petistas. Ele diz que o partido não tem nome e que esta discussão será lançada a partir do dia 26, quando a agremiação recebe – em Alagoas – a visita da direção nacional. Aí, será discutido não só Maceió, quanto outras cidades do Estado.

O PT não depende de si apenas, mas do bloco que figura. Há quem aposte em um apoio ao chapão...novamente!
 

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PRTB quer lançar Afonso Lacerda para vereador e reeditar confrontos

O PRTB – do presidente estadual Adeílson Bezerra – pretende lançar Afonso Lacerda, que foi candidato ao Senado Federal, em 2010 – para disputar uma das cadeiras da Câmara Municipal de Maceió. Lacerda ainda pretende pegar carona na repercussão de sua atuação na disputa pelo Senado. Ele se lança com um slogan que remete ao ano passado: “o vereador da mão amiga...”!

Uma clássica provocação ao episódio que usou em seu programa eleitoral, quando teve o embate com a vereadora Heloísa Helena (PSOL). Vale lembrar, que Afonso Lacerda foi processado por litigância de má-fé pelo próprio Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL), quando tentou impugnar a candidatura de Heloísa Helena com base na Ficha Limpa. O objetivo do vereador – segundo fontes – é reeditar o confronto na tentativa de puxar votos.

O PRTB pretende ocupar pelo menos duas cadeiras na Câmara Municipal de Maceió. Será também pré-candidato, o ex-vereador Damásio Ferreira, além de outros – aproximadamente – 20 nomes, que terão – conforme os dirigentes – tratamento isonômico na disputa por estes espaços. Na noite de ontem, dia 04, o partido realizou sua primeira reunião. O PRTB deve organizar outra reunião em 15 dias. O partido tem uma cadeira na Assembleia, com Arnon Amélio, que esquenta o lugar de João Beltrão, que por sua vez, dispensa apresentações...
 

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Por onde anda o contrato de manutenção das lombadas eletrônicas?!

Quando o superintendente de Transporte e Trânsito de Maceió, José Pinto de Luna, assumiu a pasta – ainda em dezembro de 2010 – apresentou para a sociedade – em coletiva, que não agradou tanto o prefeito – uma série de irregularidades cometidas em relação a contratos envolvendo a manutenção de semáforos e lombadas eletrônicas em Maceió.

Logo após, as lombadas foram desligadas. No seu lugar foram colocados “paliativos”, que são os quebra-molas (sinônimos de cidade desenvolvida, por acaso?!). Quanto aos semáforos, o motorista pode constatar que grande parte deles sofre quanto à manutenção pela quantidade de vezes que ficam intermitentes. Uma pena.

A prova viva de que é preciso regularizar o serviço de manutenção das lombadas eletrônicas e semáforos.

O processo para isto teve andamento na Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito. A licitação – a contar de dezembro – deveria ser feita em no máximo cinco meses, segundo fontes. Mas, até o presente momento esta não ocorreu. O processo licitatório ainda adormece na administração municipal.

Longe de querer por a culpa em Luna, que tem sido ágil nas respostas aos questionamentos que surge. Porém, a sensação é de que há uma lentidão no andamento deste procedimento que resultaria na licitação destes serviços de manutenção. Questionei Pinto de Luna sobre o assunto. Ele confirma que o órgão não conseguiu ainda realizar a licitação. Luna ainda complementou: “vou me informar com as assessorias financeira e de trânsito e dou um retorno”.

É uma resposta que muitos aguardam. Luna – entretanto – merece o reconhecimento por não fugir ao debate, por buscar as respostas e aceitar as críticas de forma aberta, reconhecendo-as como construtivas, pois no final das contas o que se busca é uma melhor cidade. Aqui não cabe “o quanto pior melhor”, sobretudo, no setor nevrálgico que é o trânsito.

 

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Marcelo Brabo trabalha na defesa de Ricardo Barbosa para mantê-lo no mandato

Arquivo 1286365014brabo Advogado Marcelo Brabo

O advogado Marcelo Brabo – especializado em Direito Eleitoral – é quem comanda a estratégia de defesa do vereador Ricardo Barbosa (PT) diante do pedido de cassação de mandato que será feito pelo PSOL na próxima semana. Brabo destaca que já consta no Tribunal Regional Eleitoral uma juntada de documentos que comprovam a “justa causa” de Barbosa, ao sair do partido.

“Dos casos de justa causa para sair de um partido que já vi, o do Ricardo Barbosa é o mais forte”, salienta ainda Marcelo Brabo. Para o advogado a tese segue a linha de raciocínio já conhecida: a grave discriminação sofrida pelo edil dentro da sigla partidária. E para Brabo, o Ricardo Barbosa sempre foi uma vítima dentro da agremiação. “É uma situação de flagrante discriminação do PSOL que não é de agora, vem ocorrendo desde a eleição dele, quando foi chamado de poca-urna”, colocou.

A colocação é feita em relação aos 400 votos obtidos por Ricardo Barbosa, que foi eleito em virtude dos cálculos do coeficiente eleitoral em função da expressiva votação de Heloísa Helena (PSOL). “Na eleição estadual esta flagrante discriminação se acentuou, chegando a proibir uso de imagens e o PSOL não teve uma atitude republicana, pois não fez campanha para seu candidato a presidente, como todo mundo viu”, colocou.

Para Brabo, a situação se complicou quando Ricardo Barbosa sofreu “ataques pessoais”. “Questionaram a sua reputação, sua moral e honra. Nós temos documentação, as matérias que saíram em jornal e e-mails em que o presidente estadual do PSOL falava que o Ricardo já tinha sido expulso, o que não era verdade, pois estava afastado do partido apenas. Era dito que ele não poderia usar o nome do partido, usar a imagem do partido, o que caracteriza a discriminação”, colocou ainda Marcelo Brabo.

“Pelos elementos que dispomos, vemos configurada a justa causa”, diz ainda. O PSOL pede a cassação de Ricardo Barbosa – segundo Mário Agra – com base em uma orientação do Conselho de Ética nacional do partido que apurou fatos relativos à conduta do vereador dentro da Câmara Municipal de Maceió. De acordo com Agra, trata-se de uma postura que segue o estatuto e não de uma perseguição pessoal.
 

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João Beltrão pode voltar à ALE na próxima semana, mas MCCE tenta impedir

CadaMinuto - Arquivo 1288799347beltrao João Beltrão

Uma estratégia montada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), em plano nacional, tenta impedir que – na próxima semana – o ex-deputado estadual João Beltrão (PRTB) retorne à Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas. A volta de Beltrão pode preocupar o gabinete do deputado estadual Arnon Amélio (PRTB), que é quem deixa o parlamento alagoano, com o retorno do ex-parlamentar.

Beltrão foi o 13° mais votado com mais de 33 mil votos. Mas, não teve os sufrágios contabilizados em função da Lei Ficha Limpa, mais tarde derrubada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o que permitiu seu retorno. Beltrão depende apenas do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Alagoas (TRE/AL) para retornar ao parlamento alagoano. A Comissão Totalizadora do TRE pode já decidir no próximo dia 8.

Daí, a pressa do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral para fazer com que o parlamentar não retorne á Casa de Tavares Bastos. O argumento é simples: ele escapou da Lei Ficha Limpa, mas tem uma condenação – de 2009 – no Tribunal de Contas da União (TCU), que resultaria em sua inelegibilidade. Ou seja: sequer poderia ter sido candidato; quiçá eleito. Ao menos assim pensa o MCCE.

Para o Movimento, ele fica inelegível por cinco anos. Nos bastidores políticos, isto anima alguns e alivia para o lado do deputado João Henrique Caldas (PTN), que é alvo de uma ação junto à Justiça Eleitoral, que pode ficar em evidência com o retorno de Beltrão, em função de alguns interesses que rondam as cadeiras de deputados estaduais. É só juntar A com B...

Beltrão é o ex-deputado que é apontado em crimes de mando. Mas, não é o único...

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