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Blogueiro do Cada Minuto

Postado em 07/03/2017 às 14:32 0

Mais uma coluna de vídeo: os passos de Renan e outros assuntos


Por Lula Vilar

Mais uma coluna de vídeo. O assunto de hoje: os movimentos de Renan Calheiros dentre outros comentários! 

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Postado em 07/03/2017 às 13:56 0

Fora do Monte Olimpo, Renan Calheiros mira em Rui Palmeira


Por Lula Vilar

Foto: Agência Senado/Arquivo

Senador Renan Calheiros, líder do PMDB

Em Alagoas, distante do Monte Olimpo do Senado Federal (do qual saiu da presidência), o senador Renan Calheiros (PMDB) se dedica agora a temas mais presentes entre os “mortais”.

Em recente entrevista à Rádio Correio, no programa Cidadania (conduzido pelo radialista França Moura), Calheiros lembrou dos problemas enfrentados para o sepultamento de indigentes e até do reajuste da tarifa do transporte público na capital alagoana.

Não disse mentiras. São temáticas espinhosas que fazem parte da realidade do Maceioense e que rendem críticas honestas à Prefeitura Municipal. Eu mesmo aqui já as fiz.  

Mas, o ex-presidente do Senado não dá ponto sem nó. Mira na “cabeça” do principal grupo rival político: o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB). Difícil saber o grau de sinceridade de preocupação de Calheiros com os problemas que citou na Rádio Correio, mas é claro que – ainda que a preocupação venha do fundo de seu coração – o peemedebista sabe o que lhe serve de palanque.

Não por acaso escolheu todos os temas que estão sendo indigestos ao tucano Rui Palmeira.

O discurso de Calheiros antecipa o processo eleitoral. Aliás, coisa que o ex-presidente do Senado Federal tem feito desde ontem. Entrou com tudo no jogo. Enfim, o senador peemedebista desceu o Monte Olimpo direto para 2018.

Mas, parece não ter pego a Prefeitura Municipal de Maceió de surpresa. Palmeira escalou Welisson Miranda para ir à Rádio e este também subiu o tom ao lembrar dos inquéritos da Lava Jato em que Renan Calheiros é citado. Chamou o senador de desinformado e o acusou de “armar palanque”.

Este será o tom daqui pra frente?

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Postado em 07/03/2017 às 13:39 0

Rui Palmeira vai ter um “porta-voz” contra os Calheiros?


Por Lula Vilar

Crédito: Secom Maceió

Prefeito Rui Palmeira

Perguntar não ofende! Partindo deste pressuposto e com base em uma nota da Coluna Labafero – aqui do CadaMinuto – eu pergunto: se o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), pretende mesmo designar – entre os seus assessores – um “porta-voz” para responder ao grupo dos Calheiros (o senador Renan Calheiros e o governador Renan Filho), é interessante observar que a conta pode ficar com o contribuinte. Afinal, quem banca os seus assessores?

Uma coisa é a Prefeitura responder às críticas que recebe por parte do senador Renan Calheiros (PMDB) que, esta semana, resolveu descer do Monte Olimpo – uma vez que não é mais presidente do Senado Federal – para lembrar dos problemas do cemitério em Maceió e da questão envolvendo a passagem de ônibus. Ora, Renan Calheiros não demonstra uma preocupação sincera, mas faz deste momento de polêmicas que enfraquecem Rui Palmeira o seu palanque. Engana-me, Renan...se puderes!

Todavia, são legítimas as críticas de Renan Calheiros. Afinal, é a política. Agora, isto não impede as reflexões sobre as motivações. Neste cenário, é justo que a Prefeitura de Maceió responda. Só me espanta que a resposta não venha do próprio prefeito. Mas, comentarei isto mais abaixo.

Isto é um ponto. O outro é escalar o “oficial-respondedor” de Rui Palmeira. Que função interessante em um organograma, não é mesmo? Vale lembrar que do outro lado a prática também já se fez presente: assessores escalados para funções específicas. Que jogo! Que conta!

É muito interessante observar a briga dos grupos políticos – um liderado pelo PMDB e outro pelo PSDB – e a forma como as máquinas públicas podem ser usadas neste processo. Quem tem acompanhado o confronto de órgãos estaduais e municipais em releases oficiais, sabe o quanto o “jogo político” se faz presente nas entrelinhas.

Na Coluna Labafero, é dito que Welisson Miranda – assessor especial do prefeito – foi escalado para a função de partir para o ataque contra os Calheiros.

Bem, que tanto o prefeito quanto o governador saibam separar as coisas. Uma é a visível antecipação do xadrez político; a outra são as funções institucionais que eles exercem e que – em muitos momentos – cobram o entendimento para que isto não interfira no trabalho de órgãos que possuem parcerias. O clima de animosidade política, quando extrapola fronteiras, lembra um antigo dito: na briga entre dois elefantes só quem sai perdendo é o solo onde eles pisam.

Que este “bateu, levou” – anunciado pela Coluna Labafero – não seja custeado com recursos públicos e que não venha a atrapalhar políticas institucionais, se tornando algo presente na cabeça de cada um dos funcionários de primeiro escalão, estejam eles no governo do Estado ou na Prefeitura Municipal de Maceió. A nota da Labafero – portanto – tem mais entrelinhas do que se pensa.

Que o senador Renan Calheiros (PMDB) – em sua passagem por Alagoas – antecipou o processo eleitoral e mira no prefeito, ninguém duvida. Não é segredo como Calheiros age na política de bastidores, organizando o xadrez e direcionando as ações de forma a minar os adversários e fortalecer o seu grupo. Tanto que se preocupou até em conversar com vereadores do PMDB.

Quando Renan Calheiros – por exemplo – foi à Rádio Correio para criticar a gestão de Rui Palmeira, está mais do que correto a Prefeitura Municipal de Maceió responder. Pois, não se trata de um ataque ao senador, mas da defesa da gestão. É legítimo que seja feito. Não há nada de errado nisto. Mas, há um limite.

E a resposta do assessor foi muito bem construída: “O senador vende o discurso da crítica sobre o reajuste da passagem de ônibus em Maceió, mas silencia sobre o aumento exorbitante que o filho dele, governador Renanzinho, deu ao transporte intermunicipal”. Só me espanta que ela não venha do próprio prefeito.

É o estilo Rui Palmeira. Lembram da campanha? Nos momentos em que a resposta era mais dura, era escalado um assessor. Lembram da coletiva do ex-procurador Ricardo Wanderley para falar ações contra o deputado federal Cícero Almeida (PMDB), na época candidato? Pois é...

Mas, o fato é que esta briga tem “limites tênues” e se os grupos políticos envolvidos não entenderem quais são, não apenas anteciparão um processo eleitoral, mas um cenário de guerra e de uma administração torcer contra a outra, quiçá sabotagens em nome da política. E aí, advinha quem perde? Com certeza não é Rui, nem Renans.

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Postado em 07/03/2017 às 13:09 0

Bruno Toledo vai ficar de fora do Fundo de Combate à Pobreza. Recado do governo?


Por Lula Vilar

Foto: Ascom/ALE

Deputado Bruno Toledo

De acordo com informações de bastidores, o deputado estadual Bruno Toledo (PROS) – que havia sido indicado pelo parlamento estadual para compor o conselho gestor do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep) – vai ser “convidado a sair”.

O motivo: alguns dos questionamentos já feitos por Toledo em relação a projetos do Executivo que buscavam financiamento com estes recursos. Alguns destes questionamentos ocorreram, por exemplo, em janeiro de 2016. O parlamentar – desta forma – se tornou uma “pedra no sapato”.

Em 2016, o deputado questionou o projeto da Cadeia Produtiva Têxtil e de Confecções. Ele pediu o detalhamento da prestação de contas do projeto e foi informado que o conteúdo pendia, na época, de análise da Controladoria do Estado sobre a regularidade de contas. Mesmo votando pela liberação do valor, condicionou à aprovação plena das contas.

É que o Fundo financia projetos de áreas diversas que focam a redução da pobreza e a melhoria da qualidade de vida da população.

Outro exemplo de posicionamento que incomodou: a votação que tratou da liberação de recursos para a manutenção do Restaurante Popular no Benedito Bentes. Toledo elogiou a concepção do projeto, mas apontou falhas processuais que precisavam ser sanadas, justamente para não existirem futuras irregularidades.

Quem pesquisar vai achar mais posições que, mesmo longe dos holofotes, eram vistas como coisa de quem não é “aliado do governo”. Eis que agora, Bruno Toledo não mais será indicado. É o que apontam os bastidores.

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Postado em 07/03/2017 às 12:40 0

Deputados peemedebistas saem satisfeitos da reunião com Renan Calheiros


Por Luis Vilar

Foto: TNH1

Senador Renan Calheiros

Precisou o senador Renan Calheiros (PMDB) tomar as “rédeas” das relações políticas entre o Executivo estadual e o parlamento alagoano. Foi a conversa no dia de ontem, 06, entre o líder-mor do PMDB de Alagoas e os deputados.

As insatisfações se fizeram visíveis no recente processo eleitoral que reconduziu o deputado estadual Luiz Dantas (PMDB) à presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas.

Para se ter ideia, o governo do Estado ainda não definiu quem será seu líder na Casa de Tavares Bastos. Ainda há especulações sobre o nome que vai substituir Ronaldo Medeiros (PMDB). Já houve até “rota de colisão” entre o Executivo estadual e o deputado Olavo Calheiros (PMDB), que é tio do governador Renan Filho (PMDB).

Quem não se lembra do caso ITEC? Tratei do assunto aqui.

Enfim...

Mas, diante de um acumulado de discussões, Renan Calheiros entrou em cena para manter uma união dentro do PMDB. Claro que esta reunião está submetida a prioridades. Uma delas: a construção do cenário mais favorável possível ao senador Renan Calheiros na disputa eleitoral de 2018.

Este foi o tom da conversa com os parlamentares. Todos saíram confiantes do encontro. Renan Calheiros conseguiu melhorar o ambiente do parlamento alagoano para o seu filho, o governador. Eis o papel do enxadrista-mor.

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Postado em 07/03/2017 às 12:32 0

Vereador Anizão sobre eleição da UVEAL: “É tudo muito nebuloso”


Por Lula Vilar

foto: Cortesia

vereador de Murici (AL) Anizão do PMDB

Comentei, em um texto passado, sobre as questões que envolvem a eleição da União dos Vereadores do Estado de Alagoas (UVEAL). Desde que o ex-vereador e atual prefeito de Cacimbinhas, Hugo Wanderley (PMDB) deixou o comando da entidade – após um longo período de presidente – que os grupos se formam para tentar ganhar a eleição.

Mas, os questionamentos sobre o processo eletivo são tantos que existe o risco de judicialização, como confirma um dos candidatos: o vereador por Murici, Anízio Amorim, o Anizão (PMDB). No dia de ontem, 06, ele esteve reunido com o atual presidente, que é o vereador Fabrício Faustino. Mas, a reunião foi infrutífera.

“Eu fiz uma proposta e espero que até o final desta semana se resolva tudo”, destacou o vereador. Segundo ele, o presidente é um “homem sensato”. Todavia, não deixa de mandar o recado: “não creio que ele vá conduzir a eleição da forma como se encontra”.

De acordo com Anizão, um dos problemas é o tamanho exigido das chapas. “São 69 nomes dentro de um colegiado que ninguém sabe quem está ou não apto para votar. Ou seja: se torna impossível montar a chapa. Isso torna a eleição impraticável. Em cada uma das 10 subseções regionais são cinco nomes. O outro problema é não saber quem vota e quem não vota. É tudo muito nebuloso. O processo está nebuloso”, colocou Anizão.

O vereador por Murici diz que ou “se chega a um consenso” sobre o processo eleitoral, ou então “terei que ajuizar”. Indaguei qual proposta ele teria levado a Faustino: “Eu propus que ele fizesse uma resolução extraordinária e propusesse ao Conselho de Presidentes de Câmaras. Assim se garante uma eleição sem problemas. Ou é isto, ou a solução é entrar na Justiça. Caso isto não ocorra até o final da semana, eu vou entrar com um mandato de segurança. Mas, eu acredito que o Faustino encontre um caminho para evitar essa sangria”.

A eleição está marcada para o dia 25 próximo. Além de Anizão, há outros candidatos como os vereadores Tayronne, Diomedes Rodrigues, André da Téo e Valmir Filho. Nunca a UVEAL foi tão disputada, já que Hugo Wanderley “governava hegemonicamente”.

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Postado em 06/03/2017 às 12:59 0

Quem quiser que ache que Marx Beltrão tem cadeira cativa no avião do PMDB. Eu não acho!


Por Lula Vilar

Foto: Facebook

Ministro do Turismo, Marx Beltrão (PMDB)

Quem quiser que acredite que o PMDB de Alagoas vai deixar a cadeira totalmente livre, na “chapa” a ser construída para as eleições de 2018, para que o atual ministro do Turismo, Marx Beltrão (PMDB), seja candidato ao Senado Federal e assim forme uma dobradinha com o atual senador Renan Calheiros (PMDB).

Bem, como eu costumo acreditar mais nas habilidades políticas de Renan Calheiros do que em conto de fadas, receio que o PMDB trabalha muito mais no sentido de segurar Marx Beltrão para lá na frente observar o que acontece. E aí, se houve condições que não ameacem seu “líder supremo”, tudo bem...

Beltrão só teria 100% de chances de ser candidato se fosse “dono” de um partido no qual estivesse. O PMDB de Alagoas tem dono e dono tem nome: senador Renan Calheiros.

Calheiros não vai abrir espaço para nada que ameaça seu retorno ao Senado Federal. Foi assim em 2010 quando surgiu a possibilidade do ex-superintendente da Polícia Federal, José Pinto de Luna – na época pelo PT – ser candidato ao Senado. Não era sequer o PMDB! Mas o PT, naquele momento, era um puxadinho do PMDB. Renan Calheiros agiu. Pinto de Luna teve que se contentar com o fato de disputar a Câmara de Deputados.

Perguntem a Pinto de Luna qual era o compromisso “irrevogável” do PT com ele?

Renan Calheiros arma o xadrez político para si mesmo. É sempre assim! As conversas que vem tendo com deputados estaduais peemedebistas e vereadores é neste sentido. As prioridades são duas: 1) reeleição de Renan Filho (PMDB) ao governo do Estado de Alagoas e 2) reeleição de Renan Calheiros. O resto vem depois. Claro que para isto é muito bom um PMDB forte, mas com o norte muito bem definido e todas as peças de xadrez em uma única mão.

Marx Beltrão não é bobo. Sabe disto. Sabe que não contou tanto assim com Renan Calheiros para ser ministro do Turismo no governo do presidente Michel Temer (PMDB). Deve saber o que é confiar desconfiando. Beltrão pode até estar esquentando cadeira – como foi posto na Coluna Labafero – caso o PMDB esteja pensando em imprevisibilidades no decorrer da Lava Jato. Mas, “sacumé”? Para Renan Calheiros, a candidatura de Marx Beltrão ao Senado Federal depende de circunstâncias que não podem ser definidas hoje.

Então, a nota do PMDB é estratégia para acalmar tudo. Uma movimentação no xadrez político que Renan Calheiros domina tão bem. Leiam a nota: “O PMDB não só garante a candidatura do ministro Marx Beltrão, como apoiará sua candidatura a uma das duas vagas ao Senado Federal nas eleições de 2018. O partido também trabalhará, desde já, a candidatura de Joaquim Beltrão para a Câmara Federal. Marx Beltrão, aliás, em todos os contatos mantidos com a direção peemedebista teve a confirmação deste propósito que fortalecerá mais ainda o PMDB”.

Resta saber no que Marx Beltrão acredita. Ele conhece tão bem o PMDB. Melhor que qualquer um de nós!

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Postado em 06/03/2017 às 12:43 0

Renan Calheiros: o enxadrista com “mão de ferro” cai em campo


Por Lula Vilar

Crédito: Vanessa Siqueira

Senador Renan Calheiros

Como já disse neste blog, o senador Renan Calheiros (PMDB) sabe dos desafios que terá para a sua reeleição em 2018. O desgaste político existe em função da Operação Lava Jato – independente da questão jurídica! – por conta da influência dos fatos na opinião pública. Isto faz com que surjam rivais interessados na cadeira de Calheiros no Senado Federal, já que a biografia de Calheiros dá margem para o discurso dos adversários.

Renan sempre alega inocência.

A saída da presidência do Senado Federal e a proximidade de 2018 – apesar de ainda faltar um ano! – faz com que o enxadrista Renan Calheiros, que sempre comandou o PMDB alagoano com “mão de ferro” – se antecipe. Calheiros, conforme bastidores, quer estar mais presente e influente no governo de Renan Filho (PMDB).

Além disto, como sempre fez, traçar todos os planos, colocando cada peça em seu lugar na busca por construir o xadrez político. No dia de hoje, 06, conversa – por exemplo – com os deputados estaduais filiados ao PMDB. O encontro é em um hotel da capital. São 11 deputados estaduais. A pauta é clara: 1) a relação destes parlamentares com o governo estadual; 2) as estratégias para as eleições de 2018. Nada pode escapar a Renan Calheiros.

Aumentar o protagonismo do PMDB – o que significa o protagonismo do próprio senador – é uma questão vital. Afinal, do outro lado há o PSDB com possibilidade de lançar candidato a governador e ao Senado Federal. Isto não exclui, evidentemente, o fato de Renan Calheiros buscar, em futuro próximo, algum entendimento com o senador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Todavia, no cenário posto hoje, os grupos estão definidos.

O grupo do PSDB tem nomes ao Senado Federal, o que incomoda Renan Calheiros. E o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), pode se viabilizar como candidato ao governo do Estado. O tucano não nega nem confirma. Tudo para Rui depende do cenário.

O senador do PMDB tem sido tão detalhista, como sempre foi, que também conversou com vereadores do PMDB. Afinal, Rui Palmeira precisa de “oposição dura”. Entenderam, não é? Não dá para dar sossego nem deixar o rival político correr solto. Os peemedebistas não podem ser surpreendidos.

Mas Renan Calheiros tem um inimigo forte: ele mesmo... a depender do que ocorra em Brasília (DF).

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Postado em 06/03/2017 às 11:57 0

Coluna Ao Vivo comenta assuntos locais, nacionais e internacionais


Por Lula Vilar

Mais uma edição da coluna ao vivo do Blog do Vilar 

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Postado em 06/03/2017 às 11:07 0

Após a hegemônica Era Wanderley, UVEAL tem conflitos que podem judicializar eleição


Por Lula Vilar

foto: Cortesia

vereador de Murici (AL) Anizão do PMDB

Após a “hegemonia” do ex-vereador e atual prefeito de Cacimbinhas, Hugo Wanderley (PMDB) – que agora comanda os destinos da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) – a União dos Vereadores de Alagoas (UVEAL) pode ter outro presidente. Mas, o ambiente que antes era favorável a uma hegemonia pode ser palco de uma disputa.

Eis que leio uma matéria publicada na Tribuna Independente, assinada pelo jornalista Carlos Victor Costa, que mostra que o clima político nos bastidores não é dos melhores. Não há a conciliação que houve na AMA. O PMDB – mesmo sem Hugo Wanderley nesta esfera de disputa – quer permanecer no comando da entidade.

Por esta razão, o vereador por Murici, Anízio Amorim, o Anizão (PMDB), disse ao jornalista que o edital da eleição dos vereadores possui brechas em relação aos edis inadimplentes. Há uma pré-disposição para as vias judiciais. Anizão era do grupo de Hugo Wanderley. Sempre foi um nome de forte influência dentro da UVEAL.

O peemedebista diz que o “edital está muito aberto”. Anizão faz elogios ao atual presidente Fabrício Faustino, mas manda o recado: “eu acredito que ele não irá fazer nada para manchar a carreira dele”. Hoje, os vereadores devem ter uma reunião na sede da entidade para discutir o assunto. Anizão está na disputa.

Com toda classe, o vereador por Murici não deixa de fazer pressão sobre o amigo Faustino.

Do outro lado, está uma candidatura tucana: o vereador de Pão de Açúcar, Diomedes Rodrigues. Um fato interessante: o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), não vai trabalhar para que os vereadores tucanos da capital apóiem Rodrigues. O apoio deve ir a outro vereador do PMDB que não Anizão: o edil de Murici, Renildo Calheiros. O Executivo municipal da capital não se importa com isto.

Há dois peemedebistas, portanto, do grupo do governador Renan Filho (PMDB). O chefe do Executivo estadual vai se meter ou vai achar que é café pequeno?

A eleição está marcada para o dia 25 na sede da UVEAL. Candidatos não faltam: Anizão, Renildo Calheiros, Tayronne, Diomedes Rodrigues, André da Téo (PSB) e Valmir Filho (Democratas). Resta saber como se darão às chapas. Há sempre a possibilidade da pacificação e da composição. Mas há muito que a UVEAL não via um embate. O último se deu entre Hugo Wanderley (PMDB) e o ex-vereador e advogado França Júnior. Porém, na época, tudo foi resolvido nos bastidores e se manteve a candidatura de Hugo Wanderley de forma hegemônica, que estendeu o seu período de mandato.  

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Postado em 06/03/2017 às 10:45 0

ALE após Carnaval: não se esqueçam da promessa de Antônio Albuquerque


Por Lula Vilar

Foto: Vanessa Alencar/CadaMinuto/Arquivo

Antônio Albuquerque

O plenário da Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas retornará às atividades com mais força após o Carnaval. Apesar de já ter votado matérias importantes antes da folia, como foi o reajuste dos próprios salários e o auxílio-moradia para os integrantes do Ministério Público Estadual, a Casa de Tavares Bastos terá muito assunto a ser debatido nesta primeira semana.

Destaco um deles: o posicionamento do deputado estadual Antônio Albuquerque (PTB) em relação à lei complementar de auxílio-moradia dos integrantes do Ministério Público Estadual. Albuquerque prometeu ir à Justiça contra a decisão da Casa. Não nos esqueçamos disto.

O posicionamento de Albuquerque faz sentido. Justamente por isso não pode cair no esquecimento. Antes mesmo de anunciar que pretendia judicializar a questão, aqui neste blog eu já havia tratado do assunto. Estão em postagens anteriores.

Disse eu que, independente de qualquer avaliação, as palavras do parlamentar do PTB precisavam ser observadas já que o valor de auxílio-moradia a membros do MP era pago com base em uma resolução do Conselho Nacional do Ministério Público que vem sendo alvo de questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Não podemos achar que tais críticas só podem ser feitas quando se trata do parlamento estadual. De forma alguma! Se há o que se questionar no Judiciário, deve ser questionado. Se há o que se questionar nos órgãos ministeriais, idem. Espantou-me que apenas Antônio Albuquerque lembrasse disto. Pois, o assunto deveria ter sido mais bem debatido no parlamento estadual, uma vez que o projeto de lei complementar que fora apresentado abria margem para essa discussão.

Porém, o parlamento optou por aprovar a toque de caixa. Após meu texto, Albuquerque entrou em contato com o blog e disse que foi pego de surpresa com o projeto tendo sido posto em votação com tanta rapidez. Eis o que disse na época: “Eu fiquei surpreso e indignado com o fato da matéria ter sido colocada em votação. Foi posta de forma meteórica, desnecessária e não sei nem se foi cumprido o regimento. Eu tinha a pretensão de fazer emenda, mas me tiraram esse direito. Portanto, pretendo entrar com uma ação de inconstitucionalidade contra o Projeto de Lei Complementar”.

Albuquerque voltou a questionar os pagamentos anteriores. “Estranha-me que o MP desrespeite o STF com a conivência da Assembleia Legislativa”. O parlamentar também estranhou a pressa do parlamento de votar às vésperas do Carnaval: “É modinha? É frevo? É samba?”, ironizou o deputado.

Além de Albuquerque, apenas Rodrigo Cunha (PSDB) se posicionou contrário. Vamos aguardar se Albuquerque vai anunciar sua posição no parlamento estadual e para quando será esta ação de inconstitucionalidade.

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Postado em 03/03/2017 às 14:05 0

Blog do Vilar: Retorno com comentários em vídeos no mês de março


Por Lula Vilar

Divulgação

Luis Vilar

Pretendo retornar com comentários ao vivo em vídeo já neste mês de março. Estamos testando a ferramenta para iniciarmos já na próxima semana. Ainda estamos estudando se a coluna será diária ou semanal. Mas faz parte de um projeto maior que visa o retorno às entrevistas que ocorriam no passado.

Fica o convite aos leitores.

Estou no twitter: @lulavilar